Questões de Concurso Para analista judiciário - tecnologia da informação

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Q472306 Redes de Computadores
Os protocolos de roteamento foram criados em resposta à demanda por tabelas de roteamento dinâmicas. Na realidade atual, as dimensões da Internet são tão grandes que um protocolo de roteamento não é capaz de lidar com a tarefa de atualizar as tabelas de roteamento de todos os roteadores. Por esta razão, é dividida em ASs (Autonomous Systems). Um AS é um grupo de redes e roteadores sob a regência de uma única administração, e
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Q472305 Redes de Computadores
O DNS é um protocolo que pode ser usado em diferentes plataformas. Na Internet, o espaço de nomes de domínios (árvore) é dividido em 3 seções diferentes:

- Domínios genéricos: definem hosts registrados de acordo com seus comportamentos genéricos. Cada nó na árvore define um domínio, que é um índice para um banco de dados de espaço de nomes de domínios.
- Domínios ..I... : esta seção usa abreviaturas de 2 caracteres para designar nações. O segundo label pode ser composto por designações nacionais organizacionais ou mais específicas daquela nacionalidade.
- Domínio ..II..... : é usado para associar um endereço a um nome de domínio. Para tratar uma consulta de ponteiros (PTR), este domínio é acrescentado ao espaço de nomes de domínios com o nó de primeiro nível chamado ..III..... (por razões históricas). O segundo nível também é um nó simples que corresponde ao inverse address. O restante do domínio define endereços IP. Para seguir a convenção de ler labels de domínio de baixo para cima, um endereço IP como 132.34.45.121 é lido como ..IV.. .

As lacunas I, II, III e IV são, correta e respectivamente, preenchidas por:
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Q472304 Governança de TI
Considere as afirmativas sobre a Norma NBR ISO/IEC 12207 e a Norma ISO/IEC 20968.

I. A Norma NBR ISO/IEC 12207: 2009 possui duas seções principais para tratar os processos de software: Processos de Contexto de Sistema, para ser utilizado na implementação de um produto ou de um serviço de software que seja elemento de um sistema maior, e Processos Específicos de Software, para lidar com produto ou serviço de software ou um sistema de software independente.

II. O método definido pela Norma ISO/IEC 20968: 2002 pode ser usado para medir o tamanho funcional de qualquer aplicação de software que possa ser descrita em termos de transações lógicas, cada uma composta por um componente de entrada, processo e saída. As regras de tamanho foram designadas para aplicações de software do domínio de sistemas de informação de negócios, nas quais o componente de processamento de cada transação tende a ser determinado por considerações de armazenamento ou recuperação de informação.

III. Há duas categorias de processos de projeto, de acordo com a Norma NBR ISO/IEC 12207: 2009, Processos de Gestão de Projeto, utilizados para planejar, executar, avaliar e controlar o progresso de um projeto e Processos de Apoio ao Projeto, que fornecem um conjunto de tarefas específicas focadas na execução de um objetivo de gerenciamento especializado.

Está correto o que consta APENAS em
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Q472303 Engenharia de Software
UML é uma linguagem visual para modelagem de sistemas orientados a objeto. Considere o diagrama UML:

                        imagem-001.jpg

Uma primitiva importante dos diagramas de ..I... é a troca de mensagem, como na figura acima, que ilustra a troca de mensagens entre objetos e entre atores e objetos. Estas mensagens, utilizadas para indicar interação ou comunicação, podem ter diferentes significados:

- Chamada: significa que um objeto está solicitando a execução de ...II.... de um outro objeto. Para isso, é necessário que ele seja declarado como público ..III...... correspondente.
- Ocorrência de Evento: um evento é algum acontecimento externo ao software, mas que é a ele notificado, pois lhe diz respeito. Exemplos são as saídas para dispositivos (como disco ou monitor) feitos através de serviços do sistema operacional. Esta é a forma padrão de interação entre ...IV..... .

