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Q4078388 Português
Expressões banidas do português

Flávia Boggio*


A língua portuguesa tem sido alvo de um amplo debate sobre o sentido de alguns termos e expressões. Para especialistas, algumas frases de uso comum entre os países lusófonos fazem referência a grupos minoritários, tratando-os de forma pejorativa.

Consideradas machistas, sentenças como "mal-amada" e "essa é para casar" também foram sentenciadas ao cancelamento, embora ainda sejam usadas com afinco por todos os tios no Natal.

Como a linguagem está em constante transformação, outras expressões correm o risco de serem excluídas, ou por serem ofensivas ou por não fazerem mais sentido.

Antes usada para descrever indivíduos que frequentam todos os eventos, o termo "arroz de festa" caiu em desuso. Com o preço da cesta básica, o item é raridade e desejado em qualquer celebração.

Da mesma forma, "descascar abacaxi", antigamente usada para descrever um problema difícil, com o preço da fruta, hoje é sinônimo de prazer e satisfação.

"Custar os olhos da cara" também perdeu o sentido. Diante da crise atual, qualquer cidadão está disposto a vender os olhos e a cara por preços baixos. Por soar xenofóbica, muitos passaram a evitar o termo "negócio da China". Mesmo porque, nos dias de hoje, fazer transações comerciais com o gigante asiático tem sido um excelente negócio.

Expressões se conhecem e expressões se ensinam. Outra que envelheceu mal foi "armado até os dentes". Hoje o cidadão pode até ter facilidade de andar armado, mas, com as políticas de saúde precárias, está completamente sem dentes.

O termo "pai presente", aos poucos, também caiu em desuso pois, na maioria das famílias do país, o sujeito raramente está presente, muito menos traz presentes.

O dito "a cobra vai fumar" ficou desatualizado. Antes usado para se referir a algo impossível, com a situação que está o país, é compreensível que a cobra esteja fumando e muito.


* Roteirista. Escreve para programas e séries.
Folha de São Paulo, 8 jun. 2022. Adaptado.
Segundo Cereja e Cochar (2013, p. 314), “A pontuação marca na escrita as diferenças de entonação, contribuindo para tornar mais preciso o sentido que se quer dar ao texto.".

TEXTO I

“O termo ‘pai presente’, aos poucos, também caiu em desuso...”

TEXTO II
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As expressões “aos poucos” (TEXTO I) e “apesar disso” (TEXTO II) estão grafadas entre vírgulas porque o referido sinal de pontuação foi empregado para
Alternativas
Q4078387 Português
Expressões banidas do português

Flávia Boggio*


A língua portuguesa tem sido alvo de um amplo debate sobre o sentido de alguns termos e expressões. Para especialistas, algumas frases de uso comum entre os países lusófonos fazem referência a grupos minoritários, tratando-os de forma pejorativa.

Consideradas machistas, sentenças como "mal-amada" e "essa é para casar" também foram sentenciadas ao cancelamento, embora ainda sejam usadas com afinco por todos os tios no Natal.

Como a linguagem está em constante transformação, outras expressões correm o risco de serem excluídas, ou por serem ofensivas ou por não fazerem mais sentido.

Antes usada para descrever indivíduos que frequentam todos os eventos, o termo "arroz de festa" caiu em desuso. Com o preço da cesta básica, o item é raridade e desejado em qualquer celebração.

Da mesma forma, "descascar abacaxi", antigamente usada para descrever um problema difícil, com o preço da fruta, hoje é sinônimo de prazer e satisfação.

"Custar os olhos da cara" também perdeu o sentido. Diante da crise atual, qualquer cidadão está disposto a vender os olhos e a cara por preços baixos. Por soar xenofóbica, muitos passaram a evitar o termo "negócio da China". Mesmo porque, nos dias de hoje, fazer transações comerciais com o gigante asiático tem sido um excelente negócio.

