Questões de Concurso Para professor - língua espanhola

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Ano: 2024 Banca: Instituto Consulplan Órgão: SEED-PR Provas: Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Arte - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Biologia - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Língua Estrangeira Moderna - Espanhol - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Ensino Religioso - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Ciências - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Filosofia - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Física - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Língua Estrangeira Moderna - Francês - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Língua Estrangeira Moderna - Inglês - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Geografia - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - História - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Língua Estrangeira Moderna - Alemão - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Língua Estrangeira Moderna - Italiano - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Língua Portuguesa - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Matemática - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Educação Especial - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Pedagogia - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Química - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Sociologia - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Gestão Escolar (Diretor e Diretor Auxiliar) | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Educação Profissional e Formação de Docentes - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Educação Física - Edital nº 138 |
Q3127463 Pedagogia
A Secretaria Estadual da Educação entregou nesta quarta-feira (9), em Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado, 500 celulares a alunos monitores da rede pública. A solenidade de abertura do programa Aluno Monitor contou com a presença do Secretário da Educação, Roni Miranda, e do diretor de Educação da SEED-PR, Anderfabio dos Santos, e destacou o esforço e o protagonismo dos estudantes. O evento reúne 500 alunos de 32 Núcleos Regionais de Educação (NREs), designados pelo desempenho acadêmico e dedicação ao programa, que inclui mais de 28 mil jovens em todo o estado. Com a participação de mais de 28 mil estudantes, o Programa Aluno Monitor se consolidou como uma das iniciativas mais bem-sucedidas da educação paranaense. Em 2024, 500 alunos foram selecionados entre mais de 10 mil participantes.
(Disponível em: https://www.aen.pr.gov.br/Noticia/. Acesso em: novembro de 2024. Adaptado.)

De acordo com os canais oficiais da SEED Paraná, o principal objetivo do Programa em referência é:
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Ano: 2024 Banca: Instituto Consulplan Órgão: SEED-PR Provas: Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Arte - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Biologia - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Língua Estrangeira Moderna - Espanhol - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Ensino Religioso - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Ciências - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Filosofia - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Física - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Língua Estrangeira Moderna - Francês - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Língua Estrangeira Moderna - Inglês - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Geografia - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - História - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Língua Estrangeira Moderna - Alemão - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Língua Estrangeira Moderna - Italiano - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Língua Portuguesa - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Matemática - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Educação Especial - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Pedagogia - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Química - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Sociologia - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Gestão Escolar (Diretor e Diretor Auxiliar) | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Educação Profissional e Formação de Docentes - Edital nº 138 | Instituto Consulplan - 2024 - SEED-PR - Professor - Educação Física - Edital nº 138 |
Q3127462 Pedagogia
Em uma aula de ciências para o 9º ano do ensino fundamental, a professora propõe uma discussão sobre a evolução das teorias científicas ao longo do tempo, com foco na compreensão de que o conhecimento científico é provisório e influenciado pelo contexto cultural e histórico. Ela começa apresentando exemplos de teorias antigas, como o modelo geocêntrico de Ptolomeu, e discute como o modelo heliocêntrico de Copérnico e as observações de Galileu mudaram essa visão. Em seguida, incentiva os alunos a refletirem sobre como os avanços científicos e as mudanças culturais impactaram o conhecimento científico, evidenciando que as Ciências da Natureza são construções humanas em constante revisão e aprimoramento. A aula destaca o caráter humano do empreendimento científico, mostrando que as teorias e descobertas refletem o contexto e os valores de cada época, uma das competências específicas de ciências previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que estabelece competências gerais e específicas para a educação básica. Considerando a relação entre essas duas dimensões, analise as afirmativas a seguir.

I. As competências específicas são pré-requisitos para o desenvolvimento das competências gerais, uma vez que as primeiras fornecem os conhecimentos e as habilidades básicas necessárias para a construção das segundas.
II. As competências gerais e específicas se desenvolvem de forma isolada, sendo a primeira mais abrangente e a segunda mais específica ao conteúdo de cada área do conhecimento.
III. As competências gerais e específicas se complementam e se desenvolvem de forma inter-relacionada ao longo da escolaridade, com as primeiras orientando o desenvolvimento das segundas e vice-versa.
IV. As competências gerais são desenvolvidas de forma isolada no currículo e não interferem nas competências específicas, que são trabalhadas por disciplina, de acordo com os conteúdos estabelecidos pela BNCC.
V. O desenvolvimento das competências gerais no currículo escolar é integrado ao das competências específicas, de modo que as competências gerais fornecem um fundamento transversal para os conteúdos disciplinares, promovendo uma formação abrangente e contextualizada.

