Questões de Concurso Para analista de tecnologia da informação

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Q3496963 Português

Leia o texto para responder à questão


Redescobrir a leitura é preciso


    A dependência das ferramentas da era digital é um fato. Os adolescentes não desgrudam do celular. Passam horas navegando na web ou absortos nos videogames. Mas não só eles. Todos, jovens e menos jovens, estamos reféns do mundo digital.


    Para o norte-americano Nicholas Carr, formado em Harvard e autor de livros de tecnologia e administração, a dependência no uso da internet está empobrecendo nossa cultura, matando talentos e causando distúrbios psíquicos. Ele não fala do uso da internet, mas da compulsividade virtual.


    Segundo Carr, o uso exagerado da internet está reduzindo nossa capacidade de pensar com independência e profundidade. “Você fica pulando de um site para o outro. Recebe várias mensagens ao mesmo tempo. Isso desenvolve um novo tipo de intelecto, mais adaptado a lidar com as múltiplas funções simultâneas, mas está perdendo a capacidade de se concentrar, ler atentamente ou pensar com profundidade.”


    A nova geração de adolescentes tem mais acesso à informação que qualquer outra antes dela. Mas isso não se reflete em um ganho cultural. De fato, há uma perda considerável de qualidade da mão de obra. Os índices de leitura e de compreensão de texto vêm caindo intensamente. A conclusão é que, apesar do maior acesso às tecnologias, não se vê um ganho expressivo em termos de apreensão de conhecimento.


    A internet é uma formidável ferramenta. Mas não deve perder o seu caráter instrumental. O excesso de internet termina em compulsão, um tipo de desvio que já começa a preocupar os especialistas em saúde mental. Usemos a internet, mas tenhamos moderação. Precisamos, todos, redescobrir o prazer e a beleza da leitura.


    A literatura é o Waze que nos conduz na aventura da vida.


(Carlos Alberto Di Franco, Redescobrir a leitura é preciso.

https://www.estadao.com.br, 22.01.2024. Adaptado)

Considere as passagens:



•  Passam horas navegando na web ou absortos nos videogames. (1o  parágrafo)


•  Isso desenvolve um novo tipo de intelecto, mais adaptado a lidar com as múltiplas funções simultâneas… (3o  parágrafo)


•  De fato, há uma perda considerável de qualidade da mão de obra. (4o  parágrafo)


•  Usemos a internet, mas tenhamos moderação. (5o parágrafo)



No contexto em que estão empregados, os termos destacados significam, correta e respectivamente:

Alternativas
Q3496962 Português

Leia o texto para responder à questão


Redescobrir a leitura é preciso


    A dependência das ferramentas da era digital é um fato. Os adolescentes não desgrudam do celular. Passam horas navegando na web ou absortos nos videogames. Mas não só eles. Todos, jovens e menos jovens, estamos reféns do mundo digital.


    Para o norte-americano Nicholas Carr, formado em Harvard e autor de livros de tecnologia e administração, a dependência no uso da internet está empobrecendo nossa cultura, matando talentos e causando distúrbios psíquicos. Ele não fala do uso da internet, mas da compulsividade virtual.


    Segundo Carr, o uso exagerado da internet está reduzindo nossa capacidade de pensar com independência e profundidade. “Você fica pulando de um site para o outro. Recebe várias mensagens ao mesmo tempo. Isso desenvolve um novo tipo de intelecto, mais adaptado a lidar com as múltiplas funções simultâneas, mas está perdendo a capacidade de se concentrar, ler atentamente ou pensar com profundidade.”


    A nova geração de adolescentes tem mais acesso à informação que qualquer outra antes dela. Mas isso não se reflete em um ganho cultural. De fato, há uma perda considerável de qualidade da mão de obra. Os índices de leitura e de compreensão de texto vêm caindo intensamente. A conclusão é que, apesar do maior acesso às tecnologias, não se vê um ganho expressivo em termos de apreensão de conhecimento.


