Questões de Concurso
Para trabalhador braçal
Foram encontradas 1.225 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Assinale a alternativa CORRETA que corresponde ao tipo de enxada que serve principalmente para remover a terra que é mais dura, além de também fazer cortes no solo para plantações:
Em relação aos martelos de por percussão (martelo picareta) ou por percussão e tracção (martelo perfurador), é CORRETO afirmar que são utilizados em trabalhos de pequenas dimensões, com espessuras de até:
Para tijolo cerâmico, o armazenamento deverá ser realizado em locais planos e secos, e, além disso, devem estar dispostos em pilhas de, no máximo, X metros de altura (Latache, 2011).
Assinale a alternativa CORRETA que corresponde ao valor de X:
Com base nos tipos de foice, assinale a alternativa CORRETA que corresponde a uma foice cuja grande lâmina facilita no corte e remoção em pastos, vegetação resistente e horticultura:
Com base nas diferenças entre limas murça, corte e bastarda, sobre a bastarda é CORRETO afirmar que:
"Um dos campos que mais tem avançado para nossa qualidade de vida é a biotecnologia, que é capaz de afetar desde a qualidade do ar que respiramos até os alimentos e medicamentos que ingerimos. Nas duas últimas décadas, muitos seres vivos foram desvendados e utilizados para criar melhorias nas nossas vidas. Conseguimos salvar espécies em extinção, recuperar biomas ameaçados, criar antibióticos mais potentes, erradicar doenças e sintetizar mais princípios ativos, seja para a nutrição ou para a cosmética".
Disponível em: https://www.clicksign.com/blog/avancos-tecnologicos-o-que -foi-e-como-sera-daqui-em-diante/
Ao encontro disso, a biotecnologia tem sido aliada do ser humano há muito tempo, colocando suas criações e descobertas a serviço da preservação da nossa espécie, como:
Aleilton Fonseca
[...]
Linco era o único jogador de nosso time que inventava medo aos adversários. Mas, naquela altura do jogo, parecia preso por um cansaço. Perambulava em campo, quieto, sem dar parte na disputa. Os caras do Malhado relaxaram, deram por ganho o combate. Era só questão de a qualquer momento marcar o gol de misericórdia e ir mergulhar no rio, zombando de nosso “timinho”. Eles começaram a fazer firulas, com toques desconcertantes e às gargalhadas, dando um banho de olé na gente. A plateia de fora se deliciava. Os demais meninos de nossa rua, entre aflitos e conformados, se contorciam. De repente, apertamos a marcação, a bola deu rebote e foi quicando de flerte com Linco. Ele a tocou como quem não quer nada e, sem mais nem menos, inventou um chute torto e certeiro. No ângulo. Este gol nem o comemoramos dada a indiferença do próprio artilheiro.
[...]
Assinale a única alternativa em que a frase completa encontra-se grafada corretamente de acordo com as regras ortográficas.
Dois amigos e um chato
Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro tinha um nome desses de dar cãibra em língua: era o Flaudemíglio. Acabado o café o Zé perguntou: — Vais pra cidade? — Vou — respondeu Flaudemíglio, acrescentando: — Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá. Zé acendeu um cigarro e olhou para a fla do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fla mais piruada. Tinha gente às pampas. — Vens comigo? — quis saber Flaudemíglio. — Não — disse o Zé: — Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro. — Então tá — concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa: —Chi! Lá vem o meu... — e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar. Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório...), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão. O motorista, com aquela delicadeza peculiar à classe, já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo: — Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais. O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrela e antipático e, ainda por cima, com sorriso de Juraci Magalhães, apanhou a carteira de Flaudemíglio. — Por favor, cavalheiro, esta carteira é de um amigo meu — disse o Zé estendendo a mão. Mas o que tinha sorriso de Juraci não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou: — Como é o nome do seu amigo? — Flaudemíglio — respondeu o Zé. — Flaudemíglio de quê? — insistiu o chato. Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: — Ora, seu cretino, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!