Expressa a dinâmica de desenvolvimento das competências ao longo da escolaridade o que se afirma em
Alternativas
Q3125980 Espanhol
Según la propuesta curricular municipal de Florianópolis, la escuela es responsable por los conocimientos que ocupan espacio en la educación y con eso:
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Q3125979 Espanhol
Es bastante importante que se cree condiciones para que los estudiantes desarrollen habilidades como la percepción y la sensibilidad para:
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Q3125978 Pedagogia
Na Proposta Curricular da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis (2008, p. 16), o “conhecimento é compreendido como patrimônio de todos, riqueza cultural, informação elaborada a serviço da cidadania, e como tal, precisa ser compartilhado”. Com base nessa compreensão, é importante criar condições para que os/as estudantes desenvolvam “a percepção, a sensibilidade, a memória, a imaginação, a atenção, a dúvida, a inventividade, entre tantas outras formas de dialogar com o/no mundo” (FLORIANÓPOLIS, 2011, p. 12).
Se comprende que el conocimiento en la propuesta curricular de la red municipal de enseñanza de Florianópolis ocurre:
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Q3125977 Espanhol
Para que ocurra la formación integral de los alumnos, el currículo sugiere que:
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Q3125976 Espanhol
En la educación básica, la interdisciplinariedad presenta una determinada importancia en la enseñanza, porque:
Alternativas
Q3125975 Espanhol
Se debe considerar para la construcción de un plan de estudios eficaz:
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Q3125974 Espanhol
La transversalidad. La interdisciplinariedad. El currículo global. Las competencias y las tecnologías de la información y la comunicación elementos de reflexión en el diseño curricular
El desarrollo de la educación en el siglo XXI mira con interés la revisión permanente del currículo, como estructura organizacional del hecho educativo, sólo mediante esta acción se mantiene la progresividad de la transformación que cada nación debe considerar para tener correspondencia con los cambios registrados en otras latitudes. Por ello, el acto de enseñar no puede dejar de concebir su accionar desde la transversalidad como principio capaz de propiciar diferentes ejes competentes para generar contenidos en las diferentes áreas del saber de forma emergente, dinámica, flexible y ajustada a las características de cada estudiante. Asimismo, debe combinar con aquellos eventos relativos a la interdisciplinariedad como enfoque científico que ayuda al docente a entretejer las informaciones desde una concepción general para globalizar las disciplinas que al ser conjugadas le aseguran formar ciudadanos capaces de resolver problemas comunes registrados en un contexto particular, dando así respuesta a la construcción de un currículo donde las competencias técnicas e intelectuales son fundamentales para adecuar los espacios educativos a la existencia de los medios tecnológicos generadores de posibles reflexiones acerca de los acontecimientos registrados en un mundo globalizado. Es importante acotar, que esas afirmaciones resultan de los aportes significativos para la elaboración del presente ensayo, mediante el cual, se ofrecen valoraciones esenciales para que cada docente y estudiante tenga la oportunidad de comprender el hecho educativo desde un currículo global, humanizado, mediante el cual se facilita la formación integral y la toma de decisiones ante las necesidades encontradas en el entorno inmediato. Su conducción responde a una revisión bibliográfica estimada bajo interpretaciones críticas que hicieron posible destacar la relevancia que posee la presencia de un diseño curricular asumido como un espacio público, de construcción colectiva, orientado por los elementos antes mencionados. FERNÁNDEZ, B.; SUASNABAS-PACHECO, L.S.; La transversalidad. La interdisciplinariedad. El currículo global. Las competencias y las tecnologías de la información y la comunicación elementos de reflexión en el diseño curricular. Dom. Cien., ISSN: 2477-8818 Vol. 6, núm. 2, abriljunio 2020, p. 158.

