Questões de Concurso Para operador de máquinas

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Q1147499 Português
A violência doméstica não é assunto privado


        Imagine que você vá a um chá de bebê em que haja trinta mulheres. Agora suponha que dez das convidadas tenham sido ou serão vítimas de violência por parte dos parceiros.
      Parece absurdo? Pois, segundo pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e divulgada em uma série de estudos pela revista médica The Lancet, um terço das mulheres sofre esse tipo de violência no mundo todo.
        A pesquisa aponta ainda que de 100 a 140 milhões de mulheres e meninas foram vítimas de mutilações genitais que incluem a remoção parcial ou total da genitália externa feminina, prática comum em alguns países, principalmente da África e da Ásia. Setenta milhões de meninas se casaram antes dos 18 anos, a maioria contra sua vontade, em várias regiões do mundo.
        A violência contra mulheres e meninas não é realidade apenas dos países pobres. Também faz parte do dia a dia de países ricos e é tolerada, em níveis diferentes, no mundo.
       Apesar de a Organização das Nações Unidas (ONU) ter reivindicado maior investimento dos países visando a reduzir a discriminação de gênero, a violência contra a mulher é tão comum que se tornou questão de saúde pública.
      Os motivos que levam a ela são vários, entre eles: práticas machistas que fazem com que homens considerem a mulher sua propriedade, acesso restrito das mulheres à saúde e educação, baixo índice de participação feminina na política, estruturas discriminatórias de políticas e instituições.
       Mas será impossível reduzir os altos índices de violência de gênero ou teremos de aceitá-los e conviver com eles, como vimos fazendo?
     A primeira medida a ser adotada pelos países, segundo os pesquisadores, é reconhecer como prioridade a necessidade de combater a violência contra mulheres e meninas e assumir que ela impede o desenvolvimento das sociedades em todos os âmbitos. Para isso, é necessário o investimento de recursos financeiros em intervenções e programas eficazes no combate e na prevenção da violência.
     É  importante, também, mudar as leis e políticas que ajudam a perpetuar a violência. O modo como sociedades do mundo todo, amparadas em leis perversas, aceitam esse tipo de violência é deplorável. São necessárias políticas de intervenção nas áreas da saúde, educação e segurança para evitar a violência e, quando isso não for possível, acolher a mulher de fato.
      Hoje, no Brasil, sabemos que há diversos problemas no acolhimento à vítima de violência de gênero, apesar dos avanços em políticas e leis relacionadas à violência contra a mulher.
     A violência contra a mulher não é um problema privado que deve ser resolvido em casa e empurrado para debaixo do tapete da sala. É preciso denunciá-la, pois somos todos responsáveis por ela.

(Disponível em: https://drauziovarella.uol.com.br/para-as
mulheres/a-violencia-domestica-nao-e-assunto-privado/. Acesso
em: 21/10/2019. Com adaptações.)

Levando em consideração o emprego das classes de palavras, relacione adequadamente as colunas a seguir.


1. “É importante, também, mudar as leis e políticas que ajudam a perpetuar a violência.”


2. “Agora suponha que dez das convidadas tenham sido ou serão vítimas de violência por parte dos parceiros.”


3. “A violência contra mulheres e meninas não é realidade apenas dos países pobres.”


4. “Setenta milhões de meninas se casaram antes dos 18 anos, a maioria contra sua vontade, em várias regiões do mundo.”


5. “Os motivos que levam a ela são vários, entre eles: (...)”


( ) Pronome.

( ) Artigo.

( ) Verbo.

( ) Substantivo.

( ) Advérbio.


