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I. Uma fila é uma lista linear em que todas as inserções são realizadas em um extremo da lista, e todas as retiradas no outro extremo. Normalmente, os acessos são realizados no mesmo extremo da lista em que são feitas as retiradas.
II. Em uma implementação por meio de arranjo (vetores), os itens são armazenados em posições contíguas de memória. Por causa das características da fila, o enfileiramento (inserção na fila) faz a parte de trás da fila expandir-se e o desenfileiramento (remoção) faz a parte da frente da fila contrair-se. Consequentemente, a fila tende a caminhar pela memória do computador, ocupando espaço na parte de trás e descartando espaço na frente da fila. Com poucas inserções e retiradas de itens, a fila vai ao encontro do limite do espaço da memória alocado para ela.
III. Em uma fila implementada por meio de apontadores, a implementação se dá por meio de células. Cada célula contém um item da fila e um apontador para a outra célula. Também é necessário utilizar apontadores para a frente da fila e para a parte de trás da fila.
I. Em uma pilha implementada por meio de arranjos (vetores), é necessário um cursor para controlar a posição do item no topo da pilha.
II. As pilhas possuem a seguinte propriedade: o último item inserido é o primeiro item que pode ser retirado da lista.
III. Os itens da pilha são colocados um sobre o outro, com o item inserido mais recentemente no fundo e o item inserido menos recentemente no topo.
IV. As pilhas são chamadas de listas lifo (last in, first out).
I. Não é possível inserir e retirar elementos sem necessidade de deslocar os itens seguintes da lista.
II. A implementação de listas por meio de apontadores permite utilizar posições não contíguas de memória.
III. Uma das desvantagens deste tipo da implementação de listas, por meio de apontadores, é a utilização de memória extra para armazenar os apontadores.
IV. Em aplicações em que não existe previsão sobre o crescimento da lista, é conveniente utilizar listas encadeadas por apontadores, porque neste caso o tamanho máximo da lista não precisa ser definido a priori.

Analise as assertivas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
I. A linha 2 faz a declaração de, entre outras variáveis, uma matriz.
II. O laço da linha 3 tem o intuito de percorrer a primeira dimensão da matriz, muitas vezes chamada de linha.
III. Na execução do início ao fim do algoritmo, a linha 6 é executada 3 vezes.
I. Para transferir uma mensagem via protocolo SMTP (simple mail transfer protocol), a máquina de transmissão, operando como cliente, espera que a máquina de recepção, operando como servidor, comunique-se primeiro. Se o servidor estiver disposto a receber mensagens, o cliente anunciará de quem veio a mensagem e para quem ela está indo.
II. O protocolo POP3 (post office protocol version 3) resolve o problema de como o usuário conseguirá o correio eletrônico do agente de transferência de mensagens do ISP (internet service provider).
III. Ao utilizar o protocolo IMAP (internet message access protocol) em vez do POP3, para entrega final, caso um usuário acesse seu e-mail de vários computadores (como do trabalho, de casa e do seu laptop quando estiver em viagem), as mensagens do usuário logo ficarão espalhadas por várias máquinas.
I. Para que haja comunicação entre redes distintas, é preciso que se estabeleçam conexões entre redes quase sempre incompatíveis, às vezes por meio de máquinas chamadas gateways, que estabelecem a conexão e fazem a conversão necessária.
II. Algumas empresas interconectam todas as suas redes internas, frequentemente utilizando a mesma tecnologia da Internet. São as chamadas intranets.
III. As intranets em geral só estão acessíveis dentro da empresa, mas, em todos os outros aspectos, funcionam do mesmo modo que a Internet.
IV. Uma sub-rede é formada quando diferentes redes são interconectadas.
I. Todas as conexões TCP são full-duplex e ponto a ponto.
II. As conexões são estabelecidas no TCP por meio de handshake de três vias.
III. O TCP não garante uma entrega confiável e em sequência. Para garantir essas propriedades, deve-se utilizar o protocolo UDP.
IV. O TCP foi projetado para se adaptar dinamicamente às propriedades da inter-rede e ser robusto diante dos muitos tipos de falhas que podem ocorrer.
