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Q3721267 Noções de Informática
No que se refere às ferramentas Google, ao montar uma apresentação no ambiente do Google Slides, na versão em português no browser Firefox Mozilla, um funcionário da Prefeitura de Arraial do Cabo executou dois atalhos de teclado, em sequência, o primeiro para inserir novo slide e o segundo para duplicar um slide já existente na apresentação.

Nesse contexto, esses atalhos de teclado são, respectivamente:
Alternativas
Q3721266 Noções de Informática
Um funcionário da Prefeitura de Arraial do Cabo está navegando na internet por meio do browser Google Chrome em sua última versão, instalado em um notebook DELL, com Windows 11 BR, e no momento está visualizando o site da Prefeitura de Arraial do Cabo – cujo endereço eletrônico é https://www.arraial.rj.gov.br/. Para adicionar essa URL à Barra de Favoritos, ele deve acionar um ícone ou, como alternativa, executar um atalho de teclado suportado pelo browser, tendo em vista que esse endereço não consta da referida barra.

O ícone e o atalho de teclado são, respectivamente: 
Alternativas
Q3721265 Redes de Computadores
As redes de computadores cabeadas com acesso à internet são implementadas por meio do uso de um conector padrão, no nível de hardware. No que se refere ao software, dentre os sistemas configurados nos roteadores, um serviço utiliza um esquema de atribuição dinâmica de endereços IP aos clientes, empregado em dispositivos tais como microcomputadores, notebooks e celulares, constituindo um parâmetro imprescindível e necessário ao acesso aos recursos da internet.

A figura e correspondente denominação pela qual é conhecido o conector e a sigla pela qual é conhecido o serviço são, respectivamente:  
Alternativas
Q3721264 Direito Digital
No Brasil, a Lei Geral de Proteção aos Dados (LGPD) dispõe sobre o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural.

De acordo com o art. 5º dessa Lei, o conjunto estruturado de dados pessoais, estabelecido em um ou em vários locais, em suporte eletrônico ou físico, denomina-se:  
Alternativas
Q3721263 Segurança da Informação
No que se refere à segurança da informação, de equipamentos, de sistemas, em redes, na internet e na nuvem, com a evolução tecnológica, os riscos aumentam e exigem uma gestão de proteção cada vez mais eficaz. A base de defesa dos sistemas e infraestrutura das corporações são os pilares da segurança da informação, que atuam por meio de políticas, senhas, softwares de criptografia, dentre outros processos necessários a essa gestão de riscos. Um desses pilares é responsável por manter as características originais dos dados, assim como foram configuradas em sua criação, destacando que a informação não pode ser alterada sem autorização. Já outro pilar se caracteriza por proteger a informação dos acessos não autorizados, estabelecendo a privacidade para os dados da empresa, evitando situações de ataques cibernéticos ou espionagem. Em consequência, a base desse segundo pilar é controlar o acesso por autenticação de senha, podendo ser também por verificação biométrica, além da criptografia, que vem gerando resultados favoráveis nessa função. 

Esses dois pilares são conhecidos, respectivamente, como:
Alternativas
Q3721262 Noções de Informática
O Microsoft 365 é um serviço de assinatura que oferece acesso aos aplicativos do Office e outros serviços baseados na nuvem. Entre os recursos oferecidos, dois são caracterizados a seguir.

I. é implementado na nuvem da Microsoft, permitindo ao usuário armazenar, proteger, compartilhar e acessar arquivos de qualquer lugar, em diferentes dispositivos, funcionando como um disco rígido virtual onde o usuário pode salvar documentos, fotos, vídeos e outros arquivos, além de acessá-los de qualquer dispositivo conectado à internet.
II. é uma ferramenta de comunicação e colaboração, projetada para equipes trabalharem juntas, independentemente da localização, para uso como chat em tempo real, reuniões on-line, compartilhamento de arquivos e integração com outras ferramentas da Microsoft. É uma aplicação que pode ser usada para fins profissionais e também pessoais, facilitando a comunicação e organização tanto no trabalho quanto entre amigos e familiares.

