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Um dia, olhando para a estrada sobre a qual haviam colocado diversas pedrinhas para reforçar a superfície, a pedra grande sentiu um enorme desejo de estar lá embaixo, junto às outras.
- Que estou eu fazendo aqui entre as flores? Quero viver com minhas irmãs. Acho que é um direito meu. Assim dizendo, moveu-se e rolou para baixo, terminando seu caprichoso percurso exatamente no meio das pedrinhas por cuja companhia tanto almejava.
Na estrada passavam carretas com rodas de ferro, cavalos que pisavam com força, camponeses de botas ferradas, rebanhos e manadas de animais.
A bela pedra logo se viu maltratada. Alguns a faziam rolar, outros batiam nela com os pés, outros ainda a chutavam para mais adiante. As vezes via-se toda suja de lama.
Olhando para o lugar de onde viera, a pedra suspirou pela perda de sua solidão e teve, em vão, saudades da paz que outrora conhecera.
Esta fábula é dedicada aqueles que estupidamente saem da paz e do silêncio do verde campo para irem para a cidade, encontrando pessoas de maldade sem limites.
(Leonardo da Vinci: Fábulas e Lendas, S.Paulo, Circulo do Livro, 1972.)
Observe as afirmativas abaixo:
l - A estrada almejada pela pedra era de terra.
II - A pedra não teve paz na sua nova morada.
III - A pedra foi feliz na estrada.
IV - A pedra valorizou, após a experiência, o seu antigo lugar.
V - A estrada era calma, pouco movimentada.
Segundo a leitura do texto, estão CORRETAS apenas:
Um dia, olhando para a estrada sobre a qual haviam colocado diversas pedrinhas para reforçar a superficie, a pedra grande sentiu um enorme desejo de estar lá embaixo, junto às outras.
- Que estou eu fazendo aqui entre as flores? Quero viver com minhas irmäs. Acho que é um direito meu. Assim dizendo, moveu-se e rolou para baixo, terminando seu caprichoso percurso exatamente no meio das pedrinhas por cuja companhia tanto almejava.
Na estrada passavam carretas com rodas de ferro, cavalos que pisavam com força, camponeses de botas ferradas, rebanhos e manadas de animais. A bela pedra logo
se viu maltratada. Alguns a faziam rolar, outros batiam nela com os pés, outros ainda a chutavam para mais adiante. As vezes via-se toda suja de lama.
Olhando para olugar de onde viera, a pedra suspirou pela perda de sua solidão e teve, em vão, saudades da paz que outrora conhecera.
Esta fábula é dedicada aqueles que estupidamente saem da paz e do silêncio do verde campo para irem para a cidade, encontrando pessoas de maldade sem limites.
(Leonardo da Vinci: Fábulas e Lendas, S.Paulo, Circulo do Livro, 1972)
Para indicar a fala da pedra no texto, o narrador empregou para iniciar a frase:
Um dia, olhando para a estrada sobre a qual haviam colocado diversas pedrinhas para reforçar a superfície, a pedra grande sentiu um enorme desejo de estar lá embaixo, junto às outras.
- Que estou eu fazendo aqui entre as flores? Quero viver com minhas irmãs. Acho que é um direito meu. Assim dizendo, moveu-se e rolou para baixo, terminando seu caprichoso percurso exatamente no meio das pedrinhas por cuja companhia tanto almejava.
Na estrada passavam carretas com rodas de ferro, cavalos que pisavam com força, camponeses de botas ferradas, rebanhos e manadas de animais.
A bela pedra logo se viu maltratada. Alguns a faziam rolar, outros batiam nela com os pés, outros ainda a chutavam para mais adiante. As vezes via-se toda suja de lama.
Olhando para o lugar de onde viera, a pedra suspirou pela perda de sua solidão e teve, em vão, saudades da paz que outrora conhecera.
Esta fábula é dedicada aqueles que estupidamente saem da paz e do silêncio do verde campo para irem para a cidade, encontrando pessoas de maldade sem limites.
(Leonardo da Vinci: Fábulas e Lendas, S.Paulo, Circulo do Livro, 1972)
Na frase "A PEDRA E A ESTRADA não se harmonizaram na história", o pronome que substitui corretamente a expressão destacada é:
Na divisão de um número natural D por 12, o resto é o maior possível e a diferença entre D e o quociente Q é igual a 66. Nesse caso, é correto afirmar que a soma D + Q é igual a 78.
Em um mapa do Brasil que foi desenhado com distâncias perfeitamente proporcionais, verificou-se que a distância de São Paulo a Limeira, que, na realidade, é de 150 km, no mapa, media 1,5 cm. Nessa situação, se, nesse mapa, a distância entre Brasília e Natal é igual a 30 cm, então a distância real entre essas duas cidades é inferior a 2.500 km.
A administração do prédio de uma prefeitura decidiu numerar todas as portas do prédio, começando com 1 e, de 1 em 1, até a última porta. O pintor que fez o serviço cobrou R$ 0,50 por cada algarismo pintado e, no final do serviço recebeu o total de R$ 193,50. Nessa situação, é correto afirmar que o prédio da prefeitura tinha mais de 160 portas.