    A internet é uma formidável ferramenta. Mas não deve perder o seu caráter instrumental. O excesso de internet termina em compulsão, um tipo de desvio que já começa a preocupar os especialistas em saúde mental. Usemos a internet, mas tenhamos moderação. Precisamos, todos, redescobrir o prazer e a beleza da leitura.


    A literatura é o Waze que nos conduz na aventura da vida.


(Carlos Alberto Di Franco, Redescobrir a leitura é preciso.

https://www.estadao.com.br, 22.01.2024. Adaptado)

O autor recorre às ideias do norte-americano Nicholas Carr para mostrar que
Alternativas
Q3496961 Português

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O homem da Rabeca


    A casa para onde me mudei nada tinha de confortável e resguardada. Somente alta e mais clara que o primeiro andar da rua do Sol.


    Devia já ser velha; os tetos baixos e o soalho carunchoso tremiam em os chinelos arrastando. Pelos buracos do rodapé, as baratas saltavam de noite aos rebanhos, em cata de alimento. Mas de manhã a coisa mudava – rompia alegremente o sol, como um companheiro folgazão, e no parapeito da varanda, as pombas do marceneiro vinham arrulhar beijando-se, com esse movimento coquette1 de cabecinhas graciosas. Um pé de eloendro florido chamava as abelhas, abrindo-lhes as corolas róseas num cândido aroma de beijos, e em anfiteatro, alargando-se da Baixa ao cimo das colinas de uma banda, e até ao azul do rio da outra, a casaria da cidade, liberta dos últimos vapores da noite, expunha as suas fachadas brancas, monotonamente cortadas de janelas, sobre que os tetos caíam em pirâmides alongadas, e de que as chaminés furavam agressivamente aqui e além, fumando na risonha luz recém-nascida.


    A primeira coisa que pude notar na vizinhança foi que não havia uma cara bonita. Em baixo, na loja do prédio fronteiro, a mulher do lugar, suja e gasta, era repelente com os seus enormes sapatos de ourelo e o corpete do vestido constantemente descerrado. No primeiro andar, engomadeiras com cara de homem, cabeludas e amarelas, vinham raro à janela para lançar olhares oblíquos sobre as casas alheias. Por cima era uma mestra – ao lado um veterano eternamente à janela, de barrete azul, fumando no seu cachimbo disforme. Na rua estreita e tortuosa, todos se conheciam; crianças brincavam descalças e ranhosas, tocando latas; de manhã era uma gralhada de janela para janela sobre a carestia das coisas e as carraspanas dos maridos – e o mesmo padeiro servia as famílias, demorando-se de palestra pelas escadas.


(Fialho de Almeida, “O homem da Rabeca”. Em: Massaud Moisés.

A Literatura Portuguesa Através Dos Textos, 2012. Adaptado)


1sedutor

Assinale a alternativa em que o termo destacado está empregado como advérbio de tempo.
Alternativas
Q3496960 Português

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O homem da Rabeca


    A casa para onde me mudei nada tinha de confortável e resguardada. Somente alta e mais clara que o primeiro andar da rua do Sol.


    Devia já ser velha; os tetos baixos e o soalho carunchoso tremiam em os chinelos arrastando. Pelos buracos do rodapé, as baratas saltavam de noite aos rebanhos, em cata de alimento. Mas de manhã a coisa mudava – rompia alegremente o sol, como um companheiro folgazão, e no parapeito da varanda, as pombas do marceneiro vinham arrulhar beijando-se, com esse movimento coquette1 de cabecinhas graciosas. Um pé de eloendro florido chamava as abelhas, abrindo-lhes as corolas róseas num cândido aroma de beijos, e em anfiteatro, alargando-se da Baixa ao cimo das colinas de uma banda, e até ao azul do rio da outra, a casaria da cidade, liberta dos últimos vapores da noite, expunha as suas fachadas brancas, monotonamente cortadas de janelas, sobre que os tetos caíam em pirâmides alongadas, e de que as chaminés furavam agressivamente aqui e além, fumando na risonha luz recém-nascida.