A alternativa que apresenta corretamente o nome dos recursos (I) e (II), respectivamente, é a seguinte:  
Alternativas
Q3721261 Noções de Informática
As planilhas (a) e (b) abaixo foram criadas no Excel 2019 BR. 

Captura_de tela 2025-11-12 200005.png (372×541)

Nas planilhas, foram realizados os procedimentos descritos a seguir.

 Em E4 da planilha AC_1, foi inserida a expressão =MOD(SOMA(A3;A7);5).
 Em E6 da planilha AC_1, foi inserida uma expressão, usando a função MAIOR, que determina o maior valor dentre todos nas células A3, A4, A5, A6 e A7.
 Em F4 da planilha AC_2, foi inserida uma expressão que transfere o valor mostrado na célula E6 de AC_1 para F4 de AC_2.

Nessas condições, o valor mostrado na célula E4 de AC_1 e as expressões inseridas em E6 de AC_1 e em F4 de AC_2 são, respectivamente:  
Alternativas
Q3721260 Noções de Informática
Entre as características e funcionalidades do editor Writer da suíte LibreOffice 25.2.5.2 (x86_64), em português, duas são descritas a seguir.

I. A execução de um atalho de teclado aplica a um parágrafo selecionado o alinhamento centralizado.
II. A execução de outro atalho de teclado possibilita converter uma palavra ou frase selecionada de maiúsculas em minúsculas e vice-versa.

Os atalhos de teclado são, respectivamente: 
Alternativas
Q3721259 Arquitetura de Computadores
No que se refere à organização e arquitetura de computadores, um dispositivo opera na entrada de dados a serem processados, constituindo um periférico de captura utilizado na digitalização para transformar documentos físicos em imagens digitais. O procedimento empregado no seu funcionamento é muito simples: o documento em questão é colocado na bandeja do dispositivo e depois coberto com a tampa; a partir daí, os sensores do equipamento captam os diferentes tons de luz do arquivo e os transmitem ao software para que ele os leia e traduza na linguagem do computador.

Esse dispositivo denomina-se: 
Alternativas
Q3721258 Noções de Informática
No que diz respeito às modalidades de processamento, uma se caracteriza por tratar um grande volume de dados de uma só vez, sendo comumente utilizada em sistemas que realizam tarefas repetitivas e que não exigem uma resposta em tempo real. Um exemplo de aplicação dessa modalidade é o processamento de folhas de pagamento realizado por diversas empresas, em que os dados dos funcionários são coletados ao longo de um período e processados em um determinado momento, geralmente no final do mês, para calcular os salários e gerar os contracheques.

Essa modalidade de processamento é conhecida como:  
Alternativas
Q3721257 Português
Texto: Adultização

