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Para melhor gerenciar os resultados, o processo de gestão de uma organização deve ser dinâmico e proativo, permitindo se antecipar às mudanças que ocorrem no ambiente. Para ter esta característica, é necessário um modelo de gestão que vise, simultaneamente, um resultado econômico positivo para a organização e a criação de valor aos usuários dos serviços prestados. Assim, a sua base de atuação deve ser calcada em um processo de gestão estratégica, ou seja, baseado em estratégias que visam criar para a organização a possibilidade de maximização do seu resultado econômico no longo prazo. (MAUSS; SOUZA, 2008, p. 71).
A análise do texto e os conhecimentos sobre gestão organizacional permitem afirmar:
Um processo de gestão estratégica implica o uso eficiente dos recursos públicos no atendimento das necessidades da sociedade, de forma que, em longo prazo, os objetivos traçados sejam alcançados.
Sabendo-se que a Lei n o 8112/1990 prevê, por ocasião da morte do servidor público, pensões para seus beneficiários, podendo ser vitalícias ou temporárias, pode-se afirmar que o irmão órfão do funcionário que comprovar dependência econômica do servidor público receberá uma pensão vitalícia.
[...] o Estado realiza a função administrativa por meio de órgãos, agentes e pessoas jurídicas, adotando duas formas básicas de organização e atuação administrativas: centralização e descentralização. (JUND, 2006, p. 49).
A análise do texto e os conhecimentos sobre a função administrativa do Estado permitem afirmar:
Uma das características dos órgãos da Administração Direta é a ausência de patrimônio próprio, uma vez que não dispõem de aptidão para ter bens.
[...] o Estado realiza a função administrativa por meio de órgãos, agentes e pessoas jurídicas, adotando duas formas básicas de organização e atuação administrativas: centralização e descentralização. (JUND, 2006, p. 49).
A análise do texto e os conhecimentos sobre a função administrativa do Estado permitem afirmar:
Quando o Estado centraliza, pressupõe a existência de duas pessoas jurídicas distintas: o Estado e a entidade que executará o serviço, por ter recebido essa atribuição.
BRAGA, R. A casa. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2011. p. 359-360. Seleção Saraiva Vira-vira 1.
Os termos “nas casinhas que vira na revista"(l.8)e “a" , em "eu a quero" (l. 11), complementam ações verbais.
BRAGA, R. A casa. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2011. p. 359-360. Seleção Saraiva Vira-vira 1.
O“que",em “que não sei desenhar" (l.21),“que não sei fazer versos" (l.22),“que não tenho crença" (l.23) e“que são apenas minhas" (l.24), representa uma forma pronominal que recupera o mesmo referente.
BRAGA, R. A casa. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2011. p. 359-360. Seleção Saraiva Vira-vira 1.
No texto, “alegres barracas de cimento"(l. 17) constitui uma metáfora da casa moderna.
BRAGA, R. A casa. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2011. p. 359-360. Seleção Saraiva Vira-vira 1.
A substituição da preposição “de" pelo vocábulo por, no fragmento “Pode haver uma janela alta de onde eu veja o céu e o mar"(l. 14), resulta em outro significado para o contexto frasal.
BRAGA, R. A casa. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2011. p. 359-360. Seleção Saraiva Vira-vira 1.
O período “Um amigo meu quis reformar seu apartamento e chamou um arquiteto novo. "(l. 4) admite, sem alterar a semântica do contexto, ser reestruturado como Meu amigo quis reformar seu apartamento e chamou um novo arquiteto.
BRAGA, R. A casa. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2011. p. 359-360. Seleção Saraiva Vira-vira 1.
No penúltimo parágrafo, os recursos de linguagem utilizados pelo enunciador estão adequados ao tom lírico da narrativa.
BRAGA, R. A casa. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2011. p. 359-360. Seleção Saraiva Vira-vira 1.
O enunciador do discurso conduz a sua narrativa priorizando uma linguagem referencial e precisa.
BRAGA, R. A casa. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2011. p. 359-360. Seleção Saraiva Vira-vira 1.
A crônica em estudo apresenta como ideia central a oposição entre a exposição, fruto da arquitetura moderna, e a privacidade das velhas casas.
No contexto onde se encontram, os termos “de coisas "(l.9) e “em coisas" (l.10) exercem a mesma função sintática.
Em“Navegamos nas diferentes esferas que compõem a vida de forma fragmentária e superficial,e não como totalidade articulada." (l.19-20),o termo em negrito tem valor adversativo.
No período “Estão lá, pulsando, nas veias que correm sob a pele urbana. "(l.11), há a personificação da cidade.
Os termos“na maioria das vezes"(l.7-8) e “isto é" (l.13) equivalem-se semanticamente e antecedem uma retificação.
Os termos “mas também" (l.5)e “mas" (l.7),nos seus respectivos contextos, introduzem ideia de adição, com a elipse da palavra também na linha 7.
A afirmativa “Para o pai da psicanálise, não há civilização sem repressão." (l.22-23) constitui a opinião de uma voz citada no texto e referendada pelo autor.
O fragmento “e de corpos transformados em coisas." (l.9-10) apresenta um processo de depreciação dos seres humanos.
O fragmento “que aboliu o horizonte e apagou as estrelas." (l.2-3) apresenta dois pensamentos cujos conteúdos são contraditórios.