A sequência está correta em

Alternativas
Q1147498 Português
A violência doméstica não é assunto privado


        Imagine que você vá a um chá de bebê em que haja trinta mulheres. Agora suponha que dez das convidadas tenham sido ou serão vítimas de violência por parte dos parceiros.
      Parece absurdo? Pois, segundo pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e divulgada em uma série de estudos pela revista médica The Lancet, um terço das mulheres sofre esse tipo de violência no mundo todo.
        A pesquisa aponta ainda que de 100 a 140 milhões de mulheres e meninas foram vítimas de mutilações genitais que incluem a remoção parcial ou total da genitália externa feminina, prática comum em alguns países, principalmente da África e da Ásia. Setenta milhões de meninas se casaram antes dos 18 anos, a maioria contra sua vontade, em várias regiões do mundo.
        A violência contra mulheres e meninas não é realidade apenas dos países pobres. Também faz parte do dia a dia de países ricos e é tolerada, em níveis diferentes, no mundo.
       Apesar de a Organização das Nações Unidas (ONU) ter reivindicado maior investimento dos países visando a reduzir a discriminação de gênero, a violência contra a mulher é tão comum que se tornou questão de saúde pública.
      Os motivos que levam a ela são vários, entre eles: práticas machistas que fazem com que homens considerem a mulher sua propriedade, acesso restrito das mulheres à saúde e educação, baixo índice de participação feminina na política, estruturas discriminatórias de políticas e instituições.
       Mas será impossível reduzir os altos índices de violência de gênero ou teremos de aceitá-los e conviver com eles, como vimos fazendo?
     A primeira medida a ser adotada pelos países, segundo os pesquisadores, é reconhecer como prioridade a necessidade de combater a violência contra mulheres e meninas e assumir que ela impede o desenvolvimento das sociedades em todos os âmbitos. Para isso, é necessário o investimento de recursos financeiros em intervenções e programas eficazes no combate e na prevenção da violência.
     É  importante, também, mudar as leis e políticas que ajudam a perpetuar a violência. O modo como sociedades do mundo todo, amparadas em leis perversas, aceitam esse tipo de violência é deplorável. São necessárias políticas de intervenção nas áreas da saúde, educação e segurança para evitar a violência e, quando isso não for possível, acolher a mulher de fato.
      Hoje, no Brasil, sabemos que há diversos problemas no acolhimento à vítima de violência de gênero, apesar dos avanços em políticas e leis relacionadas à violência contra a mulher.
     A violência contra a mulher não é um problema privado que deve ser resolvido em casa e empurrado para debaixo do tapete da sala. É preciso denunciá-la, pois somos todos responsáveis por ela.

(Disponível em: https://drauziovarella.uol.com.br/para-as
mulheres/a-violencia-domestica-nao-e-assunto-privado/. Acesso
em: 21/10/2019. Com adaptações.)
Segundo o texto, são considerados motivos que levam à violência doméstica, EXCETO:
Alternativas
Q1147497 Português
A violência doméstica não é assunto privado


        Imagine que você vá a um chá de bebê em que haja trinta mulheres. Agora suponha que dez das convidadas tenham sido ou serão vítimas de violência por parte dos parceiros.
      Parece absurdo? Pois, segundo pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e divulgada em uma série de estudos pela revista médica The Lancet, um terço das mulheres sofre esse tipo de violência no mundo todo.
        A pesquisa aponta ainda que de 100 a 140 milhões de mulheres e meninas foram vítimas de mutilações genitais que incluem a remoção parcial ou total da genitália externa feminina, prática comum em alguns países, principalmente da África e da Ásia. Setenta milhões de meninas se casaram antes dos 18 anos, a maioria contra sua vontade, em várias regiões do mundo.
        A violência contra mulheres e meninas não é realidade apenas dos países pobres. Também faz parte do dia a dia de países ricos e é tolerada, em níveis diferentes, no mundo.
       Apesar de a Organização das Nações Unidas (ONU) ter reivindicado maior investimento dos países visando a reduzir a discriminação de gênero, a violência contra a mulher é tão comum que se tornou questão de saúde pública.
      Os motivos que levam a ela são vários, entre eles: práticas machistas que fazem com que homens considerem a mulher sua propriedade, acesso restrito das mulheres à saúde e educação, baixo índice de participação feminina na política, estruturas discriminatórias de políticas e instituições.
       Mas será impossível reduzir os altos índices de violência de gênero ou teremos de aceitá-los e conviver com eles, como vimos fazendo?
     A primeira medida a ser adotada pelos países, segundo os pesquisadores, é reconhecer como prioridade a necessidade de combater a violência contra mulheres e meninas e assumir que ela impede o desenvolvimento das sociedades em todos os âmbitos. Para isso, é necessário o investimento de recursos financeiros em intervenções e programas eficazes no combate e na prevenção da violência.
     É  importante, também, mudar as leis e políticas que ajudam a perpetuar a violência. O modo como sociedades do mundo todo, amparadas em leis perversas, aceitam esse tipo de violência é deplorável. São necessárias políticas de intervenção nas áreas da saúde, educação e segurança para evitar a violência e, quando isso não for possível, acolher a mulher de fato.
      Hoje, no Brasil, sabemos que há diversos problemas no acolhimento à vítima de violência de gênero, apesar dos avanços em políticas e leis relacionadas à violência contra a mulher.
     A violência contra a mulher não é um problema privado que deve ser resolvido em casa e empurrado para debaixo do tapete da sala. É preciso denunciá-la, pois somos todos responsáveis por ela.