Expressões se conhecem e expressões se ensinam. Outra que envelheceu mal foi "armado até os dentes". Hoje o cidadão pode até ter facilidade de andar armado, mas, com as políticas de saúde precárias, está completamente sem dentes.

O termo "pai presente", aos poucos, também caiu em desuso pois, na maioria das famílias do país, o sujeito raramente está presente, muito menos traz presentes.

O dito "a cobra vai fumar" ficou desatualizado. Antes usado para se referir a algo impossível, com a situação que está o país, é compreensível que a cobra esteja fumando e muito.


* Roteirista. Escreve para programas e séries.
Folha de São Paulo, 8 jun. 2022. Adaptado.
Avalie as afirmações acerca dos aspectos sintáticos das frases adaptadas do texto, segundo a norma-padrão.

I – A concordância nominal se realizou corretamente no período “Embora hajam termos e expressões de uso comum entre os países lusófonos, alguns tratam grupos minoritários de forma pejorativa”.

II – A concordância e a regência verbal estão adequadas em “Certos indivíduos frequentam eventos à procura de opiniões que corrobore com a sua, ao afirmarem que o termo ‘arroz de festa’ caiu em desuso”.

III – A presença de partícula atrativa indica próclise de rigor na frase “‘Custar os olhos da cara’ também perdeu o sentido, pois, diante da crise atual, qualquer cidadão reclama porque nos agride todo aumento de preços”.

Está correto apenas o que se afirma em
Alternativas
Q4078386 Português
Expressões banidas do português

Flávia Boggio*


A língua portuguesa tem sido alvo de um amplo debate sobre o sentido de alguns termos e expressões. Para especialistas, algumas frases de uso comum entre os países lusófonos fazem referência a grupos minoritários, tratando-os de forma pejorativa.

Consideradas machistas, sentenças como "mal-amada" e "essa é para casar" também foram sentenciadas ao cancelamento, embora ainda sejam usadas com afinco por todos os tios no Natal.

Como a linguagem está em constante transformação, outras expressões correm o risco de serem excluídas, ou por serem ofensivas ou por não fazerem mais sentido.

Antes usada para descrever indivíduos que frequentam todos os eventos, o termo "arroz de festa" caiu em desuso. Com o preço da cesta básica, o item é raridade e desejado em qualquer celebração.

Da mesma forma, "descascar abacaxi", antigamente usada para descrever um problema difícil, com o preço da fruta, hoje é sinônimo de prazer e satisfação.

"Custar os olhos da cara" também perdeu o sentido. Diante da crise atual, qualquer cidadão está disposto a vender os olhos e a cara por preços baixos. Por soar xenofóbica, muitos passaram a evitar o termo "negócio da China". Mesmo porque, nos dias de hoje, fazer transações comerciais com o gigante asiático tem sido um excelente negócio.

Expressões se conhecem e expressões se ensinam. Outra que envelheceu mal foi "armado até os dentes". Hoje o cidadão pode até ter facilidade de andar armado, mas, com as políticas de saúde precárias, está completamente sem dentes.

O termo "pai presente", aos poucos, também caiu em desuso pois, na maioria das famílias do país, o sujeito raramente está presente, muito menos traz presentes.

O dito "a cobra vai fumar" ficou desatualizado. Antes usado para se referir a algo impossível, com a situação que está o país, é compreensível que a cobra esteja fumando e muito.


* Roteirista. Escreve para programas e séries.
Folha de São Paulo, 8 jun. 2022. Adaptado.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre o texto de Flávia Boggio.

( ) No período “Como a linguagem está em constante transformação, outras expressões correm o risco de serem excluídas, ou por serem ofensivas ou por não fazerem mais sentido.”, os termos em destaque constituem expressões indicativas de causa.

( ) De acordo com a norma-padrão, o trecho “Expressões se conhecem e expressões se ensinam. Outra que envelheceu mal foi ‘armado até os dentes.’” está corretamente reescrito assim: “Expressões se conhecem cujo se ensinam. Outra que envelheceu mau foi ‘armado até os dentes’”.

