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Ano: 2013 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: TRT - 17ª Região (ES)
Q1227328 Direito Administrativo
Considerando o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis Federais, julgue o item  de 41 a 47. 
Considere que, em janeiro de 2012, João tenha completado dezessete anos de idade e começado a cursar Direito, sua primeira graduação. Considere, ainda, que, no fim do mesmo ano, ele tenha sido aprovado em concurso público para um cargo de nível superior. Nessa situação, João estava habilitado para tomar posse no referido cargo em fevereiro de 2013.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: TRT - 15ª Região (SP)
Q1182604 Português
Figuras históricas perdem seus contornos quando se tornam valores absolutos e até sua própria existência chega a ser posta em dúvida. Caso exemplar é o de William Shakespeare, cuja importância cresceu tanto que, a partir do século XVIII, começou-se a questionar se ele era realmente o autor de seus dramas. Algo semelhante aconteceu com o Renascimento. De início, o termo indicava a arte produzida na Itália entre os séculos XV e XVI, exemplar para todos os artistas que se seguiram. Em meados do XIX, quando começava a perder força como paradigma estético, assumiu um significado muito mais amplo e indeterminado. Historiadores, como Jules Michelet (1855) e o suíço Jacob Burckhardt (1860), defendem suas teorias, mas a periodização encontra dificuldades. Os limites de um período histórico costumam ser marcados por fatos concretos, de datação consensual. Em arte, as transições são muito mais fluidas. Com Renascimento e renascimentos na arte ocidental (1957) o historiador da arte alemão Erwin Panofsky tentou pôr ordem nessa proliferação de renascenças: o que distingue o Renascimento italiano das retomadas anteriores, segundo ele, é a consciência de que o antigo já não existe, da necessidade de recriá-lo. Afinal, o que faz da arte italiana dos séculos XV e XVI algo tão especial? Leon Battista Alberti, o teórico mais importante da primeira fase do Renascimento, identifica por nome, no prólogo de seu tratado Da pintura (1436), um grupo bem pequeno de artistas, todos florentinos. Foram eles, segundo o teórico, que fizeram reviver uma arte que, como a antiga, se inspirava diretamente na natureza. Mas, enquanto os antigos tiveram muitos mestres para imitar, eles precisaram reinventar. "Nós", diz Alberti, incluindo-se no grupo, "descobrimos artes e ciências jamais ouvidas e vistas." Outro teórico define esses inventores como "mestres de artes mistas e de engenho". Artes, na Florença da época, eram as corporações de artesãos e comerciantes que governavam a cidade desde o século XIV. Além delas, com maior prestígio (se não com maior poder) havia as artes liberais, que se aprendiam pelos livros e não pela experiência prática. Os "mestres de artes mistas" não eram uma coisa nem outra. Já não se identificavam com o saber artesanal de pai para filho; tampouco com o saber escolar dos acadêmicos. Buscavam conhecimentos empíricos, quando necessário (engenharia, fundição dos metais, fabricação de cores), embora não se restringissem a nenhuma das profissões tradicionais. Em sua maioria, não liam latim, mas dispunham de tratados de ótica e de geometria traduzidos e consultavam cientistas e matemáticos sempre que fosse preciso. Eram leitores vorazes da nova literatura em vulgar (Dante, Petrarca, Boccaccio) e estudavam história. A cultura deles se definia em função dos projetos em que estavam envolvidos − uma igreja, um monumento, um quadro. Enfim, não eram nem artesãos nem filósofos. Pela primeira vez na história, eram artistas.
(Adaptado de: Lorenzo Mammi. Bravo!, 191, julho de 2013, p. 16-21)   1
Conclui-se corretamente do texto:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: TRT - 15ª Região (SP)
Q1182558 Português
Figuras históricas perdem seus contornos quando se tornam valores absolutos e até sua própria existência chega a ser posta em dúvida. Caso exemplar é o de William Shakespeare, cuja importância cresceu tanto que, a partir do século XVIII, começou-se a questionar se ele era realmente o autor de seus dramas. Algo semelhante aconteceu com o Renascimento. De início, o termo indicava a arte produzida na Itália entre os séculos XV e XVI, exemplar para todos os artistas que se seguiram. Em meados do XIX, quando começava a perder força como paradigma estético, assumiu um significado muito mais amplo e indeterminado. Historiadores, como Jules Michelet (1855) e o suíço Jacob Burckhardt (1860), defendem suas teorias, mas a periodização encontra dificuldades. Os limites de um período histórico costumam ser marcados por fatos concretos, de datação consensual. Em arte, as transições são muito mais fluidas. Com Renascimento e renascimentos na arte ocidental (1957) o historiador da arte alemão Erwin Panofsky tentou pôr ordem nessa proliferação de renascenças: o que distingue o Renascimento italiano das retomadas anteriores, segundo ele, é a consciência de que o antigo já não existe, da necessidade de recriá-lo. Afinal, o que faz da arte italiana dos séculos XV e XVI algo tão especial? Leon Battista Alberti, o teórico mais importante da primeira fase do Renascimento, identifica por nome, no prólogo de seu tratado Da pintura (1436), um grupo bem pequeno de artistas, todos florentinos. Foram eles, segundo o teórico, que fizeram reviver uma arte que, como a antiga, se inspirava diretamente na natureza. Mas, enquanto os antigos tiveram muitos mestres para imitar, eles precisaram reinventar. "Nós", diz Alberti, incluindo-se no grupo, "descobrimos artes e ciências jamais ouvidas e vistas." Outro teórico define esses inventores como "mestres de artes mistas e de engenho". Artes, na Florença da época, eram as corporações de artesãos e comerciantes que governavam a cidade desde o século XIV. Além delas, com maior prestígio (se não com maior poder) havia as artes liberais, que se aprendiam pelos livros e não pela experiência prática. Os "mestres de artes mistas" não eram uma coisa nem outra. Já não se identificavam com o saber artesanal de pai para filho; tampouco com o saber escolar dos acadêmicos. Buscavam conhecimentos empíricos, quando necessário (engenharia, fundição dos metais, fabricação de cores), embora não se restringissem a nenhuma das profissões tradicionais. Em sua maioria, não liam latim, mas dispunham de tratados de ótica e de geometria traduzidos e consultavam cientistas e matemáticos sempre que fosse preciso. Eram leitores vorazes da nova literatura em vulgar (Dante, Petrarca, Boccaccio) e estudavam história. A cultura deles se definia em função dos projetos em que estavam envolvidos − uma igreja, um monumento, um quadro. Enfim, não eram nem artesãos nem filósofos. Pela primeira vez na história, eram artistas.
(Adaptado de: Lorenzo Mammi. Bravo!, 191, julho de 2013, p. 16-21)   1
Identifica-se relação de causa e consequência entre os seguintes fatos apontados no texto:
Alternativas
Q783378 Arquivologia

