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abaixo.
O futuro da humanidade
Tudo indica que há um aquecimento progressivo do planeta
e que esse fenômeno é causado pelo homem. Nossos
filhos e netos já conhecerão seus efeitos devastadores: a
subida do nível do mar ameaçará nossas costas, e o desequilíbrio
climático comprometerá os recursos básicos - em
muitos lugares, faltará água e faltará comida.
Os humanos (sobretudo na modernidade) prosperaram
num projeto de exploração e domínio da natureza cujo custo é
hoje cobrado. Para corrigir esse projeto, atenuar suas conseqüências
e sobreviver, deveríamos agir coletivamente. Ora,
acontece que nossa espécie parece incapaz de ações coletivas.
À primeira vista, isso é paradoxal.
Progressivamente, ao longo dos séculos, chegamos a
perceber qualquer homem como semelhante, por diferente de
nós que ele seja. Infelizmente, reconhecer a espécie como
grupo ao qual pertencemos (sentir solidariedade com todos os
humanos) não implica que sejamos capazes de uma ação
coletiva. Na base de nossa cultura está a idéia de que nosso
destino individual é mais importante do que o destino dos
grupos dos quais fazemos parte. Nosso individualismo, aliás, é
a condição de nossa solidariedade: os outros são nossos
semelhantes porque conseguimos enxergá-los como indivíduos,
deixando de lado as diferenças entre os grupos aos quais cada
um pertence. Provavelmente, trata-se de uma conseqüência do
fundo cristão da cultura ocidental moderna: somos todos
irmãos, mas a salvação (que é o que importa) decide-se um por
um. Em suma: agir contra o interesse do indivíduo, mesmo que
para o interesse do grupo, não é do nosso feitio.
Resumo: hoje, nossa espécie precisa agir coletivamente,
mas a própria cultura que, até agora, sustentou seu caminho
torna esse tipo de ação difícil ou impossível.
Mas não sou totalmente pessimista. Talvez nosso
impasse atual seja a ocasião de uma renovação. Talvez
saibamos inventar uma cultura que permita a ação coletiva da
comunidade dos humanos que habitam o planeta Terra.
(Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 8/02/07)
abaixo.
O futuro da humanidade
Tudo indica que há um aquecimento progressivo do planeta
e que esse fenômeno é causado pelo homem. Nossos
filhos e netos já conhecerão seus efeitos devastadores: a
subida do nível do mar ameaçará nossas costas, e o desequilíbrio
climático comprometerá os recursos básicos - em
muitos lugares, faltará água e faltará comida.
Os humanos (sobretudo na modernidade) prosperaram
num projeto de exploração e domínio da natureza cujo custo é
hoje cobrado. Para corrigir esse projeto, atenuar suas conseqüências
e sobreviver, deveríamos agir coletivamente. Ora,
acontece que nossa espécie parece incapaz de ações coletivas.
À primeira vista, isso é paradoxal.
Progressivamente, ao longo dos séculos, chegamos a
perceber qualquer homem como semelhante, por diferente de
nós que ele seja. Infelizmente, reconhecer a espécie como
grupo ao qual pertencemos (sentir solidariedade com todos os
humanos) não implica que sejamos capazes de uma ação
coletiva. Na base de nossa cultura está a idéia de que nosso
destino individual é mais importante do que o destino dos
grupos dos quais fazemos parte. Nosso individualismo, aliás, é
a condição de nossa solidariedade: os outros são nossos
semelhantes porque conseguimos enxergá-los como indivíduos,
deixando de lado as diferenças entre os grupos aos quais cada
um pertence. Provavelmente, trata-se de uma conseqüência do
fundo cristão da cultura ocidental moderna: somos todos
irmãos, mas a salvação (que é o que importa) decide-se um por
um. Em suma: agir contra o interesse do indivíduo, mesmo que
para o interesse do grupo, não é do nosso feitio.