As lacunas I, II, III e IV são, correta e respectivamente, preenchidas em:
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Q472302 Engenharia de Software
O modelo de ciclo de vida incremental e iterativo foi proposto como uma resposta aos problemas encontrados no modelo em cascata. Em relação a este tipo de modelo de processo, é INCORRETO afirmar que
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Q472301 Engenharia de Software
Há diversos processos e práticas ágeis de desenvolvimento de software. Considere:

I. Seu objetivo é criar um “código limpo que funcione”. Trabalha com a estratégia Red - Green - Refactor:

- Codifique o teste;
- Faça-o compilar e executar. O teste não deve passar (Red).
- Implemente o requisito e faça o teste passar (Green).
- Refatore o código (Refactor).

II. Suas práticas, regras e valores garantem um agradável ambiente de desenvolvimento de software para os seus seguidores, que são conduzidos pelos princípios básicos:

- Comunicação - manter o melhor relacionamento possível entre clientes e desenvolvedores, preferindo conversas pessoais a outros meios de comunicação;
- Simplicidade - implementar apenas requisitos atuais, evitando adicionar funcionalidades que podem ser importantes somente no futuro;
- Feedback - o desenvolvedor terá informações constantes do cliente e do código, em que testes constantes indicam os erros tanto individuais quanto do software integrado;
- Coragem - encorajar as pessoas que não possuem facilidade de comunicação e bom relacionamento interpessoal, encorajar a equipe a experimentar e buscar novas soluções, além de encorajar a obtenção de feedback do cliente.

III. Objetiva capturar os critérios de aceitação para as funcionalidades em desenvolvimento. Trabalha com as seguintes etapas:

- Discutir (Discuss): discussão colaborativa com a equipe visando elicitar os critérios de aceitação.
- Refinar (Distill): refinamento dos critérios de aceitação em um conjunto concreto de cenários/exemplos de uso descrevendo o comportamento esperado da aplicação em uma linguagem comum a todos os membros da equipe.
- Desenvolver (Develop): transformação dos testes de aceitação (descrevendo o comportamento esperado do software) em testes/especificação automatizados.

IV. Suas práticas incluem:

- Envolver as partes interessadas no processo através de Outside-in Development.
- Usar exemplos para descrever o comportamento de uma aplicação ou unidades de código.
- Automatizar os exemplos para prover um feedback rápido e testes de regressão.
- Usar o verbo deve (should) ao descrever o comportamento de software para ajudar a esclarecer responsabilidades e permitir que funcionalidades sejam questionadas.
- Usar dublês de teste (mocks, stubs, fakes, dummies, spies) para auxiliar na colaboração entre módulos e códigos que ainda não foram escritos.

Os processos ágeis I, II, III e IV são, correta e respectivamente, denominados:
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Q472299 Direito Administrativo
Servidor Público federal, ocupante de cargo junto ao Ministério da Fazenda, foi deslocado, no âmbito do mesmo quadro, com mudança de sede, no interesse da Administração. O ato administrativo descrito, nos termos da Lei n° 8.112/1990, denomina-se
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Q472283 Português
                                    Questão de gosto

            ;A expressão parece ter sido criada para encerrar uma discussão. Quando alguém apela para a tal da “questão de gosto”, é como se dissesse: “chega de conversa, inútil discutir”.
A partir daí nenhuma polêmica parece necessária, ou mesmo possível. “Você gosta de Beethoven? Eu prefiro ouvir fanfarra de colégio.” Questão de gosto.
            Levada a sério, radicalizada, a “questão de gosto” dispensa razões e argumentos, estanca o discurso crítico, desiste da reflexão, afirmando despoticamente a instância definitiva da
mais rasa subjetividade. Gosto disso, e pronto, estamos conversados. Ao interlocutor, para sempre desarmado, resta engolir em seco o gosto próprio, impedido de argumentar. Afinal, gosto não se discute.
            Mas se tudo é questão de gosto, a vida vale a morte, o silêncio vale a palavra, a ausência vale a presença - tudo se elativiza ao infinito. Num mundo sem valores a definir, em que udo dependa do gosto, não há lugar para uma razão ética, uma definição de princípios, uma preocupação moral, um empenho numa análise estética. O autoritarismo do gosto, tomado em sentido absoluto, apaga as diferenças reais e proclama a servidão ao capricho. Mas há quem goste das fórmulas ditatoriais, em vez de enfrentar o desafio de ponderar as nossas contradições
.

