Questões de Concurso
Para professor - filosofia
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Sobre a evolução histórica do pensamento filosófico ocidental, marque a alternativa ERRADA:
O que a etimologia do termo FILOSOFIA expressa a respeito da atividade filosófica? Marque a alternativa que é uma interpretação ERRADA dessa etimologia:
No âmbito da teorização da Metaética, podemos elencar como algumas das principais posições teóricas desse campo:
I – Realismo naturalista
II – Realismo não-naturalista
III – Teoria do erro
IV – Não-cognitivismo
Marque a alternativa CORRETA:
Sobre a Metaética, como uma das áreas da Ética Filosófica, podemos afirmar que:
I. É a parte da Ética que trata dos conteúdos morais substantivos para o agir moral, ou seja, aquela que indica o que devemos fazer, estabelecendo normas de ação para os agentes morais.
II. É a parte da Ética que se ocupa essencialmente de problemas metafísicos, epistemológicos e semânticos, presentes na linguagem moral e seus diferentes usos.
III. É a parte da Ética que se situa para além de toda e qualquer moralidade, colocando-se fora de toda e qualquer discussão sobre a moralidade, daí o uso do prefixo ''meta''.
Marque a alternativa CORRETA:
Na Organização da Educação Nacional a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios atuam em regime de colaboração, coordenados e articulados pela União.
A alternativa que traz atribuições da União, dos Estados e dos Municípios, nesta sequência é:
Trecho para as questões 09 e 10.
Entreveros familiares sempre existiram e existirão, mas, na atualidade, os laços familiares andam frágeis, porque qualquer motivo à toa já basta para que surjam picuinhas, hostilidades, distanciamento, raiva, mágoa etc. Será que estamos a assumir que, de fato, "parente é serpente"?
Considerando o aspecto que diz respeito às relações sintáticas, assinale a opção que apresenta uma afirmação INCORRETA em relação ao termo em destaque.
Leia o texto para responder às questões que seguem.
DIPLOMACIA FAMILIAR
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes
A vida em família é, na maioria das vezes, a nossa sustentação. A família aconchega, acolhe, defende, oferece segurança, é nossa fortaleza. Há momentos harmoniosos de convivência que melhoram a nossa qualidade de vida! (...) É o único grupo ao qual pertencemos a vida toda. É uma panelinha amorosa!
Mas, como tudo, a vida em família tem o seu outro lado: não é – e nunca foi – fácil viver em família. Dentro das quatro paredes, os conflitos, as cobranças, as pressões e as expectativas frustradas, (...) vêm à tona.
Normal! Afinal, como são os afetos que regem a vida do grupo familiar, não tinha como ser diferente, porque eles sempre andam aos pares, com seus opostos. É por isso que, onde há amor, há ódio, também. Só não há indiferença, porque, aí, não há afeto.
Entreveros familiares sempre existiram e existirão, mas, na atualidade, os laços familiares andam frágeis, porque qualquer motivo à toa já basta para que surjam picuinhas, hostilidades, distanciamento, raiva, mágoa etc. Será que estamos a assumir que, de fato, "parente é serpente"?
Uma bronca de um tio no sobrinho é motivo para que os irmãos se desentendam; passar um dia com os netos já pode suscitar fofocas maldosas a respeito dos avós; um presente dado a uma sobrinha provoca ciúme de outra irmã, e assim por diante.
Por que esses pequenos acontecimentos do cotidiano, antes relevados, agora despertam emoções tão intensas nos integrantes do grupo familiar? Temos algumas pistas.
O modo individualista de viver e a busca da felicidade pessoal e permanente, valores sociais que adotamos faz tempo, têm grande parcela de responsabilidade nessa questão. "Eu preciso pensar em mim", "devo pôr para fora tudo o que me atormenta", "por que as pessoas agem de modo tão diferente do que deveriam?" são alguns exemplos de pensamentos que existem em nós, muitas vezes à nossa revelia, e que mostram o quanto os valores citados interferem em nossa vida pessoal. (...).
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes, relevar as pequenas adversidades que eles nos provocam, sem querer ou intencionalmente, respeitar as diferenças existentes, perdoar os seus defeitos e lembrar, sempre, dos benefícios que pertencer a uma família nos traz e que hoje estão em risco. Senão, logo teremos mais um curso de graduação disponível no já concorrido mercado universitário: "diplomacia familiar". Somos capazes de dar conta disso, não somos?
(Revista Veja, Editora Abril, edição 2.542, ano 50, nº 32, 9 de agosto de 2017, p. 89. Por Rosely Sayão).
Questão 05. A palavra que, textualmente, é utilizada como um recurso que sinaliza o encaminhamento de argumentações que se opõem quanto ao assunto tratado encontra-se destacada no trecho da opção:
a) A vida em família é, na maioria das vezes, a nossa sustentação.
b) Mas, como tudo, a vida em família tem o seu outro lado ...
c) Afinal, como são os afetos que regem a vida do grupo familiar,
d) É por isso que, onde há amor, há ódio, também.
e) Por que esses pequenos acontecimentos do cotidiano, antes relevados, agora despertam emoções tão intensas nos integrantes do grupo familiar?
A palavra marcada na opção correta da questão anterior, classifica-se, do ponto de vista gramatical, como uma
I. A certeza da verdade imediata das coisas. II. A universalidade é exposta como um terceiro elemento do discurso. III. O discurso apresenta dois elementos: uma proposição e sua contraposição. IV. A máxima “tudo é relativo” encontra um demonstrativo adequado.
Corresponde a ensinamento lógico do poeta o que consta em:
Escreva 1 para os itens que reproduzem o típico pensamento terapêutico, de correção do comportamento filosófico, e 2 para os itens que se referem a comportamentos que necessitariam de tal terapia.
