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Todos os dias, acompanhamos na televisão, nos jornais e revistas as catástrofes climáticas e as mudanças que estão ocorrendo, rapidamente, no clima mundial. Nunca se viram mudanças tão rápidas e com efeitos devastadores como têm ocorrido nos últimos anos.
Pesquisadores do clima mundial afirmam que este aquecimento global está ocorrendo em função do aumento da emissão de gases poluentes, principalmente derivados da queima de combustíveis fósseis (gasolina, diesel etc.) na atmosfera. Esses gases (ozônio, dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e monóxido de carbono) formam uma camada de poluentes de difícil dispersão, causando o famoso efeito estufa. Esse fenômeno ocorre, porque esses gases absorvem grande parte da radiação infravermelha emitida pela Terra, dificultando a dispersão do calor.
O desmatamento e a queimada de florestas e matas também colaboram para esse processo. Os raios do Sol atingem o solo e irradiam calor na atmosfera. Como esta camada de poluentes dificulta a dispersão do calor, o resultado é o aumento da temperatura global. Embora este fenômeno ocorra de forma mais evidente nas grandes cidades, já se verificam suas consequências no aquecimento global.
(Adaptado de: http://www.suapesquisa.com/geografia/ aquecimento_global.htm)
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Figuras históricas perdem seus contornos quando se tornam valores absolutos e até sua própria existência chega a ser posta em dúvida. Caso exemplar é o de William Shakespeare, cuja importância cresceu tanto que, a partir do século XVIII, começou-se a questionar se ele era realmente o autor de seus dramas.
Algo semelhante aconteceu com o Renascimento. De início, o termo indicava a arte produzida na Itália entre os séculos XV e XVI, exemplar para todos os artistas que se seguiram. Em meados do XIX, quando começava a perder força como paradigma estético, assumiu um significado muito mais amplo e indeterminado. Historiadores, como Jules Michelet (1855) e o suíço Jacob Burckhardt (1860), defendem suas teorias, mas a periodização encontra dificuldades. Os limites de um período histórico costumam ser marcados por fatos concretos, de datação consensual. Em arte, as transições são muito mais fluidas. Com Renascimento e renascimentos na arte ocidental (1957) o historiador da arte alemão Erwin Panofsky tentou pôr ordem nessa proliferação de renascenças: o que distingue o Renascimento italiano das retomadas anteriores, segundo ele, é a consciência de que o antigo já não existe, da necessidade de recriá-lo.
Afinal, o que faz da arte italiana dos séculos XV e XVI algo tão especial? Leon Battista Alberti, o teórico mais importante da primeira fase do Renascimento, identifica por nome, no prólogo de seu tratado Da pintura (1436), um grupo bem pequeno de artistas, todos florentinos. Foram eles, segundo o teórico, que fizeram reviver uma arte que, como a antiga, se inspirava diretamente na natureza. Mas, enquanto os antigos tiveram muitos mestres para imitar, eles precisaram reinventar. "Nós", diz Alberti, incluindo-se no grupo, "descobrimos artes e ciências jamais ouvidas e vistas."
Outro teórico define esses inventores como "mestres de artes mistas e de engenho". Artes, na Florença da época, eram as corporações de artesãos e comerciantes que governavam a cidade desde o século XIV. Além delas, com maior prestígio (se não com maior poder) havia as artes liberais, que se aprendiam pelos livros e não pela experiência prática. Os "mestres de artes mistas" não eram uma coisa nem outra. Já não se identificavam com o saber artesanal de pai para filho; tampouco com o saber escolar dos acadêmicos. Buscavam conhecimentos empíricos, quando necessário (engenharia, fundição dos metais, fabricação de cores), embora não se restringissem a nenhuma das profissões tradicionais. Em sua maioria, não liam latim, mas dispunham de tratados de ótica e de geometria traduzidos e consultavam cientistas e matemáticos sempre que fosse preciso. Eram leitores vorazes da nova literatura em vulgar (Dante, Petrarca, Boccaccio) e estudavam história. A cultura deles se definia em função dos projetos em que estavam envolvidos − uma igreja, um monumento, um quadro. Enfim, não eram nem artesãos nem filósofos. Pela primeira vez na história, eram artistas.
(Adaptado de: Lorenzo Mammi. Bravo!, 191, julho de 2013, p. 16-21)
Julgue o item subsequente, acerca das políticas de acesso aos documentos de arquivo.
No Brasil, o prazo máximo de restrição de acesso à informação
corresponde a trinta e cinco anos.
Julgue o item subsequente, acerca das políticas de acesso aos documentos de arquivo.
A lei que trata do acesso à informação no Brasil dispõe sobre essa garantia exclusivamente aos órgãos do Poder Executivo federal.Julgue o item subsequente, acerca das políticas de acesso aos documentos de arquivo.
No Brasil, o direito de acesso à informação não é extensivo às informações vinculadas às atividades de inteligência e investigação ou fiscalização em curso, relacionadas à repressão de infrações.Julgue o item subsequente, acerca das políticas de acesso aos documentos de arquivo.
As políticas de acesso aos documentos de arquivo são operacionalizadas com instrumentos de descrição, como inventários, guias e catálogos.A respeito da análise tipológica dos documentos de arquivo, julgue o item seguinte.
A unidade mínima trabalhada pela análise tipológica dos
documentos de arquivo é a espécie documental.
A respeito da análise tipológica dos documentos de arquivo, julgue o item seguinte.
A ordenação dos documentos é um elemento que deve ser considerado para a realização da análise tipológica.A respeito da análise tipológica dos documentos de arquivo, julgue o item seguinte.
Na análise tipológica, os conjuntos formados por espécies idênticas recebem, na avaliação, diferentes determinações quanto à vigência, aos prazos de guarda e à destinação final.A respeito da análise tipológica dos documentos de arquivo, julgue o item seguinte.
A análise tipológica facilita o entendimento da composição das séries na classificação ou arranjo dos documentos.A respeito da análise tipológica dos documentos de arquivo, julgue o item seguinte.
O resultado da análise tipológica é o ponto de convergência entre o documento e a sua função.Julgue o item subsecutivo, acerca de classificação, descrição e avaliação de documentos de arquivo.
Os níveis da estrutura de classificação de documentos de
arquivo são definidos conforme as espécies documentais.
Julgue o item subsecutivo, acerca de classificação, descrição e avaliação de documentos de arquivo.
A classificação de documentos de arquivo fundamenta-se no
princípio da territorialidade.
Julgue o item subsecutivo, acerca de classificação, descrição e avaliação de documentos de arquivo.
O instrumento de pesquisa genérico que fornece informações sobre os vários acervos existentes em uma instituição arquivística denomina-se guia.