Questões de Concurso
Para analista judiciário - tecnologia da informação
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- Domínios genéricos: definem hosts registrados de acordo com seus comportamentos genéricos. Cada nó na árvore define um domínio, que é um índice para um banco de dados de espaço de nomes de domínios.
- Domínios ..I... : esta seção usa abreviaturas de 2 caracteres para designar nações. O segundo label pode ser composto por designações nacionais organizacionais ou mais específicas daquela nacionalidade.
- Domínio ..II..... : é usado para associar um endereço a um nome de domínio. Para tratar uma consulta de ponteiros (PTR), este domínio é acrescentado ao espaço de nomes de domínios com o nó de primeiro nível chamado ..III..... (por razões históricas). O segundo nível também é um nó simples que corresponde ao inverse address. O restante do domínio define endereços IP. Para seguir a convenção de ler labels de domínio de baixo para cima, um endereço IP como 132.34.45.121 é lido como ..IV.. .
As lacunas I, II, III e IV são, correta e respectivamente, preenchidas por:
I. A Norma NBR ISO/IEC 12207: 2009 possui duas seções principais para tratar os processos de software: Processos de Contexto de Sistema, para ser utilizado na implementação de um produto ou de um serviço de software que seja elemento de um sistema maior, e Processos Específicos de Software, para lidar com produto ou serviço de software ou um sistema de software independente.
II. O método definido pela Norma ISO/IEC 20968: 2002 pode ser usado para medir o tamanho funcional de qualquer aplicação de software que possa ser descrita em termos de transações lógicas, cada uma composta por um componente de entrada, processo e saída. As regras de tamanho foram designadas para aplicações de software do domínio de sistemas de informação de negócios, nas quais o componente de processamento de cada transação tende a ser determinado por considerações de armazenamento ou recuperação de informação.
III. Há duas categorias de processos de projeto, de acordo com a Norma NBR ISO/IEC 12207: 2009, Processos de Gestão de Projeto, utilizados para planejar, executar, avaliar e controlar o progresso de um projeto e Processos de Apoio ao Projeto, que fornecem um conjunto de tarefas específicas focadas na execução de um objetivo de gerenciamento especializado.
Está correto o que consta APENAS em

Uma primitiva importante dos diagramas de ..I... é a troca de mensagem, como na figura acima, que ilustra a troca de mensagens entre objetos e entre atores e objetos. Estas mensagens, utilizadas para indicar interação ou comunicação, podem ter diferentes significados:
- Chamada: significa que um objeto está solicitando a execução de ...II.... de um outro objeto. Para isso, é necessário que ele seja declarado como público ..III...... correspondente.
- Ocorrência de Evento: um evento é algum acontecimento externo ao software, mas que é a ele notificado, pois lhe diz respeito. Exemplos são as saídas para dispositivos (como disco ou monitor) feitos através de serviços do sistema operacional. Esta é a forma padrão de interação entre ...IV..... .
As lacunas I, II, III e IV são, correta e respectivamente, preenchidas em:
I. Seu objetivo é criar um “código limpo que funcione”. Trabalha com a estratégia Red - Green - Refactor:
- Codifique o teste;
- Faça-o compilar e executar. O teste não deve passar (Red).
- Implemente o requisito e faça o teste passar (Green).
- Refatore o código (Refactor).
II. Suas práticas, regras e valores garantem um agradável ambiente de desenvolvimento de software para os seus seguidores, que são conduzidos pelos princípios básicos:
- Comunicação - manter o melhor relacionamento possível entre clientes e desenvolvedores, preferindo conversas pessoais a outros meios de comunicação;
- Simplicidade - implementar apenas requisitos atuais, evitando adicionar funcionalidades que podem ser importantes somente no futuro;
- Feedback - o desenvolvedor terá informações constantes do cliente e do código, em que testes constantes indicam os erros tanto individuais quanto do software integrado;
- Coragem - encorajar as pessoas que não possuem facilidade de comunicação e bom relacionamento interpessoal, encorajar a equipe a experimentar e buscar novas soluções, além de encorajar a obtenção de feedback do cliente.
