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A influência indireta que a escola exerce ao condicionar a interação entre o professor e o aluno na sala de aula completa-se com outras aprendizagens provocadas pela instituição que não dependem da competência curricular do docente, mas com clara repercussão educacional.
A esse respeito, é correto afirmar:
A respeito do desenvolvimento psicomotor e da maturação motora normal, é correto afirmar:
Caracterizam o desenvolvimento cognitivo normal da criança no período das operações concretas:
1. Idade cronológica entre os 7 e 12 anos.
2. Para a Psicanálise, nessa fase o progenitor do mesmo sexo tende a ser visto como um modelo para o processo de identificação sexual.
3. Entra em conflito a percepção do pai como onipotente e onisciente que tudo pode solucionar, pois a criança passa a conceber que o pai nem tudo sabe.
4. É um período de aquisição de confiança em sua própria competência intelectual. Na disputa de jogos, por exemplo, observa-se forte necessidade de vencer.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Henri Wallon estudou o desenvolvimento infantil, primeiramente na interação entre o equipamento motor e a afetividade do recém-nascido, e depois entre a criança e o campo social. Ele descreveu uma série de fases que correspondem a um estado transitório de equilíbrio que busca suas raízes no passado mas que também se estende ao futuro.
Os trabalhos de Wallon conservam o seu valor pela primazia concedida a dois eixos de referências. Indique-os:
A criança, ao se aproximar dos sete anos de idade, normalmente experimenta mudanças comportamentais e na qualidade de seu raciocínio, pois deixa de tomar a si mesma como ponto de partida para os seus julgamentos e ações, sentindo a necessidade de justificar logicamente as suas ideias.
Tendo isso em conta, são elementos considerados influentes nesse período de desenvolvimento intelectual:
1. Maturação orgânica.
2. A estimulação proveniente do ambiente físico.
3. A estimulação resultante do ambiente social.
4. A tendência a adquirir formas superiores de equilíbrio.
5. A tendência de ampliar o uso da fala egocêntrica em detrimento da fala interacional e social.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
A Dinâmica de grupo constitui um campo de pesquisa voltado ao estudo da natureza do grupo, às leis que regem o seu desenvolvimento e às relações indivíduo-grupo, grupo-grupo e grupo-instituições.
As principais teorias que integram o estudo da
Dinâmica de grupo são:
1. Teoria de campo
2. Teoria de sistema
3. Teoria psicanalista
4. Teoria cognitiva
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
(Disponível em http://www.brasilescola.com/educacao/dificuldadesaprendizagem.htm)
Sobre as dificuldades de aprendizagem mais correntes na prática pedagógica, relacione a segunda coluna de acordo com a primeira:
Coluna 01 ( 1 ) Dislexia ( 2 ) Disgrafia ( 3 ) Dislalia ( 4 ) TDAH
Coluna 02 ( ) Dificuldade na emissão da fala, apresentando pronúncia inadequada das palavras, com trocas de fonemas e sons errados, tornando-as confusas. ( ) De ordem neurológica, é um problema que evidencia sinais de inquietude, desatenção, falta de concentração e impulsividade. ( ) Dificuldade na escrita, associada a letras mal traçadas, ilegíveis, muito próximas, resultando em desorganização na produção de texto. ( ) Problema na leitura, que impede o aluno de ser fluente, pois faz trocas ou omissões de letras, inverte sílabas, apresenta leitura lenta.
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
I. Promover a aprendizagem, garantindo o bem-estar das pessoas em atendimento profissional, devendo valer-se dos recursos disponíveis, incluindo a relação interprofissional. II. Realizar pesquisas científicas no campo da Psicopedagogia. III. Realizar psicoterapias, quando for necessário, e com o auxílio de um psicólogo.
Podemos afirmar que dos itens lidos, estão CORRETOS:
Considere o texto a seguir.

Disponível em: https://www.google.com.br/search. Acesso em 04 de setembro de 2018.
Marque a opção na qual todas as palavras estão grafadas em consonância com o Novo Acordo
Ortográfico da Língua Portuguesa, com vigência obrigatória a partir de 1º de janeiro de 2016, e que a
ortografia se justifica pela mesma regra das palavras apresentadas no segundo quadrinho da tirinha.
Considere a frase:
“[Eu] Falei que a realização profissional não é uma coisa tão relativa assim, pois seriam as mesmas, para você e para mim, as expectativas sobre o sucesso decorrente da escolha da profissão certa.”
Com a substituição da palavra “expectativas” por “expectativa”, qual das opções a seguir teve a concordância (verbal e nominal) ajustada coerentemente?
Considerando que o texto abaixo foi extraído de uma conversa do whatsapp, assinale a opção correta, acerca da variação linguística empregada nele.
Vc ñ falou cmg hj, BB... Estou com sdds. Bjs!
Leia o texto a seguir:
“Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.”
Fernando Pessoa
Marque a opção que classifica correta e simultaneamente os termos em destaque no texto acima.
Leia o excerto a seguir, extraído da obra Iracema (José de Alencar), para responder à questão.
“Depois, Iracema quebrou a flecha homicida, deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada”.
José de Alencar
Leia o excerto a seguir, extraído da obra Iracema (José de Alencar), para responder à questão.
“Depois, Iracema quebrou a flecha homicida, deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada”.
José de Alencar
Assinale a opção em que está corretamente indicada a ordem dos sinais de pontuação que preencham, RESPECTIVAMENTE, as lacunas da seguinte frase:
“Quando se trata de eleição ___ duas coisas devem ser observadas ____ uma é o projeto político proposto pelo candidato ___ a outra é o posicionamento dele ante as demandas populares.”
Noção de erro de português é afetada pela ideia de que,
vista do passado, toda evolução é corrupção
Aldo Bizzocchi
Somos um povo que adora discutir a própria língua. E quando o fazemos, um dos assuntos que invariavelmente vêm à baila é a famigerada questão do erro gramatical. Muito se tem debatido a respeito, e a suposta existência de erros em nossa fala (bem como na escrita) ensejou até o surgimento de uma nova profissão, por sinal lucrativa, a de consultor gramatical. Igualmente, peritos no assunto têm mantido com sucesso colunas em jornais, sites, programas de rádio ou televisão com o propósito de ensinar as pessoas a falar corretamente o seu próprio idioma. Isso porque, segundo o diagnóstico catastrofista desses entendidos, nunca se falou tão mal o português como agora, nossa língua caminha inelutavelmente para a ruína e a dissolução, já não se escreve mais como antigamente, e toda uma interminável cantilena de rabugices.
(...)
É preciso, então, definir claramente o que é o erro em matéria de língua. É evidente que, se um estrangeiro tentando falar português disser “O meu mulher ser muito bonita”, cometerá um erro, a ponto de se poder dizer que isso não é português. Da mesma forma, quando cometemos um lapsus linguae, isto é, um equívoco involuntário do qual temos consciência, estamos diante de um erro linguístico.
Mas o que se costuma chamar de “erro de português” é uma expressão linguística que nada tem de acidental, já que é sistemática e, geralmente, proferida por pessoas de menor nível escolar e socioeconômico, embora possa ocorrer até nos mais altos escalões da sociedade. Para a linguística, que é a ciência da linguagem humana, esse fenômeno não pode ser chamado de erro. Se a língua é um sistema de signos que se articulam segundo leis definidas para permitir a comunicação e o pensamento humanos, toda expressão linguística, mesmo a das pessoas iletradas, cumpre esse papel com eficiência.
(...)
A maioria dos chamados erros constitui, na verdade, um uso linguístico inadequado à situação de comunicação. Para entendermos melhor essa inadequação, vamos fazer uma analogia entre a língua que falamos e a roupa que usamos. Ninguém em sã consciência vai a uma cerimônia de formatura de camiseta e bermudas tampouco vai à praia de terno. Assim como há uma roupa adequada a cada ocasião, há uma forma de expressão linguística, chamada registro ou nível de linguagem, adequada a cada situação de discurso.
(...)
Mas e aquelas pessoas que moram na periferia ou na zona rural e dizem “pobrema”, “cardeneta” ou “puliça”, elas não estão falando errado? Do ponto de vista normativo, sim. Mas, como disse, a gramática normativa só se aplica a situações e ambientes formais. O registro deve, antes de tudo, estar adequado ao contexto social da comunicação. Pessoas que vivem num meio de baixa escolaridade e pronunciam “pobrema” estão adaptadas ao seu habitat. Se você duvida, experimente entrar numa favela do Rio vestindo roupa social e vá conversar com os traficantes usando linguagem de magistrado para ver o que lhe acontece.
