Questões de Concurso Para auxiliar de manutenção e conservação

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Q2195462 Português
Como gênero do domínio jornalístico, o cartum passou a ser usado como desenho humorístico ou satírico veiculado, em geral, por jornais e revistas. A seguir, o cartum faz uma crítica que consiste:
TEXTO 02  Imagem associada para resolução da questão
Fonte: https://i.pinimg.com/originals/a5/eb/b4/a5ebb4db7eeef21cb13b651a199e67f7.jpg Acesso em: 01 abr. 2023.

Alternativas
Q2195461 Português
Leia com atenção o Texto 01 para responder a questão.

TEXTO 01 

Etiqueta das redes sociais: você se preocupa com a sua imagem profissional? 
Por Leide Franco
A internet é democrática, as redes sociais ainda mais. Temos uma diversidade de gente. O número é sempre crescente. No Brasil, com a pandemia, entre 2020 e 2022, a quantidade de “frequentadores” das redes sociais triplicou. Foi o auge das lives. Amenizada essa fase, os internautas permaneceram consumindo e produzindo informação, publicidade e muitas outras coisas que não deveriam propagar, mas que insistem incansavelmente. É nessa última tecla que vamos bater.
Esse texto está longe de ser um manual de etiqueta para as redes sociais, como já vimos aos montes. Está longe de querer impor ou mostrar formas A ou B de se comportar online e de que regras devem ser seguidas pelos usuários das novas mídias. Esse post quer apenas refletir sobre quem está sendo você enquanto ser online, colaborador, produtor de conteúdo e ser participativo de uma sociedade conectada pela internet: um construtor do ciberespaço na era do conhecimento.
Quem nunca ouviu a malcriada frase: “o Facebook é meu e eu faço o que quiser!”? Quem nunca? Pois é. Pensando dessa forma, muitas pessoas vêm fazendo das suas timelines espaço para apresentar o que bem querem, sem nem se importar se aquilo que está sendo apresentado pode ou não desvalorizar sua imagem pessoal e profissional.
Vocês estão certíssimos em achar que podem fazer o que bem entendem nas redes sociais? Não! O Facebook é seu, ok! E a sua reputação também, é bom lembrar. E a identidade virtual, não conta? A única pessoa que pode cuidar disso para você é você mesmo. Portanto, o que vale mais: sua imagem ou a liberdade de expressão no meio virtual? É interessante saber que fazemos parte de um entorno social, um conjunto, e se preocupar com que os outros pensam sobre você é importante. O primeiro post é o que fica. Será?
O que você divulga e compartilha pode ser engraçado, bonito e divertido, mas é bonito e divertido para quem? Seus comentários e sua vida exposta em algumas linhas são realmente cabíveis de divulgação? É preciso dizer onde você está, com quem está e o que está fazendo? Seus contatos querem mesmo saber? Se pergunte antes de compartilhar: essa informação vai importar a muita gente? É necessária? Em que ela vai contribuir?
Não parece fácil se comportar online. Esse post está começando a tomar forma de manual de instruções básicas e fundamentais de como ser um bom amigo nas redes sociais, mas não é. São premissas básicas de comportamento na vida, seja online ou não. Uma coisa está ligada diretamente à outra, transformando-se em um oneline, uma pessoa só no on e offline.
Fazer parte de uma rede social, assim como no espaço social físico – a sociedade e os lugares que você frequenta – é estar exposto, inevitavelmente. Na medida em que convivemos em ambientes como a escola ou a casa da gente, vamos adquirindo modus operandi, formas de como agir, como se comportar de acordo com a ocasião. O que muita gente não sabe, principalmente os mais jovens que se apresentam como os menos preocupados com sua imagem online, é que pode ter gente observando, por exemplo o dono daquela empresa na qual você deixou seu currículo.
Hoje, o Facebook ou Twitter, por exemplo, não são mais apenas redes de relacionamentos, é fato. São também fontes de pesquisa usadas por parte daqueles que pretendem se informar mais sobre o futuro possível funcionário daquela empresa, portanto é fundamental ser comedido em suas timelines. O que você posta pode não dizer respeito a ninguém, mas a você, diretamente, diz, não tenha dúvida.
Então é válido fingir ser o que não é só para agradar? 
Chegamos, então, em outro ponto que rende mais reflexões. De certo, não é aconselhável vestir as atitudes de uma pessoa que não é você. Partimos, assim, para uma questão de educação, aquela coisa que a gente aprende em casa com os pais, na escola com os professores e com a mídia, pois esses três pilares é que sustentam a formação de qualquer ser humano.
A mídia vem ensinando muito – ou não. Desde pequenos, aprendemos lições que levamos para a vida toda, isso faz de nós pessoas sociáveis, capazes de conviver entre gente de todos os tipos, sabendo entender os direitos e deveres que compete a cada um. Se uma pessoa não é capaz de ter atitudes que venham beneficiar a si mesma, aqui ou acolá, não podemos exigir que em outra parte, na rede social da internet, seja diferente.
Resta a pergunta: você é o que você posta?
 Texto disponível em: http://midia8.blog/ Acesso em: 01 de abr. 2023
Quanto à organização tipológica, o Texto 01 é predominantemente 
Alternativas
Q2195460 Português
Leia com atenção o Texto 01 para responder a questão.

