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I. É vedado o assédio moral no âmbito da Administração Pública municipal direta, indireta e fundações públicas, submetendo o servidor a procedimentos repetitivos que impliquem em violação de sua dignidade ou, por qualquer forma, que o sujeitem a condições de trabalho humilhantes ou degradantes.
II. Considera-se também assédio moral as ações, gestos e palavras que impliquem, em desprezo, ignorância ou humilhação ao servidor, que o isolem de contatos com seus superiores hierárquicos e com outros servidores, sujeitando-o a receber informações, atribuições, tarefas e outras atividades somente através de terceiros.
III. Por provocação da parte ofendida, ou de ofício pela autoridade que tiver conhecimento da prática de assédio moral, poderá ser promovida sua imediata apuração, mediante sindicância ou processo administrativo.
IV. Somente os servidores efetivos não poderão sofrer qualquer espécie de constrangimento ou ser sancionado por ter testemunhado atitudes definidas neste inciso ou por tê-las relatado, pena de caracterizar assédio moral.
Está correto o que se afirma apenas em
I. Os desejos dos indivíduos são vistos como um meio para que o objetivo principal da propaganda referida no texto seja atingido.
II. Embora existam conflitos estabelecidos entre os diferentes momentos da história citados no texto, o conceito inicial de propaganda permanece o mesmo.
III. A partir da abordagem do tema desenvolvido, há possibilidades de que o interlocutor do texto estabeleça reflexões de relevância para a sociedade atual.
Está correto o que se afirma em
[…] experiências musicais e as relações formadas através destas que são utilizadas para tratar demandas importantes dos pacientes em longos períodos de tempo, isto é, entre um procedimento de curto prazo a longas internações. Isso pode envolver trabalhar com os pacientes em uma variedade de settings (hospital, clínica, casa, hospital psiquiátrico, consultório particular), com a duração do tratamento variando de acordo com a natureza da condição médica e da relação do cliente com ela.
BRUSCIA, Kenneth E.. Definindo Musicoterapia. 3. ed. Dallas: Barcelona Publishers, 2016.
A definição citada no texto corresponde às práticas médicas
“indivíduos com TEA, aparentemente, possuem uma ativação menor na área pré-motora e na ínsula anterior esquerda, em relação a sujeitos com desenvolvimento típico, em especial durante o processamento de música ‘alegre’, neste caso definida como música tonal em andamento rápido e tonalidade maior”.
SAMPAIO; LOUREIRO; GOMES, 2015, p.146.
Neste contexto, para avaliar a musicoterapia aplicada a indivíduos com TEA (Transtorno do Espectro do Autismo) tem sido proposta a realização do processo de microanálise, que inclui a seguinte ordem de níveis:
Barcellos (2008) ressalta trabalhos clínicos de Musicoterapia em hospitais psiquiátricos que têm como resultado a gravação de CDs, com letras e músicas compostas pelos pacientes. Trata, portanto, da produção musical do paciente, quando ele pode ser visto como o “narrador musical de sua(s) história(s)”, através de sua “performance”.
Acerca desse fenômeno, em musicoterapia, entende-se que
A Musicoterapia vem participando da implementação da Política Nacional de Humanização, em trabalhos realizados, principalmente, em settings hospitalares. Para Pimentel e Barbosa, “a proposta de acolhimento precisa estar pactuada entre todos os profissionais do dispositivo de saúde que desejam implantá-lo [...] o espaço da musicoterapia pode ser oferecido aos usuários, aos profissionais e à gestão do dispositivo em questão”.
BRUSCIA, Kenneth E. Definindo Musicoterapia. 3. ed. Dallas: Barcelona Publishers, 2016.
Com o objetivo de melhorar a escuta aos usuários, por meio da musicoterapia, os settings podem ser vivenciados em: