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Q334517 Algoritmos e Estrutura de Dados
Uma árvore é uma estrutura de dados bidimensional, não-linear, que possui propriedades especiais e admite muitas operações de conjuntos dinâmicos, tais como: pesquisa, inserção, remoção, entre outros. Sobre árvores, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q334516 Algoritmos e Estrutura de Dados
Sobre a estrutura de dados em filas, analise as assertivas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a(s) correta(s).

I. Uma fila é uma lista linear em que todas as inserções são realizadas em um extremo da lista, e todas as retiradas no outro extremo. Normalmente, os acessos são realizados no mesmo extremo da lista em que são feitas as retiradas.

II. Em uma implementação por meio de arranjo (vetores), os itens são armazenados em posições contíguas de memória. Por causa das características da fila, o enfileiramento (inserção na fila) faz a parte de trás da fila expandir-se e o desenfileiramento (remoção) faz a parte da frente da fila contrair-se. Consequentemente, a fila tende a caminhar pela memória do computador, ocupando espaço na parte de trás e descartando espaço na frente da fila. Com poucas inserções e retiradas de itens, a fila vai ao encontro do limite do espaço da memória alocado para ela.

III. Em uma fila implementada por meio de apontadores, a implementação se dá por meio de células. Cada célula contém um item da fila e um apontador para a outra célula. Também é necessário utilizar apontadores para a frente da fila e para a parte de trás da fila.


Alternativas
Q334515 Algoritmos e Estrutura de Dados
Sobre a estrutura de dados em pilhas, analise as assertivas e, em seguida, analise a alternativa que apresenta as corretas.

I. Em uma pilha implementada por meio de arranjos (vetores), é necessário um cursor para controlar a posição do item no topo da pilha.

II. As pilhas possuem a seguinte propriedade: o último item inserido é o primeiro item que pode ser retirado da lista.

III. Os itens da pilha são colocados um sobre o outro, com o item inserido mais recentemente no fundo e o item inserido menos recentemente no topo.

IV. As pilhas são chamadas de listas lifo (last in, first out).


Alternativas
Q334514 Algoritmos e Estrutura de Dados
Em uma implementação de listas por meio de apontadores, cada item da lista é encadeado com o seguinte, mediante uma variável do tipo apontador. Sobre listas encadeadas, analise as assertivas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta as corretas.

I. Não é possível inserir e retirar elementos sem necessidade de deslocar os itens seguintes da lista.

II. A implementação de listas por meio de apontadores permite utilizar posições não contíguas de memória.

III. Uma das desvantagens deste tipo da implementação de listas, por meio de apontadores, é a utilização de memória extra para armazenar os apontadores.

IV. Em aplicações em que não existe previsão sobre o crescimento da lista, é conveniente utilizar listas encadeadas por apontadores, porque neste caso o tamanho máximo da lista não precisa ser definido a priori.


Alternativas
Q334513 Algoritmos e Estrutura de Dados
Considere o seguinte trecho de código em pseudocódigo:

Imagem 001.jpg

Analise as assertivas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a(s) correta(s).

I. A linha 2 faz a declaração de, entre outras variáveis, uma matriz.

II. O laço da linha 3 tem o intuito de percorrer a primeira dimensão da matriz, muitas vezes chamada de linha.

III. Na execução do início ao fim do algoritmo, a linha 6 é executada 3 vezes.


Alternativas
Q334512 Algoritmos e Estrutura de Dados
Em algoritmos e estruturas de dados existe um tipo de estrutura chamada vetor. Sobre vetores, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q334511 Noções de Informática
A World Wide Web (ou simplesmente Web) é uma estrutura arquitetônica que permite acesso a documentos vinculados espalhados por milhões de máquinas na Internet. Sobre a Web, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q334510 Redes de Computadores
O correio eletrônico, ou e-mail, ficou conhecido para o público em geral nos anos 90 e seu uso cresceu exponencialmente. Sobre a transferência de mensagens de e-mail, analise as assertivas e, em seguida, assinale a alternativa correta.

