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Analise a planilha a seguir do MS Excel 2016, em sua configuração-padrão.

Considere que a coluna B está formatada como Moeda e que, na célula B6, foi utilizada a fórmula =SOMASE(A2:A5; " <= "&A3;B2:B5).
O valor mostrado em B6 será:
Um usuário, utilizando o explorador de arquivos do Windows 10 em sua configuração-padrão, criou um atalho para um documento do tipo PDF, estando ambos, o arquivo e seu atalho, localizados na Área de Trabalho. Posteriormente, o usuário moveu o arquivo original para outra pasta.
Assinale a alternativa que indica o que acontecerá quando o usuário efetuar duplo clique sobre o atalho para o documento.
No mês de junho, 150 pessoas estiveram internadas em certo hospital. Cada pessoa ficou internada no mínimo 1 dia e no máximo 10 dias.
O gráfico a seguir registra os números de pessoas pelo tempo em que estiveram internadas.

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
De acordo com os dados do gráfico, assinale a alternativa correta.
A maior aresta de um paralelepípedo reto-retângulo excede em 7 cm a menor aresta, e a aresta de medida intermediária mede 8 cm.
Sabendo que a área da face de menor área desse paralelepípedo é 32 cm2 , seu volume é igual a:
Uma reta t passa pelos vértices D e E de um triângulo retângulo ADE. As retas r e s são paralelas à reta t e determinam sobre os lados desse triângulo os pontos C, F, B e G, conforme mostra a figura a seguir.

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
A área do trapézio retângulo CDEF é igual a:
Os 693 funcionários de uma empresa foram divididos em grupos para uma atividade. Alguns grupos eram formados por 3 funcionários cada, e os demais grupos eram formados por 9 funcionários cada. O número total de funcionários nos grupos de 9 pessoas excede em 423 o número total de funcionários nos grupos de 3 pessoas.
O total de grupos formados para essa atividade foi igual a:
As idades dos dois alunos mais novos de uma escola de futebol são, respectivamente, 6 anos e 7 anos, e as idades dos três mais velhos são, respectivamente, 10 anos, 11 anos e 12 anos. Todos os demais alunos dessa escola têm 8 anos, e a média aritmética das idades de todos os alunos da escola é igual a 8,3 anos.
O número de alunos com 8 anos nessa escola é igual a:
Uma pequena cidade tem apenas 3 escolas. Uma delas atende três sétimos dos alunos do município, a outra atende 207 alunos, e a terceira atende um número de alunos que corresponde a um terço da soma dos números de alunos das outras duas escolas.
O número total de alunos atendidos por essas 3 escolas é igual a:
Um estudo feito no principal cruzamento de uma cidade indicou que, para cada 19 carros que passam pela via norte-sul, passam 27 carros pela via leste-oeste.
De acordo com esse estudo, se em certo dia passarem pelo cruzamento 12880 carros, o número de carros que passarão pela via norte-sul será igual a:
De um grupo de 444 professoras, uma parte tem pós- -graduação. Se 50% das professoras que não têm pós- -graduação fizerem uma, o número de professoras com pós-graduação passará a ser 296.
Logo, o número de professoras com pós-graduação nesse grupo é igual a:
Em determinado dia, em um aeroporto, 1 avião pousou a cada 6 minutos, sendo que o primeiro avião pousou às 10h, e o último, às 18h18. Desses aviões, um terço era de voos regionais, dos quais desembarcaram 90 passageiros a cada pouso, e os demais eram de voos internacionais, dos quais desembarcaram 300 passageiros a cada pouso.
O número total de passageiros que desembarcaram nesse aeroporto naquele determinado dia foi igual a:
Considere o trecho a seguir.
Ser feminista começa pela necessidade de fazer com que sejam ouvidas algumas vozes tornadas inaudíveis, a fim de pensar uma ética da igualdade de vozes em oposição __________ dominação masculina ligada __________ uma norma moral que serve __________ essa dominação e que lhe traz benefícios.