( ) Conforme sua estrutura composicional, o texto “Expressões banidas do português” pertence ao gênero artigo científico, pois tem a função de deixar acessível ao leitor leigo as informações e novidades acerca de certas expressões idiomáticas contidas em estudos e pesquisas linguísticas.

( ) Expressões como “descascar abacaxi”, “custar os olhos da cara”, “negócio da China” e “armado até os dentes” são formas linguísticas denominadas estrangeirismos, que se harmonizam com a linguagem dos dias atuais, dão mais vivacidade à linguagem e despertam o interesse do receptor.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é
Alternativas
Q4078385 Português
Expressões banidas do português

Flávia Boggio*


A língua portuguesa tem sido alvo de um amplo debate sobre o sentido de alguns termos e expressões. Para especialistas, algumas frases de uso comum entre os países lusófonos fazem referência a grupos minoritários, tratando-os de forma pejorativa.

Consideradas machistas, sentenças como "mal-amada" e "essa é para casar" também foram sentenciadas ao cancelamento, embora ainda sejam usadas com afinco por todos os tios no Natal.

Como a linguagem está em constante transformação, outras expressões correm o risco de serem excluídas, ou por serem ofensivas ou por não fazerem mais sentido.

Antes usada para descrever indivíduos que frequentam todos os eventos, o termo "arroz de festa" caiu em desuso. Com o preço da cesta básica, o item é raridade e desejado em qualquer celebração.

Da mesma forma, "descascar abacaxi", antigamente usada para descrever um problema difícil, com o preço da fruta, hoje é sinônimo de prazer e satisfação.

"Custar os olhos da cara" também perdeu o sentido. Diante da crise atual, qualquer cidadão está disposto a vender os olhos e a cara por preços baixos. Por soar xenofóbica, muitos passaram a evitar o termo "negócio da China". Mesmo porque, nos dias de hoje, fazer transações comerciais com o gigante asiático tem sido um excelente negócio.

Expressões se conhecem e expressões se ensinam. Outra que envelheceu mal foi "armado até os dentes". Hoje o cidadão pode até ter facilidade de andar armado, mas, com as políticas de saúde precárias, está completamente sem dentes.

O termo "pai presente", aos poucos, também caiu em desuso pois, na maioria das famílias do país, o sujeito raramente está presente, muito menos traz presentes.

O dito "a cobra vai fumar" ficou desatualizado. Antes usado para se referir a algo impossível, com a situação que está o país, é compreensível que a cobra esteja fumando e muito.


* Roteirista. Escreve para programas e séries.
Folha de São Paulo, 8 jun. 2022. Adaptado.
Com base nos dois textos a seguir, preencha corretamente as lacunas.

TEXTO I 

“Consideradas machistas, sentenças como ‘mal-amada’ e ‘essa é para casar’ também foram sentenciadas ao cancelamento, embora ainda sejam usadas com afinco por todos os tios no Natal”.

TEXTO II 

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No TEXTO I, a palavra “cancelamento” foi empregada no sentido __________. Já no TEXTO II, esse termo designa uma técnica matemática. Assim, de acordo com Cegalla (2010, p. 312), “uma palavra pode ter mais de uma significação. A esse fato linguístico dá-se o nome de __________. Ainda segundo o gramático, as palavras “têm grande poder evocativo, uma extraordinária carga __________; são capazes de sugerir muito mais do que o objeto designado, desencadeando, conforme a situação, ideias, sentimentos e emoções de toda ordem”.

A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
Alternativas
Q4078384 Português
Expressões banidas do português

Flávia Boggio*


A língua portuguesa tem sido alvo de um amplo debate sobre o sentido de alguns termos e expressões. Para especialistas, algumas frases de uso comum entre os países lusófonos fazem referência a grupos minoritários, tratando-os de forma pejorativa.

Consideradas machistas, sentenças como "mal-amada" e "essa é para casar" também foram sentenciadas ao cancelamento, embora ainda sejam usadas com afinco por todos os tios no Natal.