Analise as afirmativas a seguir.

I. A descentralização dos arquivos é um traço característico da administração de arquivos, antes de ocorrer a Revolução Francesa.

II. Após a Revolução Francesa foi reconhecido o direito do público de acessar os arquivos.

III. A Revolução Francesa em nada contribuiu para a centralização ou a descentralização de arquivos.

Assinale:

Alternativas
Q783377 Arquivologia
O valor de um documento está baseado em fatores como data de produção, conteúdo, uso, circunstância de criação, assinatura ou selos nele existentes. Esse valor é chamado de
Alternativas
Q783376 Arquivologia
Leia o fragmento a seguir.
Podemos considerar que, em termos de conservação preventiva de acervos, a ação mais importante de controle, em conjunto com a otimização das ações climáticas, é _____.
Assinale a alternativa que completa corretamente o fragmento acima.
Alternativas
Q783375 Arquivologia
Leia o fragmento a seguir.
Podemos dizer que o _____ é um suporte de escrita, de fina pele de animal preparada, mas não curtida.
Assinale a alternativa que completa corretamente o fragmento
Alternativas
Q783374 Arquivologia
Assinale a alternativa que apresenta a definição correta de documento digital.
Alternativas
Q783373 Arquivologia

O SIGAD compreende um conjunto de procedimentos e operações técnicas características do sistema de gestão arquivística de documentos, porém processados por computadores.