Não estou dizendo com isso que o linguajar das pessoas não-escolarizadas deva ser incentivado. É evidente que, como cidadãos, devemos lutar para acabar com a pobreza e a ignorância. Nesse sentido, não apenas pronunciar “pobrema” é errado; morar em favelas ou andar maltrapilho é muito mais. No entanto, muitos brasileiros moram em barracos ou na rua e só têm uma roupa – muitas vezes esfarrapada – para vestir e só um registro para falar. Sua fala é pobre como é pobre a sua existência, tanto física quanto mental. O imaginário da classe média idealiza essas pessoas indo a todos os lugares sempre com a mesma camisa surrada, os mesmos chinelos velhos, e falando com todos sempre do mesmo modo.
Texto adaptado.Fonte: Língua Portuguesa, ano 3, n.º 25, novembro de 2007
Noção de erro de português é afetada pela ideia de que,
vista do passado, toda evolução é corrupção
Aldo Bizzocchi
Somos um povo que adora discutir a própria língua. E quando o fazemos, um dos assuntos que invariavelmente vêm à baila é a famigerada questão do erro gramatical. Muito se tem debatido a respeito, e a suposta existência de erros em nossa fala (bem como na escrita) ensejou até o surgimento de uma nova profissão, por sinal lucrativa, a de consultor gramatical. Igualmente, peritos no assunto têm mantido com sucesso colunas em jornais, sites, programas de rádio ou televisão com o propósito de ensinar as pessoas a falar corretamente o seu próprio idioma. Isso porque, segundo o diagnóstico catastrofista desses entendidos, nunca se falou tão mal o português como agora, nossa língua caminha inelutavelmente para a ruína e a dissolução, já não se escreve mais como antigamente, e toda uma interminável cantilena de rabugices.
(...)
É preciso, então, definir claramente o que é o erro em matéria de língua. É evidente que, se um estrangeiro tentando falar português disser “O meu mulher ser muito bonita”, cometerá um erro, a ponto de se poder dizer que isso não é português. Da mesma forma, quando cometemos um lapsus linguae, isto é, um equívoco involuntário do qual temos consciência, estamos diante de um erro linguístico.
Mas o que se costuma chamar de “erro de português” é uma expressão linguística que nada tem de acidental, já que é sistemática e, geralmente, proferida por pessoas de menor nível escolar e socioeconômico, embora possa ocorrer até nos mais altos escalões da sociedade. Para a linguística, que é a ciência da linguagem humana, esse fenômeno não pode ser chamado de erro. Se a língua é um sistema de signos que se articulam segundo leis definidas para permitir a comunicação e o pensamento humanos, toda expressão linguística, mesmo a das pessoas iletradas, cumpre esse papel com eficiência.
(...)
A maioria dos chamados erros constitui, na verdade, um uso linguístico inadequado à situação de comunicação. Para entendermos melhor essa inadequação, vamos fazer uma analogia entre a língua que falamos e a roupa que usamos. Ninguém em sã consciência vai a uma cerimônia de formatura de camiseta e bermudas tampouco vai à praia de terno. Assim como há uma roupa adequada a cada ocasião, há uma forma de expressão linguística, chamada registro ou nível de linguagem, adequada a cada situação de discurso.
(...)
Mas e aquelas pessoas que moram na periferia ou na zona rural e dizem “pobrema”, “cardeneta” ou “puliça”, elas não estão falando errado? Do ponto de vista normativo, sim. Mas, como disse, a gramática normativa só se aplica a situações e ambientes formais. O registro deve, antes de tudo, estar adequado ao contexto social da comunicação. Pessoas que vivem num meio de baixa escolaridade e pronunciam “pobrema” estão adaptadas ao seu habitat. Se você duvida, experimente entrar numa favela do Rio vestindo roupa social e vá conversar com os traficantes usando linguagem de magistrado para ver o que lhe acontece.
Não estou dizendo com isso que o linguajar das pessoas não-escolarizadas deva ser incentivado. É evidente que, como cidadãos, devemos lutar para acabar com a pobreza e a ignorância. Nesse sentido, não apenas pronunciar “pobrema” é errado; morar em favelas ou andar maltrapilho é muito mais. No entanto, muitos brasileiros moram em barracos ou na rua e só têm uma roupa – muitas vezes esfarrapada – para vestir e só um registro para falar. Sua fala é pobre como é pobre a sua existência, tanto física quanto mental. O imaginário da classe média idealiza essas pessoas indo a todos os lugares sempre com a mesma camisa surrada, os mesmos chinelos velhos, e falando com todos sempre do mesmo modo.
Texto adaptado.Fonte: Língua Portuguesa, ano 3, n.º 25, novembro de 2007