I. Para transferir uma mensagem via protocolo SMTP (simple mail transfer protocol), a máquina de transmissão, operando como cliente, espera que a máquina de recepção, operando como servidor, comunique-se primeiro. Se o servidor estiver disposto a receber mensagens, o cliente anunciará de quem veio a mensagem e para quem ela está indo.

II. O protocolo POP3 (post office protocol version 3) resolve o problema de como o usuário conseguirá o correio eletrônico do agente de transferência de mensagens do ISP (internet service provider).

III. Ao utilizar o protocolo IMAP (internet message access protocol) em vez do POP3, para entrega final, caso um usuário acesse seu e-mail de vários computadores (como do trabalho, de casa e do seu laptop quando estiver em viagem), as mensagens do usuário logo ficarão espalhadas por várias máquinas.


Alternativas
Q334509 Redes de Computadores
Existem diferentes redes no mundo, com frequência apresentando diferentes tipos de hardware e software. Sobre essas redes e suas inter-conexões, analise as assertivas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta as corretas.

I. Para que haja comunicação entre redes distintas, é preciso que se estabeleçam conexões entre redes quase sempre incompatíveis, às vezes por meio de máquinas chamadas gateways, que estabelecem a conexão e fazem a conversão necessária.

II. Algumas empresas interconectam todas as suas redes internas, frequentemente utilizando a mesma tecnologia da Internet. São as chamadas intranets.

III. As intranets em geral só estão acessíveis dentro da empresa, mas, em todos os outros aspectos, funcionam do mesmo modo que a Internet.

IV. Uma sub-rede é formada quando diferentes redes são interconectadas.


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Q334508 Redes de Computadores
O TCP (Transmission Control Protocol) foi projetado especificamente para oferecer um fluxo de bytes fim a fim confiável em uma inter-rede não confiável. Sobre o protocolo TCP, analise as assertivas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta as corretas.

I. Todas as conexões TCP são full-duplex e ponto a ponto.

II. As conexões são estabelecidas no TCP por meio de handshake de três vias.

III. O TCP não garante uma entrega confiável e em sequência. Para garantir essas propriedades, deve-se utilizar o protocolo UDP.

IV. O TCP foi projetado para se adaptar dinamicamente às propriedades da inter-rede e ser robusto diante dos muitos tipos de falhas que podem ocorrer.


Alternativas
Q334507 Redes de Computadores
O modelo TCP/IP não é muito utilizado, mas os protocolos têm uso geral. Sobre o protocolo IPv4, analise as assertivas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a(s) correta(s).

I. O cabeçalho de um datagrama IP tem uma parte fixa de 20 bytes e uma parte opcional de tamanho variável.

II. Todos os endereços IP têm 32 bits e são usados nos campos Source address e Destination address dos pacotes IP.

III. O endereço IP 0.0.0.0 é usado pelos hosts quando eles estão sendo inicializados.


Alternativas
Q334506 Redes de Computadores
Sobre os princípios aplicados para se chegar às sete camadas do modelo OSI, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q334505 Redes de Computadores
O modelo OSI se baseia em uma proposta desenvolvida pela ISO (International Standards Organization) como um primeiro passo em direção à padronização internacional dos protocolos empregados nas diversas camadas em que é organizada uma rede de computadores. Em uma visão bottom-up, assinale a alternativa em que essas camadas aparecem na ordem correta. Cada alternativa apresenta apenas algumas das camadas do modelo ISO.

