Questões de Concurso
Para cadista
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O comando LTSCALE do AutoCAD® permite a transformação em escala:
Bastante utilizadas em instalações prediais, as perspectivas isométricas ajudam a ter uma ideia tridimensional do projeto, sem necessariamente trabalhar em 3D. Para se trabalhar com perspectivas isométricas, seleciona-se uma opção da aba Snap and Grid da caixa de diálogo Drafting Settings do AutoCAD®. A opção que precisa ser marcada é:
Considere-se a informação que segue para responder às questões 09 e 10.
Teclas de sobreposição temporária são chaves que ligam ou desligam funções de auxílio ao desenho, definidas na caixa de diálogo Drafting Settings do AutoCAD®.
A tecla de atalho F8 corresponde à seguinte função:
Considere-se a informação que segue para responder às questões 09 e 10.
Teclas de sobreposição temporária são chaves que ligam ou desligam funções de auxílio ao desenho, definidas na caixa de diálogo Drafting Settings do AutoCAD®.
A tecla de atalho F3 corresponde à seguinte função
Observem-se os símbolos abaixo, referentes a um projeto de instalações prediais de esgoto.
No referido projeto, os símbolos I e II representam, respectivamente:
No projeto de instalações elétricas prediais, os interruptores de duas seções são representados pelo símbolo:
O croquis abaixo representa as curvas de nível de determinada região do município do Teresina.
Com base no croquis, é possível afirmar que a diferença de altura entre os pontos 1 e 2, em relação à diferença de altura entre os pontos 3 e 4, é:
Considere-se o seguinte elemento, presente em uma planta de armação.
No preenchimento da tabela da prancha, o comprimento unitário, em centímetros, referente a esse elemento, é:
Há várias formas de se representar a marcação do corte em uma planta baixa. De acordo com a norma de representação de projetos de arquitetura, o símbolo que deve ser utilizado, nessa marcação, é:
A planta baixa de uma edificação retangular que tem medidas totais de 10,00m e 14,80m está desenhada na escala 1/50. Em centímetros, essas medidas equivalem, respectivamente, a:
Considere a NBR 10582:1988 - Apresentação de folha para desenho técnico - Procedimentos, para responder às questões 01 e 02.
Na folha padrão de desenho, o espaço para o texto é colocado à:
Considere a NBR 10582:1988 - Apresentação de folha para desenho técnico - Procedimentos, para responder às questões 01 e 02.
Uma folha de desenho deve conter espaço para texto, onde ficam elementos como a:
Ao contrário de smartphones, tablets e pen drives, o cérebro humano parece ter uma capacidade infinita. Ainda assim, muitos de nós temos dificuldade de decorarmos um simples nome, aniversário ou número de telefone. Neurocientistas há tempos vêm tentando medir o quanto cabe na memória humana, mas a tarefa se torna quase impossível quando sabemos de casos de pessoas extremamente dedicadas que realizam feitos incríveis com seus cérebros. Um deles é o chinês Chao Lu, que, em 2005, quando era um estudante universitário de 24 anos, recitou corretamente os 67.980 dígitos do número Pi (π), durante um período de 24 horas, sem intervalos. Outros gênios realizaram façanhas até mais incríveis, lembrando-se até dos complexos detalhes de uma imagem, por exemplo. Em casos raríssimos, uma lesão pode também ocasionar a chamada síndrome da sabedoria adquirida. Foi o que aconteceu com o americano Orlando Serrel, que, aos 10 anos, foi atingido por uma bola de beisebol no lado esquerdo da cabeça. De uma hora para outra, ele começou a mostrar ser capaz de se lembrar de inúmeras placas de registro de veículos ou ainda fazer cálculos sobre datas de décadas anteriores. E será que as pessoas dotadas de uma supermemória têm, portanto, cérebros excepcionais? Não necessariamente. Nelson Dellis, atual campeão do Torneio de Memória dos Estados Unidos, conta que o feito foi resultado de muita prática. “Eu era bem esquecido, mas depois de algumas semanas treinando, me vi fazendo algo que parecia quase impossível. Todos nós temos essa capacidade”, afirma Dellis. Assim como outros campeões, ele utiliza estratégias já testadas e aprovadas para memorizar itens rapidamente. Um dos truques mais usados é a construção de um “palácio da memória”. A técnica consiste em visualizar um lugar que ele conhece bem, como, por exemplo, a casa onde morou na infância. Dellis então “traduz” os itens que precisa memorizar em imagens que são colocadas nos móveis e cantos da casa. “Você navega mentalmente por aquele espaço e seleciona aquelas imagens que você deixou ali, ‘traduzindoas’ novamente para aquilo que você memorizou”, explica. Pessoas como o chinês Chao, que recitam algarismos em sequência, recorrem a outra tática comum: converter pequenas séries de números em palavras que são unidas por uma história. O sucesso dessas estratégias indica que praticamente qualquer pessoa pode se tornar um ás da memória, bastando apenas muita dedicação. [...]
