Questões de Concurso Para técnico de tecnologia da informação

Foram encontradas 11.129 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q683356 Sistemas Operacionais
É possível habilitar um recurso do Windows Server 2012 que distribui o tráfego entre vários servidores, usando o protocolo TCP/IP e combinando dois ou mais computadores em um único cluster virtual. Este recurso permite que todos os computadores no cluster sejam abordados pelo mesmo conjunto de endereços IP e mantém um conjunto de endereços IP exclusivos e dedicados para cada host. Neste caso, quando um host falha ou fica off-line, a carga é automaticamente redistribuída entre os computadores que permanecem em operação. Este recurso é chamado de:
Alternativas
Q683355 Arquitetura de Computadores
Considere as afirmativas abaixo, relativas a periféricos e a armazenamento:
I – Para conexão de discos rígidos a um microcomputador, é necessário que ele tenha instalado em sua placa mãe pelo menos uma interface HBA (Host Bus Adapter).
II – O padrão IDE foi criado para substituir o antigo padrão SATA, aumentando, assim, significativamente a taxa de transferência dos discos rígidos.
III – No padrão IDE, a transmissão dos dados se dá de forma paralela, enquanto, no SATA, esta transmissão é serial.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q683354 Sistemas Operacionais
Ao se comparar desempenhos de discos rígidos, um dos fatores a ser levado em consideração é conhecido como “tempo de busca” (seek time), que pode ser definido como o tempo:
Alternativas
Q683353 Arquitetura de Computadores
Um computador de 32 bits que realize endereçamento por byte, ou seja, em que cada endereço de memória representa um byte distinto, tem um limite teórico de memória a ser utilizada de:
Alternativas
Q683352 Arquitetura de Computadores
Com relação à arquitetura de computadores e seus componentes, considere as afirmativas a seguir:
I - A memória cache de um microcomputador tem seu tamanho típico entre duas a três vezes a memória principal e sua função é proteger e salvar dados em caso de pane elétrica.
II - O registrador Program Counter (PC) é uma área de armazenamento interna do Processador (UCP), que contém o endereço da próxima instrução a ser executada.
III - O PCI é um barramento (bus) dos microcomputadores utilizado para conectar diversos tipos de periféricos.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q683351 Arquitetura de Computadores
Em um determinado momento da execução de um programa de computador, foi calculado que o endereço de memória a ser utilizado seria a soma dos valores ‘K’ e ‘L’ listados a seguir:
K = (01100101)2 L = (01011101)2
Nesse caso, o endereço de memória calculado foi:
Alternativas
Q683350 Direito Administrativo
Mariana está investida em um cargo em comissão na UFRJ, mas não possui vínculo de caráter efetivo com a Administração Pública Federal. Isso faz com que Mariana, mesmo sendo servidora, tenha algumas restrições aos benefícios do Plano de Seguridade Social dos servidores. Considerando essas restrições, o benefício que Mariana tem direito é:
Alternativas
Q683349 Direito Administrativo
Dona Guilhermina era servidora aposentada da UFRJ e veio a falecer há duas semanas. Na última sexta-feira, seu esposo, de 72 anos, procurou a Seção de Pessoal da UFRJ para comunicar o seu falecimento e solicitar os benefícios garantidos pelo Plano de Seguridade Social do servidor. Os benefícios que o esposo de Dona Guilhermina terá direito a receber são:
Alternativas
Q683344 Direito Administrativo
Pedro é servidor da UFRJ no cargo de Técnico em Restauração e, no mês de janeiro de 2015, recebeu os seguintes valores em seu contracheque: R$ 2.039,89, referente ao vencimento básico; R$ 373,00, referente ao auxílio alimentação; R$ 117,92, referente ao auxílio saúde; e R$ 141,61, referente ao auxílio transporte. De acordo com a Lei nº 8.112/90, a soma desses valores, descontado o Imposto de Renda, se couber, e a contribuição para o Plano de Previdência Social, recebe a denominação de:
Alternativas
Q683340 Português
Diante da Lei está um porteiro. Um homem que vem do campo acerca-se dele e pede para entrar na Lei. O porteiro, porém, responde que naquele momento não pode deixá-lo entrar. O homem medita e pergunta se mais tarde terá autorização para entrar. “É possível”, responde o porteiro, “mas agora não pode ser”. Como o portão que dá acesso à Lei se encontra, como sempre, aberto, e o porteiro se afasta um pouco para o lado, o homem inclina-se a fim de olhar para o interior. Assim que o porteiro percebe isso, desata a rir e diz: “se te sentes tão atraído, experimenta entrar, apesar da minha proibição. Contudo, repara: sou forte. E ainda assim sou o mais ínfimo dos porteiros. De sala para sala, há outros sentinelas, cada um mais forte que o outro. Eu não posso sequer suportar o olhar do terceiro.”