I. O cabeçalho de um datagrama IP tem uma parte fixa de 20 bytes e uma parte opcional de tamanho variável.
II. Todos os endereços IP têm 32 bits e são usados nos campos Source address e Destination address dos pacotes IP.
III. O endereço IP 0.0.0.0 é usado pelos hosts quando eles estão sendo inicializados.
Em 6 anos, 21.240 armas de guardas privados foram para mãos de bandidos
Das
97.549 armas de fogo que foram registradas em nome de empresas de
segurança e de transportes de valores em São Paulo desde 2004, 21.240
(22%) foram furtadas ou roubadas. Ou seja, uma em cada cinco armas do
arsenal das empresas de segurança foi parar nas mãos de bandidos. Os
dados foram divulgados ontem pelo Instituto Sou da Paz, como parte da
pesquisa Implementação do Estatuto do Desarmamento: do Papel para a
Prática. As informações têm por base o Sistema de Segurança e Vigilância
Privada (Sisvip) da Polícia Federal e a pesquisa traz um balanço de
seis anos do Estatuto do Desarmamento. "O dado permite diferentes
leituras. Uma delas é a de que o porte de armas não parece inibir a
abordagem dos ladrões. Outra sugere que os seguranças podem estar sendo
procurados porque diminuiu a quantidade de armas nas mãos dos civis",
afirma o diretor do Sou da Paz, Denis Mizne. "Mas esses números também
revelam que existem problemas no setor que devem ser investigados pela
PF." Segundo os pesquisadores, há brechas na fiscalização por parte da
PF. Números da CPI do Tráfico de Armas já apontavam para a gravidade do
problema. Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas
apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a
empresas de segurança privada. Clandestinidade. Existem hoje no Brasil
1,1 milhão de vigilantes - e 350 mil trabalham em empresas de segurança.
Só em São Paulo, de acordo com o sindicato patronal (Sesvesp), há 128
mil vigilantes. "Podemos dizer ainda que, para cada funcionário de
empresa regularizada, existem dois em empresas irregulares", afirma o
empresário Vitor Saeta, diretor do Sesvesp. "As empresas que atuam com
segurança externa costumam ser as mais visadas.
Em cada ação dos
ladrões, podem ser roubadas até cinco armas de uma vez", diz. Em julho,
uma viatura de escolta armada da empresa Pentágono, que Saeta dirige,
foi abordada por um desses grupos. A quadrilha estava em dois carros e
usava armas longas e fuzis. Os vigilantes acompanhavam um caminhão que
transportava um insumo industrial na Grande São Paulo. A carga foi
desviada e a viatura, com os vigilantes, abandonada em Pirituba, na zona
norte de São Paulo. "As armas mais usadas pelos vigilantes são os
revólveres calibre 38. Quando roubadas, são usadas em crimes comuns.
Escoltas externas são as que usam armas longas, que interessam ao crime
organizado."
Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100429/not_imp5 44488,0.php. Acesso em 28 1abr 2010.
Em 6 anos, 21.240 armas de guardas privados foram para mãos de bandidos
Das
97.549 armas de fogo que foram registradas em nome de empresas de
segurança e de transportes de valores em São Paulo desde 2004, 21.240
(22%) foram furtadas ou roubadas. Ou seja, uma em cada cinco armas do
arsenal das empresas de segurança foi parar nas mãos de bandidos. Os
dados foram divulgados ontem pelo Instituto Sou da Paz, como parte da
pesquisa Implementação do Estatuto do Desarmamento: do Papel para a
Prática. As informações têm por base o Sistema de Segurança e Vigilância
Privada (Sisvip) da Polícia Federal e a pesquisa traz um balanço de
seis anos do Estatuto do Desarmamento. "O dado permite diferentes
leituras. Uma delas é a de que o porte de armas não parece inibir a
abordagem dos ladrões. Outra sugere que os seguranças podem estar sendo
procurados porque diminuiu a quantidade de armas nas mãos dos civis",
afirma o diretor do Sou da Paz, Denis Mizne. "Mas esses números também
revelam que existem problemas no setor que devem ser investigados pela
PF." Segundo os pesquisadores, há brechas na fiscalização por parte da
PF. Números da CPI do Tráfico de Armas já apontavam para a gravidade do
problema. Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas
apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a
empresas de segurança privada. Clandestinidade. Existem hoje no Brasil
1,1 milhão de vigilantes - e 350 mil trabalham em empresas de segurança.
Só em São Paulo, de acordo com o sindicato patronal (Sesvesp), há 128
mil vigilantes. "Podemos dizer ainda que, para cada funcionário de
empresa regularizada, existem dois em empresas irregulares", afirma o
empresário Vitor Saeta, diretor do Sesvesp. "As empresas que atuam com
segurança externa costumam ser as mais visadas.
Em cada ação dos
ladrões, podem ser roubadas até cinco armas de uma vez", diz. Em julho,
uma viatura de escolta armada da empresa Pentágono, que Saeta dirige,
foi abordada por um desses grupos. A quadrilha estava em dois carros e
usava armas longas e fuzis. Os vigilantes acompanhavam um caminhão que
transportava um insumo industrial na Grande São Paulo. A carga foi
desviada e a viatura, com os vigilantes, abandonada em Pirituba, na zona
norte de São Paulo. "As armas mais usadas pelos vigilantes são os
revólveres calibre 38. Quando roubadas, são usadas em crimes comuns.
Escoltas externas são as que usam armas longas, que interessam ao crime
organizado."
Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100429/not_imp5 44488,0.php. Acesso em 28 1abr 2010.
