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Q4122813 Português
Durante muito tempo, o turismo foi associado à ideia de liberdade. Viajar significava escolher o destino, o que ver, como experimentar o mundo. Um exercício de autonomia individual − com as restrições, claro, do bolso de cada um. Essa imagem, entretanto, não explica bem o turismo contemporâneo.

Hoje, o ato de viajar é governado por três fatores que raramente aparecem juntos no debate público: o desejo individual, a mediação digital e a geopolítica. Quando combinados, fica mais claro o que está acontecendo com o turismo global. Ele bateu recorde em 2025 — 1,5 bilhão de visitas internacionais, segundo a ONU — mas nunca foi tão regulado, filtrado e, de certa forma, antecipado.

Vamos começar pelo indivíduo. Ainda existe a ideia de que viajar nos transforma, amplia horizontes, nos torna mais tolerantes, mais interessantes. Essa crença vem de longe. Mark Twain escreveu que "viajar é fatal para o preconceito, a intolerância e as mentes limitadas".

Na prática, acontece muitas vezes o oposto. A filósofa Agnes Callard, num ensaio na revista The New Yorker, coloca isso de um jeito meio desconfortável: o turista já sabe, antes de partir, o que será quando voltar. "Viajar é um bumerangue", escreve. "É algo que te devolve exatamente ao lugar de onde você partiu." Viajamos para confirmar o que já esperávamos, não para desfazer expectativas. A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário.

Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados. Destinos já não são descobertos, e sim sugeridos. Experiências não são vividas espontaneamente, mas antecipadas, roteirizadas e, acima de tudo, registradas. O que antes se vivia para depois compartilhar, hoje se vive (quase que somente) para compartilhar.


(Disponível em: https://l1nk.dev/ia9oaaq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)
Considere o seguinte trecho para análise:
"A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário. Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados. Destinos já não são descobertos, e sim sugeridos."
A respeito da regência verbal, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)O verbo "romper" pode reger seu complemento com várias preposições, o que conferirá ao texto sentidos diferentes. No caso dado, o sentido de "romper" é de "opor-se, resistir", dado pela preposição "com".
(__)O verbo "romper", nesse contexto, pode ser acompanhado pela preposição "sobre", sem comprometer o sentido construído. O mesmo não acontece se for usada a preposição "em", pois ela mudaria o sentido.
(__)A regência construída pelo verbo "somar-se" está correta e confere, ao contexto, o sentido de "agregar, juntar para formar uma totalidade".

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4122812 Português
Durante muito tempo, o turismo foi associado à ideia de liberdade. Viajar significava escolher o destino, o que ver, como experimentar o mundo. Um exercício de autonomia individual − com as restrições, claro, do bolso de cada um. Essa imagem, entretanto, não explica bem o turismo contemporâneo.

Hoje, o ato de viajar é governado por três fatores que raramente aparecem juntos no debate público: o desejo individual, a mediação digital e a geopolítica. Quando combinados, fica mais claro o que está acontecendo com o turismo global. Ele bateu recorde em 2025 — 1,5 bilhão de visitas internacionais, segundo a ONU — mas nunca foi tão regulado, filtrado e, de certa forma, antecipado.

Vamos começar pelo indivíduo. Ainda existe a ideia de que viajar nos transforma, amplia horizontes, nos torna mais tolerantes, mais interessantes. Essa crença vem de longe. Mark Twain escreveu que "viajar é fatal para o preconceito, a intolerância e as mentes limitadas".

Na prática, acontece muitas vezes o oposto. A filósofa Agnes Callard, num ensaio na revista The New Yorker, coloca isso de um jeito meio desconfortável: o turista já sabe, antes de partir, o que será quando voltar. "Viajar é um bumerangue", escreve. "É algo que te devolve exatamente ao lugar de onde você partiu." Viajamos para confirmar o que já esperávamos, não para desfazer expectativas. A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário.

Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados. Destinos já não são descobertos, e sim sugeridos. Experiências não são vividas espontaneamente, mas antecipadas, roteirizadas e, acima de tudo, registradas. O que antes se vivia para depois compartilhar, hoje se vive (quase que somente) para compartilhar.