    A primeira coisa que pude notar na vizinhança foi que não havia uma cara bonita. Em baixo, na loja do prédio fronteiro, a mulher do lugar, suja e gasta, era repelente com os seus enormes sapatos de ourelo e o corpete do vestido constantemente descerrado. No primeiro andar, engomadeiras com cara de homem, cabeludas e amarelas, vinham raro à janela para lançar olhares oblíquos sobre as casas alheias. Por cima era uma mestra – ao lado um veterano eternamente à janela, de barrete azul, fumando no seu cachimbo disforme. Na rua estreita e tortuosa, todos se conheciam; crianças brincavam descalças e ranhosas, tocando latas; de manhã era uma gralhada de janela para janela sobre a carestia das coisas e as carraspanas dos maridos – e o mesmo padeiro servia as famílias, demorando-se de palestra pelas escadas.


(Fialho de Almeida, “O homem da Rabeca”. Em: Massaud Moisés.

A Literatura Portuguesa Através Dos Textos, 2012. Adaptado)


1sedutor

A colocação pronominal atende à norma-padrão em: 
Alternativas
Q3496959 Português

Leia o texto para responder à questão


O homem da Rabeca


    A casa para onde me mudei nada tinha de confortável e resguardada. Somente alta e mais clara que o primeiro andar da rua do Sol.


    Devia já ser velha; os tetos baixos e o soalho carunchoso tremiam em os chinelos arrastando. Pelos buracos do rodapé, as baratas saltavam de noite aos rebanhos, em cata de alimento. Mas de manhã a coisa mudava – rompia alegremente o sol, como um companheiro folgazão, e no parapeito da varanda, as pombas do marceneiro vinham arrulhar beijando-se, com esse movimento coquette1 de cabecinhas graciosas. Um pé de eloendro florido chamava as abelhas, abrindo-lhes as corolas róseas num cândido aroma de beijos, e em anfiteatro, alargando-se da Baixa ao cimo das colinas de uma banda, e até ao azul do rio da outra, a casaria da cidade, liberta dos últimos vapores da noite, expunha as suas fachadas brancas, monotonamente cortadas de janelas, sobre que os tetos caíam em pirâmides alongadas, e de que as chaminés furavam agressivamente aqui e além, fumando na risonha luz recém-nascida.


    A primeira coisa que pude notar na vizinhança foi que não havia uma cara bonita. Em baixo, na loja do prédio fronteiro, a mulher do lugar, suja e gasta, era repelente com os seus enormes sapatos de ourelo e o corpete do vestido constantemente descerrado. No primeiro andar, engomadeiras com cara de homem, cabeludas e amarelas, vinham raro à janela para lançar olhares oblíquos sobre as casas alheias. Por cima era uma mestra – ao lado um veterano eternamente à janela, de barrete azul, fumando no seu cachimbo disforme. Na rua estreita e tortuosa, todos se conheciam; crianças brincavam descalças e ranhosas, tocando latas; de manhã era uma gralhada de janela para janela sobre a carestia das coisas e as carraspanas dos maridos – e o mesmo padeiro servia as famílias, demorando-se de palestra pelas escadas.


(Fialho de Almeida, “O homem da Rabeca”. Em: Massaud Moisés.

A Literatura Portuguesa Através Dos Textos, 2012. Adaptado)


1sedutor

Considere as passagens do texto:

•  … as baratas saltavam de noite aos rebanhos… (2o parágrafo)
•  … rompia alegremente o sol, como um companheiro folgazão… (2o parágrafo)
•  … e o mesmo padeiro servia as famílias, demorando-se de palestra pelas escadas. (3o parágrafo)

As passagens permitem, correta e respectivamente, as interpretações:
Alternativas
Q3496958 Português

Leia o texto para responder à questão


O homem da Rabeca


    A casa para onde me mudei nada tinha de confortável e resguardada. Somente alta e mais clara que o primeiro andar da rua do Sol.