    Um modo de exploração de crianças na internet gerou intenso debate no Brasil após viralização recente, nas redes sociais, de vídeo em que o influenciador Felipe Brassanim Pereira abordou o tema. Trata-se da adultização, uma aceleração forçada do desenvolvimento infantil, fazendo com que as crianças adotem comportamentos ou responsabilidades que não correspondem à idade delas. Esse processo pode acontecer de várias formas: ao sobrecarregar a criança com tarefas de adulto, ao lhe impor uma cobrança excessiva sobre desempenho escolar ou esportivo, ao permitir que ela tenha acesso a conteúdos inadequados para a idade.
    Guilherme Polanczyk, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, afirma que muitos pais têm a ideia de que acelerar o desenvolvimento de uma criança pode torná-la mais madura: “A gente vê isso em crianças muito pequenas, com um ano e meio, em que os pais querem tirar fraldas. Muitas vezes, têm a tendência de os pais ficarem orgulhosos quando os filhos eventualmente não querem mais brincar.” Mas, segundo o médico, pular etapas não é saudável: nosso cérebro evolui conforme nos desenvolvemos – e, nos primeiros anos de vida, ainda não estamos preparados para lidar com pressões, tarefas e algumas emoções.  
    Um relatório do Comitê Interdepartamental sobre Deterioração Física, produzido pelo governo britânico em 1904, já alertava para os efeitos negativos desse processo. “Naquela época, o fenômeno era muito preocupante por causa, por exemplo, da primeira fase da industrialização, em que havia crianças trabalhando, crianças pequenas que deveriam estar na escola, em fornerias e metalúrgicas, em lugares insalubres”, explica Anderson Nitsche, neuropediatra no Hospital Pequeno Príncipe. Com o passar dos anos, novos estudos revelaram que pessoas que são submetidas à adultização têm mais chance de sofrer de ansiedade, depressão, dificuldade de socialização, falta de empatia, problemas no processo de aprendizagem e atenção dispersa.
    Embora a adultização seja um fenômeno antigo, ela ganhou uma nova dimensão com as redes sociais. Com cada vez mais acesso às telas e à internet, as crianças passaram a ter contato com muito conteúdo – e, muitas vezes, viraram elas próprias criadoras e influenciadoras nas redes sociais. Pesquisa recente, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, mostrou que 93% dos brasileiros entre 9 e 16 anos, ou seja, mais de 24 milhões de crianças e adolescentes, são usuários da internet. Pesquisas científicas indicam que a constante exposição às redes sociais ativa o circuito de recompensa do cérebro e pode provocar uma enxurrada de dopamina, neurotransmissor ligado ao bem-estar. Esse mecanismo pode ser altamente viciante: a dopamina gera o desejo de repetir a experiência, com mais frequência e intensidade.
    O que fazer? Do ponto de vista coletivo, vários projetos de lei sobre o assunto foram apresentados nos últimos anos. Atualmente, o que está mais avançado é o PL 2628, que já foi aprovado no Senado Federal e estabelece deveres de cuidado das plataformas digitais com os mais jovens, a remoção de conteúdos que violem os direitos dos menores de idade e a criação de mecanismos de controle parental. “Nesse momento, existe um movimento internacional de regulação das mídias, do que nós chamamos de big techs. (...)”, afirma Evelyn Eisenstein, coordenadora do Grupo de Trabalho Saúde Digital da Sociedade Brasileira de Pediatria.
    Do ponto de vista individual, há uma série de cuidados no que diz respeito ao compartilhamento de conteúdos envolvendo crianças na internet, como evitar a exposição excessiva nas redes sociais. Fotos e vídeos aparentemente inofensivos, por exemplo, podem acabar caindo em cadeias internacionais de pedofilia. Outra recomendação dos especialistas é controlar o tempo de uso de celulares, tablets e smartphones das crianças.
    “Vai passear com seus filhos, em um local com natureza. Vai ver a borboletinha, vai ver a cor da flor. Deixa essa criança descobrir o mundo, fora das telas. O gatinho que ela vê na tela é bidimensional. O gatinho que pula ali no colo dela é tridimensional”, destaca Evelyn Eisenstein.

ANDRÉ BIERNATH
Adaptado de bbc.com, 15/08/2025. 
No 7º parágrafo, a função da linguagem predominante é:
Alternativas
Q3721251 Português
Texto: Adultização