Resumo: hoje, nossa espécie precisa agir coletivamente,
mas a própria cultura que, até agora, sustentou seu caminho
torna esse tipo de ação difícil ou impossível.
Mas não sou totalmente pessimista. Talvez nosso
impasse atual seja a ocasião de uma renovação. Talvez
saibamos inventar uma cultura que permita a ação coletiva da
comunidade dos humanos que habitam o planeta Terra.
(Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 8/02/07)
I. O autor identifica no cristianismo uma provável razão para a força do individualismo que está na base da nossa salvação.
II. O pessimismo do autor somente não é total porque ele acredita ser possível que a situação de impasse enseje uma reação coletiva.
III. Para o autor, reconhecermo-nos como membros de uma mesma espécie não significa uma superação do nosso feitio individualista.
Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
abaixo.
O futuro da humanidade
Tudo indica que há um aquecimento progressivo do planeta
e que esse fenômeno é causado pelo homem. Nossos
filhos e netos já conhecerão seus efeitos devastadores: a
subida do nível do mar ameaçará nossas costas, e o desequilíbrio
climático comprometerá os recursos básicos - em
muitos lugares, faltará água e faltará comida.
Os humanos (sobretudo na modernidade) prosperaram
num projeto de exploração e domínio da natureza cujo custo é
hoje cobrado. Para corrigir esse projeto, atenuar suas conseqüências
e sobreviver, deveríamos agir coletivamente. Ora,
acontece que nossa espécie parece incapaz de ações coletivas.
À primeira vista, isso é paradoxal.
Progressivamente, ao longo dos séculos, chegamos a
perceber qualquer homem como semelhante, por diferente de
nós que ele seja. Infelizmente, reconhecer a espécie como
grupo ao qual pertencemos (sentir solidariedade com todos os
humanos) não implica que sejamos capazes de uma ação
coletiva. Na base de nossa cultura está a idéia de que nosso
destino individual é mais importante do que o destino dos
grupos dos quais fazemos parte. Nosso individualismo, aliás, é
a condição de nossa solidariedade: os outros são nossos
semelhantes porque conseguimos enxergá-los como indivíduos,
deixando de lado as diferenças entre os grupos aos quais cada
um pertence. Provavelmente, trata-se de uma conseqüência do
fundo cristão da cultura ocidental moderna: somos todos
irmãos, mas a salvação (que é o que importa) decide-se um por
um. Em suma: agir contra o interesse do indivíduo, mesmo que
para o interesse do grupo, não é do nosso feitio.
Resumo: hoje, nossa espécie precisa agir coletivamente,
mas a própria cultura que, até agora, sustentou seu caminho
torna esse tipo de ação difícil ou impossível.
Mas não sou totalmente pessimista. Talvez nosso
impasse atual seja a ocasião de uma renovação. Talvez
saibamos inventar uma cultura que permita a ação coletiva da
comunidade dos humanos que habitam o planeta Terra.
(Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 8/02/07)

A figura acima mostra uma janela do Internet Explorer 6, com uma página da Web em exibição. Com relação a essa janela, assinale a opção correta.

Considerando o diagrama acima, que descreve técnicas de codificação de sinais digitais, assinale a opção correta.
1
2 Elemento<T> *primeiro, *ultimo;
3 public:
4 Fila():primeiro(0), ultimo(0){}
5 void inserir(T dado);
6 };
7
8
9 if(primeiro == 0) primeiro = elemento;
10 else ultimo->prox = elemento;
11 ultimo = elemento;
12 }
O trecho de código acima está escrito na linguagem C++. Assinale a opção que completa corretamente as linhas 1, 7 e 8 desse trecho de código, respectivamente.