Assinale a alternativa correta a respeito da pontuação e sintaxe dos excertos retirados do texto.
Até onde vai nossa capacidade de memória?
Ao contrário de smartphones, tablets e pen drives, o cérebro humano parece ter uma capacidade infinita. Ainda assim, muitos de nós temos dificuldade de decorarmos um simples nome, aniversário ou número de telefone.
Neurocientistas há tempos vêm tentando medir o quanto cabe na memória humana, mas a tarefa se torna quase impossível quando sabemos de casos de pessoas extremamente dedicadas que realizam feitos incríveis com seus cérebros.
Um deles é o chinês Chao Lu, que, em 2005, quando era um estudante universitário de 24 anos, recitou corretamente os 67.980 dígitos do número Pi (π), durante um período de 24 horas, sem intervalos.
Outros gênios realizaram façanhas até mais incríveis, lembrando-se até dos complexos detalhes de uma imagem, por exemplo.
Em casos raríssimos, uma lesão pode também ocasionar a chamada síndrome da sabedoria adquirida. Foi o que aconteceu com o americano Orlando Serrel, que, aos 10 anos, foi atingido por uma bola de beisebol no lado esquerdo da cabeça. De uma hora para outra, ele começou a mostrar ser capaz de se lembrar de inúmeras placas de registro de veículos ou ainda fazer cálculos sobre datas de décadas anteriores.
E será que as pessoas dotadas de uma supermemória têm, portanto, cérebros excepcionais?
Não necessariamente. Nelson Dellis, atual campeão do Torneio de Memória dos Estados Unidos, conta que o feito foi resultado de muita prática. “Eu era bem esquecido, mas depois de algumas semanas treinando, me vi fazendo algo que parecia quase impossível. Todos nós temos essa capacidade”, afirma Dellis.
Assim como outros campeões, ele utiliza estratégias já testadas e aprovadas para memorizar itens rapidamente. Um dos truques mais usados é a construção de um “palácio da memória”. A técnica consiste em visualizar um lugar que ele conhece bem, como, por exemplo, a casa onde morou na infância.
Dellis então “traduz” os itens que precisa memorizar em imagens que são colocadas nos móveis e cantos da casa. “Você navega mentalmente por aquele espaço e seleciona aquelas imagens que você deixou ali, ‘traduzindoas’ novamente para aquilo que você memorizou”, explica.
Pessoas como o chinês Chao, que recitam algarismos em sequência, recorrem a outra tática comum: converter pequenas séries de números em palavras que são unidas por uma história.
O sucesso dessas estratégias indica que praticamente qualquer pessoa pode se tornar um ás da memória, bastando apenas muita dedicação. [...]
(Adam Hadhazy, 8 de abril de 2015. Texto retirado de BBC Future. Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/04/150408_vert_fut_capacidade_cerebro_ml - adaptado)
Em “Assim como outros campeões, ele utiliza estratégias já testadas”, o pronome “ele”, em destaque, refere-se