(Disponível em: https://l1nk.dev/ia9oaaq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)
Analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas.
De acordo com o texto:
(__)Viajar é, cada vez menos, um ato de liberdade.
(__)Se em princípio, viajar era um ato que pedia autonomia do sujeito, na atualidade, outros fatores determinam esse gesto, entre eles a influência digital.
(__)Na contemporaneidade, o ato de viajar está mais relacionado com seguir sugestões fornecidas nas redes sociais virtuais do que com descobrir algo, conhecer o novo.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4122811 Português
Durante muito tempo, o turismo foi associado à ideia de liberdade. Viajar significava escolher o destino, o que ver, como experimentar o mundo. Um exercício de autonomia individual − com as restrições, claro, do bolso de cada um. Essa imagem, entretanto, não explica bem o turismo contemporâneo.

Hoje, o ato de viajar é governado por três fatores que raramente aparecem juntos no debate público: o desejo individual, a mediação digital e a geopolítica. Quando combinados, fica mais claro o que está acontecendo com o turismo global. Ele bateu recorde em 2025 — 1,5 bilhão de visitas internacionais, segundo a ONU — mas nunca foi tão regulado, filtrado e, de certa forma, antecipado.

Vamos começar pelo indivíduo. Ainda existe a ideia de que viajar nos transforma, amplia horizontes, nos torna mais tolerantes, mais interessantes. Essa crença vem de longe. Mark Twain escreveu que "viajar é fatal para o preconceito, a intolerância e as mentes limitadas".

Na prática, acontece muitas vezes o oposto. A filósofa Agnes Callard, num ensaio na revista The New Yorker, coloca isso de um jeito meio desconfortável: o turista já sabe, antes de partir, o que será quando voltar. "Viajar é um bumerangue", escreve. "É algo que te devolve exatamente ao lugar de onde você partiu." Viajamos para confirmar o que já esperávamos, não para desfazer expectativas. A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário.

Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados. Destinos já não são descobertos, e sim sugeridos. Experiências não são vividas espontaneamente, mas antecipadas, roteirizadas e, acima de tudo, registradas. O que antes se vivia para depois compartilhar, hoje se vive (quase que somente) para compartilhar.


(Disponível em: https://l1nk.dev/ia9oaaq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)
Analise o trecho a seguir com atenção, observando as escolhas feitas pela autora para a construção dos sentidos, e, em seguida, analise as sentenças:
"A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário. Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados."
I.A palavra destacada em "o reproduz" é um pronome pessoal, tendo como referente o substantivo "cotidiano", substituindo-o.
II.O pronome demonstrativo "isso" foi usado para substituir toda a ideia contida no período anterior, evitando repetições desnecessárias.
III.O pronome pessoal "ela" é completamente desnecessário no contexto, uma vez que ele apenas repete seu referente "viagem", sem estabelecer nenhum efeito de sentido no contexto.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4122810 Português
Durante muito tempo, o turismo foi associado à ideia de liberdade. Viajar significava escolher o destino, o que ver, como experimentar o mundo. Um exercício de autonomia individual − com as restrições, claro, do bolso de cada um. Essa imagem, entretanto, não explica bem o turismo contemporâneo.

Hoje, o ato de viajar é governado por três fatores que raramente aparecem juntos no debate público: o desejo individual, a mediação digital e a geopolítica. Quando combinados, fica mais claro o que está acontecendo com o turismo global. Ele bateu recorde em 2025 — 1,5 bilhão de visitas internacionais, segundo a ONU — mas nunca foi tão regulado, filtrado e, de certa forma, antecipado.

Vamos começar pelo indivíduo. Ainda existe a ideia de que viajar nos transforma, amplia horizontes, nos torna mais tolerantes, mais interessantes. Essa crença vem de longe. Mark Twain escreveu que "viajar é fatal para o preconceito, a intolerância e as mentes limitadas".