                                                (Emiliano Barreira, inédito)

Está plenamente adequada a correlação entre tempos e modos verbais em:
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Q472281 Português
                                    Questão de gosto

            ;A expressão parece ter sido criada para encerrar uma discussão. Quando alguém apela para a tal da “questão de gosto”, é como se dissesse: “chega de conversa, inútil discutir”.
A partir daí nenhuma polêmica parece necessária, ou mesmo possível. “Você gosta de Beethoven? Eu prefiro ouvir fanfarra de colégio.” Questão de gosto.
            Levada a sério, radicalizada, a “questão de gosto” dispensa razões e argumentos, estanca o discurso crítico, desiste da reflexão, afirmando despoticamente a instância definitiva da
mais rasa subjetividade. Gosto disso, e pronto, estamos conversados. Ao interlocutor, para sempre desarmado, resta engolir em seco o gosto próprio, impedido de argumentar. Afinal, gosto não se discute.
            Mas se tudo é questão de gosto, a vida vale a morte, o silêncio vale a palavra, a ausência vale a presença - tudo se elativiza ao infinito. Num mundo sem valores a definir, em que udo dependa do gosto, não há lugar para uma razão ética, uma definição de princípios, uma preocupação moral, um empenho numa análise estética. O autoritarismo do gosto, tomado em sentido absoluto, apaga as diferenças reais e proclama a servidão ao capricho. Mas há quem goste das fórmulas ditatoriais, em vez de enfrentar o desafio de ponderar as nossas contradições
.

                                                (Emiliano Barreira, inédito)

Atente para as seguintes afirmações:

I. No 1° parágrafo, a menção a Beethoven e a fanfarra de colégio ilustra bem a disposição do autor em colocar lado a lado manifestações artísticas de valor equivalente.
II. No 2° parágrafo, o termo despoticamente qualifica o modo pelo qual alguns interlocutores dispõem-se a desenvolver uma polêmica.
III. No 3° parágrafo, a expressão servidão ao capricho realça a acomodação de quem não se dispõe a enfrentar a argumentação crítica.

Em relação ao texto está correto o que se afirma APENAS em
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Q472280 Português
                                    Questão de gosto

            ;A expressão parece ter sido criada para encerrar uma discussão. Quando alguém apela para a tal da “questão de gosto”, é como se dissesse: “chega de conversa, inútil discutir”.
A partir daí nenhuma polêmica parece necessária, ou mesmo possível. “Você gosta de Beethoven? Eu prefiro ouvir fanfarra de colégio.” Questão de gosto.
            Levada a sério, radicalizada, a “questão de gosto” dispensa razões e argumentos, estanca o discurso crítico, desiste da reflexão, afirmando despoticamente a instância definitiva da
mais rasa subjetividade. Gosto disso, e pronto, estamos conversados. Ao interlocutor, para sempre desarmado, resta engolir em seco o gosto próprio, impedido de argumentar. Afinal, gosto não se discute.
            Mas se tudo é questão de gosto, a vida vale a morte, o silêncio vale a palavra, a ausência vale a presença - tudo se elativiza ao infinito. Num mundo sem valores a definir, em que udo dependa do gosto, não há lugar para uma razão ética, uma definição de princípios, uma preocupação moral, um empenho numa análise estética. O autoritarismo do gosto, tomado em sentido absoluto, apaga as diferenças reais e proclama a servidão ao capricho. Mas há quem goste das fórmulas ditatoriais, em vez de enfrentar o desafio de ponderar as nossas contradições
.