    Um modo de exploração de crianças na internet gerou intenso debate no Brasil após viralização recente, nas redes sociais, de vídeo em que o influenciador Felipe Brassanim Pereira abordou o tema. Trata-se da adultização, uma aceleração forçada do desenvolvimento infantil, fazendo com que as crianças adotem comportamentos ou responsabilidades que não correspondem à idade delas. Esse processo pode acontecer de várias formas: ao sobrecarregar a criança com tarefas de adulto, ao lhe impor uma cobrança excessiva sobre desempenho escolar ou esportivo, ao permitir que ela tenha acesso a conteúdos inadequados para a idade.
    Guilherme Polanczyk, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, afirma que muitos pais têm a ideia de que acelerar o desenvolvimento de uma criança pode torná-la mais madura: “A gente vê isso em crianças muito pequenas, com um ano e meio, em que os pais querem tirar fraldas. Muitas vezes, têm a tendência de os pais ficarem orgulhosos quando os filhos eventualmente não querem mais brincar.” Mas, segundo o médico, pular etapas não é saudável: nosso cérebro evolui conforme nos desenvolvemos – e, nos primeiros anos de vida, ainda não estamos preparados para lidar com pressões, tarefas e algumas emoções.  
    Um relatório do Comitê Interdepartamental sobre Deterioração Física, produzido pelo governo britânico em 1904, já alertava para os efeitos negativos desse processo. “Naquela época, o fenômeno era muito preocupante por causa, por exemplo, da primeira fase da industrialização, em que havia crianças trabalhando, crianças pequenas que deveriam estar na escola, em fornerias e metalúrgicas, em lugares insalubres”, explica Anderson Nitsche, neuropediatra no Hospital Pequeno Príncipe. Com o passar dos anos, novos estudos revelaram que pessoas que são submetidas à adultização têm mais chance de sofrer de ansiedade, depressão, dificuldade de socialização, falta de empatia, problemas no processo de aprendizagem e atenção dispersa.
    Embora a adultização seja um fenômeno antigo, ela ganhou uma nova dimensão com as redes sociais. Com cada vez mais acesso às telas e à internet, as crianças passaram a ter contato com muito conteúdo – e, muitas vezes, viraram elas próprias criadoras e influenciadoras nas redes sociais. Pesquisa recente, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, mostrou que 93% dos brasileiros entre 9 e 16 anos, ou seja, mais de 24 milhões de crianças e adolescentes, são usuários da internet. Pesquisas científicas indicam que a constante exposição às redes sociais ativa o circuito de recompensa do cérebro e pode provocar uma enxurrada de dopamina, neurotransmissor ligado ao bem-estar. Esse mecanismo pode ser altamente viciante: a dopamina gera o desejo de repetir a experiência, com mais frequência e intensidade.
    O que fazer? Do ponto de vista coletivo, vários projetos de lei sobre o assunto foram apresentados nos últimos anos. Atualmente, o que está mais avançado é o PL 2628, que já foi aprovado no Senado Federal e estabelece deveres de cuidado das plataformas digitais com os mais jovens, a remoção de conteúdos que violem os direitos dos menores de idade e a criação de mecanismos de controle parental. “Nesse momento, existe um movimento internacional de regulação das mídias, do que nós chamamos de big techs. (...)”, afirma Evelyn Eisenstein, coordenadora do Grupo de Trabalho Saúde Digital da Sociedade Brasileira de Pediatria.
    Do ponto de vista individual, há uma série de cuidados no que diz respeito ao compartilhamento de conteúdos envolvendo crianças na internet, como evitar a exposição excessiva nas redes sociais. Fotos e vídeos aparentemente inofensivos, por exemplo, podem acabar caindo em cadeias internacionais de pedofilia. Outra recomendação dos especialistas é controlar o tempo de uso de celulares, tablets e smartphones das crianças.
    “Vai passear com seus filhos, em um local com natureza. Vai ver a borboletinha, vai ver a cor da flor. Deixa essa criança descobrir o mundo, fora das telas. O gatinho que ela vê na tela é bidimensional. O gatinho que pula ali no colo dela é tridimensional”, destaca Evelyn Eisenstein.

ANDRÉ BIERNATH
Adaptado de bbc.com, 15/08/2025. 
Utilize a frase a seguir para responder à questão.
Com o passar dos anos, novos estudos revelaram que pessoas que são submetidas à adultização têm mais chance de sofrer de ansiedade, depressão, dificuldade de socialização, falta de empatia, problemas no processo de aprendizagem e atenção dispersa. (3º parágrafo) 

A oração subordinada sublinhada é classificada como:
Alternativas
Q3721250 Português
Texto: Adultização