Na prática, acontece muitas vezes o oposto. A filósofa Agnes Callard, num ensaio na revista The New Yorker, coloca isso de um jeito meio desconfortável: o turista já sabe, antes de partir, o que será quando voltar. "Viajar é um bumerangue", escreve. "É algo que te devolve exatamente ao lugar de onde você partiu." Viajamos para confirmar o que já esperávamos, não para desfazer expectativas. A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário.

Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados. Destinos já não são descobertos, e sim sugeridos. Experiências não são vividas espontaneamente, mas antecipadas, roteirizadas e, acima de tudo, registradas. O que antes se vivia para depois compartilhar, hoje se vive (quase que somente) para compartilhar.


(Disponível em: https://l1nk.dev/ia9oaaq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)
Considere o excerto a seguir para analisar as sentenças a respeito da pontuação:
Durante muito tempo , o turismo foi associado à ideia de liberdade. Viajar significava escolher o destino, o que ver, como experimentar o mundo . Um exercício de autonomia individual − com as restrições, claro, do bolso de cada um. Essa imagem, entretanto, não explica bem o turismo contemporâneo.
I.A vírgula após a palavra "tempo" foi utilizada para separar o adjunto adverbial de tempo que está anteposto ao verbo.
II.As vírgulas usadas no trecho sublinhado estão corretamente aplicadas porque elas separam orações coordenadas assindéticas, isto é, sem a utilização de conectivos.
III.O travessão foi usado de modo equivocado, destacando o aposto explicativo. A única pontuação possível nesse contexto seria a vírgula.
IV.As duas vírgulas, antes e depois de "entretanto", são desnecessárias porque em caso de conjunção adversativa, usa-se apenas depois dela.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4093660 Direito Administrativo
Considere as afirmativas a seguir sobre normas jurídicas e o princípio da legalidade no serviço público:
I.As normas jurídicas distinguem-se das normas morais e religiosas principalmente pela coercibilidade, ou seja, pela possibilidade de o Estado impor seu cumprimento por meio de sanções aos que as descumprem.
II.No serviço público, o administrador pode praticar ato não previsto expressamente em lei desde que motivado, proporcional e orientado ao interesse coletivo, aplicando-se à Administração Pública a mesma lógica permissiva da iniciativa privada.
III.A bilateralidade atributiva das normas jurídicas significa que o direito de um sujeito corresponde ao dever de outro, criando uma relação de reciprocidade juridicamente exigível entre as partes. 
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4093659 Gestão de Pessoas
No setor de atendimento ao público de uma autarquia municipal de água e esgoto, uma equipe de cinco servidores apresenta os seguintes comportamentos: evitam se comunicar diretamente uns com os outros, preferindo deixar recados por escrito; recusam-se a cobrir ausências de colegas; e, nas reuniões, ninguém discorda abertamente, mas as decisões tomadas raramente são cumpridas. O gestor do setor interpreta a situação como "time unido, pois não há brigas". Sobre as relações humanas nesse ambiente, analise as afirmativas a seguir:
I.A ausência de conflito aberto não indica necessariamente harmonia nas relações humanas, podendo refletir conflito velado que compromete a cooperação e a efetividade do grupo.
II.A recusa em cobrir ausências de colegas e o não cumprimento das decisões coletivas são sinais de que as relações informais do grupo estão funcionando de forma contrária aos objetivos da organização, mesmo sem que haja qualquer confronto explícito entre os membros.
III.A comunicação indireta entre membros de uma equipe, quando sistemática e generalizada, fortalece os vínculos interpessoais porque preserva a autonomia individual de cada servidor e reduz desgastes desnecessários nas relações do grupo. 
IV.A leitura equivocada do gestor sobre o clima da equipe representa um risco institucional concreto, pois impede o diagnóstico correto das disfunções relacionais e retarda intervenções que poderiam restaurar a cooperação no setor.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4093658 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Uma servidora efetiva do SAMAE, lotada na Diretoria de Operações, encontra-se nas seguintes situações concomitantes: está em estágio probatório há dois anos e quatro meses; foi diagnosticada com limitação física permanente que a impede de continuar exercendo as atribuições do cargo atual; o Serviço de Saúde Ocupacional do Servidor Público Municipal (SESOSP) confirmou a limitação e a compatibilidade com as atribuições de outro cargo efetivo de mesmo nível de escolaridade e equivalência de vencimento; e não há, no momento, padrão de vencimento coincidente com o seu atual no cargo de destino. Considerando o que dispõe a Lei Complementar n.º 660/2007, analise as afirmativas a seguir:
I.A servidora poderá ser submetida ao processo de readaptação, que é a investidura em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação sofrida em sua capacidade física, verificada por avaliação médica do SESOSP.
II.Na hipótese descrita, a readaptação não poderá acarretar aumento ou redução da remuneração da servidora; caso não haja padrão de vencimento coincidente no novo cargo, ela será enquadrada em padrão de vencimento especial da carreira do cargo para o qual for readaptada.
III.Por ainda estar em estágio probatório, a servidora não poderá ser readaptada, devendo aguardar a aquisição da estabilidade para que o processo possa ser iniciado. 
IV. Após a readaptação, a servidora deverá submeter-se anualmente à avaliação médica do SESOSP, a fim de verificar a permanência das condições que determinaram a readaptação e a possibilidade de reversão ao cargo de origem.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4093657 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
No SAMAE, um servidor efetivo integrante do Grupo Ocupacional Especialista está próximo de completar o interstício para promoção horizontal. Ao verificar sua situação funcional, constata que: obteve média de 6,5 pontos nas avaliações realizadas no interstício, não atingindo a pontuação mínima exigida; concluiu cursos de formação continuada com carga horária total de oitenta e cinco horas durante o interstício; e ingressou no Município já possuindo título de pós-graduação na área do cargo. Considerando o que dispõe a Lei Complementar n.º 661/2007, analise as afirmativas a seguir:
I.O servidor não será promovido horizontalmente ao final do interstício por não ter atingido a pontuação mínima de sete pontos na média das avaliações; contudo, a média será recalculada por ocasião da avaliação subsequente, descartada a avaliação de menor pontuação realizada no interstício, e assim sucessivamente, até que o servidor atinja a pontuação mínima necessária.
II.A carga horária de oitenta e cinco horas em cursos de formação continuada é insuficiente para o Grupo Ocupacional Especialista, que exige carga horária mínima total de noventa horas durante o interstício para fins de promoção horizontal. 
III.O título de pós-graduação obtido pelo servidor antes do ingresso no Município poderá ser utilizado para fins de promoção vertical, desde que devidamente apresentado à Comissão Permanente de Avaliação Funcional no prazo regulamentar. 
IV.Caso o servidor não preencha os requisitos de avaliação e de formação continuada ao final do interstício, será reiniciada a contagem de novo interstício no mês subsequente àquele em que vier a cumpri-los. 
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4093656 Matemática
Para elaboração de memorial descritivo de área de servidão de passagem para implantação de adutora do SAMAE, o técnico em agrimensura precisa calcular pelo método analítico das coordenadas a área de um quadrilátero definido pelos seguintes vértices em coordenadas planas em metros: P1(200,00; 150,00), P2(270,00; 150,00), P3(280,00; 195,00) e P4(200,00; 195,00). Sobre o valor da área calculada e a classificação do polígono, os valores e a descrição corretos são:
Alternativas
Q4093655 Legislação de Trânsito
Considere as afirmativas relacionadas à sinalização temporária em vias públicas durante a execução de serviços de campo apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)A sinalização temporária deve permanecer em posição e em condições de visibilidade e legibilidade compatíveis com a segurança do trânsito, durante o dia e a noite.
(__)Nas intervenções que interfiram na passagem livre de pedestres, a adoção de sinalização de advertência é suficiente, sendo dispensável a separação física entre pedestres, veículos e a área de obra ou serviço.
(__)Nenhuma obra ou serviço que possa perturbar ou interromper a livre circulação de veículos e pedestres, ou colocar em risco sua segurança, deve ser iniciada sem permissão prévia do órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via, ressalvados os casos de emergência.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4093654 Agrimensura