Esse conjunto se apoia em várias ações, dentre as quais, a captura, que consiste em

Alternativas
Q783372 Arquivologia

É fundamental que sejam desenvolvidas estratégias de preservação para os documentos arquivísticos digitais, já que esses documentos apresentam degradação física de seus suportes e obsolescência tecnológica cujo resultado é a adulteração e/ou destruição.

Assinale a alternativa que indica as características dos documentos arquivísticos que devem ser consideradas.

Alternativas
Q783371 Arquivologia
A mensagem de correio eletrônico reconhecida como um documento arquivístico deverá ter qualidades inerentes a esse documento. Essas qualidades estão relacionadas a seguir, à exceção de uma. Assinale‐a.
Alternativas
Q783370 Arquivologia

Sobre os critérios usados para definir um organismo produtor de um fundo de arquivo, analise os itens a seguir.

I. A existência jurídica resultante de um ato.

II. As atribuições específicas estáveis e legais.

III. Posição hierárquica definida com exatidão.

IV. Ser intransferível de acordo com a legislação.

V. Estabelecer se o fundo é aberto ou fechado.

Estão corretos apenas os itens

Alternativas
Q783369 Arquivologia
Em Atenas, os documentos de arquivo depositados no Archéion eram considerados
Alternativas
Q783368 Arquivologia

A partilha dos arquivos entre Estados foi, nos últimos séculos, objeto de inúmeros tratados e acordos.

A respeito do princípio da pertinência territorial assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Q783367 Arquivologia
Na ISAAD (G), a subdivisão de um fundo que abrange um conjunto de documentos relacionados, que corresponde a subdivisões administrativas da instituição produtora, ou quando tal não é possível, corresponde a uma divisão geográfica, cronológica, funcional ou agrupamentos de documentos similares, é denominada
Alternativas
Q783366 Arquivologia

Na ESAD (G) (2000), o item que trata da História Arquivística objetiva fornecer informação sobre a história da unidade de descrição, que seja significativa para sua autenticidade, integridade e interpretação.

As regras a seguir definem essa questão, à exceção de uma. Assinale‐a.

Alternativas
Q783365 Arquivologia
Na norma geral internacional de descrição arquivística – ISAD (G), adotada pelo Comitê de Normas de Descrição, Estocolmo, Suécia, (1999) é considerado como elemento de descrição o código de referência, que contém três elementos: o código do detentor ou outro identificador específico de localização, o código específico de referência local e o código
Alternativas
Q783364 Arquivologia

Leia o fragmento a seguir.

A avaliação é o processo de análise dos documentos arquivísticos, visando estabelecer prazos de guarda e destinação e a aplicação dos critérios de avaliação é feita com base na Teoria das Três Idades e efetiva‐se primeiramente nos arquivos _____, a fim de se distinguirem os documentos de valor _____ daqueles de valor probatório e/ou informativo.  

Assinale a alternativa que completa corretamente o fragmento acima

Alternativas
Q783363 Arquivologia
A incorporação de um documento ao sistema de gestão arquivística, quando passará a seguir as rotinas de tramitação e arquivamento, é denominada
Alternativas
Q783362 Arquivologia

A confiabilidade, uma das qualidades de um documento arquivístico, deve ser entendida como:

I. a capacidade de sustentar os fatos que atesta.

II. a capacidade de relacionar o conteúdo do documento.

III. a capacidade de estar livre de adulterações.

IV. a capacidade de estar ligada a uma questão de grau.

V. a capacidade de não estar ligada a uma questão de grau.

Estão corretos apenas os itens

Alternativas
Respostas
1481: E
1482: D
1483: B
1484: C
1485: E
1486: D
1487: C
1488: E
1489: B
1490: D
1491: C
1492: A
1493: X
1494: B
1495: C
1496: E
1497: C
1498: A
1499: E
1500: A