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Se me perguntam por que sou favorável ao voto distrital, qual o motivo porque defendo tal sistema, explico de pronto: porque com ele diminui a briga interna dos partidos em cada distrito. Além disso, porque o voto distrital dá ao eleitor a possibilidade de controlar quem foi por ele eleito.
Na linha 7, a forma pronominal “los" é empregada como elemento anafórico de “terceiros".
A expressão “suas contas eleitorais" (l.5) é empregada, no texto, com o sentido de contas eleitorais dos candidatos.
O pronome “destes" (l.4), refere-se apenas a “candidatos" (l.3) e “partidos" (l.3), por serem ambos substantivos masculinos flexionados no plural.
A conjunção ou empregada em “as fraudes ou erros" (l.2) designa exclusão, como na frase Liberdade ou morte!
O referente textual de “elas" (l.8) é “contas eleitorais" (l.5), e o do pronome “as", em “as cometeram" (l.8), é “fraudes" (l.6).
Na linha 13, o sinal de travessão poderia ser substituído, com correção, por vírgula.
Para marcar com mais nitidez que o período iniciado na linha 9 trata do voto obrigatório, a vírgula poderia ser deslocada para depois da palavra “voto", ficando o período assim pontuado: Somente quando se torna obrigatório o voto, assumiria (...).
Se a conjunção “porém" (l.4) fosse deslocada para o início do período, estaria correta a seguinte pontuação: Porém, em geral, as constituições (...).
Não haveria prejuízo para os sentidos ou para a correção gramatical do texto caso o advérbio “primordialmente" (l.1) fosse deslocado, com as vírgulas que o isolam, para imediatamente antes da forma verbal “tem" (l.1).
A vírgula empregada após a expressão “ou seja" (l.17) poderia ser substituída por dois-pontos sem prejuízo para a correção gramatical do texto.
Na linha 6, os pronomes “os" e “se" em “os que se omitem" são anafóricos do termo “eleitor" (l.5); o pronome “que" é anafórico de “função de votar" (l.5).
O termo “sanções" (l.6) está empregado em sentido conotativo.
O sentido do advérbio “primordialmente" (l.1) equivale ao do adjetivo “primordial" na frase: O conceito primordial da arte encerra a ideia de equilíbrio.
Pertencem ao mesmo campo de significação, no texto, as palavras: “voto" (l.1); “sufrágio" (l.8) e “eleitorado" (l.16).
Na linha 8, o verbo redundar é empregado com o mesmo sentido e a mesma regência que o empregado na seguinte frase: Redundaram, no discurso do diretor, elogios aos funcionários.
Mantém coerência com as ideias do texto a seguinte proposição: o que define se o voto é um dever cívico ou um dever jurídico é a consciência de cada eleitor no momento de votar.
As ideias desenvolvidas no texto obedecem à seguinte ordem: natureza do voto; voto como dever cívico ou moral; voto como dever jurídico.
Deduz-se da leitura do texto que a possibilidade de alta abstenção em pleitos eleitorais constitui um argumento frágil a favor da obrigatoriedade do voto.
Os três sinais de ponto e vírgula empregados no último parágrafo do texto (l.22, 23 e 26) poderiam ser substituídos, com correção, por ponto final, ajustando-se as iniciais maiúsculas nos novos períodos e suprimindo-se a conjunção “e" do segmento “e o princípio" (l.26).