                                                (Emiliano Barreira, inédito)

Definida como instância definitiva da mais rasa subjetividade, a questão de gosto opõe-se, terminantemente,
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Q472279 Português
                                          Diante do futuro


            Que me importa o presente? No futuro é que está a existência dos verdadeiros homens. Guyau*, a quem não me canso de citar, disse em uma de suas obras estas palavras:
            “Porventura sei eu se viverei amanhã, se viverei mais uma hora, se a minha mão poderá terminar esta linha que começo? A vida está por todos os lados cercada pelo Desconhecido. Todavia executo, trabalho, empreendo; e em todos os meus atos, em todos os meus pensamentos, eu pressuponho esse futuro com o qual nada me autoriza a contar. A minha atividade excede em cada minuto o instante presente, estende- se ao futuro. Eu consumo a minha energia sem recear que esse consumo seja uma perda estéril, imponho-me privações, contando que o futuro as resgatará - e sigo o meu caminho. Essa incerteza que me comprime de todos os lados equivale para mim a uma certeza e torna possível a minha liberdade - é o fundamento da moral especulativa com todos os riscos. O meu
pensamento vai adiante dela, com a minha atividade; ele prepara o mundo, dispõe do futuro. Parece-me que sou senhor do infinito, porque o meu poder não é equivalente a nenhuma quantidade determinada; quanto mais trabalho, mais espero.”


                              * Jean-Marie Guyau (1854-1888), filósofo e poeta francês.
                              (PRADO, Antonio Arnoni (org.). Lima Barreto: uma autobiografia literária. São Paulo: Editora 34, 2012. p. 164)


A construção da frase eu pressuponho esse futuro com o qual nada me autoriza a contar  permanecerá correta caso se substitua o elemento sublinhado por
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Q472277 Português
                                          Diante do futuro


            Que me importa o presente? No futuro é que está a existência dos verdadeiros homens. Guyau*, a quem não me canso de citar, disse em uma de suas obras estas palavras:
            “Porventura sei eu se viverei amanhã, se viverei mais uma hora, se a minha mão poderá terminar esta linha que começo? A vida está por todos os lados cercada pelo Desconhecido. Todavia executo, trabalho, empreendo; e em todos os meus atos, em todos os meus pensamentos, eu pressuponho esse futuro com o qual nada me autoriza a contar. A minha atividade excede em cada minuto o instante presente, estende- se ao futuro. Eu consumo a minha energia sem recear que esse consumo seja uma perda estéril, imponho-me privações, contando que o futuro as resgatará - e sigo o meu caminho. Essa incerteza que me comprime de todos os lados equivale para mim a uma certeza e torna possível a minha liberdade - é o fundamento da moral especulativa com todos os riscos. O meu
pensamento vai adiante dela, com a minha atividade; ele prepara o mundo, dispõe do futuro. Parece-me que sou senhor do infinito, porque o meu poder não é equivalente a nenhuma quantidade determinada; quanto mais trabalho, mais espero.”


                              * Jean-Marie Guyau (1854-1888), filósofo e poeta francês.
                              (PRADO, Antonio Arnoni (org.). Lima Barreto: uma autobiografia literária. São Paulo: Editora 34, 2012. p. 164)


Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:
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Q472276 Português
                                          Diante do futuro


            Que me importa o presente? No futuro é que está a existência dos verdadeiros homens. Guyau*, a quem não me canso de citar, disse em uma de suas obras estas palavras:
            “Porventura sei eu se viverei amanhã, se viverei mais uma hora, se a minha mão poderá terminar esta linha que começo? A vida está por todos os lados cercada pelo Desconhecido. Todavia executo, trabalho, empreendo; e em todos os meus atos, em todos os meus pensamentos, eu pressuponho esse futuro com o qual nada me autoriza a contar. A minha atividade excede em cada minuto o instante presente, estende- se ao futuro. Eu consumo a minha energia sem recear que esse consumo seja uma perda estéril, imponho-me privações, contando que o futuro as resgatará - e sigo o meu caminho. Essa incerteza que me comprime de todos os lados equivale para mim a uma certeza e torna possível a minha liberdade - é o fundamento da moral especulativa com todos os riscos. O meu
pensamento vai adiante dela, com a minha atividade; ele prepara o mundo, dispõe do futuro. Parece-me que sou senhor do infinito, porque o meu poder não é equivalente a nenhuma quantidade determinada; quanto mais trabalho, mais espero.”


