Questões de Concurso
Para professor - língua espanhola
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De uma perspectiva geral, podemos descrever as variedades linguísticas a partir de dois parâmetros básicos: a variação diatópica e a variação diastrática. [...] A primeira está relacionada às diferenças linguísticas distribuídas no espaço físico, observáveis entre falantes de origens geográficas distintas. A segunda relaciona-se a um conjunto de fatores pertinentes à identidade dos falantes e, também, à organização sociocultural da comunidade de fala.
Fernanda Mussalin e Anna C Bentes Introdução à Linguística: domínios e
fronteiras v 1 São Paulo: Contexto, 2006, p 34 (com adaptações)
Com base nas informações do texto precedente, é correto afirmar
que são exemplos de variação diastrática e de variação diatópica,
respectivamente,

No texto precedente, o emprego da palavra “banco”, nas linhas 5
e 9, exemplifica o fenômeno denominado
A ideia de “mar” não está ligada por relação alguma interior à sequência de sons m-a-r que lhe serve de significante; poderia ser representada igualmente bem por outra sequência, não importa qual.
O significante, sendo de natureza auditiva, desenvolve-se no tempo, unicamente, e tem as características que toma do tempo: representa uma extensão e essa extensão é mensurável em uma só dimensão.
Ferdinand de Saussure Curso de linguística geral
São Paulo: Cultrix, 2006 (com adaptações)
Os parágrafos precedentes tratam, respectivamente, dos seguintes
princípios básicos do signo linguístico:
O texto a seguir é um trecho de uma entrevista concedida por Janet M. Paterson à revista Aletria.
Aletria — Vários críticos, tais como Lacan, Derrida, Levinas, Deleuze, Lévi-Strauss, Bhabha e Spivak, têm discutido a questão da alteridade e as implicações das teorizações baseadas nas percepções do outro. Quais são as bases teóricas de sua pesquisa sobre figurações da alteridade?
Janet M. Paterson — O trabalho do sociossemioticista francês Eric Landowski forneceu o arcabouço conceitual de meu livro. Em Présences de l’Autre: essais de socio-sémiotique, Landowski estuda casos reais de alteridade em Paris, tais como os moradores de rua ou os artistas da região do Centre Pompidou. Isso lhe permitiu elaborar uma metodologia extremamente requintada e precisa que me pareceu muito útil. Mencionarei alguns de seus principais conceitos: a distinção entre diferença e alteridade (distinção que permite a Landowski conceituar alteridade); a necessidade de um grupo de referência (um grupo social dominante) para a existência de qualquer forma de alteridade; e a complexidade dos vários tipos de relações estabelecidas com o outro. Acima de tudo, eu era continuamente lembrada de que na literatura, assim como na sociedade, a alteridade é sempre uma construção.
Na teoria literária, a emergência da noção de alteridade vincula-se
teoricamente de modo mais expressivo aos textos produzidos no
Afinal, qual é a possibilidade de o que se compreende por literatura desde, pelo menos, o século XVIII, sobreviver como expressão cultural significativa e representativa nesse contexto caracterizado pela ubiquidade das mídias, pela transcodificação das linguagens em linguagem digital, pelas novas práticas de leitura que não mais se restringem à página impressa?
Não é simples responder a esse questionamento, dada a complexidade do fenômeno literário, que não se limita a injunções de ordem estética, mas que envolve uma intricada rede de outros elementos que se articulam entre si: a produção (escrita, edição e publicação), a leitura, a circulação. O desafio é, então, compreender esse feixe complexo de elementos em um contexto em que escrever e publicar, ler e legitimar um texto como literário se faz no interior da ubiquidade das mídias, a partir da linguagem digital, em suportes de leitura eletrônicos.