(Fabienne Brugère. A ética do cuidado, 2023. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão de emprego do acento indicativo de crase, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, por:
Considere as frases a seguir.
• Há pessoas que não dirigem sem o auxílio da inteligência artificial.
• Deve haver pessoas que não utilizam redes sociais.
• Existiam no passado bem menos recursos de inteligência artificial.
De acordo com a norma-padrão de concordância verbal, os vocábulos e a expressão destacados podem ser substituídos, respectivamente, por:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Agora, os pequenos sinais estão em toda parte. Artifícios inteligentes tomam decisões no lugar das pessoas de carne e osso. No trânsito, quem resolve se você vai virar à esquerda ou à direita é um algoritmo, que lhe dá ordens pela tela eletrônica. Por um sistema parecido, o taxista fica sabendo qual será o passageiro e em que endereço deve apanhá-lo. Ninguém escapa. Às vezes mais, às vezes menos, todo mundo segue a batuta de programas informatizados que dirigem a rotina das populações conectadas. O batimento cardíaco dos anônimos, o tráfego aéreo, as ebulições das bolsas de valores, a sensação de que gostam ou não gostam da gente: tudo passa pelos dígitos. O que antes gostávamos de chamar de “livre-arbítrio” se reduziu, enfim, ao arbítrio das máquinas.
Sinais, muitos sinais. O eleitorado se apoia em filminhos da internet para escolher em quem votar. Muita mentira passa por aí, já sabemos. No Brasil, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anuncia que sua maior preocupação é conter a disseminação daquelas cenas perfeitas, irretocavelmente verossímeis, em que um candidato, na frente das câmeras, diz, com todas as sílabas escandidas, uma frase que jamais pronunciou – tudo obra da cibernética. Esse tipo de truque maligno grassou nas eleições da vizinha Argentina, e já se anteveem complicações do lado de cá da fronteira.
Na imprensa de todos os continentes, as redações decretam normas de conduta para regular o uso de ferramentas de inteligência artificial por seus profissionais. As chances de sucesso são exíguas. A inteligência artificial soterra a atividade jornalística sem deixar a ninguém um tempinho que seja para respirar. Cada vez mais ela nos regula, sem ser regulada por nós.
Agora, esses pequenos sinais que estão em toda parte nos mostram que foi posto um limite virtual – apenas virtual, por enquanto – para a aventura humana sobre a Terra. A cada dia, o humano perde relevância. O humano, depreciadamente humano, deixa de ser protagonista do seu próprio destino. Pobre humano. O único evento no qual ainda exerce um papel de relevo é o aquecimento global, na sua tragédia final, o antropoceno. Fora isso, sobrou-lhe um bico de coadjuvante.
(Eugênio Bucci. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/
eugenio-bucci/alem-do-humano/. Acesso em 25.05.2024. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Agora, os pequenos sinais estão em toda parte. Artifícios inteligentes tomam decisões no lugar das pessoas de carne e osso. No trânsito, quem resolve se você vai virar à esquerda ou à direita é um algoritmo, que lhe dá ordens pela tela eletrônica. Por um sistema parecido, o taxista fica sabendo qual será o passageiro e em que endereço deve apanhá-lo. Ninguém escapa. Às vezes mais, às vezes menos, todo mundo segue a batuta de programas informatizados que dirigem a rotina das populações conectadas. O batimento cardíaco dos anônimos, o tráfego aéreo, as ebulições das bolsas de valores, a sensação de que gostam ou não gostam da gente: tudo passa pelos dígitos. O que antes gostávamos de chamar de “livre-arbítrio” se reduziu, enfim, ao arbítrio das máquinas.
