Questões de Concurso Para médico veterinário

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Q3346539 Matemática
Em uma pesquisa de mercado, três produtos (A, B e C) são vendidos em um supermercado. No mês de agosto, as vendas dos produtos estavam na proporção de 2:3:5, respectivamente. No mês seguinte, as vendas dos produtos A e B aumentaram em 25% e 40%, respectivamente, enquanto as vendas do produto C diminuíram em 20%. Se as vendas totais no mês de agosto foram 10.000 unidades, quantas unidades foram vendidas do produto A no mês de setembro?
Alternativas
Q3346538 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.

Qual é o sentido veiculado pela expressão sublinhada no excerto abaixo?


“Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma.” (2º parágrafo)

Alternativas
Q3346537 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.
No trecho “[...] a caravana impoluta do povoado até a cidade [...]” (2º parágrafo), a palavra “impoluta” significa:
Alternativas
Q3346536 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.
Observando-se seu contexto de uso, pode-se afirmar que o vocábulo grifado em “Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo” (2º parágrafo) é uma ocorrência de:
Alternativas
Q3346535 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.
Qual é o sujeito do verbo destacado em “[...] porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino” (3º parágrafo)?
Alternativas
Q3346534 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.
Nesse texto, o cheiro de que trata o cronista é sinônimo de:
Alternativas
Q3345403 Veterinária
Constituem atividades de competência privativa do médico veterinário, de acordo com a Lei nº 5.517, de 23 de outubro de 1968, EXCETO:
Alternativas
Q3345402 Veterinária
O abate humanitário refere-se a métodos de abate de animais que minimizam o sofrimento e a dor, garantindo uma morte rápida e livre de estresse, conforme os princípios de bem-estar animal estabelecidos por organismos internacionais. No Brasil, a legislação que regulamenta o abate humanitário é a Portaria n° 365, de 16 de julho de 2021, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Essa normativa define os procedimentos e técnicas que devem ser adotados para garantir que o manejo pré-abate e o abate de animais sejam realizados de maneira ética e sem sofrimento desnecessário.
Sobre o procedimento de abate em matadouros-frigoríficos brasileiros, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q3345401 Veterinária
A promoção do bem-estar animal está interligada com a promoção do bem-estar humano e da sustentabilidade. É o chamado Bem-estar Único, conceito ligado ao de Saúde Única, que fala da integração entre a saúde e o bem-estar dos animais, seres humanos e condições ambientais. A Lei Municipal nº 6.540, de 02 de agosto de 2019, institui e dispõe sobre políticas de proteção e cuidados aos animais, sanções e penalidades administrativas para aqueles que praticarem maus-tratos aos mesmos, no âmbito do município de Betim.
Sobre esta Lei, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q3345400 Veterinária
O Brasil encara um desafio considerável no gerenciamento populacional de cães e gatos, cujo crescimento exponencial acarreta impactos adversos no bem-estar animal, na fauna silvestre, no meio ambiente e na saúde pública. Nesse contexto, implementar práticas éticas de manejo populacional de cães e gatos tornou-se uma responsabilidade crucial e um grande desafio para os municípios brasileiros. 
Qual das seguintes práticas NÃO é considerada uma abordagem ética para o manejo populacional de cães e gatos?
Alternativas
Q3345399 Veterinária
A vacinação contra a raiva para cães e gatos é realizada em massa ou por bloqueio de foco, sendo uma das ferramentas do Programa Nacional de Vigilância e Controle da Raiva no Brasil. A vacinação em massa é organizada por meio de campanha, podendo ser executada casa a casa, por postos fixos ou, ainda, por uma estratégia que utilize as duas formas.

Sobre o tema, marque a afirmativa INCORRETA:
Alternativas
Q3345398 Veterinária
Sobre o tipo de material e conservação de amostras biológicas para diagnóstico de algumas zoonoses, relacione a primeira e a segunda coluna:

I. Raiva  II. Leishmaniose visceral canina III. Grupo da Febre Maculosa  IV. Esporotricose
( ) Soro (1ml) congelado ou sangue (5ml) refrigerado. 
( ) Soro (1ml) congelado, sangue (5ml) refrigerado ou carrapato em álcool 100%. 
( ) Encéfalo ou fragmentos do córtex, cerebelo e hipocampo refrigerado até 24 horas da coleta e congelado após esse período. 
( ) Biópsia e/ou exsudato de lesão de pele ou raspado de lesão crostosa mantido em temperatura ambiente até duas horas da coleta e refrigerado após esse período.