    Devia já ser velha; os tetos baixos e o soalho carunchoso tremiam em os chinelos arrastando. Pelos buracos do rodapé, as baratas saltavam de noite aos rebanhos, em cata de alimento. Mas de manhã a coisa mudava – rompia alegremente o sol, como um companheiro folgazão, e no parapeito da varanda, as pombas do marceneiro vinham arrulhar beijando-se, com esse movimento coquette1 de cabecinhas graciosas. Um pé de eloendro florido chamava as abelhas, abrindo-lhes as corolas róseas num cândido aroma de beijos, e em anfiteatro, alargando-se da Baixa ao cimo das colinas de uma banda, e até ao azul do rio da outra, a casaria da cidade, liberta dos últimos vapores da noite, expunha as suas fachadas brancas, monotonamente cortadas de janelas, sobre que os tetos caíam em pirâmides alongadas, e de que as chaminés furavam agressivamente aqui e além, fumando na risonha luz recém-nascida.


    A primeira coisa que pude notar na vizinhança foi que não havia uma cara bonita. Em baixo, na loja do prédio fronteiro, a mulher do lugar, suja e gasta, era repelente com os seus enormes sapatos de ourelo e o corpete do vestido constantemente descerrado. No primeiro andar, engomadeiras com cara de homem, cabeludas e amarelas, vinham raro à janela para lançar olhares oblíquos sobre as casas alheias. Por cima era uma mestra – ao lado um veterano eternamente à janela, de barrete azul, fumando no seu cachimbo disforme. Na rua estreita e tortuosa, todos se conheciam; crianças brincavam descalças e ranhosas, tocando latas; de manhã era uma gralhada de janela para janela sobre a carestia das coisas e as carraspanas dos maridos – e o mesmo padeiro servia as famílias, demorando-se de palestra pelas escadas.


(Fialho de Almeida, “O homem da Rabeca”. Em: Massaud Moisés.

A Literatura Portuguesa Através Dos Textos, 2012. Adaptado)