TEXTO 01 

Etiqueta das redes sociais: você se preocupa com a sua imagem profissional? 
Por Leide Franco
A internet é democrática, as redes sociais ainda mais. Temos uma diversidade de gente. O número é sempre crescente. No Brasil, com a pandemia, entre 2020 e 2022, a quantidade de “frequentadores” das redes sociais triplicou. Foi o auge das lives. Amenizada essa fase, os internautas permaneceram consumindo e produzindo informação, publicidade e muitas outras coisas que não deveriam propagar, mas que insistem incansavelmente. É nessa última tecla que vamos bater.
Esse texto está longe de ser um manual de etiqueta para as redes sociais, como já vimos aos montes. Está longe de querer impor ou mostrar formas A ou B de se comportar online e de que regras devem ser seguidas pelos usuários das novas mídias. Esse post quer apenas refletir sobre quem está sendo você enquanto ser online, colaborador, produtor de conteúdo e ser participativo de uma sociedade conectada pela internet: um construtor do ciberespaço na era do conhecimento.
Quem nunca ouviu a malcriada frase: “o Facebook é meu e eu faço o que quiser!”? Quem nunca? Pois é. Pensando dessa forma, muitas pessoas vêm fazendo das suas timelines espaço para apresentar o que bem querem, sem nem se importar se aquilo que está sendo apresentado pode ou não desvalorizar sua imagem pessoal e profissional.
Vocês estão certíssimos em achar que podem fazer o que bem entendem nas redes sociais? Não! O Facebook é seu, ok! E a sua reputação também, é bom lembrar. E a identidade virtual, não conta? A única pessoa que pode cuidar disso para você é você mesmo. Portanto, o que vale mais: sua imagem ou a liberdade de expressão no meio virtual? É interessante saber que fazemos parte de um entorno social, um conjunto, e se preocupar com que os outros pensam sobre você é importante. O primeiro post é o que fica. Será?
O que você divulga e compartilha pode ser engraçado, bonito e divertido, mas é bonito e divertido para quem? Seus comentários e sua vida exposta em algumas linhas são realmente cabíveis de divulgação? É preciso dizer onde você está, com quem está e o que está fazendo? Seus contatos querem mesmo saber? Se pergunte antes de compartilhar: essa informação vai importar a muita gente? É necessária? Em que ela vai contribuir?
Não parece fácil se comportar online. Esse post está começando a tomar forma de manual de instruções básicas e fundamentais de como ser um bom amigo nas redes sociais, mas não é. São premissas básicas de comportamento na vida, seja online ou não. Uma coisa está ligada diretamente à outra, transformando-se em um oneline, uma pessoa só no on e offline.
Fazer parte de uma rede social, assim como no espaço social físico – a sociedade e os lugares que você frequenta – é estar exposto, inevitavelmente. Na medida em que convivemos em ambientes como a escola ou a casa da gente, vamos adquirindo modus operandi, formas de como agir, como se comportar de acordo com a ocasião. O que muita gente não sabe, principalmente os mais jovens que se apresentam como os menos preocupados com sua imagem online, é que pode ter gente observando, por exemplo o dono daquela empresa na qual você deixou seu currículo.
Hoje, o Facebook ou Twitter, por exemplo, não são mais apenas redes de relacionamentos, é fato. São também fontes de pesquisa usadas por parte daqueles que pretendem se informar mais sobre o futuro possível funcionário daquela empresa, portanto é fundamental ser comedido em suas timelines. O que você posta pode não dizer respeito a ninguém, mas a você, diretamente, diz, não tenha dúvida.
Então é válido fingir ser o que não é só para agradar? 
Chegamos, então, em outro ponto que rende mais reflexões. De certo, não é aconselhável vestir as atitudes de uma pessoa que não é você. Partimos, assim, para uma questão de educação, aquela coisa que a gente aprende em casa com os pais, na escola com os professores e com a mídia, pois esses três pilares é que sustentam a formação de qualquer ser humano.
A mídia vem ensinando muito – ou não. Desde pequenos, aprendemos lições que levamos para a vida toda, isso faz de nós pessoas sociáveis, capazes de conviver entre gente de todos os tipos, sabendo entender os direitos e deveres que compete a cada um. Se uma pessoa não é capaz de ter atitudes que venham beneficiar a si mesma, aqui ou acolá, não podemos exigir que em outra parte, na rede social da internet, seja diferente.
Resta a pergunta: você é o que você posta?
 Texto disponível em: http://midia8.blog/ Acesso em: 01 de abr. 2023
Quanto à intenção comunicativa, o Texto 01 visa 
Alternativas
Q2195459 Português
Leia com atenção o Texto 01 para responder a questão.