    Um modo de exploração de crianças na internet gerou intenso debate no Brasil após viralização recente, nas redes sociais, de vídeo em que o influenciador Felipe Brassanim Pereira abordou o tema. Trata-se da adultização, uma aceleração forçada do desenvolvimento infantil, fazendo com que as crianças adotem comportamentos ou responsabilidades que não correspondem à idade delas. Esse processo pode acontecer de várias formas: ao sobrecarregar a criança com tarefas de adulto, ao lhe impor uma cobrança excessiva sobre desempenho escolar ou esportivo, ao permitir que ela tenha acesso a conteúdos inadequados para a idade.
    Guilherme Polanczyk, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, afirma que muitos pais têm a ideia de que acelerar o desenvolvimento de uma criança pode torná-la mais madura: “A gente vê isso em crianças muito pequenas, com um ano e meio, em que os pais querem tirar fraldas. Muitas vezes, têm a tendência de os pais ficarem orgulhosos quando os filhos eventualmente não querem mais brincar.” Mas, segundo o médico, pular etapas não é saudável: nosso cérebro evolui conforme nos desenvolvemos – e, nos primeiros anos de vida, ainda não estamos preparados para lidar com pressões, tarefas e algumas emoções.  
    Um relatório do Comitê Interdepartamental sobre Deterioração Física, produzido pelo governo britânico em 1904, já alertava para os efeitos negativos desse processo. “Naquela época, o fenômeno era muito preocupante por causa, por exemplo, da primeira fase da industrialização, em que havia crianças trabalhando, crianças pequenas que deveriam estar na escola, em fornerias e metalúrgicas, em lugares insalubres”, explica Anderson Nitsche, neuropediatra no Hospital Pequeno Príncipe. Com o passar dos anos, novos estudos revelaram que pessoas que são submetidas à adultização têm mais chance de sofrer de ansiedade, depressão, dificuldade de socialização, falta de empatia, problemas no processo de aprendizagem e atenção dispersa.
    Embora a adultização seja um fenômeno antigo, ela ganhou uma nova dimensão com as redes sociais. Com cada vez mais acesso às telas e à internet, as crianças passaram a ter contato com muito conteúdo – e, muitas vezes, viraram elas próprias criadoras e influenciadoras nas redes sociais. Pesquisa recente, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, mostrou que 93% dos brasileiros entre 9 e 16 anos, ou seja, mais de 24 milhões de crianças e adolescentes, são usuários da internet. Pesquisas científicas indicam que a constante exposição às redes sociais ativa o circuito de recompensa do cérebro e pode provocar uma enxurrada de dopamina, neurotransmissor ligado ao bem-estar. Esse mecanismo pode ser altamente viciante: a dopamina gera o desejo de repetir a experiência, com mais frequência e intensidade.
    O que fazer? Do ponto de vista coletivo, vários projetos de lei sobre o assunto foram apresentados nos últimos anos. Atualmente, o que está mais avançado é o PL 2628, que já foi aprovado no Senado Federal e estabelece deveres de cuidado das plataformas digitais com os mais jovens, a remoção de conteúdos que violem os direitos dos menores de idade e a criação de mecanismos de controle parental. “Nesse momento, existe um movimento internacional de regulação das mídias, do que nós chamamos de big techs. (...)”, afirma Evelyn Eisenstein, coordenadora do Grupo de Trabalho Saúde Digital da Sociedade Brasileira de Pediatria.
    Do ponto de vista individual, há uma série de cuidados no que diz respeito ao compartilhamento de conteúdos envolvendo crianças na internet, como evitar a exposição excessiva nas redes sociais. Fotos e vídeos aparentemente inofensivos, por exemplo, podem acabar caindo em cadeias internacionais de pedofilia. Outra recomendação dos especialistas é controlar o tempo de uso de celulares, tablets e smartphones das crianças.
    “Vai passear com seus filhos, em um local com natureza. Vai ver a borboletinha, vai ver a cor da flor. Deixa essa criança descobrir o mundo, fora das telas. O gatinho que ela vê na tela é bidimensional. O gatinho que pula ali no colo dela é tridimensional”, destaca Evelyn Eisenstein.