Según el documento, el foco principal del desarrollo de la educación en el siglo XXI es:
Alternativas
Q3125973 Espanhol
Es importante enfatizar que el uso de técnicas y procedimientos de métodos antiguos. 
Alternativas
Q3125972 Espanhol
Mediante la enseñanza de idiomas, se puede decir que lo que caracteriza la situación sociohistórica es: 
Alternativas
Q3125971 Espanhol
Al enfrentarse a innumerables barreras en el ámbito educativo, el profesor tiene como principal dificultad en determinar la durabilidad de cada método de enseñanza, porque:
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Q3125970 Espanhol
Se puede afirmar que, los aspectos interrelacionados que reflejan los cambios en la metodología de enseñanza de idiomas extranjeros son:
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Q3125969 Espanhol
Sabemos que los últimos tiempos se han caracterizado por una incesante búsqueda para mejorar la calidad de la enseñanza de lenguas extranjeras, lo que ha derivado en la aparición de diferentes métodos, enfoques o concepciones metodológicas que programan la enseñanza de la lengua y su puesta en práctica en clase. Los cambios ocurridos en la metodología de LE reflejan los cambios acontecidos en aspectos interrelacionados, como son las teorías acerca de la naturaleza del lenguaje y acerca de cómo se aprenden las lenguas, la situación histórico social y las necesidades inmediatas de los que estudian una LE.
Sin embargo, la durabilidad de cada método es difícil de determinar, ya que, como no abarcan periodos cerrados, se superponen en el tiempo, e incluso actualmente se pueden encontrar algunas técnicas y procedimientos característicos de determinados métodos que marcaron un determinado periodo y que continúan siendo utilizados. BARRETO, A. B. P. C. M. Metodología para la enseñanza y aprendizaje del español como lengua extranjera / Ana Beatriz Pérez Cabrera Mafra Barreto. – Natal: IFRN Editora, 2012. p12.
Con arreglo a las palabras de la autora, el foco de la búsqueda en los últimos tiempos en relación con la enseñanza de idiomas extranjeros es:
Alternativas
Q3125968 Espanhol
Después de la lectura hecha sobre el texto, se puede concluir que el significado de graphocentrismo es:
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Q3125967 Espanhol
Además de haber sido uno de los pensadores más influentes de la historia universal, el filósofo y polímata Aristóteles (384 a.C -322 a.C.) decía que:
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Q3125966 Espanhol

De la expresión oral a la producción escrita en la enseñanza de segundas lenguas


Hace ya casi un siglo, F. de Saussure (1915) se refería a la escritura como el disfraz y la fotografía de lo real, es decir, de lo oral, idea que lo llevaba a pensar que la función del lenguaje escrito no sería sino la de representar el lenguaje oral. En otras palabras, el lenguaje oral sería el natural, mientras que el escrito sería el artificial, idea coincidente con el criterio de destrezas primarias y secundarias del que hablaremos más adelante. La actualidad o antigüedad de la idea saussureana, sin embargo, se relativiza al contrastarla con la teoría clásica aristotélica, expuesta en su Perí Hermenéias (o De Interpretatione). Afirmaba el Estagirita (h. -384 – -322) que las “palabras habladas” son “signos de las impresiones o afectos del alma”, mientras que las “palabras escritas” serían signos de las habladas. Conforme a esta teoría, por tanto, la escritura sería un conjunto de “signos de signos”.


Volviendo a Saussure, parece innegable cierta la herencia pedagógica de la Lingüística occidental, decantada claramente por el llamado phonocentrismo: el objeto lingüístico no queda definido por la combinación de la palabra escrita y la palabra hablada; ésta última es la que constituye por sí misma el objeto de la lingüística.


La actitud phonocentrista influyó sobremanera en la enseñanza de la lectura y de la escritura, de modo que pedagogos y psicólogos estaban convencidos de que era necesario llegar a un alto grado de dominio de lo oral para poder abordar lo escrito. Los niños tenían problemas con la ortografía porque sufrían problemas de dicción, y aún hoy, en ciertos tipos de enseñanza, se sostiene que la conciencia fonológica –practicada en el silabeo o en lo que podemos llamar segmentación fonémica– es casi un requisito para aprender a leer. Incluso muchos expertos en literatura infantil defienden que es necesario traducir los textos al uso oral para hacerlos más accesibles a los niños. Como hipótesis diametralmente opuesta, se sitúa un graphocentrismo, que concede la máxima importancia al hecho de poder leer y escribir en otra lengua, independientemente de la capacidad oral de comunicarse. En épocas no demasiado remotas, todavía se consideraba posible aprender francés (o inglés) si se disponía de las siguientes herramientas: la lectura de una buena edición de las obras completas de Victor Hugo (o de William Shakespeare), un diccionario bilingüe y un cuaderno, pese a que el estudiante fuera incapaz de comunicarse oralmente, ejemplificado siempre en la imposibilidad de “pedir un café en un bar” de París (o de Londres). Esta teoría parecía verse confirmada por los testimonios de personas de renombrada fama que se consideraban modelo de brillantez intelectual. Así, por ejemplo, es famoso el caso del escritor y pensador español Miguel de Unamuno, quien, según sus propios testimonios, aprendió noruego (o “[…] dano-noruego, no norso-danés”, como precisaría el autor de Niebla) con las obras teatrales de H. Ibsen que le prestaba el también escritor Ángel Ganivet, o con los ensayos del danés Søren Kierkegaard. También constituía un referente el caso del neurólogo y psiquiatra austriaco S. Freud, quien aseguraba haber aprendido español leyendo directamente El Quijote, por lo cual se atribuía la capacidad de revisar y autorizar la traducción de sus obras a nuestro idioma.