class Porta {
int numero;
public:
Porta(int numero):numero(numero){}
virtual ~Porta(){cout << "Fechar" << "\n";}
virtual void enviar(char) throw (invalid_argument) = 0;
int getNumero() const {return numero;}
};
class Serial:public Porta {
string nome;
public:
Serial(int numero, string nome):Porta(numero), nome(nome){}
~Serial(){cout << "Encerrar" << "\n";}
string getNome() const;
void enviar(char) throw (invalid_argument);
};
inline string Serial::getNome() const {
return nome;
}
void Serial::enviar(char dado) throw (invalid_argument){
if (dado == '0')
throw invalid_argument("Valor nulo");
cout << "Enviar " << dado << "\n";
}
class Porta {
int numero;
public:
Porta(int numero):numero(numero){}
virtual ~Porta(){cout << "Fechar" << "\n";}
virtual void enviar(char) throw (invalid_argument) = 0;
int getNumero() const {return numero;}
};
class Serial:public Porta {
string nome;
public:
Serial(int numero, string nome):Porta(numero), nome(nome){}
~Serial(){cout << "Encerrar" << "\n";}
string getNome() const;
void enviar(char) throw (invalid_argument);
};
inline string Serial::getNome() const {
return nome;
}
void Serial::enviar(char dado) throw (invalid_argument){
if (dado == '0')
throw invalid_argument("Valor nulo");
cout << "Enviar " << dado << "\n";
}
I Em um computador do tipo PC, mais de um sistema operacional pode ser instalado, desde que adotem um mesmo formato para os seus sistemas de arquivos. Se mais de um formato for adotado, será impossível a carga dos sistemas.
II Em um sistema de arquivos, além dos blocos que armazenam os dados dos arquivos, podem existir blocos que armazenam dados sobre as partições ou sobre outros blocos.
III O algoritmo de escalonamento de disco shortest-seek-timefirst serve todas as solicitações próximas da posição atual da cabeça de leitura e gravação antes de mover a cabeça para locais mais distantes.
IV O desempenho do algoritmo round robin no escalonamento de um processador depende do tamanho da fatia de tempo. A fatia deve ser grande, quando comparada ao tempo para a mudança de contexto.
V Os threads podem compartilhar códigos e dados. A criação, escalonamento e gerenciamento de threads não podem ser feitos por um sistema operacional, têm que ser feitos por uma camada acima do sistema operacional.
A quantidade de itens certos é igual a
I A interface entre o processador e a memória pode se tornar um fator limitante em um computador, mas um RISC não precisa minimizar os acessos à memória uma vez que as suas instruções são pequenas.
II Quando uma memória cache está cheia e os dados desejados não estão na cache, é preciso escolher os dados da cache que serão substituídos. O algoritmo Least Recently Used (LRU) pode ser usado para essa escolha.
III Em um processador, as execuções das instruções podem ser aceleradas via o princípio de linha de montagem, que possibilita a execução de várias suboperações em um dado instante.
IV No espelhamento de disco, são usadas duas unidades de discos diferentes para armazenar dados redundantes. O espelhamento provê tolerância a falhas e aumenta a quantidade do espaço de armazenamento.
V Parte de um sistema de gerência de memória virtual pode ser implementado em hardware através de uma unidade de gerência de memória. Essa unidade pode ser implementada no chip da unidade central de processamento.
Estão certos apenas os itens
I O projeto de um RISC não procura minimizar o tempo gasto nas chamadas a procedimentos, pois programas escritos para esse tipo de processador têm menos chamadas do que os escritos para um CISC.
II Uma técnica para simplificar o conjunto de instruções em um RISC é não prover instruções com modos de endereçamento variados e complexos. Podem também ser reduzidas as instruções que acessam a memória.
III Na arquitetura PC, o front-side-bus (FSB) interliga o processador à memória cache, mas não à memória principal. A freqüência do clock da unidade central de processamento tem que ser a do seu FSB.
IV Os termos IDE, SCSI e SATA designam tipos de interfaces usadas para comunicação com unidades de disco rígido. A SATA é uma interface paralela para comunicação com unidades de disco.
V O projeto de uma memória cache visa aumentar a chance de se encontrar o dado na cache, minimizar o atraso resultante de um dado não estar na cache e minimizar o custo de atualizar a memória principal.
A quantidade de itens certos é igual a