( ) O sensualismo e o materialismo têm força em situação em que o instinto vital e a necessidade material não estão satisfeitos. ( ) Exclusão de conceitos capazes de relacionar tal comportamento à sociedade como um todo. ( ) A apresentação de alternativas consideradas meras especulações, sonhos e fantasias. ( ) Apresentação de elementos que ultrapassem o universo do discurso estabelecido.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
Corresponde a ação que caracteriza a arte como elemento do sistema hegeliano somente o que consta em
Atente para o que se diz a seguir e, com base na observação de Adorno, assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.
( ) Sob a regra da lógica formal, a noção de conflito entre essência e aparência é prescindível, se não, insignificante. ( ) A lógica formal, não transcende sua própria estrutura, permanece analítica. ( ) Há uma dissociação entre a neutralidade semântica da lógica formal e a necessidade de domínio do aparato tecnocrático. ( ) A compreensão da lógica tecnológica destaca as contradições sociais da realidade estabelecida.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
“Em face do direito privado e do interesse particular, da família e da sociedade civil, o Estado é, por um lado, necessidade exterior e poder superior (...) por outro lado, é para eles fim imanente (...)”
A partir da compreensão do Estado hegeliano como “realidade em acto da ideia moral objetiva” considere o que se afirma a seguir e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.
( ) Esta relação, sociedade civil–estado, expõe uma antinomia sem solução. ( ) Os interesses da sociedade civil estão resguardados pelo Estado como seu fim imanente. ( ) O Estado impede a efetivação dos interesses da sociedade civil. ( ) O Estado sintetiza, na totalidade, os objetivos particulares da sociedade civil.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
Considerando o enunciado acima, atente às seguintes afirmações e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O universo da instrumentalidade mental e física se revela a si mesma como objeto para uma subjetividade. ( ) O método científico está inerentemente limitado à alteração para um novo modo qualitativo de vida. ( ) Compreende-se a posição social do indivíduo como resultado direto da racionalidade tecnocientífica do processo de produção. ( ) A natureza controlada pelo aparato técnico moderno de produção objetiva e efetiva a melhoria de vida dos cidadãos.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
“As maiores obras líricas devem a sua dignidade precisamente à força com que nelas o Ego, afastando-se da alienação, invoca a aparência da natureza. A sua pura subjetividade, que nelas parece intacta e harmoniosa, comprova o contrário: o sofrimento numa existência alheia ao sujeito, bem como o amor desta existência. Na verdade, a sua harmonia nada é realmente senão o acordo entre tal sofrimento e tal amor”.
Atente para o que se conclui a partir da leitura do trecho acima, e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for Falso.
( ) Compreende-se que a dignidade da obra lírica se dá pela harmonização entre o sofrimento e o amor. ( ) A aparência ao revelar o sofrimento do sujeito pelo instituído anula a sua fé na reconstrução do estético. ( ) A obra de arte cumpre seu papel estético por criar uma realidade trans-histórica, parâmetro da felicidade e do amor. ( ) A indústria cultural veicula a valorização do instituído como o harmônico à subjetividade do Ego.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
Atente para o que se afirma a seguir e escreva 1 para o que corresponder a uma mediação própria do pensamento filosófico e 2 para o que corresponder a uma mediação própria da ciência.
( ) O intermediário é o sujeito que observa, calcula e experimenta despojado de todas as suas outras qualidades. ( ) Seus objetos estão relacionados a uma consciência para a qual as qualidades concretas entram nos conceitos e em sua inter-relação. ( ) O sujeito abstrato projeta e define o objeto abstrato. ( ) Seus conceitos conservam e explicam mediações que tornaram o mundo-objeto aquilo que ele realmente é em sua continuidade histórica.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
“...toda a esfera da realidade interior e da realidade exterior empíricas se deve chamar, num sentido mais forte do que o reservado à arte, o mundo de mera ilusão e amarga decepção, e não mundo da realidade. A verdadeira realidade só se encontra para lá da imediatidade da sensação e dos objetos externos”. ( ) A imediatidade das sensações revela o mundo como mera ilusão. ( ) A realidade interior empírica é compreendida como amarga decepção. ( ) O mundo da arte, aparência da verdade, revela o engano do cotidiano. ( ) Nessa citação, a esfera das realidades empíricas constitui-se elemento do concreto verdadeiro.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
I. Ao fato de os próprios filósofos proclamarem a modéstia e a ineficácia da filosofia. II. a linguagens que revelam a mutilação do homem e da natureza. III. a posições que contrariam o espírito de satisfação de Hume quanto às limitações da razão. IV. a posições que deixam intacto o status quo e abominam a transgressão.
Estão corretas somente as complementações contidas em
A partir do excerto do item “A Filosofia Kantiana”, da obra Introdução à Estética de Hegel, atente para o que se afirma a seguir, e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso:
( ) Na consideração da Crítica do Juízo, pensamento e matéria determinam-se por si mesmos, repetindo o dualismo coisa-em-si e fenômeno característico da outra Crítica.
( ) A arte pela lógica da gratificação, sobrepõe-se à lógica da repressão, o princípio de razão predominante. ( ) A verdade da arte é a libertação da sensibilidade através de sua reconciliação com a razão. ( ) A verdade não conceitual dos sentidos, como valor estético transcendente, veda a liberdade em face do princípio de realidade.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
As consequências apresentadas por Habermas quanto à persistência e à extensão do controle tecnoburocrático evidenciam que suas observações estão fundamentadas numa lógica
I. concentrada na operacionalização das políticas públicas. II. de purificação da contradição entre aparência e essência. III. dependente da contraposição sujeito e objeto. IV. do ser das coisas a partir do que elas não são.
Estão corretas somente as complementações contidas em