TEXTO 01 

Etiqueta das redes sociais: você se preocupa com a sua imagem profissional? 
Por Leide Franco
A internet é democrática, as redes sociais ainda mais. Temos uma diversidade de gente. O número é sempre crescente. No Brasil, com a pandemia, entre 2020 e 2022, a quantidade de “frequentadores” das redes sociais triplicou. Foi o auge das lives. Amenizada essa fase, os internautas permaneceram consumindo e produzindo informação, publicidade e muitas outras coisas que não deveriam propagar, mas que insistem incansavelmente. É nessa última tecla que vamos bater.
Esse texto está longe de ser um manual de etiqueta para as redes sociais, como já vimos aos montes. Está longe de querer impor ou mostrar formas A ou B de se comportar online e de que regras devem ser seguidas pelos usuários das novas mídias. Esse post quer apenas refletir sobre quem está sendo você enquanto ser online, colaborador, produtor de conteúdo e ser participativo de uma sociedade conectada pela internet: um construtor do ciberespaço na era do conhecimento.
Quem nunca ouviu a malcriada frase: “o Facebook é meu e eu faço o que quiser!”? Quem nunca? Pois é. Pensando dessa forma, muitas pessoas vêm fazendo das suas timelines espaço para apresentar o que bem querem, sem nem se importar se aquilo que está sendo apresentado pode ou não desvalorizar sua imagem pessoal e profissional.
Vocês estão certíssimos em achar que podem fazer o que bem entendem nas redes sociais? Não! O Facebook é seu, ok! E a sua reputação também, é bom lembrar. E a identidade virtual, não conta? A única pessoa que pode cuidar disso para você é você mesmo. Portanto, o que vale mais: sua imagem ou a liberdade de expressão no meio virtual? É interessante saber que fazemos parte de um entorno social, um conjunto, e se preocupar com que os outros pensam sobre você é importante. O primeiro post é o que fica. Será?
O que você divulga e compartilha pode ser engraçado, bonito e divertido, mas é bonito e divertido para quem? Seus comentários e sua vida exposta em algumas linhas são realmente cabíveis de divulgação? É preciso dizer onde você está, com quem está e o que está fazendo? Seus contatos querem mesmo saber? Se pergunte antes de compartilhar: essa informação vai importar a muita gente? É necessária? Em que ela vai contribuir?
Não parece fácil se comportar online. Esse post está começando a tomar forma de manual de instruções básicas e fundamentais de como ser um bom amigo nas redes sociais, mas não é. São premissas básicas de comportamento na vida, seja online ou não. Uma coisa está ligada diretamente à outra, transformando-se em um oneline, uma pessoa só no on e offline.
Fazer parte de uma rede social, assim como no espaço social físico – a sociedade e os lugares que você frequenta – é estar exposto, inevitavelmente. Na medida em que convivemos em ambientes como a escola ou a casa da gente, vamos adquirindo modus operandi, formas de como agir, como se comportar de acordo com a ocasião. O que muita gente não sabe, principalmente os mais jovens que se apresentam como os menos preocupados com sua imagem online, é que pode ter gente observando, por exemplo o dono daquela empresa na qual você deixou seu currículo.