Sin la necesidad de estos casos extremos, es verdad que una inmensa mayoría de aprendices de una L2 apenas pueden superar una frase de diálogo en conversación, pero son capaces de leer e incluso de escribir en un segundo idioma. Este graphocentrismo parece mantenerse en la recurrencia a lo escrito de todos los aprendices de segundas lenguas, que entienden mejor lo que se les dice si (además) lo ven por escrito, o, en su defecto, deletreado para recomponer la forma mentalmente, quizá para poder buscarlo en un diccionario, también escrito, quizá porque ése fue el medio por que aprendieron la forma a la que se enfrentan. TORIJIANO, J. Agustín. Universidad de Salamanca, 2016.


Ferdinand de Saussure (1857-1913), lingüista y filósofo suizo, tuvo una visión acerca de la escritura y, a través de esto, se pude afirmar que:


Alternativas
Q3125965 Espanhol
“Muchos años después, frente al pelotón de fusilamiento, el coronel Aureliano Buendía había de recordar aquella tarde remota en que su padre lo llevó a conocer el hielo. Macondo era entonces una aldea de veinte casas de barro y cañabrava construidas a la orilla de un río de aguas diáfanas que se precipitaban por un lecho de piedras pulidas, blancas y enormes como huevos prehistóricos. El mundo era tan reciente, que muchas cosas carecían de nombre, y para mencionarlas había que señalarlas con el dedo. Todos los años, por el mes de marzo, una familia de gitanos desarrapados plantaba su carpa cerca de la aldea, y con un grande alboroto de pitos y timbales daban a conocer los nuevos inventos. Primero llevaron el imán. Un gitano corpulento, de barba montaraz y manos de gorrión, que se presentó con el nombre de Melquiades, hizo una truculenta demostración pública de lo que él mismo llamaba la octava maravilla de los sabios alquimistas de Macedonia...” MÁRQUEZ, G. G. Cien años de soledad. Buenos Aires: Sudamericana, 1994. p. 9.

De acuerdo con el fragmento de la obra “Cien Años de Soledad”, del escritor colombiano Gabriel García Márquez (1927-2014), señale la alternativa que presenta la mejor justificación sobre el género primario o secundario: 
Alternativas
Q3125964 Espanhol
Relación entre concepciones sobre el lenguaje y la lengua escrita

La necesidad de mejorar la enseñanza de la lectura y la escritura ha llevado a maestros e investigadores a proponer una profunda renovación en este campo, a través de la reflexión, el análisis de problemas y la elaboración de proyectos encaminados a lograr su buen desarrollo. Es ya un lugar común afirmar que leer y escribir son una puerta para acceder al conocimiento, a la comprensión de las relaciones existentes en el mundo natural y social y a la posibilidad de construir y recrear una identidad del sujeto y de la sociedad. Pero también existe consenso sobre la poca efectividad que hasta ahora la escuela ha tenido en la enseñanza de estas competencias. En este sentido, uno de los mayores obstáculos que hay que vencer para lograr esta transformación reside en las concepciones que los maestros han venido manejando sobre lo que significa leer y escribir.

Entendemos las concepciones como conocimientos adquiridos a lo largo de la historia del individuo, por la experiencia personal, la observación del comportamiento de los otros, la recontextualización de la información de origen científico que ha recopilado a través de la formación académica y de la lectura de la realidad social en general, entre otras. Este proceso implica una construcción activa de sentido que le permite al individuo evolucionar a través de etapas de desarrollo mental, hacia una conceptualización mayor, más adecuada para enfrentar situaciones nuevas que se le presenten. Pero las concepciones son persistentes, difícilmente se olvidan y por ello pueden provocar desviaciones en el proceso de adquisición de nuevos conocimientos. Además, permanecen ocultas, por eso se requiere identificar estas ideas previas las cuales hay que confrontar, la mayoría de las veces empecinadamente, para transformarlas mediante un proceso de contraste con las nuevas teorías que circulan en la comunidad académica sobre la naturaleza del lenguaje y de la lengua escrita. Las "viejas ideas" sobre lo que significa leer y escribir y las prácticas de enseñanza que resultan de ellas existen aún en nuestros centros de educación y son todavía las más frecuentes -aunque, claro, existen notorias excepciones; por eso estas formas de conocimiento han de develarse para, a través de ellas, descubrir qué tipo de orientación siguen los docentes en sus prácticas pedagógicas.