O camponês não esperava encontrar tais dificuldades, “a Lei devia ser sempre acessível a toda a gente”, pensa ele. Porém, ao observar melhor o porteiro envolto no seu capote de peles, o seu grande nariz afilado, a longa barba rala e negra à tártaros, acha que é melhor esperar até lhe darem autorização para entrar. O porteiro dá ao jovem um banquinho e o faz sentar-se a um lado, frente à porta. Durante anos ele permanece sentado. Faz diversas diligências para entrar e fatiga o porteiro com os seus pedidos. Às vezes, o sentinela o submetia a pequenos interrogatórios sobre a sua terra e muitas outras coisas, mas de uma maneira indiferente, como fazem os grandes senhores, e no fim, diz-lhe sempre que ainda não pode deixá-lo entrar. O homem, que se provera bem para a viagem, emprega tudo, por mais valioso que fosse, para subornar o porteiro. Este aceita tudo, mas diz: “só aceito o que me dás para que te convenças de que nada omitiste.”
Durante todos aqueles longos anos, o homem olha quase ininterruptamente para o porteiro. Esquece-se dos outros porteiros; parece-lhe que o porteiro é o único obstáculo que se opõe à sua entrada na Lei. Amaldiçoa em voz alta o infeliz acaso dos primeiros anos; mais tarde, à medida que envelhece, já não faz outra coisa senão resmungar. Torna-se acriançado e, como durante anos a fio estudou o porteiro, acaba também por conhecer as pulgas da gola do seu capote; assim, pede-lhes que o ajudem a demover o porteiro. Por fim, a sua vista torna-se tão fraca que já nem sabe se escurece realmente à sua volta ou se é apenas ilusão dos seus olhos. Agora, em meio às trevas, percebe um raio de luz inextinguível através da porta da Lei. Mas ele já não tem muito tempo de vida.
Antes de morrer, todas as experiências por que passara durante esse tempo convergem para uma pergunta que, até essa altura, ainda não formulara. Faz um sinal ao porteiro para que se aproxime, pois não podia mover o seu corpo já arrefecido. O porteiro tem de curvar-se profundamente, visto que a diferença das estaturas se modificara bastante. “Que queres tu ainda saber?”, pergunta o porteiro. “És insaciável.”Se todos aspiram à Lei”, diz o homem, “como é que, durante todos esses anos, ninguém mais, além de mim, pediu para entrar?” O porteiro percebe que o homem já está às portas da morte, de modo que para alcançar o seu ouvido moribundo, berra: “Aqui, ninguém, a não ser tu, podia entrar, pois esta entrada era apenas destinada a ti. Agora, vou-me embora e a fecho.”
KAFKA, F. O Processo. Biblioteca Visão. p. 152-153. Tradução Gervásio Álvaro. (Fragmento adaptado)
“Torna-se acriançado e, como durante anos a fio estudou o porteiro, acaba também por conhecer as pulgas da gola do seu capote; assim, pede-lhes que o ajudem a demover o porteiro.”.
O pronome oblíquo em destaque estabelece a coesão textual, pois substitui o termo:
Alternativas
Q683337 Português
Diante da Lei está um porteiro. Um homem que vem do campo acerca-se dele e pede para entrar na Lei. O porteiro, porém, responde que naquele momento não pode deixá-lo entrar. O homem medita e pergunta se mais tarde terá autorização para entrar. “É possível”, responde o porteiro, “mas agora não pode ser”. Como o portão que dá acesso à Lei se encontra, como sempre, aberto, e o porteiro se afasta um pouco para o lado, o homem inclina-se a fim de olhar para o interior. Assim que o porteiro percebe isso, desata a rir e diz: “se te sentes tão atraído, experimenta entrar, apesar da minha proibição. Contudo, repara: sou forte. E ainda assim sou o mais ínfimo dos porteiros. De sala para sala, há outros sentinelas, cada um mais forte que o outro. Eu não posso sequer suportar o olhar do terceiro.”
O camponês não esperava encontrar tais dificuldades, “a Lei devia ser sempre acessível a toda a gente”, pensa ele. Porém, ao observar melhor o porteiro envolto no seu capote de peles, o seu grande nariz afilado, a longa barba rala e negra à tártaros, acha que é melhor esperar até lhe darem autorização para entrar. O porteiro dá ao jovem um banquinho e o faz sentar-se a um lado, frente à porta. Durante anos ele permanece sentado. Faz diversas diligências para entrar e fatiga o porteiro com os seus pedidos. Às vezes, o sentinela o submetia a pequenos interrogatórios sobre a sua terra e muitas outras coisas, mas de uma maneira indiferente, como fazem os grandes senhores, e no fim, diz-lhe sempre que ainda não pode deixá-lo entrar. O homem, que se provera bem para a viagem, emprega tudo, por mais valioso que fosse, para subornar o porteiro. Este aceita tudo, mas diz: “só aceito o que me dás para que te convenças de que nada omitiste.”
Durante todos aqueles longos anos, o homem olha quase ininterruptamente para o porteiro. Esquece-se dos outros porteiros; parece-lhe que o porteiro é o único obstáculo que se opõe à sua entrada na Lei. Amaldiçoa em voz alta o infeliz acaso dos primeiros anos; mais tarde, à medida que envelhece, já não faz outra coisa senão resmungar. Torna-se acriançado e, como durante anos a fio estudou o porteiro, acaba também por conhecer as pulgas da gola do seu capote; assim, pede-lhes que o ajudem a demover o porteiro. Por fim, a sua vista torna-se tão fraca que já nem sabe se escurece realmente à sua volta ou se é apenas ilusão dos seus olhos. Agora, em meio às trevas, percebe um raio de luz inextinguível através da porta da Lei. Mas ele já não tem muito tempo de vida.
Antes de morrer, todas as experiências por que passara durante esse tempo convergem para uma pergunta que, até essa altura, ainda não formulara. Faz um sinal ao porteiro para que se aproxime, pois não podia mover o seu corpo já arrefecido. O porteiro tem de curvar-se profundamente, visto que a diferença das estaturas se modificara bastante. “Que queres tu ainda saber?”, pergunta o porteiro. “És insaciável.”Se todos aspiram à Lei”, diz o homem, “como é que, durante todos esses anos, ninguém mais, além de mim, pediu para entrar?” O porteiro percebe que o homem já está às portas da morte, de modo que para alcançar o seu ouvido moribundo, berra: “Aqui, ninguém, a não ser tu, podia entrar, pois esta entrada era apenas destinada a ti. Agora, vou-me embora e a fecho.”
KAFKA, F. O Processo. Biblioteca Visão. p. 152-153. Tradução Gervásio Álvaro. (Fragmento adaptado)
Assinale a alternativa em que a regra de regência verbal é a mesma empregada em: “Esquece-se dos outros porteiros.”
Alternativas
Q683336 Português
Diante da Lei está um porteiro. Um homem que vem do campo acerca-se dele e pede para entrar na Lei. O porteiro, porém, responde que naquele momento não pode deixá-lo entrar. O homem medita e pergunta se mais tarde terá autorização para entrar. “É possível”, responde o porteiro, “mas agora não pode ser”. Como o portão que dá acesso à Lei se encontra, como sempre, aberto, e o porteiro se afasta um pouco para o lado, o homem inclina-se a fim de olhar para o interior. Assim que o porteiro percebe isso, desata a rir e diz: “se te sentes tão atraído, experimenta entrar, apesar da minha proibição. Contudo, repara: sou forte. E ainda assim sou o mais ínfimo dos porteiros. De sala para sala, há outros sentinelas, cada um mais forte que o outro. Eu não posso sequer suportar o olhar do terceiro.”
O camponês não esperava encontrar tais dificuldades, “a Lei devia ser sempre acessível a toda a gente”, pensa ele. Porém, ao observar melhor o porteiro envolto no seu capote de peles, o seu grande nariz afilado, a longa barba rala e negra à tártaros, acha que é melhor esperar até lhe darem autorização para entrar. O porteiro dá ao jovem um banquinho e o faz sentar-se a um lado, frente à porta. Durante anos ele permanece sentado. Faz diversas diligências para entrar e fatiga o porteiro com os seus pedidos. Às vezes, o sentinela o submetia a pequenos interrogatórios sobre a sua terra e muitas outras coisas, mas de uma maneira indiferente, como fazem os grandes senhores, e no fim, diz-lhe sempre que ainda não pode deixá-lo entrar. O homem, que se provera bem para a viagem, emprega tudo, por mais valioso que fosse, para subornar o porteiro. Este aceita tudo, mas diz: “só aceito o que me dás para que te convenças de que nada omitiste.”
Durante todos aqueles longos anos, o homem olha quase ininterruptamente para o porteiro. Esquece-se dos outros porteiros; parece-lhe que o porteiro é o único obstáculo que se opõe à sua entrada na Lei. Amaldiçoa em voz alta o infeliz acaso dos primeiros anos; mais tarde, à medida que envelhece, já não faz outra coisa senão resmungar. Torna-se acriançado e, como durante anos a fio estudou o porteiro, acaba também por conhecer as pulgas da gola do seu capote; assim, pede-lhes que o ajudem a demover o porteiro. Por fim, a sua vista torna-se tão fraca que já nem sabe se escurece realmente à sua volta ou se é apenas ilusão dos seus olhos. Agora, em meio às trevas, percebe um raio de luz inextinguível através da porta da Lei. Mas ele já não tem muito tempo de vida.
Antes de morrer, todas as experiências por que passara durante esse tempo convergem para uma pergunta que, até essa altura, ainda não formulara. Faz um sinal ao porteiro para que se aproxime, pois não podia mover o seu corpo já arrefecido. O porteiro tem de curvar-se profundamente, visto que a diferença das estaturas se modificara bastante. “Que queres tu ainda saber?”, pergunta o porteiro. “És insaciável.”Se todos aspiram à Lei”, diz o homem, “como é que, durante todos esses anos, ninguém mais, além de mim, pediu para entrar?” O porteiro percebe que o homem já está às portas da morte, de modo que para alcançar o seu ouvido moribundo, berra: “Aqui, ninguém, a não ser tu, podia entrar, pois esta entrada era apenas destinada a ti. Agora, vou-me embora e a fecho.”
KAFKA, F. O Processo. Biblioteca Visão. p. 152-153. Tradução Gervásio Álvaro. (Fragmento adaptado)
Os vocábulos acriançado e demover são formados, respectivamente, a partir dos processos de:
Alternativas
Q637280 Redes de Computadores
A respeito da arquitetura do modelo TCP/IP, é correto afirmar:
Alternativas
Q637279 Sistemas Operacionais
Um importante serviço suportado pelas distribuições Linux é o serviço de e-mail. Algumas ferramentas auxiliam nesse processo de transferência de mensagens como, por exemplo, o PostFix. Sobre essa ferramenta, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q637278 Sistemas Operacionais
O servidor web Apache é uma ferramenta amplamente utilizada no mundo do software livre. A respeito desta ferramenta, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q637277 Sistemas Operacionais
Para se descomprimir um arquivo no formato TAR em uma distribuição Linux, pode-se utilizar o comando:
Alternativas
Q637276 Sistemas Operacionais
Para se fazer a remoção de um pacote instalado em uma distribuição Linux e todos os seus arquivos de configuração, pode-se utilizar o comando:
Alternativas
Q637275 Redes de Computadores

