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Com base dos dados apresentados na tabela, podemos afirmar que o peso médio e o peso mediano desses atletas é, respectivamente:

I. A regra geral de concordância indica que o verbo deve concordar em número e pessoa com o sujeito simples da oração.
II. Quando o sujeito é um substantivo coletivo, e estiver especificado, o verbo deve ser conjugado no singular.
III. Nas orações sem sujeito, o verbo assume a forma de 3ª pessoa do singular.
“Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra (Trecho de Vidas Secas – Graciliano Ramos).”
I. Indica mudança de interlocutor como marca de uso do discurso indireto.
II. Substitui vírgulas separando orações ou expressões intercaladas.
III. Marca o início de um diálogo em textos narrativos.
I. No verso: “E mais e mais e mais e mais e mais”, repetição do “mais” pode indicar a grande quantidade de conteúdo que as pessoas consomem nas telas.
II. No verso “Neurônios meus ganharam novo outro ritmo”, pode-se entender que a canção remete à agilidade e à simultaneidade com a qual as pessoas convivem depois do advento das telas.
III. No verso “Neurônios meus ganharam novo outro ritmo”, entende-se que o cantor fala de uma situação particular, em que somente ele teve a maneira de pensar e agir alterada pelas telas. Sendo assim, não é possível que as pessoas se identifiquem com a sentença.
I. Troncho significa inteligente e remete aos programadores que trabalham no Vale do Silício.
II. Troncho significa torto ou aleijado e remete aos programadores do Vale do Silício que passam boa parte do tempo na mesma posição em frente aos computadores.
III. Tronchos é como se chamam as pessoas que trabalham no Vale do Silício.
A intertextualidade e a literatura
O termo intertextualidade foi cunhado na década de 1960, no ‚âmbito da teoria literária, por Julia Kristeva e referia-se ao universo dos textos literários e do diálogo entre esses textos ao longo da história da literatura. Quando a intertextualidade se dá entre dois textos literários efetivamente escritos e se manifesta de forma direta, clara, explícita, podemos dizer que se trata de intertextualidade em sentido restrito.
Quando um determinado autor recorre a outros textos para compor os próprios, certamente tem um motivo muito claro — fazer uma crítica, uma reflexo ou uma releitura desses textos. Percorrer o caminho inverso, ou seja, buscar esse motivo e reconstruir o processo de produção desses textos leva a desvendar seus significados específicos. Assim, o conhecimento das relações entre os textos é um poderoso recurso de produção e apreensão de significados.
Esse conhecimento, porém, não se dá por acaso nem por obra da intuição, ____ por meio de um trabalho bastante específico: o exercício da leitura. Quanto ____ experiente for o leitor (entenda-se como leitor experiente aquele que leu muito e bem), ____ possibilidades terá de compreender os caminhos percorridos (e os textos visitados) por um outro autor em sua produção e de percorrer o próprio caminho em suas criações.
Portanto, nossos processos de leitura podem ser mais proveitosos devido aos numerosos caminhos de leitura que percorremos. Nossas produções podem aprimorar-se à medida que incorporamos essas leituras a nossos textos. E não é exagero dizer que esses procedimentos se ampliam de tal forma que atingem uma outra área bem mais ampla – a que diz respeito à própria leitura do mundo.
Painel da literatura em língua portuguesa – José de Nicola.
Adaptado.
A intertextualidade e a literatura
O termo intertextualidade foi cunhado na década de 1960, no ‚âmbito da teoria literária, por Julia Kristeva e referia-se ao universo dos textos literários e do diálogo entre esses textos ao longo da história da literatura. Quando a intertextualidade se dá entre dois textos literários efetivamente escritos e se manifesta de forma direta, clara, explícita, podemos dizer que se trata de intertextualidade em sentido restrito.
Quando um determinado autor recorre a outros textos para compor os próprios, certamente tem um motivo muito claro — fazer uma crítica, uma reflexo ou uma releitura desses textos. Percorrer o caminho inverso, ou seja, buscar esse motivo e reconstruir o processo de produção desses textos leva a desvendar seus significados específicos. Assim, o conhecimento das relações entre os textos é um poderoso recurso de produção e apreensão de significados.
Esse conhecimento, porém, não se dá por acaso nem por obra da intuição, ____ por meio de um trabalho bastante específico: o exercício da leitura. Quanto ____ experiente for o leitor (entenda-se como leitor experiente aquele que leu muito e bem), ____ possibilidades terá de compreender os caminhos percorridos (e os textos visitados) por um outro autor em sua produção e de percorrer o próprio caminho em suas criações.
Portanto, nossos processos de leitura podem ser mais proveitosos devido aos numerosos caminhos de leitura que percorremos. Nossas produções podem aprimorar-se à medida que incorporamos essas leituras a nossos textos. E não é exagero dizer que esses procedimentos se ampliam de tal forma que atingem uma outra área bem mais ampla – a que diz respeito à própria leitura do mundo.
Painel da literatura em língua portuguesa – José de Nicola.
Adaptado.
( ) A quantidade de livros que uma pessoa leu durante a vida interfere na sua capacidade de compreender a intertextualidade. ( ) Intertextualidade È o termo dado a obras que possuem autorreferências, mas não referencias a outros textos. ( ) O conhecimento das relações entre textos È uma forma poderosa de produção e apreensão de significados.