ANDRÉ BIERNATH
Adaptado de bbc.com, 15/08/2025. 
Na argumentação desenvolvida, as informações contidas no 3º parágrafo assumem a função de indicar o seguinte aspecto da adultização:  
Alternativas
Q3721249 Português
Texto: Adultização

    Um modo de exploração de crianças na internet gerou intenso debate no Brasil após viralização recente, nas redes sociais, de vídeo em que o influenciador Felipe Brassanim Pereira abordou o tema. Trata-se da adultização, uma aceleração forçada do desenvolvimento infantil, fazendo com que as crianças adotem comportamentos ou responsabilidades que não correspondem à idade delas. Esse processo pode acontecer de várias formas: ao sobrecarregar a criança com tarefas de adulto, ao lhe impor uma cobrança excessiva sobre desempenho escolar ou esportivo, ao permitir que ela tenha acesso a conteúdos inadequados para a idade.
    Guilherme Polanczyk, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, afirma que muitos pais têm a ideia de que acelerar o desenvolvimento de uma criança pode torná-la mais madura: “A gente vê isso em crianças muito pequenas, com um ano e meio, em que os pais querem tirar fraldas. Muitas vezes, têm a tendência de os pais ficarem orgulhosos quando os filhos eventualmente não querem mais brincar.” Mas, segundo o médico, pular etapas não é saudável: nosso cérebro evolui conforme nos desenvolvemos – e, nos primeiros anos de vida, ainda não estamos preparados para lidar com pressões, tarefas e algumas emoções.  
    Um relatório do Comitê Interdepartamental sobre Deterioração Física, produzido pelo governo britânico em 1904, já alertava para os efeitos negativos desse processo. “Naquela época, o fenômeno era muito preocupante por causa, por exemplo, da primeira fase da industrialização, em que havia crianças trabalhando, crianças pequenas que deveriam estar na escola, em fornerias e metalúrgicas, em lugares insalubres”, explica Anderson Nitsche, neuropediatra no Hospital Pequeno Príncipe. Com o passar dos anos, novos estudos revelaram que pessoas que são submetidas à adultização têm mais chance de sofrer de ansiedade, depressão, dificuldade de socialização, falta de empatia, problemas no processo de aprendizagem e atenção dispersa.
    Embora a adultização seja um fenômeno antigo, ela ganhou uma nova dimensão com as redes sociais. Com cada vez mais acesso às telas e à internet, as crianças passaram a ter contato com muito conteúdo – e, muitas vezes, viraram elas próprias criadoras e influenciadoras nas redes sociais. Pesquisa recente, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, mostrou que 93% dos brasileiros entre 9 e 16 anos, ou seja, mais de 24 milhões de crianças e adolescentes, são usuários da internet. Pesquisas científicas indicam que a constante exposição às redes sociais ativa o circuito de recompensa do cérebro e pode provocar uma enxurrada de dopamina, neurotransmissor ligado ao bem-estar. Esse mecanismo pode ser altamente viciante: a dopamina gera o desejo de repetir a experiência, com mais frequência e intensidade.
    O que fazer? Do ponto de vista coletivo, vários projetos de lei sobre o assunto foram apresentados nos últimos anos. Atualmente, o que está mais avançado é o PL 2628, que já foi aprovado no Senado Federal e estabelece deveres de cuidado das plataformas digitais com os mais jovens, a remoção de conteúdos que violem os direitos dos menores de idade e a criação de mecanismos de controle parental. “Nesse momento, existe um movimento internacional de regulação das mídias, do que nós chamamos de big techs. (...)”, afirma Evelyn Eisenstein, coordenadora do Grupo de Trabalho Saúde Digital da Sociedade Brasileira de Pediatria.
    Do ponto de vista individual, há uma série de cuidados no que diz respeito ao compartilhamento de conteúdos envolvendo crianças na internet, como evitar a exposição excessiva nas redes sociais. Fotos e vídeos aparentemente inofensivos, por exemplo, podem acabar caindo em cadeias internacionais de pedofilia. Outra recomendação dos especialistas é controlar o tempo de uso de celulares, tablets e smartphones das crianças.
    “Vai passear com seus filhos, em um local com natureza. Vai ver a borboletinha, vai ver a cor da flor. Deixa essa criança descobrir o mundo, fora das telas. O gatinho que ela vê na tela é bidimensional. O gatinho que pula ali no colo dela é tridimensional”, destaca Evelyn Eisenstein.

