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Para revisor de texto
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EVENTO: IV CONGRESSO NACIONAL SOBRE MINORIAS
DATA: 13/2/2013
LOCAL DO EVENTO: São Paulo
AUTOR: José da Silva
TÍTULO DO TRABALHO: Sobre a cultura das minorias
TIPO DE PUBLICAÇÃO: Anais
LOCAL DE PUBLICAÇÃO: Brasília
EDITORA: Mídia
DATA DA PUBLICAÇÃO: 13/2/2013
Caso se fizesse a citação desse evento como um todo em um documento, suas referências deveriam ser apresentadas da seguinte forma:
CONGRESSO NACIONAL SOBRE MINORIAS, 4., 2013, São Paulo. Anais... Brasília: Mídia, 2013.
EVENTO: IV CONGRESSO NACIONAL SOBRE MINORIAS
DATA: 13/2/2013
LOCAL DO EVENTO: São Paulo
AUTOR: José da Silva
TÍTULO DO TRABALHO: Sobre a cultura das minorias
TIPO DE PUBLICAÇÃO: Anais
LOCAL DE PUBLICAÇÃO: Brasília
EDITORA: Mídia
DATA DA PUBLICAÇÃO: 13/2/2013
Caso não se pudesse determinar o local de publicação dos Anais do Congresso Nacional Sobre Minorias, a respectiva referência deveria ser elaborada da seguinte forma:
CONGRESSO NACIONAL SOBRE MINORIAS, 4., 2013, São Paulo. Anais... Mídia, 2013.
No trecho: “O tom narrativo participa da mesma despretensão, despertando a simpatia do leitor para personagens e eventos da experiência comezinha" (l.46-48), a oração reduzida de gerúndio reforça a consistência semântica temporal presente no período.
O emprego do circunflexo nos vocábulos “entrevê" e “pungência" justifica-se com base na mesma regra de acentuação gráfica.
As expressões “uma sombra de nostalgia" (l.33) e “uma pungência próxima do patético" (l.33-34) exercem a função de complemento da forma verbal “perpassam" (l.32).
Em termos de estrutura, o texto é constituído de uma soma entre análise literária, opinião da resenhista e informações externas ao texto resenhado.
No trecho: “e souberam usar flores e frutos para alimento e adorno e música" (l.14 - 15) a resenhista utiliza a preposição “e" como elemento expressivo do texto, enfatizando o sentido de adversidade entre os termos da enumeração.
Para a resenhista o encanto dos personagens que povoam as estórias de Velhos amigos está na familiaridade que eles mantêm com modelos de heróis do mundo antigo, seja no seu sofrimento, seja no seu heroísmo.
Segundo a autora da resenha, a unidade das estórias que compõem o livro Velhos amigos resulta sobretudo da rígida delimitação do gênero textual adotado pela escritora.
Ao principiar o texto com dois períodos interrogativos, a resenhista pretende chamar a atenção do leitor para questões propostas na obra Velhos amigos, como é possível inferir da sequência em que ela, após a indagação, apresenta sua argumentação.
As expressões “Desse modo" (l.16), “dessa maneira" (l.42) e “Dessa forma" (l.50) exercem equivalente função textual, pois reiteram elementos do texto.
Empregado no terceiro parágrafo do texto, o termo “as suas estórias" (l.16-17) estabelece relação textual reiterativa e progressiva com o título da obra, mencionado no título do texto e nos dois primeiros parágrafos.
Percebe-se, tanto pelo vocabulário quanto pela tonalidade do discurso, que a autora da resenha deseja imprimir ao seu texto um estilo de base objetiva, procurando elidir laivos de emotividade ao comentar o conjunto de estórias.
A resenhista credita a Velhos amigos o mérito de configurar-se como um conjunto de estórias capaz de despertar empatia e emoções nos leitores.
Estruturalmente, o texto se organiza como uma reportagem científica em que o protagonismo concentra-se nos dados colhidos pelos autores da pesquisa, com a devida omissão da opinião do autor do artigo.
O emprego das aspas na expressão “teoria da mente" (l.16 e l.26-27) indica que ela é utilizada de modo irônico, por meio do qual o autor procura sutilmente contestar as conclusões da pesquisa por ele apresentada.
A ficção literária seria, de acordo com as conclusões da pesquisa aludidas no texto, eficaz para quem deseja construir uma perspectiva crítica dos assuntos do mundo cotidiano e aprimorar a fluência linguística.
O autor utiliza um estudo para confirmar sua opinião a respeito da importância da leitura de textos literários.
Segundo o autor, a capacidade de construção de situações e personagens ilógicos e irreais na literatura de ficção é decisiva na prevenção de psicopatologias graves.
Nos primeiros parágrafos, o autor do texto utiliza uma modalidade de discurso em que o receptor é incluído, buscando, assim, uma interlocução mais direta e empática com quem lê seu texto.

