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I- O orçamento anual pode ser alterado por meio de créditos adicionais. Por crédito adicional, entendem-se as autorizações de despesas não computadas, ou insuficientemente dotadas na Lei Orçamentária. II- Os créditos adicionais são classificados em suplementares, os destinados a reforço de dotação orçamentária; especiais, os destinados a despesas para às quais não haja dotação orçamentária específica; e extraordinários, os destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina, ou calamidade pública. III- São considerados como alguns dos recursos disponíveis para fins de abertura de créditos suplementares e extraordinários: o superávit financeiro apurado em balanço financeiro do exercício anterior; os recursos provenientes de excesso de arrecadação da receita extraorçamentária. IV- A vigência dos créditos adicionais restringe-se ao exercício financeiro em que foram autorizados, exceto os créditos especiais e extraordinários abertos nos últimos quatro meses do exercício financeiro, que poderão ter seus saldos reabertos por instrumento legal apropriado, situação na qual a vigência fica prorrogada até o término do exercício financeiro subsequente.
Princípio que “apresenta, na realidade, dois aspectos: pode ser considerado em relação ao modo de atuação do agente público, do qual se espera o melhor desempenho possível de suas atribuições, para lograr os melhores resultados; e em relação ao modo de organizar, estruturar, disciplinar a Administração Pública, também com o mesmo objetivo de alcançar os melhores resultados na prestação do serviço público.” (DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. 14ª ed. São Paulo: Editora Atlas, 2011). O conceito exposto é sobre o:
COLUNA I.
Dispensa.
Inexigibilidade.
COLUNA II.
( ) Nos casos de guerra, ou grave perturbação da ordem. ( ) Para aquisição de materiais, equipamentos, ou gêneros que só possam ser fornecidos por produtor, empresa, ou representante comercial exclusivo, vedada a preferência de marca; devendo a comprovação de exclusividade ser feita através de atestado fornecido pelo órgão de registro do comércio do local em que se realizaria a licitação, a obra, ou o serviço pelo Sindicato, Federação, Confederação Patronal, ou ainda, pelas entidades equivalentes. ( ) Quando a União tiver que intervir no domínio econômico para regular preços, ou normalizar o abastecimento. ( ) Para contratação de profissional de qualquer setor artístico, diretamente, ou através de empresário exclusivo, desde que consagrado pela crítica especializada, ou pela opinião pública.
I- Auditoria financeira. II- Auditoria operacional. III- Auditoria gerencial. IV- Auditoria de conformidade.
Podemos afirmar que
03- A soberania. 08- A cidadania. 11- A individualidade da pessoa humana. 15- O pluralismo político. 26- Os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa. 32- O agrupamento partidário.
A soma exata dos itens corretos é:
I - A formatação e o layout são congelados. II - As pessoas podem exibir os slides, mesmo que não tenham o PowerPoint, e podem alterá-los. III - Não é possível salvar um documento inteiro em PDF.
É correto afirmar que:
Quanto à colonização do Estado de Rondônia, nas décadas de 1970-1980, é incorreto afirmar:
Assinale a alternativa cujos rios não sejam rondonienses:
Fonte: Texto - Montezuma Cruz, Fotos - Arquivo Secom e Rinkon Martins - Secom - Governo de Rondônia. Disponível em http://www.rondonia.ro.gov.br/unidades-de-conservacao-em-rondonia-evitam-turistasamparam-idosos-e-redobram-esforcos-contra-roubo-de-madeira/, acessada em 24/03/2020.
Unidades de Conservação em Rondônia evitam turistas, amparam idosos e redobram esforços contra roubo de madeira.
24 de março de 2020 | Governo do Estado de Rondônia.

Mesmo monitoradas pelas secretarias estaduais do desenvolvimento ambiental e da saúde, as 38 Unidades de Conservação de Rondônia têm fiscalização redobrada no atual período de ataque do novo Coronavírus (COVID-19). Isso se deve à pressão exercida por toreiros e madeireiros, em extração ilegal. “As áreas sujeitas a invasões totalizam 10% da área do Estado (237,5 mil Km²), e além do nosso pessoal fazemos a vigilância por satélite”, disse o coordenador Denison Trindade. [...] A operação lacrou madeireiras. Em consequência da disseminação do coronavírus, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) emitiu a nota nº 24/2020, referente ao vigoramento do Decreto nº 24.871, de 16 de março, do governador Marcos Rocha, determinando situação de emergência no âmbito da saúde pública do Estado e dispondo sobre medidas temporárias de prevenção ao contágio. “É justamente isso que também nos preocupa: ao mesmo tempo em que buscamos evitar a derrubada e o roubo de madeiras nobres, e de espécies vegetais, precisamos cuidar dos idosos moradores nessas Unidades, eles são muitos”, explicou Trindade.

Segundo o coordenador, a Sedam explicou às equipes de fiscalização a necessidade de evitar ao máximo o contato com os moradores e impedir visitações turísticas. Famílias dessa população tradicional da floresta rondoniense trabalham com o cultivo de açaí e de castanha, produção de óleos de andiroba, babaçu, copaíba, roupas e calçados de látex, sabonetes, entre outros objetos artesanais. As Unidades suspenderam as atividades por 15 dias, e se for necessário, esse prazo poderá ser prorrogado. Trindade acredita que o contato externo causaria transtornos a pessoas que, aparentemente, estão distantes da circulação do vírus. “Por esse motivo, nos anima a manutenção das políticas públicas voltadas para as Unidades, na expectativa de breve recuperação dessa economia”, considerou. Nesse período de prevenção, a fiscalização e o monitoramento darão prioridade às medidas emergenciais de higiene e assepsia.
A notícia traz também as seguintes informações: 1. A Foto da Resex do Rio Ouro Preto, em Guajará-Mirim, fronteira brasileira com a Bolívia. 2. Em 2018, Rondônia conheceu um recorde: 26,5 mil m³ de madeira em toras apreendidas durante a operação Ágata-Ajuricaba I do Exército Brasileiro e outros órgãos de segurança, o suficiente para lotar 1,2 mil caminhões. 3. Foto de Castanha do Pará produzida na Resex Rio Preto-Jacundá. 4. As toras estavam guardadas em galpões e as empresas que as comercializavam estavam envolvidas num esquema que fraudava os sistemas eletrônicos federais DOF (Documento de Origem Florestal).
É verdadeiro o que se afirma,