Sinais, muitos sinais. O eleitorado se apoia em filminhos da internet para escolher em quem votar. Muita mentira passa por aí, já sabemos. No Brasil, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anuncia que sua maior preocupação é conter a disseminação daquelas cenas perfeitas, irretocavelmente verossímeis, em que um candidato, na frente das câmeras, diz, com todas as sílabas escandidas, uma frase que jamais pronunciou – tudo obra da cibernética. Esse tipo de truque maligno grassou nas eleições da vizinha Argentina, e já se anteveem complicações do lado de cá da fronteira.
Na imprensa de todos os continentes, as redações decretam normas de conduta para regular o uso de ferramentas de inteligência artificial por seus profissionais. As chances de sucesso são exíguas. A inteligência artificial soterra a atividade jornalística sem deixar a ninguém um tempinho que seja para respirar. Cada vez mais ela nos regula, sem ser regulada por nós.
Agora, esses pequenos sinais que estão em toda parte nos mostram que foi posto um limite virtual – apenas virtual, por enquanto – para a aventura humana sobre a Terra. A cada dia, o humano perde relevância. O humano, depreciadamente humano, deixa de ser protagonista do seu próprio destino. Pobre humano. O único evento no qual ainda exerce um papel de relevo é o aquecimento global, na sua tragédia final, o antropoceno. Fora isso, sobrou-lhe um bico de coadjuvante.
(Eugênio Bucci. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/
eugenio-bucci/alem-do-humano/. Acesso em 25.05.2024. Adaptado)
Considere os trechos a seguir.
• … cenas perfeitas, irretocavelmente verossímeis, em que um candidato, na frente das câmeras, diz… (2º parágrafo)
• Pobre humano. O único evento no qual ainda exerce um papel de relevo é o aquecimento global… (4º parágrafo)
As expressões destacadas podem ser, correta e respectivamente, substituídas por:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Agora, os pequenos sinais estão em toda parte. Artifícios inteligentes tomam decisões no lugar das pessoas de carne e osso. No trânsito, quem resolve se você vai virar à esquerda ou à direita é um algoritmo, que lhe dá ordens pela tela eletrônica. Por um sistema parecido, o taxista fica sabendo qual será o passageiro e em que endereço deve apanhá-lo. Ninguém escapa. Às vezes mais, às vezes menos, todo mundo segue a batuta de programas informatizados que dirigem a rotina das populações conectadas. O batimento cardíaco dos anônimos, o tráfego aéreo, as ebulições das bolsas de valores, a sensação de que gostam ou não gostam da gente: tudo passa pelos dígitos. O que antes gostávamos de chamar de “livre-arbítrio” se reduziu, enfim, ao arbítrio das máquinas.
Sinais, muitos sinais. O eleitorado se apoia em filminhos da internet para escolher em quem votar. Muita mentira passa por aí, já sabemos. No Brasil, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anuncia que sua maior preocupação é conter a disseminação daquelas cenas perfeitas, irretocavelmente verossímeis, em que um candidato, na frente das câmeras, diz, com todas as sílabas escandidas, uma frase que jamais pronunciou – tudo obra da cibernética. Esse tipo de truque maligno grassou nas eleições da vizinha Argentina, e já se anteveem complicações do lado de cá da fronteira.
Na imprensa de todos os continentes, as redações decretam normas de conduta para regular o uso de ferramentas de inteligência artificial por seus profissionais. As chances de sucesso são exíguas. A inteligência artificial soterra a atividade jornalística sem deixar a ninguém um tempinho que seja para respirar. Cada vez mais ela nos regula, sem ser regulada por nós.
Agora, esses pequenos sinais que estão em toda parte nos mostram que foi posto um limite virtual – apenas virtual, por enquanto – para a aventura humana sobre a Terra. A cada dia, o humano perde relevância. O humano, depreciadamente humano, deixa de ser protagonista do seu próprio destino. Pobre humano. O único evento no qual ainda exerce um papel de relevo é o aquecimento global, na sua tragédia final, o antropoceno. Fora isso, sobrou-lhe um bico de coadjuvante.
(Eugênio Bucci. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/
eugenio-bucci/alem-do-humano/. Acesso em 25.05.2024. Adaptado)