Las concepciones son una red semántica de conocimientos construida por el individuo, la cual está edificada, sobre la práctica social y cultural que genera la sociedad. No son simplemente una producción mental sino que más bien corresponden a un proceso que resulta de la elaboración de sentido que se construye en las interacciones lingüísticas. A lo largo de la historia del hombre se ha reflexionado mucho sobre el lenguaje provocando un sin número de investigaciones en el ámbito de la filosofía, la antropología, la sociología, entre otras, donde se ven reflejadas concepciones e imágenes del lenguaje.


BASTAMENTE, B. B.; BOJACÁ, B.; MORALES, R. Relación entre concepciones sobre el lenguaje y la lengua escrita. Universidad Distrital Francisco José de Caldas, Bogotá. Enunciación, 2000-08-00 nro:4-5 pág:109. 
Es posible afirmar que, uno de los mayores obstáculos para la transformación de la enseñanza de lectura y escritura mencionado en el texto es: 
Alternativas
Q3125963 Espanhol
Relación entre concepciones sobre el lenguaje y la lengua escrita

La necesidad de mejorar la enseñanza de la lectura y la escritura ha llevado a maestros e investigadores a proponer una profunda renovación en este campo, a través de la reflexión, el análisis de problemas y la elaboración de proyectos encaminados a lograr su buen desarrollo. Es ya un lugar común afirmar que leer y escribir son una puerta para acceder al conocimiento, a la comprensión de las relaciones existentes en el mundo natural y social y a la posibilidad de construir y recrear una identidad del sujeto y de la sociedad. Pero también existe consenso sobre la poca efectividad que hasta ahora la escuela ha tenido en la enseñanza de estas competencias. En este sentido, uno de los mayores obstáculos que hay que vencer para lograr esta transformación reside en las concepciones que los maestros han venido manejando sobre lo que significa leer y escribir.

Entendemos las concepciones como conocimientos adquiridos a lo largo de la historia del individuo, por la experiencia personal, la observación del comportamiento de los otros, la recontextualización de la información de origen científico que ha recopilado a través de la formación académica y de la lectura de la realidad social en general, entre otras. Este proceso implica una construcción activa de sentido que le permite al individuo evolucionar a través de etapas de desarrollo mental, hacia una conceptualización mayor, más adecuada para enfrentar situaciones nuevas que se le presenten. Pero las concepciones son persistentes, difícilmente se olvidan y por ello pueden provocar desviaciones en el proceso de adquisición de nuevos conocimientos. Además, permanecen ocultas, por eso se requiere identificar estas ideas previas las cuales hay que confrontar, la mayoría de las veces empecinadamente, para transformarlas mediante un proceso de contraste con las nuevas teorías que circulan en la comunidad académica sobre la naturaleza del lenguaje y de la lengua escrita. Las "viejas ideas" sobre lo que significa leer y escribir y las prácticas de enseñanza que resultan de ellas existen aún en nuestros centros de educación y son todavía las más frecuentes -aunque, claro, existen notorias excepciones; por eso estas formas de conocimiento han de develarse para, a través de ellas, descubrir qué tipo de orientación siguen los docentes en sus prácticas pedagógicas.

Las concepciones son una red semántica de conocimientos construida por el individuo, la cual está edificada, sobre la práctica social y cultural que genera la sociedad. No son simplemente una producción mental sino que más bien corresponden a un proceso que resulta de la elaboración de sentido que se construye en las interacciones lingüísticas. A lo largo de la historia del hombre se ha reflexionado mucho sobre el lenguaje provocando un sin número de investigaciones en el ámbito de la filosofía, la antropología, la sociología, entre otras, donde se ven reflejadas concepciones e imágenes del lenguaje.


BASTAMENTE, B. B.; BOJACÁ, B.; MORALES, R. Relación entre concepciones sobre el lenguaje y la lengua escrita. Universidad Distrital Francisco José de Caldas, Bogotá. Enunciación, 2000-08-00 nro:4-5 pág:109. 
El texto define las concepciones que los profesores tienen sobre la lectura y la escritura como:
Alternativas
Respostas
1461: B
1462: B
1463: B
1464: B
1465: A
1466: C
1467: A
1468: B
1469: A
1470: B
1471: A
1472: E
1473: A
1474: A
1475: E
1476: B
1477: C
1478: C
1479: E
1480: A