III. Objetiva capturar os critérios de aceitação para as funcionalidades em desenvolvimento. Trabalha com as seguintes etapas:
- Discutir (Discuss): discussão colaborativa com a equipe visando elicitar os critérios de aceitação.
- Refinar (Distill): refinamento dos critérios de aceitação em um conjunto concreto de cenários/exemplos de uso descrevendo o comportamento esperado da aplicação em uma linguagem comum a todos os membros da equipe.
- Desenvolver (Develop): transformação dos testes de aceitação (descrevendo o comportamento esperado do software) em testes/especificação automatizados.
IV. Suas práticas incluem:
- Envolver as partes interessadas no processo através de Outside-in Development.
- Usar exemplos para descrever o comportamento de uma aplicação ou unidades de código.
- Automatizar os exemplos para prover um feedback rápido e testes de regressão.
- Usar o verbo deve (should) ao descrever o comportamento de software para ajudar a esclarecer responsabilidades e permitir que funcionalidades sejam questionadas.
- Usar dublês de teste (mocks, stubs, fakes, dummies, spies) para auxiliar na colaboração entre módulos e códigos que ainda não foram escritos.
Os processos ágeis I, II, III e IV são, correta e respectivamente, denominados:
A expressão parece ter sido criada para encerrar uma discussão. Quando alguém apela para a tal da “questão de gosto”, é como se dissesse: “chega de conversa, inútil discutir”.
A partir daí nenhuma polêmica parece necessária, ou mesmo possível. “Você gosta de Beethoven? Eu prefiro ouvir fanfarra de colégio.” Questão de gosto.
Levada a sério, radicalizada, a “questão de gosto” dispensa razões e argumentos, estanca o discurso crítico, desiste da reflexão, afirmando despoticamente a instância definitiva da
mais rasa subjetividade. Gosto disso, e pronto, estamos conversados. Ao interlocutor, para sempre desarmado, resta engolir em seco o gosto próprio, impedido de argumentar. Afinal, gosto não se discute.
Mas se tudo é questão de gosto, a vida vale a morte, o silêncio vale a palavra, a ausência vale a presença - tudo se elativiza ao infinito. Num mundo sem valores a definir, em que udo dependa do gosto, não há lugar para uma razão ética, uma definição de princípios, uma preocupação moral, um empenho numa análise estética. O autoritarismo do gosto, tomado em sentido absoluto, apaga as diferenças reais e proclama a servidão ao capricho. Mas há quem goste das fórmulas ditatoriais, em vez de enfrentar o desafio de ponderar as nossas contradições.
(Emiliano Barreira, inédito)
A expressão parece ter sido criada para encerrar uma discussão. Quando alguém apela para a tal da “questão de gosto”, é como se dissesse: “chega de conversa, inútil discutir”.
A partir daí nenhuma polêmica parece necessária, ou mesmo possível. “Você gosta de Beethoven? Eu prefiro ouvir fanfarra de colégio.” Questão de gosto.
Levada a sério, radicalizada, a “questão de gosto” dispensa razões e argumentos, estanca o discurso crítico, desiste da reflexão, afirmando despoticamente a instância definitiva da
mais rasa subjetividade. Gosto disso, e pronto, estamos conversados. Ao interlocutor, para sempre desarmado, resta engolir em seco o gosto próprio, impedido de argumentar. Afinal, gosto não se discute.
Mas se tudo é questão de gosto, a vida vale a morte, o silêncio vale a palavra, a ausência vale a presença - tudo se elativiza ao infinito. Num mundo sem valores a definir, em que udo dependa do gosto, não há lugar para uma razão ética, uma definição de princípios, uma preocupação moral, um empenho numa análise estética. O autoritarismo do gosto, tomado em sentido absoluto, apaga as diferenças reais e proclama a servidão ao capricho. Mas há quem goste das fórmulas ditatoriais, em vez de enfrentar o desafio de ponderar as nossas contradições.