Como a linguagem está em constante transformação, outras expressões correm o risco de serem excluídas, ou por serem ofensivas ou por não fazerem mais sentido.

Antes usada para descrever indivíduos que frequentam todos os eventos, o termo "arroz de festa" caiu em desuso. Com o preço da cesta básica, o item é raridade e desejado em qualquer celebração.

Da mesma forma, "descascar abacaxi", antigamente usada para descrever um problema difícil, com o preço da fruta, hoje é sinônimo de prazer e satisfação.

"Custar os olhos da cara" também perdeu o sentido. Diante da crise atual, qualquer cidadão está disposto a vender os olhos e a cara por preços baixos. Por soar xenofóbica, muitos passaram a evitar o termo "negócio da China". Mesmo porque, nos dias de hoje, fazer transações comerciais com o gigante asiático tem sido um excelente negócio.

Expressões se conhecem e expressões se ensinam. Outra que envelheceu mal foi "armado até os dentes". Hoje o cidadão pode até ter facilidade de andar armado, mas, com as políticas de saúde precárias, está completamente sem dentes.

O termo "pai presente", aos poucos, também caiu em desuso pois, na maioria das famílias do país, o sujeito raramente está presente, muito menos traz presentes.

O dito "a cobra vai fumar" ficou desatualizado. Antes usado para se referir a algo impossível, com a situação que está o país, é compreensível que a cobra esteja fumando e muito.


* Roteirista. Escreve para programas e séries.
Folha de São Paulo, 8 jun. 2022. Adaptado.
“Para descrever e analisar uma situação de comunicação, Jakobson propõe que se considerem seis elementos essenciais: o locutor, o locutário (receptor), a mensagem, o código, o canal e o referente. [...] A cada um desses elementos corresponde uma função da linguagem, dependendo da finalidade principal de cada texto produzido (expressar emoções, explorar recursos linguísticos, transmitir informações etc.)”.
CEREJA, William Roberto, MAGALHÃES, Thereza Cochar. Gramática reflexiva: texto, semântica e interação. São Paulo: Atual, 2013, p. 19.

No seu texto, para explicar semanticamente expressões idiomáticas, a autora valoriza, principalmente, a função da linguagem denominada
Alternativas
Q4078383 Português
Expressões banidas do português

Flávia Boggio*


A língua portuguesa tem sido alvo de um amplo debate sobre o sentido de alguns termos e expressões. Para especialistas, algumas frases de uso comum entre os países lusófonos fazem referência a grupos minoritários, tratando-os de forma pejorativa.

Consideradas machistas, sentenças como "mal-amada" e "essa é para casar" também foram sentenciadas ao cancelamento, embora ainda sejam usadas com afinco por todos os tios no Natal.

Como a linguagem está em constante transformação, outras expressões correm o risco de serem excluídas, ou por serem ofensivas ou por não fazerem mais sentido.

Antes usada para descrever indivíduos que frequentam todos os eventos, o termo "arroz de festa" caiu em desuso. Com o preço da cesta básica, o item é raridade e desejado em qualquer celebração.

Da mesma forma, "descascar abacaxi", antigamente usada para descrever um problema difícil, com o preço da fruta, hoje é sinônimo de prazer e satisfação.

"Custar os olhos da cara" também perdeu o sentido. Diante da crise atual, qualquer cidadão está disposto a vender os olhos e a cara por preços baixos. Por soar xenofóbica, muitos passaram a evitar o termo "negócio da China". Mesmo porque, nos dias de hoje, fazer transações comerciais com o gigante asiático tem sido um excelente negócio.

Expressões se conhecem e expressões se ensinam. Outra que envelheceu mal foi "armado até os dentes". Hoje o cidadão pode até ter facilidade de andar armado, mas, com as políticas de saúde precárias, está completamente sem dentes.

O termo "pai presente", aos poucos, também caiu em desuso pois, na maioria das famílias do país, o sujeito raramente está presente, muito menos traz presentes.