Hoje, o Facebook ou Twitter, por exemplo, não são mais apenas redes de relacionamentos, é fato. São também fontes de pesquisa usadas por parte daqueles que pretendem se informar mais sobre o futuro possível funcionário daquela empresa, portanto é fundamental ser comedido em suas timelines. O que você posta pode não dizer respeito a ninguém, mas a você, diretamente, diz, não tenha dúvida.
Então é válido fingir ser o que não é só para agradar? 
Chegamos, então, em outro ponto que rende mais reflexões. De certo, não é aconselhável vestir as atitudes de uma pessoa que não é você. Partimos, assim, para uma questão de educação, aquela coisa que a gente aprende em casa com os pais, na escola com os professores e com a mídia, pois esses três pilares é que sustentam a formação de qualquer ser humano.
A mídia vem ensinando muito – ou não. Desde pequenos, aprendemos lições que levamos para a vida toda, isso faz de nós pessoas sociáveis, capazes de conviver entre gente de todos os tipos, sabendo entender os direitos e deveres que compete a cada um. Se uma pessoa não é capaz de ter atitudes que venham beneficiar a si mesma, aqui ou acolá, não podemos exigir que em outra parte, na rede social da internet, seja diferente.
Resta a pergunta: você é o que você posta?
 Texto disponível em: http://midia8.blog/ Acesso em: 01 de abr. 2023
O Texto 1 permite inferir que
Alternativas
Q4007285 Administração de Recursos Materiais
A respeito das funções do auxiliar de manutenção e conservação é correto afirmar que:
I. Ajudar nos serviços de manutenção predial, elétrica, hidráulica e marcenaria, nas dependências das unidades, conforme demanda e orientação da supervisão imediata não corrobora a preservação do patrimônio e faz-se irrelevante.
II. Limpar e organizar os locais onde foram realizados os serviços de manutenção, removendo entulhos, varrendo, eliminando resíduos e manchas é indispensável para a organização do ambiente.
III. Zelar pela manutenção, organização e conservação dos equipamentos e ferramentas de trabalho é dispensável, uma vez que é uma das atividades do cargo.
IV. Além de controlar o estoque de materiais, peças, componentes, ferramentas e equipamentos, é importante regular quantidades e registrar sua movimentação.
A alternativa que apresenta a sequência correta é:  
Alternativas
Q4007284 Edificações
A ferramenta mais indicada para a função de fixar pregos em madeira e pequenos reparos é:  
Alternativas
Q4007283 Conhecimentos de Serviços Gerais
A ferramenta ou objeto mais adequada(o) para realizar a limpeza de corredores, pátios, calçadas, entradas e áreas externas é: 
Alternativas
Q4007282 Administração de Recursos Materiais
São medidas que auxiliam na conservação do patrimônio e na organização do espaço, EXCETO: 
Alternativas
Q4007281 Segurança e Saúde no Trabalho
A fim de proteger a integridade mental e física do trabalhador, há uma série de estudos e práticas referentes à prevenção de acidentes no trabalho, bem como a preservação da higiene e da segurança. São atitudes a serem tomadas para contribuir com o êxito da segurança e higiene no trabalho:
I. Obedecer a sinais ou instruções de segurança, podendo assim utilizar de maneira imprópria ferramentas manuais.
II. Não realizar determinadas operações para as quais não estiver habilitado.
III. Utilizar ferramentas adequadas ou máquinas obsoletas.