1sedutor

Ao discorrer sobre a casa onde estava morando, o narrador do texto deixa claro que
Alternativas
Q3413460 Raciocínio Lógico
Em uma urna há 15 bolas numeradas de 1 a 15. São retiradas 2 dessas bolas, sem reposição. A probabilidade de a multiplicação dos números dessas 2 bolas ser exatamente 15 é, aproximadamente,
Alternativas
Q3413459 Matemática
Considere o número complexo z = 3 – 2i. A parte real de z5 é
Alternativas
Q3413458 Matemática
Um ponto B=(-2, -3) pertence ao círculo de centro A=(1, 2). Logo, a área aproximada desse círculo é 
Alternativas
Q3413455 Matemática
Considere as funções Imagem associada para resolução da questão e marque a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3413453 Matemática
Considere a função f(x)=x² cujo domínio e contradomínio são os números reais não negativos e analise as afirmativas a seguir.
I - A função f é crescente em todo domínio.
II - A função f possui inversa.
III - A função f é periódica de período 2.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s) 
Alternativas
Q3413441 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 01
A metamorfose
Luís Fernando Veríssimo
Uma barata acordou um dia e viu que tinha se transformado num ser humano. Começou a mexer suas patas e viu que só tinha quatro, que eram grandes e pesadas e de articulação difícil. Não tinha mais antenas. Quis emitir um som de surpresa e sem querer deu um grunhido. As outras baratas fugiram aterrorizadas para trás do móvel. Ela quis segui-las, mas não coube atrás do móvel. O seu segundo pensamento foi: “Que horror... Preciso acabar com essas baratas...”
Pensar, para a ex-barata, era uma novidade. Antigamente ela seguia seu instinto. Agora precisava raciocinar. Fez uma espécie de manto com a cortina da sala para cobrir sua nudez. Saiu pela casa e encontrou um armário num quarto, e nele, roupa de baixo e um vestido. Olhou-se no espelho e achou-se bonita. Para uma ex-barata. Maquiou-se. Todas as baratas são iguais, mas as mulheres precisam realçar sua personalidade. Adotou um nome: Vandirene. Mais tarde descobriu que só um nome não bastava. A que classe pertencia?... Tinha educação?... Referências?... Conseguiu a muito custo um emprego como faxineira. Sua experiência de barata lhe dava acesso a sujeiras mal suspeitadas. Era uma boa faxineira.
Difícil era ser gente... Precisava comprar comida e o dinheiro não chegava. As baratas se acasalam num roçar de antenas, mas os seres humanos não. Conhecem-se, namoram, brigam, fazem as pazes, resolvem se casar, hesitam. Será que o dinheiro vai dar? Conseguir casa, móveis, eletrodomésticos, roupa de cama, mesa e banho. Vandirene casou-se, teve filhos. Lutou muito, coitada. Filas no Instituto Nacional de Previdência Social. Pouco leite. O marido desempregado... Finalmente acertou na loteria. Quase quatro milhões! Entre as baratas ter ou não ter quatro milhões não faz diferença. Mas Vandirene mudou. Empregou o dinheiro. Mudou de bairro. Comprou casa. Passou a vestir bem, a comer bem, a cuidar onde põe o pronome. Subiu de classe. Contratou babás e entrou na Pontifícia Universidade Católica.
Vandirene acordou um dia e viu que tinha se transformado em barata. Seu penúltimo pensamento humano foi: “Meu Deus!... A casa foi dedetizada há dois dias!...”. Seu último pensamento humano foi para seu dinheiro rendendo na financeira e que o safado do marido, seu herdeiro legal, o usaria. Depois desceu pelo pé da cama e correu para trás de um móvel. Não pensava mais em nada. Era puro instinto. Morreu cinco minutos depois, mas foram os cinco minutos mais felizes de sua vida.
Disponível em: https://www.culturagenial.com/cronicas-engracadas-de-luis-fernando-verissimo-comentadas/. Acesso em: 20 fev. 2024. Adaptado.
Analise as afirmativas tendo em vista as ideias veiculadas no texto.
I. O ato de pensar traz demandas complexas à vida das pessoas.
II. A capacidade de raciocinar é sempre facilitadora e libertadora.
III. O cotidiano das pessoas é livre de preocupações e obrigações.
IV. A questão financeira é uma preocupação na vida das pessoas.
V. O ato de pensar pode ser o causador de angústia e sofrimento.
Estão CORRETAS as alternativas
Alternativas
Q3413440 Programação

Avalie o código programado em linguagem C:


Imagem associada para resolução da questão

O resultado da execução deve ser igual a:  

Alternativas
Q3413439 Redes de Computadores
Sobre os tipos de redes de computadores, avalie as sentenças abaixo:
I - É uma rede restrita, seus usuários conseguem se comunicar apenas com quem está conectado a ela. Trata-se de um meio vantajoso para trocar dados dentro de empresas, órgãos públicos e organizações, porque essa ação se dá de uma forma mais segura, aqueles que não possuem permissão para usufruir da rede não conseguem ter acesso ao conteúdo registrado e partilhado.
II - Refere-se à conexão de computadores ao redor do mundo. Com ela, podemos interagir com outras pessoas de diversas maneiras em um ambiente virtual. O envio de e-mails e o armazenamento e compartilhamento de arquivos são consequências dessa ligação digital.
III - Seu objetivo é permitir o acesso aos dados restritos, dispostos na Intranet, de qualquer lugar. Com ela, portanto, há comunicação externa e, por isso, a é ideal para melhorar o contato entre colaboradores e parceiros.
A sequência que apresenta os tipos de redes descritas, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3413438 Sistemas Operacionais
O kernel, componente interno de um Sistema Operacional, controla todas as funções primárias do hardware, independentemente do dispositivo, incluindo celulares, tablets, desktop, notebooks, servidores etc. O foco do kernel são as seguintes funções essenciais:
I - Gestão de memória: acompanhamento da quantidade de memória utilizada e como aproveitá-la.
II - Gerenciamento de processos: determinar quais processos e a maneira que eles podem utilizar a unidade de processamento central (CPU).
III - Drivers de dispositivos: atuam como um intermediário entre o hardware e os aplicativos/processos.
IV - Segurança e chamados do sistema: recebe as solicitações para atendimento emitidos pelos processos dos aplicativos.
Sobre as funções elencadas acima, estão CORRETAS
Alternativas
Q3413437 Redes de Computadores