O dito "a cobra vai fumar" ficou desatualizado. Antes usado para se referir a algo impossível, com a situação que está o país, é compreensível que a cobra esteja fumando e muito.


* Roteirista. Escreve para programas e séries.
Folha de São Paulo, 8 jun. 2022. Adaptado.
Avalie o que se afirma acerca do texto e das estratégias discursivas empregadas pela autora.

O texto veicula algumas “expressões idiomáticas” que integram o léxico luso-brasileiro, utilizando recursos linguístico-estilísticos caracterizados por

I ‒ construir sentidos para aquelas mais presentes no cotidiano dos menos letrados.

II ‒ externar os preconceitos contra as pessoas que insistem em utilizá-las no dia a dia.

III ‒ elaborar definições, indicando a que grupos sociais elas estão diretamente relacionadas.

IV ‒ esclarecer, em tom crítico-irônico, mas bem-humorado, seus significados e contextos de uso.

V – demonstrar que elas adquirem novos sentidos, conotativos, ultrapassando seus significados literais.

Está correto apenas o que se afirma em
Alternativas
Q4078382 Português
Expressões banidas do português

Flávia Boggio*


A língua portuguesa tem sido alvo de um amplo debate sobre o sentido de alguns termos e expressões. Para especialistas, algumas frases de uso comum entre os países lusófonos fazem referência a grupos minoritários, tratando-os de forma pejorativa.

Consideradas machistas, sentenças como "mal-amada" e "essa é para casar" também foram sentenciadas ao cancelamento, embora ainda sejam usadas com afinco por todos os tios no Natal.

Como a linguagem está em constante transformação, outras expressões correm o risco de serem excluídas, ou por serem ofensivas ou por não fazerem mais sentido.

Antes usada para descrever indivíduos que frequentam todos os eventos, o termo "arroz de festa" caiu em desuso. Com o preço da cesta básica, o item é raridade e desejado em qualquer celebração.

Da mesma forma, "descascar abacaxi", antigamente usada para descrever um problema difícil, com o preço da fruta, hoje é sinônimo de prazer e satisfação.

"Custar os olhos da cara" também perdeu o sentido. Diante da crise atual, qualquer cidadão está disposto a vender os olhos e a cara por preços baixos. Por soar xenofóbica, muitos passaram a evitar o termo "negócio da China". Mesmo porque, nos dias de hoje, fazer transações comerciais com o gigante asiático tem sido um excelente negócio.

Expressões se conhecem e expressões se ensinam. Outra que envelheceu mal foi "armado até os dentes". Hoje o cidadão pode até ter facilidade de andar armado, mas, com as políticas de saúde precárias, está completamente sem dentes.

O termo "pai presente", aos poucos, também caiu em desuso pois, na maioria das famílias do país, o sujeito raramente está presente, muito menos traz presentes.

O dito "a cobra vai fumar" ficou desatualizado. Antes usado para se referir a algo impossível, com a situação que está o país, é compreensível que a cobra esteja fumando e muito.


* Roteirista. Escreve para programas e séries.
Folha de São Paulo, 8 jun. 2022. Adaptado.
Sabendo-se que o texto de Flávia Boggio foi publicado em um veículo impresso de circulação nacional, é correto afirmar que os leitores poderão encontrá-lo na seção do jornal denominada
Alternativas
Q4005810 Agropecuária
A classificação dos agrotóxicos utilizada para fins de registro e reavaliação pela ANVISA é baseada no grau de toxicidade destas substâncias. Quando o agrotóxico é avaliado com tóxico se ingerido ou em contato com a pele, isso indica que ele é de: 
Alternativas
Q4005809 Agropecuária
Na suinocultura, os tipos de produção podem ser definidos pelas fases de criação existentes na propriedade, podendo existir todas as fases ou apenas algumas. A produção que tem como produto o leitão com 18 a 25 kg de peso vivo e 50 a 70 dias de idade, refere-se a:
Alternativas
Q4005808 Veterinária
Com relação à piscicultura, julgue se as afirmações abaixo são verdadeiras, em seguida assinale a alternativa correta:

I.A água que apresenta cor azulada é a mais indicada para a criação de peixes como as carpas e as tilápias, pois demonstra a existência de elementos básicos para a manutenção da vida aquática.