(Disponível em: https://drauziovarella.uol.com.br/para-as
mulheres/a-violencia-domestica-nao-e-assunto-privado/. Acesso
em: 21/10/2019. Com adaptações.)
De acordo com o texto, podemos afirmar que a violência doméstica:
Alternativas
Q1130297 Mecânica de Autos
Na movimentação de um trator equipado com carregador (caçamba) frontal, o operador deverá manter a:
Alternativas
Q1130296 Mecânica de Autos

O óleo lubrificante deve ser substituído conforme estabelece o fabricante do veículo.

No motor, ele fica alojado na parte inferior do mesmo chamado de:

Alternativas
Q1130295 Legislação de Trânsito
As ações ou os gestos executados pelo motorista, de maneira não consciente (involuntariamente), são conhecidos como:
Alternativas
Q1130294 Legislação de Trânsito
Considerando os fundamentos da prevenção de acidentes (CHAPD), a utilização de técnicas e automatismos corretos, resultantes de prática e treinamento é chamada de:
Alternativas
Q1130293 Legislação de Trânsito
Considerando os tipos de direção defensiva, a técnica na qual o motorista não é capaz de prever a situação de risco, e precisa usar de muita habilidade para evitar o acidente, é chamada de direção defensiva:
Alternativas
Q1104185 Mecânica de Autos
A operação de lastreamento é de grande importância para que o trator possa desempenhar seu trabalho de forma eficiente. A respeito dessa operação, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1104184 Mecânica de Autos
Imagem associada para resolução da questão A figura acima mostra a traseira de um trator, com seus diferentes componentes. Analisando as partes sinalizadas nessa figura, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1104183 Mecânica de Autos

Imagem associada para resolução da questão


Durante o uso de um trator, o operador deve estar atento às informações apresentadas no seu painel, sabendo interpretá‐las corretamente e reagindo da forma adequada. Considerando o significado dos indicadores de I a V apontados no painel da figura acima (com base em um modelo comercial de trator), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1104182 Mecânica de Autos
Em relação à barra de tração usada em tratores, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1104181 Mecânica de Autos
O trator é uma máquina de grande importância em vários campos de aplicação. Contudo, se não for operado de forma adequada, podem ocorrer acidentes graves, bem como a perda de produtividade e o desgaste do equipamento. O operador de trator cumpre um papel essencial na utilização segura e eficiente do trator e deve ter pleno domínio das regras e recomendações para seu uso adequado. Considerando essas informações, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1104180 Mecânica de Autos
No que se refere às características e ao funcionamento do sistema elétrico automotivo, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1104179 Legislação de Trânsito
Dirigir defensivamente consiste em planejar todas as ações pessoais ao volante, prevenindo, com antecedência, o comportamento de outros motoristas e de condições adversas. Em condições adversas, pode ocorrer a aquaplanagem. Acerca desse assunto, assinale alternativa correta.
Alternativas
Q1104178 Legislação de Trânsito
Considerando a definição da tara de um veículo, de acordo com o Código Brasileiro de Trânsito, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1104174 Legislação de Trânsito
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, comete infração sujeita à multa o condutor de veículo automotor que não adotar a postura correta durante a passagem ou ultrapassagem de ciclista na via. Considerando essa informação, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1104173 Mecânica de Autos

Imagem associada para resolução da questão

Para um dado veículo, a troca de óleo do motor é recomendada a cada 15.000 km rodados. Contudo, durante as verificações periódicas regulares do nível do óleo, com o auxílio da escala de cores da norma ASTM D 1.500 (figura), tem sido registrados valores que indicam uma acentuação gradativa do escurecimento do óleo. Assim, na inspeção aos 10.000 km, verifica‐se que o índice de cor na escala atingiu o valor de alarme 5,5, projetando‐se um valor maior que o nível admissível aos 15.000 km. Dessa forma, decide‐se pela troca imediata do óleo do motor aos 10.000 km.

Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta o tipo de manutenção praticada para a substituição do óleo.

Alternativas
Q1104169 Legislação dos Municípios do Estado de Goiás
São previstas as seguintes penas disciplinares:
Alternativas
Q1104167 Legislação dos Municípios do Estado de Goiás
A cada quinquênio de exercício prestado ao município de Jataí como titular de cargo de provimento efetivo, o funcionário terá direito à licença‐prêmio de
Alternativas
Respostas
11501: A
11502: C
11503: C
11504: B
11505: A
11506: D
11507: E
11508: C
11509: A
11510: D
11511: E
11512: C
11513: B
11514: B
11515: C
11516: A
11517: C
11518: D
11519: C
11520: D