No trecho “antes de partirem para as suas respectivas repartições.”, o verbo “partir”, nesse contexto, tem “os amigos” como agentes dessa ação. Um pronome pessoal poderia substituí-los. Trata-se do pronome:
Dois amigos e um chato
Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro tinha um nome desses de dar cãibra em língua: era o Flaudemíglio. Acabado o café o Zé perguntou: — Vais pra cidade? — Vou — respondeu Flaudemíglio, acrescentando: — Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá. Zé acendeu um cigarro e olhou para a fla do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fla mais piruada. Tinha gente às pampas. — Vens comigo? — quis saber Flaudemíglio. — Não — disse o Zé: — Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro. — Então tá — concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa: —Chi! Lá vem o meu... — e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar. Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório...), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão. O motorista, com aquela delicadeza peculiar à classe, já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo: — Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais. O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrela e antipático e, ainda por cima, com sorriso de Juraci Magalhães, apanhou a carteira de Flaudemíglio. — Por favor, cavalheiro, esta carteira é de um amigo meu — disse o Zé estendendo a mão. Mas o que tinha sorriso de Juraci não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou: — Como é o nome do seu amigo? — Flaudemíglio — respondeu o Zé. — Flaudemíglio de quê? — insistiu o chato. Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: — Ora, seu cretino, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!
O que motivou o “safanão” dado por Zé ao final do texto fora:
Política Nacional de Resíduos Sólidos começa a ser analisada hoje pelo Senado e também responsabiliza empresas pela gestão do lixo.
A discussão no Congresso já leva 21 anos, mas finalmente o Brasil está mais perto de ter uma Política Nacional de Resíduos Sólidos. O projeto de lei foi aprovado na Câmara dos Deputados em março, começa amanhã a ser analisado no Senado e se baseia no princípio de que quem produziu o lixo é encarregado do seu destino, trazendo dois conceitos ainda incipientes por aqui: a responsabilidade compartilhada e a logística reversa. De acordo com esses conceitos, todos os envolvidos na geração de resíduos – dos fabricantes dos produtos descartados aos próprios consumidores – devem dividir a tarefa de dar uma destinação adequada a eles. (...)
Entre as principais intenções da política para o lixo está o incentivo à reciclagem. Metas só devem ser estabelecidas no Plano Nacional de Resíduos Sólidos, documento com horizonte de 20 anos que será atualizado a cada 4 anos e vai especificar as ações para o cumprimento dos objetivos do projeto (além da reciclagem, redução do lixo gerado e eliminação e recuperação de lixões).
O projeto em tramitação no Congresso também estipula o prazo de quatro anos para a destinação adequada dos resíduos domiciliares de responsabilidade municipal. O que significa que não só o uso de lixões precisa ser encerrado até então: os municípios também devem implementar ações de reciclagem e tratamento de lixo orgânico para que apenas os rejeitos – o que já foi ou não pode ser processado – cheguem aos aterros.
A meta é ousada, considerando que 1 em cada 5 cidades ainda usa a disposição no solo – os lixões – como única destinação para os resíduos domiciliares. Os lixões são proibidos, mas a regra não se faz cumprir com rigidez. “O uso é prorrogado através de acordos com os órgãos fiscalizadores, porque há a consciência de que muitos municípios não têm como arcar com a mudança”, observa o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública, Carlos Roberto Silva Filho. E, quanto menor o aterro, mais cara a manutenção.(...)
Hoje, os estabelecimentos que geram lixo perigoso e entulhos de construção devem dar uma destinação adequada aos resíduos. A responsabilidade compartilhada estende essa obrigação para o resíduo gerado após o consumo dos produtos e a distribui, de forma encadeada, entre fabricante ou importador, distribuidor, comerciante, consumidor e poder público. Na prática, haverá a implantação da logística reversa (ou verde) pelas empresas – da coleta do produto ao fim da vida útil para destinação final ou reciclagem.
(Pedro de Castro, Gazeta do Povo, 08 jun. 2010 – adaptado.)
Assinale a alternativa que apresenta um título que NÃO tem o mesmo sentido de “Quem sujar vai ter de limpar”.
SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO
Pela presente Ordem de Serviço, objetivamos informar os trabalhadores que executam suas atividades laborais neste setor sobre as condições de segurança e saúde às quais estão expostos e orientar também sobre os procedimentos de uso do Equipamento de Proteção Individual – EPI, de forma a padronizar comportamentos para prevenir acidentes e/ou doenças ocupacionais.
Fatores de risco de acidentes • Improvisação de ferramentas e uso de ferramentas defeituosas. • Queda de objetos das lajes superiores. • Arranjo físico inadequado (no canteiro. • Presença de entulhos da construção (pregos, pontas de cerâmica e de madeira). • Máquinas sem proteção. • Armazenamento inadequado de materiais.
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Necessários e/ou Utilizados • Capacete. • Sapato de segurança. • Óculos de segurança (durante o corte da alvenaria para instalação dos eletrodutos).
Medidas Preventivas para os Riscos Ambientais • Antes de manusear ou fazer qualquer trabalho em circuitos elétricos; desligue OBRIGATORIAMENTE a energia. • Não faça reparos ou instalações em circuitos energizados. • É necessário treinamento para execução das tarefas. • Não transite pela obra sem capacete e sapato de segurança. • Use seus EPIs apenas para a finalidade a que se destinam e mantenha-os sob sua guarda e conservação. • Observe atentamente o meio ambiente do trabalho ao circular na obra, e corrija as condições inseguras encontradas imediatamente. • Não ultrapasse a barreira (cancela) de segurança sem que o elevador esteja no seu pavimento.
Orientações de Segurança do Trabalho • Não realize trabalhos em circuitos ou equipamentos energizados. Quando não for possível desligá-los, use luvas de borracha e calçados especiais. • Use ferramentas manuais adequadamente e as mantenha em boas condições de uso. • Isole as partes vivas expostas dos circuitos provisórios (quando tenham se tornado inoperantes ou dispensáveis, retire-os do local). • Somente ligue máquinas em equipamentos por intermédio de disjuntores e/ou botoeiras. • Faça manutenção preventiva das máquinas e equipamentos e comunique qualquer alteração encontrada, para registro no livro de inspeção. • Verifique diariamente as ligações provisórias do canteiro de obras. Não as deixe próximas ao chão ou dentro de poças d’água. • Obedeça as sinalizações existentes na obra. • Não fume quando estiver operando máquina.
Nome: Função: Recebi treinamento de segurança e saúde no trabalho, bem como todos os equipamentos de proteção individual para neutralizar a ação dos agentes nocivos presentes no meu ambiente de trabalho. Serei cobrado, conforme amparo legal, com relação ao uso desses equipamentos e estou ciente de que a não utilização é passível de Sanções Legais. Florianópolis, ____ de _______________ de ______
____________________________ Assinatura do Empregado
(Fonte: www.sinduscon-fpolis.org.br.Acesso em 13.06.2010. – adaptado.)
Considere a ordem de serviço anteriormente apresentada e assinale a alternativa correta.
( ) Itaipu é a maior usina hidrelétrica em funcionamento e em capacidade de geração de energia do mundo.
( ) A hidrelétrica foi construída no rio Paraná, no trecho de fronteira entre o Brasil e o Paraguai.
( ) A administração da usina é compartilhada pelos três países com fronteiras em Foz do Iguaçu: Brasil, Paraguai e Argentina.
( ) Como o Paraguai não consome toda a quota a que tem direito da energia gerada pela usina hidrelétrica de Itaipu, o Brasil compra daquele país o excedente e distribui essa energia no mercado interno.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
( ) O projeto impede o registro de candidaturas de políticos com condenação por crimes graves após decisão colegiada da Justiça (mais de um juiz).
( ) Segundo o projeto, o candidato que for denunciado por algum crime durante o mandato e renunciar para evitar a cassação terá os direitos políticos preservados.
( ) A lei da Ficha Limpa entrará em vigor em 2012, para as eleições municipais.
( ) O projeto Ficha Limpa representa um avanço para a redução do número de políticos desonestos que ocupam cargos eletivos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.