(Emiliano Barreira, inédito)
I. No 1° parágrafo, a menção a Beethoven e a fanfarra de colégio ilustra bem a disposição do autor em colocar lado a lado manifestações artísticas de valor equivalente.
II. No 2° parágrafo, o termo despoticamente qualifica o modo pelo qual alguns interlocutores dispõem-se a desenvolver uma polêmica.
III. No 3° parágrafo, a expressão servidão ao capricho realça a acomodação de quem não se dispõe a enfrentar a argumentação crítica.
Em relação ao texto está correto o que se afirma APENAS em
A expressão parece ter sido criada para encerrar uma discussão. Quando alguém apela para a tal da “questão de gosto”, é como se dissesse: “chega de conversa, inútil discutir”.
A partir daí nenhuma polêmica parece necessária, ou mesmo possível. “Você gosta de Beethoven? Eu prefiro ouvir fanfarra de colégio.” Questão de gosto.
Levada a sério, radicalizada, a “questão de gosto” dispensa razões e argumentos, estanca o discurso crítico, desiste da reflexão, afirmando despoticamente a instância definitiva da
mais rasa subjetividade. Gosto disso, e pronto, estamos conversados. Ao interlocutor, para sempre desarmado, resta engolir em seco o gosto próprio, impedido de argumentar. Afinal, gosto não se discute.
Mas se tudo é questão de gosto, a vida vale a morte, o silêncio vale a palavra, a ausência vale a presença - tudo se elativiza ao infinito. Num mundo sem valores a definir, em que udo dependa do gosto, não há lugar para uma razão ética, uma definição de princípios, uma preocupação moral, um empenho numa análise estética. O autoritarismo do gosto, tomado em sentido absoluto, apaga as diferenças reais e proclama a servidão ao capricho. Mas há quem goste das fórmulas ditatoriais, em vez de enfrentar o desafio de ponderar as nossas contradições.
(Emiliano Barreira, inédito)
Que me importa o presente? No futuro é que está a existência dos verdadeiros homens. Guyau*, a quem não me canso de citar, disse em uma de suas obras estas palavras:
“Porventura sei eu se viverei amanhã, se viverei mais uma hora, se a minha mão poderá terminar esta linha que começo? A vida está por todos os lados cercada pelo Desconhecido. Todavia executo, trabalho, empreendo; e em todos os meus atos, em todos os meus pensamentos, eu pressuponho esse futuro com o qual nada me autoriza a contar. A minha atividade excede em cada minuto o instante presente, estende- se ao futuro. Eu consumo a minha energia sem recear que esse consumo seja uma perda estéril, imponho-me privações, contando que o futuro as resgatará - e sigo o meu caminho. Essa incerteza que me comprime de todos os lados equivale para mim a uma certeza e torna possível a minha liberdade - é o fundamento da moral especulativa com todos os riscos. O meu
pensamento vai adiante dela, com a minha atividade; ele prepara o mundo, dispõe do futuro. Parece-me que sou senhor do infinito, porque o meu poder não é equivalente a nenhuma quantidade determinada; quanto mais trabalho, mais espero.”
* Jean-Marie Guyau (1854-1888), filósofo e poeta francês.
(PRADO, Antonio Arnoni (org.). Lima Barreto: uma autobiografia literária. São Paulo: Editora 34, 2012. p. 164)
Que me importa o presente? No futuro é que está a existência dos verdadeiros homens. Guyau*, a quem não me canso de citar, disse em uma de suas obras estas palavras:
“Porventura sei eu se viverei amanhã, se viverei mais uma hora, se a minha mão poderá terminar esta linha que começo? A vida está por todos os lados cercada pelo Desconhecido. Todavia executo, trabalho, empreendo; e em todos os meus atos, em todos os meus pensamentos, eu pressuponho esse futuro com o qual nada me autoriza a contar. A minha atividade excede em cada minuto o instante presente, estende- se ao futuro. Eu consumo a minha energia sem recear que esse consumo seja uma perda estéril, imponho-me privações, contando que o futuro as resgatará - e sigo o meu caminho. Essa incerteza que me comprime de todos os lados equivale para mim a uma certeza e torna possível a minha liberdade - é o fundamento da moral especulativa com todos os riscos. O meu
pensamento vai adiante dela, com a minha atividade; ele prepara o mundo, dispõe do futuro. Parece-me que sou senhor do infinito, porque o meu poder não é equivalente a nenhuma quantidade determinada; quanto mais trabalho, mais espero.”
* Jean-Marie Guyau (1854-1888), filósofo e poeta francês.
(PRADO, Antonio Arnoni (org.). Lima Barreto: uma autobiografia literária. São Paulo: Editora 34, 2012. p. 164)
Que me importa o presente? No futuro é que está a existência dos verdadeiros homens. Guyau*, a quem não me canso de citar, disse em uma de suas obras estas palavras:
“Porventura sei eu se viverei amanhã, se viverei mais uma hora, se a minha mão poderá terminar esta linha que começo? A vida está por todos os lados cercada pelo Desconhecido. Todavia executo, trabalho, empreendo; e em todos os meus atos, em todos os meus pensamentos, eu pressuponho esse futuro com o qual nada me autoriza a contar. A minha atividade excede em cada minuto o instante presente, estende- se ao futuro. Eu consumo a minha energia sem recear que esse consumo seja uma perda estéril, imponho-me privações, contando que o futuro as resgatará - e sigo o meu caminho. Essa incerteza que me comprime de todos os lados equivale para mim a uma certeza e torna possível a minha liberdade - é o fundamento da moral especulativa com todos os riscos. O meu
pensamento vai adiante dela, com a minha atividade; ele prepara o mundo, dispõe do futuro. Parece-me que sou senhor do infinito, porque o meu poder não é equivalente a nenhuma quantidade determinada; quanto mais trabalho, mais espero.”
* Jean-Marie Guyau (1854-1888), filósofo e poeta francês.
(PRADO, Antonio Arnoni (org.). Lima Barreto: uma autobiografia literária. São Paulo: Editora 34, 2012. p. 164)
Que me importa o presente? No futuro é que está a existência dos verdadeiros homens. Guyau*, a quem não me canso de citar, disse em uma de suas obras estas palavras:
“Porventura sei eu se viverei amanhã, se viverei mais uma hora, se a minha mão poderá terminar esta linha que começo? A vida está por todos os lados cercada pelo Desconhecido. Todavia executo, trabalho, empreendo; e em todos os meus atos, em todos os meus pensamentos, eu pressuponho esse futuro com o qual nada me autoriza a contar. A minha atividade excede em cada minuto o instante presente, estende- se ao futuro. Eu consumo a minha energia sem recear que esse consumo seja uma perda estéril, imponho-me privações, contando que o futuro as resgatará - e sigo o meu caminho. Essa incerteza que me comprime de todos os lados equivale para mim a uma certeza e torna possível a minha liberdade - é o fundamento da moral especulativa com todos os riscos. O meu
pensamento vai adiante dela, com a minha atividade; ele prepara o mundo, dispõe do futuro. Parece-me que sou senhor do infinito, porque o meu poder não é equivalente a nenhuma quantidade determinada; quanto mais trabalho, mais espero.”
* Jean-Marie Guyau (1854-1888), filósofo e poeta francês.
(PRADO, Antonio Arnoni (org.). Lima Barreto: uma autobiografia literária. São Paulo: Editora 34, 2012. p. 164)