                              * Jean-Marie Guyau (1854-1888), filósofo e poeta francês.
                              (PRADO, Antonio Arnoni (org.). Lima Barreto: uma autobiografia literária. São Paulo: Editora 34, 2012. p. 164)


Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em:
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Q472275 Português
                                          Diante do futuro


            Que me importa o presente? No futuro é que está a existência dos verdadeiros homens. Guyau*, a quem não me canso de citar, disse em uma de suas obras estas palavras:
            “Porventura sei eu se viverei amanhã, se viverei mais uma hora, se a minha mão poderá terminar esta linha que começo? A vida está por todos os lados cercada pelo Desconhecido. Todavia executo, trabalho, empreendo; e em todos os meus atos, em todos os meus pensamentos, eu pressuponho esse futuro com o qual nada me autoriza a contar. A minha atividade excede em cada minuto o instante presente, estende- se ao futuro. Eu consumo a minha energia sem recear que esse consumo seja uma perda estéril, imponho-me privações, contando que o futuro as resgatará - e sigo o meu caminho. Essa incerteza que me comprime de todos os lados equivale para mim a uma certeza e torna possível a minha liberdade - é o fundamento da moral especulativa com todos os riscos. O meu
pensamento vai adiante dela, com a minha atividade; ele prepara o mundo, dispõe do futuro. Parece-me que sou senhor do infinito, porque o meu poder não é equivalente a nenhuma quantidade determinada; quanto mais trabalho, mais espero.”


                              * Jean-Marie Guyau (1854-1888), filósofo e poeta francês.
                              (PRADO, Antonio Arnoni (org.). Lima Barreto: uma autobiografia literária. São Paulo: Editora 34, 2012. p. 164)


O fato de nossa vida estar cercada pelo Desconhecido não deve implicar uma restrição aos empreendimentos humanos, já que, para Guyau,
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Q471487 Governança de TI
Uma equipe de Segurança da Informação está realizando o processo avaliar e gerenciar os riscos, definido pelo COBIT 4.1, observando aquilo que pode comprometer a proteção dos ativos de TI. Esse processo está relacionado com o domínio da governança:
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Q471485 Governança de TI
Segundo a ITIL V3, a comunicação de usuários, clientes e fornecedores com o provedor de serviços de TI é mais intensa e a percepção da efetiva qualidade do serviço prestado é maior no estágio de
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Q471484 Governança de TI
Um operador de um Centro de Processamento de Dados executou um programa de computador antes do momento previsto, criando defeitos nos relatórios impressos gerados por tal programa de aplicação. Segundo os princípios da ITIL V.3, o operador cometeu ou criou
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Q471483 Governança de TI
Uma equipe está reunida para avaliar melhorias nos serviços de TI, cumprindo com práticas recomendadas para o estágio de Melhoria Contínua de Serviço da ITIL V3. É produto desse trabalho, o
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Q471482 Governança de TI
Uma equipe está trabalhando em atividades de homologação de mudanças nas soluções de TI. Segundo o COBIT 4.1, essas atividades contempladas no processo de Instalar e Homologar Soluções e Mudanças atendem aos seguintes objetivos da governança de TI: responder os requerimentos de negócios de maneira alinhada com a estratégia de negócios e
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Q471481 Governança de TI
Um responsável pelo processo de negócio de compras de materiais está avaliando o desempenho dos serviços de TI que o atendem, observando os custos desses serviços frente ao resultado que trazem para o desempenho das atividades de negócio. Ele observa os relatórios de desempenho apresentados pela equipe de TI, confronta-os com a sua realidade operacional, debate seus achados com os responsáveis por desenvolvimento e operações de soluções de TI e procura identificar possíveis remediações necessárias. Essas atividades estão contempladas no domínio do COBIT 4.1, denominado
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Respostas
2581: D
2582: B
2583: C
2584: A
2585: D
2586: E
2587: B
2588: A
2589: E
2590: C
2591: C
2592: B
2593: E
2594: A
2595: D
2596: D
2597: A
2598: E
2599: C
2600: D