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Analise o seguinte algoritmo que está apresentado na forma de uma pseudolinguagem (Português Estruturado).

Assumindo que os valores lidos no início do algoritmo para as variáveis x e y tenham sido 4 e 3, respectivamente, então o valor impresso ao final desse algoritmo será
Considere a proposição composta condicional a seguir:
Se o dia está quente e a umidade não é baixa, então não estamos no inverno.
Uma proposição que seja equivalente lógica dessa proposição é
Uma investigação foi feita com 82 pessoas para verificar se apresentavam uma ou mais dentre as características de personalidade: F, G, H e J. Os resultados estão apresentados no diagrama a seguir.

A partir dessas informações é correto afirmar que
Considere as afirmações I, II e III como VERDADES, e a afirmação IV como FALSIDADE.
I. Se Ana é admitida na empresa, então Rafael não é demitido da empresa.
II. Ou Gilberto é demitido da empresa ou José não é admitido na empresa ou Ana é admitida na empresa.
III. Se Rafael é demitido da empresa, então Heloísa é demitida da empresa.
IV. Rafael não é demitido da empresa ou Gilberto é demitido da empresa.
A partir dessas informações, é logicamente correto afirmar que
A sequência a seguir é ilimitada e foi criada com um padrão lógico:
10, 11, 12, 13, 11, 13, 15, 17, 13, 16, 19, 22, 16, 20, …
Mantido o mesmo padrão nos termos seguintes, a diferença entre o 38º e o 33º termos é igual ao
Considere verdadeiras as afirmações:
I. Qualquer mineiro é brasileiro.
II. Quem nasce na Bahia é brasileiro e baiano.
III. Não há baiano que seja mineiro.
IV. Há morador da Bahia que não é brasileiro.
A partir dessas afirmações, é logicamente correto afirmar que
Em um triângulo retângulo ABC, os pontos P e Q estão sobre os lados desse triângulo de maneira que os segmentos PA e PQ têm a mesma medida, e os segmentos CA e CQ têm a mesma medida, conforme mostra a figura a seguir.