A sequência CORRETA é:
Alternativas
Q3345397 Veterinária
Para um controle eficiente da leishmaniose visceral (LV), é imprescindível que se conheça bem o vetor da doença para promover protocolos adequados.
Sobre este assunto, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q3345396 Veterinária
A Leptospirose é uma zoonose transmitida, principalmente, por roedores sinantrópicos comensais.
Sobre as medidas de prevenção e controle relativas à transmissão dessa doença infecciosa, assinale a afirmativa INCORRETA:
Alternativas
Q3345395 Saúde Pública
A violência é considerada um grave problema de saúde pública no mundo e no Brasil. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), considera-se como violência “o uso intencional de força física ou poder, por ameaça ou real, contra si mesmo, outra pessoa, um grupo ou comunidade, que resulte ou tenha uma alta probabilidade de resultar em lesão, morte, dano psicológico, deficiência ou privação de desenvolvimento”.
Sobre a Teoria do Elo, assinale a afirmativa INCORRETA:
Alternativas
Q3345394 Veterinária
Em caso de exposição humana por animal potencialmente transmissor da raiva (mamíferos em geral), todas as recomendações abaixo estão corretas, EXCETO
Alternativas
Q3345393 Veterinária
A raiva é uma zoonose viral caracterizada por uma encefalite progressiva aguda, com uma taxa de letalidade próxima de 100%, incluindo casos muito raros de recuperação. A transmissão do vírus da raiva ocorre principalmente através da mordida de um animal infectado, embora possa também acontecer por arranhões ou contato da saliva com mucosas. No Brasil, morcegos são os principais vetores na manutenção da cadeia de transmissão em ambientes silvestres. Nos centros urbanos, cães e gatos são as principais fontes de transmissão. Os serviços de vigilância de zoonoses devem adaptar suas ações de acordo com a situação epidemiológica específica de cada região ou estado, levando em consideração as variantes do vírus da raiva presentes.

Considerando uma área com circulação de variante do vírus rábico de morcego (AgV3, AgV4, AgV6) em área urbana, analise as ações de vigilância e prevenção descritas abaixo:

I. Em situações nas quais cães e gatos não vacinados contra a raiva entrem em contato com morcegos com teste positivo para raiva (ou na impossibilidade de realizar o diagnóstico laboratorial do morcego) recomenda-se a eutanásia do animal doméstico. Se o proprietário recusar esta medida, pode-se optar pelo isolamento do cão ou gato durante 180 dias em ambiente domiciliar, sob supervisão de um médico veterinário, com a assinatura de um termo de responsabilidade pelo proprietário, ou pode ser realizado na Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ). Durante o isolamento, deve-se administrar três doses de vacina antirrábica canina (VARC), aplicadas nos dias 0, 7 e 30.

II. Quando cães e gatos, previamente vacinados contra a raiva entram em contato com morcegos, e estes apresentam resultado positivo para raiva ou não é possível realizar o diagnóstico laboratorial, eles devem ser isolados por um período de 90 dias, em ambiente domiciliar. Durante esse tempo, será realizada uma avaliação de soroneutralização para verificar a imunidade do animal, sob acompanhamento médico veterinário. Esse isolamento pode ocorrer na residência do proprietário ou na Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ), mediante assinatura de um termo de responsabilidade. Além disso, o animal deve receber três doses da vacina antirrábica canina (VARC), administradas nos dias 0, 7 e 30, como medida preventiva adicional.

III. Devem ser enviadas para o laboratório de diagnóstico amostras do sistema nervoso central (SNC) de cães e gatos com sintomatologia compatível com a doença, que vierem a óbito ou que forem submetidos a eutanásia, e determinar, periodicamente, as áreas de risco.


Estão CORRETAS as afirmativas:
Alternativas
Q3345392 Veterinária
Diversas zoonoses podem ser transmitidas pelo contato com materiais usados na prática clínica veterinária, em fazendas, e pelo contato com dejetos de animais.
Marque a alternativa em que ambas as doenças correspondem a esse tipo de transmissão para humanos:
Alternativas
Q3345391 Veterinária
A notificação compulsória é a comunicação obrigatória à autoridade de saúde, realizada pelos médicos, profissionais de saúde ou responsáveis pelos estabelecimentos de saúde, públicos ou privados, sobre a ocorrência de suspeita ou confirmação de doença, agravo ou evento de saúde pública, podendo ser imediata ou semanal.
Marque a alternativa que possui somente zoonoses monitoradas por programas nacionais de vigilância e controle do Ministério da Saúde:
Alternativas
Q3345390 Veterinária
O controle de zoonoses é uma área vital da saúde pública, essencial para proteger a saúde humana, promover o bem-estar animal e garantir a segurança alimentar e a sustentabilidade ambiental. Nesse contexto, a Lei Municipal nº 6.802, de 28 de dezembro de 2020, institui o Código de Vigilância em Saúde do município de Betim, abrangendo o controle de zoonoses e endemias entre os temas abordados. 
Todas as opções abaixo descrevem ações e serviços do controle de zoonoses e endemias abordados pela Lei em questão, EXCETO:
Alternativas
Respostas
7201: D
7202: E
7203: A
7204: C
7205: D
7206: D
7207: B
7208: B
7209: D
7210: C
7211: A
7212: B
7213: D
7214: C
7215: B
7216: A
7217: B
7218: C
7219: C
7220: B