O conceito de VLANs torna possível a criação de redes lógicas distintas e independentes em uma mesma rede física. A respeito do conceito de VLANs em switches, analise as afirmações e, a seguir, assinale a alternativa correta.

I. A sua aplicação não permite a divisão dos domínios de Broadcast.

II. Não existe limitação no número de VLANs por switch.

III. O processo de interligar mais de uma VLAN por meio de um único link é chamado de Trunking.

Alternativas
Q637274 Redes de Computadores
A transferência de dados por meio de cabeamento par trançado é bastante tradicional nas topologias de redes de computadores. Acerca das características desse tipo de cabeamento, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q637273 Algoritmos e Estrutura de Dados

Sobre o conceito de Algoritmos Recursivos, analise as afirmações abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.

I. Um programa tem um número limitado de procedimentos recursivos.

II. Recursividade é utilizada exclusivamente quando não se sabe solucionar um problema de maneira imediata, então é realizada a divisão em problemas menores para alcançar o resultado desejado.

III. Todos os problemas computacionais resolvidos de maneira iterativa gastam mais memória que se resolvidos de forma recursiva.

Alternativas
Respostas
8521: C
8522: B
8523: A
8524: E
8525: A
8526: A
8527: C
8528: A
8529: A
8530: A
8531: D
8532: E
8533: D
8534: A
8535: D
8536: B
8537: A
8538: C
8539: E
8540: E