ANDRÉ BIERNATH
Adaptado de bbc.com, 15/08/2025. 
Dentre os elementos que formam a palavra “adultização”, identifica-se um que expressa ideia de:
Alternativas
Q3721248 Português
Texto: Adultização

    Um modo de exploração de crianças na internet gerou intenso debate no Brasil após viralização recente, nas redes sociais, de vídeo em que o influenciador Felipe Brassanim Pereira abordou o tema. Trata-se da adultização, uma aceleração forçada do desenvolvimento infantil, fazendo com que as crianças adotem comportamentos ou responsabilidades que não correspondem à idade delas. Esse processo pode acontecer de várias formas: ao sobrecarregar a criança com tarefas de adulto, ao lhe impor uma cobrança excessiva sobre desempenho escolar ou esportivo, ao permitir que ela tenha acesso a conteúdos inadequados para a idade.
    Guilherme Polanczyk, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, afirma que muitos pais têm a ideia de que acelerar o desenvolvimento de uma criança pode torná-la mais madura: “A gente vê isso em crianças muito pequenas, com um ano e meio, em que os pais querem tirar fraldas. Muitas vezes, têm a tendência de os pais ficarem orgulhosos quando os filhos eventualmente não querem mais brincar.” Mas, segundo o médico, pular etapas não é saudável: nosso cérebro evolui conforme nos desenvolvemos – e, nos primeiros anos de vida, ainda não estamos preparados para lidar com pressões, tarefas e algumas emoções.  
    Um relatório do Comitê Interdepartamental sobre Deterioração Física, produzido pelo governo britânico em 1904, já alertava para os efeitos negativos desse processo. “Naquela época, o fenômeno era muito preocupante por causa, por exemplo, da primeira fase da industrialização, em que havia crianças trabalhando, crianças pequenas que deveriam estar na escola, em fornerias e metalúrgicas, em lugares insalubres”, explica Anderson Nitsche, neuropediatra no Hospital Pequeno Príncipe. Com o passar dos anos, novos estudos revelaram que pessoas que são submetidas à adultização têm mais chance de sofrer de ansiedade, depressão, dificuldade de socialização, falta de empatia, problemas no processo de aprendizagem e atenção dispersa.
    Embora a adultização seja um fenômeno antigo, ela ganhou uma nova dimensão com as redes sociais. Com cada vez mais acesso às telas e à internet, as crianças passaram a ter contato com muito conteúdo – e, muitas vezes, viraram elas próprias criadoras e influenciadoras nas redes sociais. Pesquisa recente, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, mostrou que 93% dos brasileiros entre 9 e 16 anos, ou seja, mais de 24 milhões de crianças e adolescentes, são usuários da internet. Pesquisas científicas indicam que a constante exposição às redes sociais ativa o circuito de recompensa do cérebro e pode provocar uma enxurrada de dopamina, neurotransmissor ligado ao bem-estar. Esse mecanismo pode ser altamente viciante: a dopamina gera o desejo de repetir a experiência, com mais frequência e intensidade.
    O que fazer? Do ponto de vista coletivo, vários projetos de lei sobre o assunto foram apresentados nos últimos anos. Atualmente, o que está mais avançado é o PL 2628, que já foi aprovado no Senado Federal e estabelece deveres de cuidado das plataformas digitais com os mais jovens, a remoção de conteúdos que violem os direitos dos menores de idade e a criação de mecanismos de controle parental. “Nesse momento, existe um movimento internacional de regulação das mídias, do que nós chamamos de big techs. (...)”, afirma Evelyn Eisenstein, coordenadora do Grupo de Trabalho Saúde Digital da Sociedade Brasileira de Pediatria.
    Do ponto de vista individual, há uma série de cuidados no que diz respeito ao compartilhamento de conteúdos envolvendo crianças na internet, como evitar a exposição excessiva nas redes sociais. Fotos e vídeos aparentemente inofensivos, por exemplo, podem acabar caindo em cadeias internacionais de pedofilia. Outra recomendação dos especialistas é controlar o tempo de uso de celulares, tablets e smartphones das crianças.
    “Vai passear com seus filhos, em um local com natureza. Vai ver a borboletinha, vai ver a cor da flor. Deixa essa criança descobrir o mundo, fora das telas. O gatinho que ela vê na tela é bidimensional. O gatinho que pula ali no colo dela é tridimensional”, destaca Evelyn Eisenstein.