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Q334494 Matemática
O chefe de um setor administrativo cronometrou o tempo gasto por duas funcionárias para lacrar envelopes. Verificou que Bel demora, em média, 2 segundos para lacrar 3 envelopes. Cida é um pouco mais vagarosa, pois demora, em média, 5 segundos para lacrar 7 envelopes. Supondo que ambas mantenham o mesmo desempenho apresentado quando o chefe realizou a cronometragem, pode-se afirmar que enquanto Bel lacrar 180 envelopes, Cida lacrará:

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Q334493 Matemática
Um colégio tem 2 000 alunos e cobra R$ 350,00 mensais. Desejando aumentar o valor da mensalidade, decidiu fazer uma pesquisa e constatou que para cada R$ 10,00 de acréscimo no valor da mensalidade, perderá 50 alunos. De quanto deve ser o aumento para maximizar a receita (entrada de dinheiro) mensal?

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Q334492 Raciocínio Lógico
Uma funcionária criou uma senha para salvar um arquivo confidencial, mas por medida de segurança não anotou essa senha em papel, confiando apenas em sua memória. Certo dia necessitou abrir o arquivo, mas não se lembrava da senha criada, mas sabia que era um número par maior do que 60 000 e formado por 5 algarismos distintos. Lembrou-se ainda que a senha criada continha os algarismos 4, 5, 6, 7 e 8. Nessas condições, o número máximo de tentativas para abrir o referido arquivo é:

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Q334489 Português

Em 6 anos, 21.240 armas de guardas privados foram para mãos de bandidos

Das 97.549 armas de fogo que foram registradas em nome de empresas de segurança e de  transportes de valores em São Paulo desde 2004, 21.240 (22%) foram furtadas ou roubadas. Ou seja, uma em cada cinco armas do arsenal das empresas de segurança foi parar nas mãos de bandidos. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Sou da Paz, como parte da pesquisa Implementação do Estatuto do Desarmamento: do Papel para a Prática. As informações têm por base o Sistema de Segurança e Vigilância Privada (Sisvip) da Polícia Federal e a pesquisa traz um balanço de seis anos do Estatuto do Desarmamento. "O dado permite diferentes leituras. Uma delas é a de que o porte de armas não parece inibir a abordagem dos ladrões. Outra sugere que os seguranças podem estar sendo procurados porque diminuiu a quantidade de armas nas mãos dos civis", afirma o diretor do Sou da Paz, Denis Mizne. "Mas esses números também revelam que existem problemas no setor que devem ser investigados pela PF." Segundo os  pesquisadores, há brechas na fiscalização por parte da PF. Números da CPI do Tráfico de Armas já apontavam para a gravidade do problema. Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a empresas de segurança privada. Clandestinidade. Existem hoje no Brasil 1,1 milhão de vigilantes - e 350 mil trabalham em empresas de segurança. Só em São Paulo, de acordo com o sindicato patronal (Sesvesp), há 128 mil vigilantes. "Podemos dizer ainda que, para cada funcionário de empresa regularizada, existem dois em empresas irregulares", afirma o empresário Vitor Saeta, diretor do Sesvesp. "As empresas que atuam com segurança externa costumam ser as mais visadas.
Em cada ação dos ladrões, podem ser roubadas até cinco armas de uma vez", diz. Em julho, uma viatura de escolta armada da empresa Pentágono, que Saeta dirige, foi abordada por um desses grupos. A quadrilha estava em dois carros e usava armas longas e fuzis. Os vigilantes acompanhavam um caminhão que transportava um insumo industrial na Grande São Paulo. A carga foi desviada e a viatura, com os vigilantes, abandonada em Pirituba, na zona norte de São Paulo. "As armas mais usadas pelos vigilantes são os revólveres calibre 38. Quando roubadas, são usadas em crimes comuns. Escoltas externas são as que usam armas longas, que  interessam ao crime organizado."

Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100429/not_imp5 44488,0.php. Acesso em 28 1abr 2010.


Assinale a alternativa que NÃO apresenta um ditongo.