Rejane Cristina Rocha Estudos de literatura brasileira
contemporânea n º 47, jan /jun 2016, p 11-7 (com adaptações)
Acerca da relação entre a estética literária e as mídias digitais
conforme a abordagem do texto apresentado, é correto afirmar que
Com as transformações recentes nas práticas culturais, especialmente com o surgimento de novas mídias, o discurso interartes passa a interessar-se por fenômenos contemporâneos que envolvem textos (agora entendidos em acepção mais ampla na perspectiva semiótica) nem sempre considerados artísticos no sentido tradicional, além de textos híbridos que encontram dificuldades de ser situados no sistema acadêmico. Os estudos interartes podem ser, desse modo, absorvidos pelo estudo das inter-relações e interações entre as várias mídias, entre elas a palavra e a imagem.
Juliana Steil e Enéias Farias Tavares Letras v 25, n º 51
Santa Maria, jul -dez /2015, p 7-11 (com adaptações)
Considerando as ideias do texto precedente, assinale a opção que
indica conceitos fundamentais para o reconhecimento da
peculiaridade definidora dos estudos interartes.
O séc. XX instaura um corte na episteme do século que o antecede ao modificar radicalmente o rumo dos estudos literários. Em vez da concepção de literatura como epifenômeno social ou como ramo de uma ciência hegemônica da qual todas as outras disciplinas derivassem, ou, ainda, como projeção narcísica do sujeito fruidor, dá-se ênfase agora à produção do discurso e às diferenciações discursivas e, em consequência, às indagações acerca da especificidade da literatura e da relação que esta mantém com a “realidade”, em contraposição a outras modalidades de discurso. Nesse contexto, surgem duas linhas de abordagem do literário, conforme a orientação teórica que as caracteriza predominantemente: as abordagens de cunho prevalentemente linguístico e as de cunho prevalentemente cultural, como as distingue Luiz Costa Lima, sem, contudo, deixar de assinalar os traços comuns que as correlacionam.
Sônia Lúcia Ramalho de Farias Graphos v 10,
n º 2 João Pessoa, dez /2008 (com adaptações)
A abordagem literária de cunho prevalentemente cultural
mencionada no texto inclui
Pues no soy mujer que a alguno
de mujer pueda servirle
y solo sé que mi cuerpo,
Sin que a uno u otro se incline
Es neutro, o abstracto, cuanto
sólo el alma deposite.
Internet: <https://cdeassis.wordpress.com>
Después de los finales un grupo de alumnos universitarios se reúne y el tema principal es la dificultad en las pruebas.
Si vosotros hubieran sabido la
contestación, estamos seguros
de que nos la habrían dicho.
Determine respectivamente los tiempos verbales destacados en la frase anterior.

Una solución al problema de la integración de lengua y cultura en
la enseñanza del lengua española es el uso de los anuncios e
imágenes publicitarias. Con algunos elementos de la imagen
precedente se podrían trabajar aspectos como
La profesora norteamericana Lee (2010) llevó a cabo un estudio sobre un grupo de diecisiete estudiantes universitarios que mantuvieron blogs personales durante catorce semanas. La interacción producida gracias a comentarios de los compañeros y a correcciones lingüísticas de la profesora tuvo un impacto positivo posterior sobre la fluidez escrita. Ese mismo año, el estudio de Rivens Mompean (2010) se centró en la creación de un blog por parte de grupos de tres o cuatro estudiantes franceses de inglés y tenía como objetivo medir el valor añadido pedagógico del blog para el desarrollo de la expresión escrita. El análisis cuantitativo de las interacciones mostró el éxito del proyecto en lo que a participación se refiere, aunque hubo gran disparidad en el nivel de aquellas. Desde un punto de vista cualitativo, también resultó positivo, pese a que el blog no se percibió como real sino con fines educativos. Además, la autora concluyó que hay que debatir el papel de las correcciones lingüísticas en este tipo de herramientas ya que cohíben a los participantes.
Internet:<www.webs.ulpgc.es>
Teniendo en cuenta el uso de las nuevas tecnologías, es correcto
afirmar que el estudio sobre los blogs en clase de lengua que es
citado en el texto precedente