Na conferência de um memorial descritivo, elaborado a partir de levantamento planimétrico, um técnico em agrimensura precisa determinar a área de uma gleba pelo método analítico das coordenadas planas. Considere que os vértices da poligonal, tomados em sequência, possuem as seguintes coordenadas:
A (10, 10)
B (60, 10)
C (80, 40)
D (50, 70)
E (20, 50)
Sabendo-se que, no método analítico por coordenadas, a área do polígono é obtida pelo semimódulo da diferença entre os somatórios cruzados das coordenadas consecutivas, com o último vértice ligado novamente ao primeiro, assinale a alternativa que apresenta corretamente a área da gleba, em hectares: 
Alternativas
Q4093653 Engenharia de Agrimensura
Em levantamentos topográficos com uso de GNSS, a seleção do método e o tratamento das observações devem ser compatíveis com a finalidade do serviço e a acurácia requerida. A esse respeito, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4093652 Agrimensura
Durante a locação de um trecho de tubulação de uma rede de saneamento, um técnico em agrimensura deve conferir a declividade entre dois pontos do alinhamento. Sabe-se que a cota do ponto inicial é 102,30 m e a cota do ponto final é 101,10 m, ao longo de uma distância horizontal de 60 m. Considerando a declividade em módulo, assinale a alternativa que corresponde à razão entre a diferença de nível e a distância horizontal, expressa em porcentagem: 
Alternativas
Q4093651 Engenharia de Agrimensura
A partir de levantamentos aplicados à agrimensura, analise as afirmativas a seguir:
I.O geoide é uma superfície equipotencial do campo da gravidade terrestre.
II.O elipsoide é uma superfície matemática utilizada na representação aproximada da forma da Terra.
III.O datum geodésico corresponde ao próprio geoide, sendo ambos termos equivalentes.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4093650 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
De acordo com o art. 8º da Lei Complementar Municipal n.º 660/2007, em sua redação consolidada vigente, que dispõe sobre as formas de provimento de cargo público, analise os itens a seguir:
I.Nomeação.
II.Reversão.
III.Aproveitamento.
É forma de provimento de cargo público o que se apresenta em:
Alternativas
Q4093649 Agrimensura
Em uma poligonal fechada, após a verificação de que o erro angular de fechamento está dentro da tolerância admitida, assinale a alternativa que apresenta corretamente o procedimento de correção e obtenção dos azimutes ajustados:
Alternativas
Q4093648 Agrimensura
Ao utilizar imagens de satélite de alta resolução para apoiar a atualização do cadastro de rede de distribuição de água do SAMAE, o técnico em agrimensura identifica uma divergência entre a posição da tubulação representada no cadastro existente e a feição visível na imagem. Antes de atualizar o cadastro, a conduta tecnicamente correta é:
Alternativas
Q4093647 Engenharia de Agrimensura
No âmbito da aerofotogrametria aplicada ao apoio à elaboração cartográfica, assinale a alternativa que define corretamente a restituição aerofotogramétrica:
Alternativas
Q4093646 Agrimensura
Durante nivelamento geométrico para elaboração do perfil longitudinal de um coletor de esgoto do SAMAE, o técnico em agrimensura realiza a seguinte sequência de leituras sem mudança de estação do instrumento: RN inicial com cota 54,320 m, leitura de ré de 1,248 m; ponto intermediário com leituras de controle de 0,672 m e 1,834 m; ponto final com leitura de vante de 0,516 m. As leituras do ponto intermediário são de controle e não alteram o plano de visada. A cota do ponto final e a diferença de nível entre o RN e o ponto final são, respectivamente: 
Alternativas
Q4093645 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
No âmbito de obra pública voltada à implantação de infraestrutura urbana, um Técnico em Agrimensura foi designado para executar medições em campo, realizar levantamentos e nivelamentos, operar instrumentos topográficos e obter dados necessários à caracterização da superfície terrestre. De acordo com a Lei Complementar Municipal n.º 661/2007, em sua redação consolidada vigente, assinale a alternativa que indica atribuição compatível com o cargo:
Alternativas
Respostas
81: D
82: E
83: D
84: A
85: B
86: C
87: E
88: C
89: E
90: A
91: E
92: D
93: A
94: C
95: A
96: C
97: E
98: B
99: A
100: A