Avalie os tipos de topologias de redes abaixo:


Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa contendo o nome de cada topologia considerando a sequência de 1 a 5:

Alternativas
Q3413436 Governança de TI
Avalie as alternativas sobre governança da tecnologia da informação abaixo e marque (V) para verdadeiras e (F) para falsas:
( ) O conceito de governança de TI pode ser definido como um conjunto de diretivas teóricas, baseado em tecnologia da informação, que auxilia a gestão corporativa a tomar decisões mais estratégicas e assertivas.
( ) O principal papel da governança de TI é garantir que as mudanças tecnológicas e digitais da empresa ocorram a frente dos demais setores, pois é mais importante, seguindo critérios definidos com o planejamento estratégico da organização.
( ) O principal objetivo da governança de TI é direcionar a empresa para um melhor desenvolvimento com o uso da tecnologia da informação.
( ) A governança de TI se consolida como um diferencial competitivo, pois é capaz de trazer novos resultados e expandir as possibilidades da empresa, que usa a tecnologia para se tornar mais competitiva.
Marque a alternativa que indica a sequência CORRETA, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3413435 Governança de TI
Leia o trecho abaixo:
“[...] é um instrumento de diagnóstico, planejamento e gestão de recursos e processos de Tecnologia da Informação. Tem por objetivo determinar as prioridades de investimento e alocação de recursos nos diversos projetos e ações de TI. O documento permite o alinhamento entre as atividades de TI e o negócio da organização, a otimização dos recursos disponíveis, o acompanhamento do estágio de desenvolvimento dos projetos, solução de conflitos relativos a recursos e monitoramento dos níveis de serviço de TI e suas melhorias.”
Disponível em: https://www.trt7.jus.br/index.php?option=com_content&view=article&id=13861&Itemid=1320. Acesso em 8 mar. 2024.
O trecho acima faz referência a: 
Alternativas
Q3413434 Banco de Dados
A respeito dos tipos de bancos de dados, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3413433 Redes de Computadores
A respeito do protocolo tcp/ip, avalie as sentenças a seguir:
I - TCP/IP é um conjunto de protocolos que possibilita a comunicação entre computadores e servidores, formando a Internet.
II - Ele combina o Protocolo de Controle de Transmissão (TCP), responsável pela transmissão de dados, com o Protocolo de Internet (IP), que identifica os computadores e servidores.
III - Não existe divisão do protocolo TCP/IP em camadas porque, desta forma, a transmissão de dados pode ser padronizada e realizada de modo independente dos dispositivos envolvidos no processo.
IV - Por ser um modelo padronizado e processado de maneira uniforme, o TCP/IP garante que os dados serão transmitidos da forma correta independente da arquitetura do seu processador ou do seu sistema operacional.
São CORRETAS as alternativas: 
Alternativas
Respostas
3661: B
3662: D
3663: E
3664: A
3665: B
3666: D
3667: C
3668: D
3669: A
3670: D
3671: B
3672: B
3673: C
3674: B
3675: E
3676: D
3677: A
3678: C
3679: E
3680: A