II.A Transparência que nos interessa medir, está relacionada diretamente com a existência ou não, na água do viveiro, de pequenos vegetais e animais chamados Plânctons. Se na leitura do disco de Secchi a medição for entre 45 - 60 cm, a turbidez está se torando excessiva.

III.A concentração de amônia na água deve ser monitorada especialmente quando se adiciona a água fertilizantes que contenha amônia em sua formulação. Um índice de 0,1 mg/l é o máximo aceitável para a concentração de amônia na água. 
Alternativas
Q4005807 Veterinária
É de vital importância que o criador faça a sua reserva de alimento para o rebanho de caprino. Essa reserva deverá ser de feno ou mesmo de silagem. A diminuição seminal é acarretada pela deficiência de:
Alternativas
Q4005806 Agropecuária
Ovinos são ruminantes, mamíferos herbívoros. São animais de fácil adaptação a variados sistemas de produção. Dentro da classificação dos ovinos, um borrego apresenta as seguintes características: 
Alternativas
Q4005805 Agropecuária
A alimentação é a maior parcela do custo de produção de aves. Toda água e ração devem ser fornecidas à vontade e não devem conter impurezas. Os frangos recebem diferentes rações de acordo com a idade ou programa de alimentação adotado. Nesse programa, a fase inicial é de:
Alternativas
Q4005804 Veterinária
Na Bovinocultura, o controle da consanguinidade é feito evitando o acasalamento de parentes. A partir do conhecimento do pedigree, o parentesco entre todos os animais é calculado e se impõem limites ao nível máximo de parentesco dos animais que estão em acasalamento. A mandíbula mais curta, o que provoca dificuldade na apreensão de alimentos, é um sintoma de qual doença genética em bovinos?
Alternativas
Q4005803 Agropecuária
A Climatologia zootécnica foi criada para pesquisar o comportamento dos animais de raças melhoradas ao serem introduzidos nos países de clima quente. Nesse contexto, assinale abaixo a afirmação que não é verdadeira:
Alternativas
Q4005802 Biologia
As principais características dos insetos são: corpo dividido em três partes, pernas e antenas articuladas, exoesqueleto, simetria bilateral, circulação sanguínea (hemolinfa) livre, sistema respiratório formado por tubos que atingem a parte externa do corpo por orifícios, um par de antenas, três pares de pernas, desenvolvimento por metamorfose e asas geralmente presentes nos adultos. Assinale abaixo o inseto que se caracteriza pelo aparelho bucal embebedor:
Alternativas
Q4005801 Agropecuária
Nos tratores agrícolas existe os chamados pinos de lubrificação ou pinos graxeiros, devendo, estes, serem lubrificados, aproximadamente, a cada:
Alternativas
Q4005800 Agropecuária

No gráfico abaixo, o Pastejo Ótimo é indicado pelo algarismo:



Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q4005799 Agropecuária
Desbaste é a técnica florestal necessária para que as melhores árvores tenham crescimento contínuo em espessura, garantindo o máximo de produtividade e qualidade para o produto florestal. O primeiro desbaste deve ser feito quando a Taxa de Crescimento em Espessura – TCE – for igual ou inferior a:
Alternativas
Q4005798 Agropecuária
O desenvolvimento das frutas de sementes é expresso por uma curva sigmoide simples, ao passo que, para as frutas com caroço, é expresso por uma curva sigmoide dupla, e durante este processo, a fruta passa por alguns processos. Na fase elongação celular, ocorre:
Alternativas
Respostas
3961: E
3962: D
3963: E
3964: D
3965: C
3966: C
3967: A
3968: C
3969: E
3970: C
3971: A
3972: D
3973: B
3974: C
3975: E
3976: B
3977: A
3978: D
3979: C
3980: D