Questões de Concurso Para museólogo

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Q4322389 Redação Oficial
Assinale a alternativa em que a palavra destacada é responsável por produzir ambiguidade no enunciado, tornando-о, portanto, inadequado para a redação oficial.
Alternativas
Q4322388 Redação Oficial

"Apurado, com impressionante agilidade e precisão, naquela tarde do último mês do ano, o resultado da consulta à população local, verificou-se que a esmagadora e ampla maioria da comunidade daquele distante distrito manifestou-se pela efusiva e indubitável rejeição da alteração realizada na Lei de Responsabilidade Fiscal."


Considerando que o trecho acima se encontre em parte de um documento oficial, é correto afirmar que ele:

Alternativas
Q4322387 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4322386 Português

Imagem associada para resolução da questão


BROWNE, Dik. Hagar o horrível. Disponível em

<https://www.instagram.com/p/DZc1CjXFo5J/?img_ind

ex=5>.


Nas expressões "meio cheio" e "meio vazio", empregadas na tirinha acima, a palavra "meio" é de natureza:

Alternativas
Q4322385 Português
Assinale a alternativa que apresenta a colocação do pronome destacado de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4322384 Português

"É impossível imaginar o espanhol sem Cervantes, o inglês sem Shakespeare, e o português sem Clarice." (Benjamin Moser)


O período acima é constituído por:

Alternativas
Q4322383 Português
Assinale a alternativa cujo enunciado apresenta a figura de linguagem conhecida como catacrese.
Alternativas
Q4322382 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Os robôs não são a grande ameaça à humanidade; os desumanos, sim


    Quanto se ganha por ler uma poesia? Ou por deixar a música invadir e mudar a batida do coração? Qual o valor de ter o fôlego interrompido diante de uma escultura, de uma flor ou do pôr-do-sol? Quanto vale o que nos faz mais humanos? É na ampliação do sentir que percebemos o mundo e nos implicamos nele. O que nos preenche a alma não é palpável, quantificável ou útil, mas é o que embeleza a vida, e para isso não há preço.


    Ninguém sabe o momento exato que vai realizar essa verdade, talvez porque esse momento nem exista, é aos poucos que a gente se humaniza, e isso é o oposto do processo de desumanização, que ocorre rápido, devasta amizades, amores e famílias, como uma peste ou uma guerra.


    A praga do utilitarismo corrói os bons afetos. As relações humanas pautadas por ele são empobrecedoras, tornam o mundo pior, não importa o que de longe possa parecer.


    Somos razão, mas existimos, com grandeza, é na sensibilidade.


    Sou inconformada como embrutecimento do mundo. Diante de tantas possibilidades da humanidade dar um salto de consciência, entristece ver pessoas com o coração mais árido, menos dispostas a se deixarem afetar por relações humanas baseadas na ausência de utilidade.


    Nada contra o networking. Sobre isso acho o óbvio: útil. Mas é o inútil contido nas humanidades que nos torna mais interessantes, eventualmente, até para fazer negócios. (...)


    Não são os robôs a grande ameaça à humanidade, são os desumanos.


    As disciplinas humanísticas pedem passagem como antídoto à barbárie da utilidade. A desumanidade turva a compreensão da realidade óbvia e permite cegueiras coletivas, que abrem espaço para aberrações comportamentais. Exige esforço, mas é preciso dedicar mais tempo para resgatar valores comunitários.


    As relações baseadas em princípios mais humanos melhoram as pessoas. A riqueza interior supera o lucro. Apoiar o ensino de novos conceitos de riqueza baseados em sentimentos e não em matéria é remédio para um mundo adoecido e autodestrutivo. (...)


AGUIAR, Aurê. Os robôs não são a grande ameaça à

humanidade; os desumanos, sim. A Gazeta. Disponível

em <https://www.agazeta.com.br/colunas/aureaguiar/os-robos-nao-sao-a-grande-ameaca-ahumanidade-os-desumanos-sim-0424>.

Assinale a alternativa cuja palavra destacada, mesmo não sendo um pronome possessivo, apresenta o sentido de posse
Alternativas
Q4322381 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Os robôs não são a grande ameaça à humanidade; os desumanos, sim


    Quanto se ganha por ler uma poesia? Ou por deixar a música invadir e mudar a batida do coração? Qual o valor de ter o fôlego interrompido diante de uma escultura, de uma flor ou do pôr-do-sol? Quanto vale o que nos faz mais humanos? É na ampliação do sentir que percebemos o mundo e nos implicamos nele. O que nos preenche a alma não é palpável, quantificável ou útil, mas é o que embeleza a vida, e para isso não há preço.


    Ninguém sabe o momento exato que vai realizar essa verdade, talvez porque esse momento nem exista, é aos poucos que a gente se humaniza, e isso é o oposto do processo de desumanização, que ocorre rápido, devasta amizades, amores e famílias, como uma peste ou uma guerra.


    A praga do utilitarismo corrói os bons afetos. As relações humanas pautadas por ele são empobrecedoras, tornam o mundo pior, não importa o que de longe possa parecer.


    Somos razão, mas existimos, com grandeza, é na sensibilidade.


    Sou inconformada como embrutecimento do mundo. Diante de tantas possibilidades da humanidade dar um salto de consciência, entristece ver pessoas com o coração mais árido, menos dispostas a se deixarem afetar por relações humanas baseadas na ausência de utilidade.


    Nada contra o networking. Sobre isso acho o óbvio: útil. Mas é o inútil contido nas humanidades que nos torna mais interessantes, eventualmente, até para fazer negócios. (...)


    Não são os robôs a grande ameaça à humanidade, são os desumanos.


    As disciplinas humanísticas pedem passagem como antídoto à barbárie da utilidade. A desumanidade turva a compreensão da realidade óbvia e permite cegueiras coletivas, que abrem espaço para aberrações comportamentais. Exige esforço, mas é preciso dedicar mais tempo para resgatar valores comunitários.


    As relações baseadas em princípios mais humanos melhoram as pessoas. A riqueza interior supera o lucro. Apoiar o ensino de novos conceitos de riqueza baseados em sentimentos e não em matéria é remédio para um mundo adoecido e autodestrutivo. (...)


AGUIAR, Aurê. Os robôs não são a grande ameaça à

humanidade; os desumanos, sim. A Gazeta. Disponível

em <https://www.agazeta.com.br/colunas/aureaguiar/os-robos-nao-sao-a-grande-ameaca-ahumanidade-os-desumanos-sim-0424>.

"A desumanidade turva a compreensão da realidade óbvia"


A palavra destacada no trecho acima é sinônima de tornar algo:

Alternativas
Q4322380 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Os robôs não são a grande ameaça à humanidade; os desumanos, sim


    Quanto se ganha por ler uma poesia? Ou por deixar a música invadir e mudar a batida do coração? Qual o valor de ter o fôlego interrompido diante de uma escultura, de uma flor ou do pôr-do-sol? Quanto vale o que nos faz mais humanos? É na ampliação do sentir que percebemos o mundo e nos implicamos nele. O que nos preenche a alma não é palpável, quantificável ou útil, mas é o que embeleza a vida, e para isso não há preço.


    Ninguém sabe o momento exato que vai realizar essa verdade, talvez porque esse momento nem exista, é aos poucos que a gente se humaniza, e isso é o oposto do processo de desumanização, que ocorre rápido, devasta amizades, amores e famílias, como uma peste ou uma guerra.


    A praga do utilitarismo corrói os bons afetos. As relações humanas pautadas por ele são empobrecedoras, tornam o mundo pior, não importa o que de longe possa parecer.


    Somos razão, mas existimos, com grandeza, é na sensibilidade.


    Sou inconformada como embrutecimento do mundo. Diante de tantas possibilidades da humanidade dar um salto de consciência, entristece ver pessoas com o coração mais árido, menos dispostas a se deixarem afetar por relações humanas baseadas na ausência de utilidade.


    Nada contra o networking. Sobre isso acho o óbvio: útil. Mas é o inútil contido nas humanidades que nos torna mais interessantes, eventualmente, até para fazer negócios. (...)


    Não são os robôs a grande ameaça à humanidade, são os desumanos.


    As disciplinas humanísticas pedem passagem como antídoto à barbárie da utilidade. A desumanidade turva a compreensão da realidade óbvia e permite cegueiras coletivas, que abrem espaço para aberrações comportamentais. Exige esforço, mas é preciso dedicar mais tempo para resgatar valores comunitários.


    As relações baseadas em princípios mais humanos melhoram as pessoas. A riqueza interior supera o lucro. Apoiar o ensino de novos conceitos de riqueza baseados em sentimentos e não em matéria é remédio para um mundo adoecido e autodestrutivo. (...)


AGUIAR, Aurê. Os robôs não são a grande ameaça à

humanidade; os desumanos, sim. A Gazeta. Disponível

em <https://www.agazeta.com.br/colunas/aureaguiar/os-robos-nao-sao-a-grande-ameaca-ahumanidade-os-desumanos-sim-0424>.

O texto "Os robôs não são a grande ameaça à humanidade; os desumanos, sim" é predominantemente:
Alternativas
Q4166294 Legislação Federal
Considerando o Código de Ética do ICOM e o Estatuto de Museus, a participação direta ou indireta de pessoal técnico de museus públicos em atividades ligadas à comercialização de bens culturais é:
Alternativas
Q4166293 Museologia
Maria Cristina Bruno (2006) propõe que o campo de ação museológica se estrutura em três campos interligados. Aquele denominado "campo essencial" tem como parâmetros definidores e elementares:
Alternativas
Q4166292 Museologia
Segundo os princípios fundamentais previstos no art. 2º do Estatuto de Museus, NÃO está listado como princípio:
Alternativas
Q4166291 Museologia
A Lei nº 7.287/1984, referenciada no Estatuto de Museus, dispõe sobre:
Alternativas
Q4166290 Museologia
O Plano Museológico, conforme o art. 45 da Lei 11.904/2009, é compreendido como:
Alternativas
Q4166289 Legislação Federal
O art. 35 do Estatuto de Museus estabelece que os museus deverão caracterizar-se pela: 
Alternativas
Q4166288 Museologia
A avaliação de exposições museológicas é considerada fundamental porque: 
Alternativas
Q4166287 Museologia
Marcelo Cunha (2010) afirma que "expor é também propor". Isso significa que a exposição museológica:
Alternativas
Q4166286 Museologia
Dentre os dez agentes de deterioração reconhecidos pela metodologia de gestão de riscos em museus, qual dos seguintes NÃO integra essa lista clássica?
Alternativas
Q4166285 Legislação Federal
Segundo o Estatuto de Museus (Lei 11.904/2009), o Programa de Segurança de cada museu tem natureza:
Alternativas
Respostas
41: C
42: D
43: C
44: A
45: D
46: E
47: B
48: B
49: E
50: A
51: A
52: C
53: E
54: B
55: B
56: A
57: B
58: C
59: D
60: C