Em 6 anos, 21.240 armas de guardas privados foram para mãos de bandidos
Das
97.549 armas de fogo que foram registradas em nome de empresas de
segurança e de transportes de valores em São Paulo desde 2004, 21.240
(22%) foram furtadas ou roubadas. Ou seja, uma em cada cinco armas do
arsenal das empresas de segurança foi parar nas mãos de bandidos. Os
dados foram divulgados ontem pelo Instituto Sou da Paz, como parte da
pesquisa Implementação do Estatuto do Desarmamento: do Papel para a
Prática. As informações têm por base o Sistema de Segurança e Vigilância
Privada (Sisvip) da Polícia Federal e a pesquisa traz um balanço de
seis anos do Estatuto do Desarmamento. "O dado permite diferentes
leituras. Uma delas é a de que o porte de armas não parece inibir a
abordagem dos ladrões. Outra sugere que os seguranças podem estar sendo
procurados porque diminuiu a quantidade de armas nas mãos dos civis",
afirma o diretor do Sou da Paz, Denis Mizne. "Mas esses números também
revelam que existem problemas no setor que devem ser investigados pela
PF." Segundo os pesquisadores, há brechas na fiscalização por parte da
PF. Números da CPI do Tráfico de Armas já apontavam para a gravidade do
problema. Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas
apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a
empresas de segurança privada. Clandestinidade. Existem hoje no Brasil
1,1 milhão de vigilantes - e 350 mil trabalham em empresas de segurança.
Só em São Paulo, de acordo com o sindicato patronal (Sesvesp), há 128
mil vigilantes. "Podemos dizer ainda que, para cada funcionário de
empresa regularizada, existem dois em empresas irregulares", afirma o
empresário Vitor Saeta, diretor do Sesvesp. "As empresas que atuam com
segurança externa costumam ser as mais visadas.
Em cada ação dos
ladrões, podem ser roubadas até cinco armas de uma vez", diz. Em julho,
uma viatura de escolta armada da empresa Pentágono, que Saeta dirige,
foi abordada por um desses grupos. A quadrilha estava em dois carros e
usava armas longas e fuzis. Os vigilantes acompanhavam um caminhão que
transportava um insumo industrial na Grande São Paulo. A carga foi
desviada e a viatura, com os vigilantes, abandonada em Pirituba, na zona
norte de São Paulo. "As armas mais usadas pelos vigilantes são os
revólveres calibre 38. Quando roubadas, são usadas em crimes comuns.
Escoltas externas são as que usam armas longas, que interessam ao crime
organizado."
Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100429/not_imp5 44488,0.php. Acesso em 28 1abr 2010.
O adjunto adverbial destacado acima expressa a mesma circunstância de expressão:
Em 6 anos, 21.240 armas de guardas privados foram para mãos de bandidos
Das
97.549 armas de fogo que foram registradas em nome de empresas de
segurança e de transportes de valores em São Paulo desde 2004, 21.240
(22%) foram furtadas ou roubadas. Ou seja, uma em cada cinco armas do
arsenal das empresas de segurança foi parar nas mãos de bandidos. Os
dados foram divulgados ontem pelo Instituto Sou da Paz, como parte da
pesquisa Implementação do Estatuto do Desarmamento: do Papel para a
Prática. As informações têm por base o Sistema de Segurança e Vigilância
Privada (Sisvip) da Polícia Federal e a pesquisa traz um balanço de
seis anos do Estatuto do Desarmamento. "O dado permite diferentes
leituras. Uma delas é a de que o porte de armas não parece inibir a
abordagem dos ladrões. Outra sugere que os seguranças podem estar sendo
procurados porque diminuiu a quantidade de armas nas mãos dos civis",
afirma o diretor do Sou da Paz, Denis Mizne. "Mas esses números também
revelam que existem problemas no setor que devem ser investigados pela
PF." Segundo os pesquisadores, há brechas na fiscalização por parte da
PF. Números da CPI do Tráfico de Armas já apontavam para a gravidade do
problema. Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas
apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a
empresas de segurança privada. Clandestinidade. Existem hoje no Brasil
1,1 milhão de vigilantes - e 350 mil trabalham em empresas de segurança.
Só em São Paulo, de acordo com o sindicato patronal (Sesvesp), há 128
mil vigilantes. "Podemos dizer ainda que, para cada funcionário de
empresa regularizada, existem dois em empresas irregulares", afirma o
empresário Vitor Saeta, diretor do Sesvesp. "As empresas que atuam com
segurança externa costumam ser as mais visadas.
Em cada ação dos
ladrões, podem ser roubadas até cinco armas de uma vez", diz. Em julho,
uma viatura de escolta armada da empresa Pentágono, que Saeta dirige,
foi abordada por um desses grupos. A quadrilha estava em dois carros e
usava armas longas e fuzis. Os vigilantes acompanhavam um caminhão que
transportava um insumo industrial na Grande São Paulo. A carga foi
desviada e a viatura, com os vigilantes, abandonada em Pirituba, na zona
norte de São Paulo. "As armas mais usadas pelos vigilantes são os
revólveres calibre 38. Quando roubadas, são usadas em crimes comuns.
Escoltas externas são as que usam armas longas, que interessam ao crime
organizado."
Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100429/not_imp5 44488,0.php. Acesso em 28 1abr 2010.