Sabendo que a área do quadrilátero ACQP é 36 cm2 e que o segmento BP mede cerca de 6 cm, o comprimento do segmento BQ mede, aproximadamente,
Leia o texto para responder à questão
Redescobrir a leitura é preciso
A dependência das ferramentas da era digital é um fato. Os adolescentes não desgrudam do celular. Passam horas navegando na web ou absortos nos videogames. Mas não só eles. Todos, jovens e menos jovens, estamos reféns do mundo digital.
Para o norte-americano Nicholas Carr, formado em Harvard e autor de livros de tecnologia e administração, a dependência no uso da internet está empobrecendo nossa cultura, matando talentos e causando distúrbios psíquicos. Ele não fala do uso da internet, mas da compulsividade virtual.
Segundo Carr, o uso exagerado da internet está reduzindo nossa capacidade de pensar com independência e profundidade. “Você fica pulando de um site para o outro. Recebe várias mensagens ao mesmo tempo. Isso desenvolve um novo tipo de intelecto, mais adaptado a lidar com as múltiplas funções simultâneas, mas está perdendo a capacidade de se concentrar, ler atentamente ou pensar com profundidade.”
A nova geração de adolescentes tem mais acesso à informação que qualquer outra antes dela. Mas isso não se reflete em um ganho cultural. De fato, há uma perda considerável de qualidade da mão de obra. Os índices de leitura e de compreensão de texto vêm caindo intensamente. A conclusão é que, apesar do maior acesso às tecnologias, não se vê um ganho expressivo em termos de apreensão de conhecimento.
A internet é uma formidável ferramenta. Mas não deve perder o seu caráter instrumental. O excesso de internet termina em compulsão, um tipo de desvio que já começa a preocupar os especialistas em saúde mental. Usemos a internet, mas tenhamos moderação. Precisamos, todos, redescobrir o prazer e a beleza da leitura.
A literatura é o Waze que nos conduz na aventura da vida.
(Carlos Alberto Di Franco, Redescobrir a leitura é preciso.
https://www.estadao.com.br, 22.01.2024. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão
Redescobrir a leitura é preciso
A dependência das ferramentas da era digital é um fato. Os adolescentes não desgrudam do celular. Passam horas navegando na web ou absortos nos videogames. Mas não só eles. Todos, jovens e menos jovens, estamos reféns do mundo digital.
Para o norte-americano Nicholas Carr, formado em Harvard e autor de livros de tecnologia e administração, a dependência no uso da internet está empobrecendo nossa cultura, matando talentos e causando distúrbios psíquicos. Ele não fala do uso da internet, mas da compulsividade virtual.
Segundo Carr, o uso exagerado da internet está reduzindo nossa capacidade de pensar com independência e profundidade. “Você fica pulando de um site para o outro. Recebe várias mensagens ao mesmo tempo. Isso desenvolve um novo tipo de intelecto, mais adaptado a lidar com as múltiplas funções simultâneas, mas está perdendo a capacidade de se concentrar, ler atentamente ou pensar com profundidade.”
A nova geração de adolescentes tem mais acesso à informação que qualquer outra antes dela. Mas isso não se reflete em um ganho cultural. De fato, há uma perda considerável de qualidade da mão de obra. Os índices de leitura e de compreensão de texto vêm caindo intensamente. A conclusão é que, apesar do maior acesso às tecnologias, não se vê um ganho expressivo em termos de apreensão de conhecimento.
A internet é uma formidável ferramenta. Mas não deve perder o seu caráter instrumental. O excesso de internet termina em compulsão, um tipo de desvio que já começa a preocupar os especialistas em saúde mental. Usemos a internet, mas tenhamos moderação. Precisamos, todos, redescobrir o prazer e a beleza da leitura.
A literatura é o Waze que nos conduz na aventura da vida.
(Carlos Alberto Di Franco, Redescobrir a leitura é preciso.
https://www.estadao.com.br, 22.01.2024. Adaptado)
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Redescobrir a leitura é preciso
A dependência das ferramentas da era digital é um fato. Os adolescentes não desgrudam do celular. Passam horas navegando na web ou absortos nos videogames. Mas não só eles. Todos, jovens e menos jovens, estamos reféns do mundo digital.
Para o norte-americano Nicholas Carr, formado em Harvard e autor de livros de tecnologia e administração, a dependência no uso da internet está empobrecendo nossa cultura, matando talentos e causando distúrbios psíquicos. Ele não fala do uso da internet, mas da compulsividade virtual.
Segundo Carr, o uso exagerado da internet está reduzindo nossa capacidade de pensar com independência e profundidade. “Você fica pulando de um site para o outro. Recebe várias mensagens ao mesmo tempo. Isso desenvolve um novo tipo de intelecto, mais adaptado a lidar com as múltiplas funções simultâneas, mas está perdendo a capacidade de se concentrar, ler atentamente ou pensar com profundidade.”
A nova geração de adolescentes tem mais acesso à informação que qualquer outra antes dela. Mas isso não se reflete em um ganho cultural. De fato, há uma perda considerável de qualidade da mão de obra. Os índices de leitura e de compreensão de texto vêm caindo intensamente. A conclusão é que, apesar do maior acesso às tecnologias, não se vê um ganho expressivo em termos de apreensão de conhecimento.
A internet é uma formidável ferramenta. Mas não deve perder o seu caráter instrumental. O excesso de internet termina em compulsão, um tipo de desvio que já começa a preocupar os especialistas em saúde mental. Usemos a internet, mas tenhamos moderação. Precisamos, todos, redescobrir o prazer e a beleza da leitura.
A literatura é o Waze que nos conduz na aventura da vida.
(Carlos Alberto Di Franco, Redescobrir a leitura é preciso.
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Redescobrir a leitura é preciso
A dependência das ferramentas da era digital é um fato. Os adolescentes não desgrudam do celular. Passam horas navegando na web ou absortos nos videogames. Mas não só eles. Todos, jovens e menos jovens, estamos reféns do mundo digital.
Para o norte-americano Nicholas Carr, formado em Harvard e autor de livros de tecnologia e administração, a dependência no uso da internet está empobrecendo nossa cultura, matando talentos e causando distúrbios psíquicos. Ele não fala do uso da internet, mas da compulsividade virtual.
Segundo Carr, o uso exagerado da internet está reduzindo nossa capacidade de pensar com independência e profundidade. “Você fica pulando de um site para o outro. Recebe várias mensagens ao mesmo tempo. Isso desenvolve um novo tipo de intelecto, mais adaptado a lidar com as múltiplas funções simultâneas, mas está perdendo a capacidade de se concentrar, ler atentamente ou pensar com profundidade.”
A nova geração de adolescentes tem mais acesso à informação que qualquer outra antes dela. Mas isso não se reflete em um ganho cultural. De fato, há uma perda considerável de qualidade da mão de obra. Os índices de leitura e de compreensão de texto vêm caindo intensamente. A conclusão é que, apesar do maior acesso às tecnologias, não se vê um ganho expressivo em termos de apreensão de conhecimento.
A internet é uma formidável ferramenta. Mas não deve perder o seu caráter instrumental. O excesso de internet termina em compulsão, um tipo de desvio que já começa a preocupar os especialistas em saúde mental. Usemos a internet, mas tenhamos moderação. Precisamos, todos, redescobrir o prazer e a beleza da leitura.
A literatura é o Waze que nos conduz na aventura da vida.
(Carlos Alberto Di Franco, Redescobrir a leitura é preciso.
https://www.estadao.com.br, 22.01.2024. Adaptado)