IV. Higienizar corretamente as mãos e as ferramentas a serem utilizadas em cada função.
Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4007280 Relações Públicas
A comunicação entre os seres humanos vai para além do que um diz, mas engloba também a mensagem passada nessa comunicação e o entendimento do outro. Para boas relações entre pessoas, se deve realizar algumas ações e práticas que corroborem para a boa convivência. Sobre o assunto, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q4007279 Português
Leia a frase abaixo e assinale a alternativa que contém as palavras que preenchem corretamente os espaços em branco:
Para a conservação do patrimônio é ______ cumprir uma série de medidas: verificar instalações, não permitir a entrada de pessoas não autorizadas em determinadas áreas e higienizar corretamente cada área, são formas de ____ danos ao patrimônio.
A alternativa que expressa a sequência correta é: 
Alternativas
Q4007278 Engenharia Civil
A respeito de processos de limpeza e protocolos de higiene, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q4007277 Edificações
É importante utilizar sempre a ferramenta apropriada para cada tipo de serviço. Sobre o assunto, avalie as afirmações abaixo:
I. A espátula é um tipo de pincel e utensílio de pintura que permite trabalhar mais rápido e melhor uso da tinta.
II. O Alicate Universal serve para efetuar operações como segurar, cortar e dobrar.
III. A colher de pedreiro é um utensílio que pode ser utilizado para fracionar a madeira.
IV. A serra manual é usada para cortar materiais e para abrir fendas.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4007276 Engenharia Civil
A prevenção de acidentes de trabalho envolve esforços na área de gestão, previsão, planejamento e empenho, com foco em avaliar riscos e implementar ações. São medidas a ser tomadas para prevenir acidentes, EXCETO:
Alternativas
Q4007274 Ética na Administração Pública
O Código de Ética direcionado para servidores públicos deve estabelecer padrões gerais de conduta mas atentar para questões importantes em sua formulação. Sobre o Código e sua importância no contexto da administração pública, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4007267 Matemática
Qual é o valor de 5 + 5 x 5 - 5 ÷ 5?
Alternativas
Q2038882 Legislação Federal

Conforme o Decreto n.º 7.724/2012, julgue o item. 


A  busca  e  o  fornecimento  da  informação  devem  ser  cobrados pelo órgão que a fornecer. 

Alternativas
Q2038881 Legislação Federal

Conforme o Decreto n.º 7.724/2012, julgue o item. 


Um dos objetivos do serviço de informações ao cidadão  (SIC) é receber e registrar pedidos de acesso à informação.

Alternativas
Q2038880 Legislação Federal

A partir do que a Lei n.º 12.527/2011 dispõe sobre o acesso à  informação, julgue o item. 


A  informação  referente  à  segurança  do  Estado,  considerada como ultrassecreta, será restrita por prazo  indeterminado. 

Alternativas
Q2038879 Legislação Federal

A partir do que a Lei n.º 12.527/2011 dispõe sobre o acesso à  informação, julgue o item. 


Não  poderá  ser  negado  o  acesso  à  informação  necessária à proteção de direitos fundamentais. 

Alternativas
Respostas
621: B
622: B
623: D
624: D
625: C
626: B
627: C
628: D
629: A
630: B
631: B
632: A
633: B
634: C
635: C
636: C
637: E
638: C
639: E
640: C