ANDRÉ BIERNATH
Adaptado de bbc.com, 15/08/2025. 
No debate apresentado no texto, é estabelecida distinção entre o significado de “adultização” e o da seguinte palavra:  
Alternativas
Q3721247 Redação Oficial
Leia as duas frases a seguir:

A) "Solicita-se ao setor que informe a lista dos nomes aprovados e não aprovados."
B) "Solicita-se ao setor que informe duas listas separadas: uma com os nomes aprovados e outra com os nomes não aprovados."

Com base na análise atenta dessas duas frases, conclui-se que:  
Alternativas
Q3721246 Secretariado
É um documento oficial, formal, utilizado para comunicação entre órgãos públicos, autoridades, empresas ou outras instituições, tanto para comunicações internas quanto externas. Tem uma estrutura rigorosa que inclui cabeçalho, número, local e data, destinatário, assunto, texto com introdução, desenvolvimento e conclusão, além de assinatura. A linguagem é formal, impessoal e objetiva. Serve para solicitar, comunicar, reivindicar ou notificar oficialmente. É muito usado para tratar assuntos formais que exigem registro e controle. Esse documento denomina-se: 
Alternativas
Q3721245 Redação Oficial
É uma qualidade do texto oficial, caracterizada pela transmissão do máximo de informações com o mínimo de palavras. Não se deve de forma alguma entendê-la como economia de pensamento, isto é, não se deve eliminar passagens substanciais do texto com o único objetivo de reduzi-lo em tamanho. Trata-se, exclusivamente, de excluir palavras inúteis, redundâncias e passagens que nada acrescentem ao que já foi dito. Esse atributo da redação oficial denomina-se:
Alternativas
Q3721244 Português
Um secretário escolar redigiu uma ata de reunião.
Um dos trechos é o seguinte: “Houveram muitas situações que dificultaram a organização do ambiente, com exceção da paralisação das atividades”. Nessa frase, destaca-se uma impropriedade gramatical, que é o uso:
Alternativas
Q3721243 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular considera que, “na educação infantil, as aprendizagens e o desenvolvimento das crianças têm como eixos estruturantes as interações e a brincadeira, assegurando-lhes os direitos de conviver, brincar, participar, explorar, expressar-se e conhecer-se”. Para isso, a organização curricular da educação infantil na BNCC está estruturada em diferentes campos de experiências. Um desses campos indica que conviver com diferentes manifestações artísticas, culturais e científicas, locais e universais, no cotidiano da instituição escolar, possibilita às crianças, por meio de experiências diversificadas, vivenciar diversas formas de expressão e linguagens, como as artes visuais (pintura, modelagem, colagem, fotografia etc.), a música, o teatro, a dança e o audiovisual, entre outras. Esse é o campo denominado:
Alternativas
Respostas
681: C
682: A
683: D
684: A
685: B
686: A
687: C
688: B
689: D
690: D
691: D
692: D
693: A
694: B
695: C
696: D
697: B
698: C
699: B
700: C