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Q334488 Português

Em 6 anos, 21.240 armas de guardas privados foram para mãos de bandidos

Das 97.549 armas de fogo que foram registradas em nome de empresas de segurança e de  transportes de valores em São Paulo desde 2004, 21.240 (22%) foram furtadas ou roubadas. Ou seja, uma em cada cinco armas do arsenal das empresas de segurança foi parar nas mãos de bandidos. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Sou da Paz, como parte da pesquisa Implementação do Estatuto do Desarmamento: do Papel para a Prática. As informações têm por base o Sistema de Segurança e Vigilância Privada (Sisvip) da Polícia Federal e a pesquisa traz um balanço de seis anos do Estatuto do Desarmamento. "O dado permite diferentes leituras. Uma delas é a de que o porte de armas não parece inibir a abordagem dos ladrões. Outra sugere que os seguranças podem estar sendo procurados porque diminuiu a quantidade de armas nas mãos dos civis", afirma o diretor do Sou da Paz, Denis Mizne. "Mas esses números também revelam que existem problemas no setor que devem ser investigados pela PF." Segundo os  pesquisadores, há brechas na fiscalização por parte da PF. Números da CPI do Tráfico de Armas já apontavam para a gravidade do problema. Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a empresas de segurança privada. Clandestinidade. Existem hoje no Brasil 1,1 milhão de vigilantes - e 350 mil trabalham em empresas de segurança. Só em São Paulo, de acordo com o sindicato patronal (Sesvesp), há 128 mil vigilantes. "Podemos dizer ainda que, para cada funcionário de empresa regularizada, existem dois em empresas irregulares", afirma o empresário Vitor Saeta, diretor do Sesvesp. "As empresas que atuam com segurança externa costumam ser as mais visadas.
Em cada ação dos ladrões, podem ser roubadas até cinco armas de uma vez", diz. Em julho, uma viatura de escolta armada da empresa Pentágono, que Saeta dirige, foi abordada por um desses grupos. A quadrilha estava em dois carros e usava armas longas e fuzis. Os vigilantes acompanhavam um caminhão que transportava um insumo industrial na Grande São Paulo. A carga foi desviada e a viatura, com os vigilantes, abandonada em Pirituba, na zona norte de São Paulo. "As armas mais usadas pelos vigilantes são os revólveres calibre 38. Quando roubadas, são usadas em crimes comuns. Escoltas externas são as que usam armas longas, que  interessam ao crime organizado."

Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100429/not_imp5 44488,0.php. Acesso em 28 1abr 2010.


Todas as palavras abaixo apresentam 4 letras e 4 fonemas, EXCETO .

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Q334486 Português

Em 6 anos, 21.240 armas de guardas privados foram para mãos de bandidos

Das 97.549 armas de fogo que foram registradas em nome de empresas de segurança e de  transportes de valores em São Paulo desde 2004, 21.240 (22%) foram furtadas ou roubadas. Ou seja, uma em cada cinco armas do arsenal das empresas de segurança foi parar nas mãos de bandidos. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Sou da Paz, como parte da pesquisa Implementação do Estatuto do Desarmamento: do Papel para a Prática. As informações têm por base o Sistema de Segurança e Vigilância Privada (Sisvip) da Polícia Federal e a pesquisa traz um balanço de seis anos do Estatuto do Desarmamento. "O dado permite diferentes leituras. Uma delas é a de que o porte de armas não parece inibir a abordagem dos ladrões. Outra sugere que os seguranças podem estar sendo procurados porque diminuiu a quantidade de armas nas mãos dos civis", afirma o diretor do Sou da Paz, Denis Mizne. "Mas esses números também revelam que existem problemas no setor que devem ser investigados pela PF." Segundo os  pesquisadores, há brechas na fiscalização por parte da PF. Números da CPI do Tráfico de Armas já apontavam para a gravidade do problema. Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a empresas de segurança privada. Clandestinidade. Existem hoje no Brasil 1,1 milhão de vigilantes - e 350 mil trabalham em empresas de segurança. Só em São Paulo, de acordo com o sindicato patronal (Sesvesp), há 128 mil vigilantes. "Podemos dizer ainda que, para cada funcionário de empresa regularizada, existem dois em empresas irregulares", afirma o empresário Vitor Saeta, diretor do Sesvesp. "As empresas que atuam com segurança externa costumam ser as mais visadas.
Em cada ação dos ladrões, podem ser roubadas até cinco armas de uma vez", diz. Em julho, uma viatura de escolta armada da empresa Pentágono, que Saeta dirige, foi abordada por um desses grupos. A quadrilha estava em dois carros e usava armas longas e fuzis. Os vigilantes acompanhavam um caminhão que transportava um insumo industrial na Grande São Paulo. A carga foi desviada e a viatura, com os vigilantes, abandonada em Pirituba, na zona norte de São Paulo. "As armas mais usadas pelos vigilantes são os revólveres calibre 38. Quando roubadas, são usadas em crimes comuns. Escoltas externas são as que usam armas longas, que  interessam ao crime organizado."

Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100429/not_imp5 44488,0.php. Acesso em 28 1abr 2010.


Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a empresas de segurança privada.”

O adjunto adverbial destacado acima expressa a mesma circunstância de expressão:

Alternativas
Q334484 Português

Em 6 anos, 21.240 armas de guardas privados foram para mãos de bandidos

Das 97.549 armas de fogo que foram registradas em nome de empresas de segurança e de  transportes de valores em São Paulo desde 2004, 21.240 (22%) foram furtadas ou roubadas. Ou seja, uma em cada cinco armas do arsenal das empresas de segurança foi parar nas mãos de bandidos. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Sou da Paz, como parte da pesquisa Implementação do Estatuto do Desarmamento: do Papel para a Prática. As informações têm por base o Sistema de Segurança e Vigilância Privada (Sisvip) da Polícia Federal e a pesquisa traz um balanço de seis anos do Estatuto do Desarmamento. "O dado permite diferentes leituras. Uma delas é a de que o porte de armas não parece inibir a abordagem dos ladrões. Outra sugere que os seguranças podem estar sendo procurados porque diminuiu a quantidade de armas nas mãos dos civis", afirma o diretor do Sou da Paz, Denis Mizne. "Mas esses números também revelam que existem problemas no setor que devem ser investigados pela PF." Segundo os  pesquisadores, há brechas na fiscalização por parte da PF. Números da CPI do Tráfico de Armas já apontavam para a gravidade do problema. Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a empresas de segurança privada. Clandestinidade. Existem hoje no Brasil 1,1 milhão de vigilantes - e 350 mil trabalham em empresas de segurança. Só em São Paulo, de acordo com o sindicato patronal (Sesvesp), há 128 mil vigilantes. "Podemos dizer ainda que, para cada funcionário de empresa regularizada, existem dois em empresas irregulares", afirma o empresário Vitor Saeta, diretor do Sesvesp. "As empresas que atuam com segurança externa costumam ser as mais visadas.
Em cada ação dos ladrões, podem ser roubadas até cinco armas de uma vez", diz. Em julho, uma viatura de escolta armada da empresa Pentágono, que Saeta dirige, foi abordada por um desses grupos. A quadrilha estava em dois carros e usava armas longas e fuzis. Os vigilantes acompanhavam um caminhão que transportava um insumo industrial na Grande São Paulo. A carga foi desviada e a viatura, com os vigilantes, abandonada em Pirituba, na zona norte de São Paulo. "As armas mais usadas pelos vigilantes são os revólveres calibre 38. Quando roubadas, são usadas em crimes comuns. Escoltas externas são as que usam armas longas, que  interessam ao crime organizado."

Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100429/not_imp5 44488,0.php. Acesso em 28 1abr 2010.


Em “‘Segundo os pesquisadores, há brechas na fiscalização por parte da PF.’”, o sujeito é:

Alternativas
Respostas
10421: D
10422: E
10423: B
10424: C
10425: B
10426: A
10427: D
10428: C
10429: A
10430: B
10431: E
10432: D
10433: E
10434: E
10435: E
10436: B
10437: E
10438: D
10439: D
10440: A