Questões de Concurso Para médico veterinário

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Q3649260 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Marque a afirmação em que a regência (com o uso da crase) está CORRETA.
Alternativas
Q3649259 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Sobre morfologia e formação de palavras, assinale a afirmação CORRETA.
Alternativas
Q3649258 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Em qual afirmativa, mantendo a propriedade lexical e o sentido, encontramos reformulação de “empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda”.
Alternativas
Q3649257 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Quanto às variações linguísticas e ao grau de formalidade, conclui-se que o texto
Alternativas
Q3649256 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Assinale a afirmação em que a concordância verbal e nominal está inteiramente adequada ao padrão culto.
Alternativas
Q3649255 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
O fecho interrogativo (“a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos…?”) cumpre o papel argumentativo de
Alternativas
Q3649254 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
No segundo parágrafo do texto, a função composicional evidencia-se em:
Alternativas
Q3649253 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Marque a opção da afirmação CORRETA. Quanto às funções da linguagem, identifica-se no texto a predominância de função
Alternativas
Q3649252 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
A progressão temática organiza-se, do 1º ao 4º parágrafo, na seguinte afirmação:
Alternativas
Q3649251 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Analise as afirmações relacionadas para marcar a resposta CORRETA. O emprego de léxico de biologia (“organismo”, “alimenta-se”) sugere qual efeito interdiscursivo?
Alternativas
Q3649250 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Em “um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir”, a palavra “onde” desempenha que papel?
Alternativas
Q3649249 Português
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O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Do trecho “a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia”, infere-se que
Alternativas
Q3649248 Português
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O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
No recorte: “organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes”, marque a opção que expressa um pressuposto: 
Alternativas
Q3649247 Português
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O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Observe com atenção o que se apresenta em cada opção. Considerando a situação comunicativa, que caracterização é mais precisa?
Alternativas
Q3649246 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Qual opção que apresenta a classificação do gênero e da função predominante do texto?
Alternativas
Q3649245 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
No plano global, como o texto constrói a ideia de que o cortiço condensa a cidade?
Alternativas
Q3648374 Veterinária
Sobre as raças de bovinos, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3648373 Veterinária
O leite pasteurizado deve apresentar provas de: 
Alternativas
Q3648372 Medicina
O mecanismo de limpeza mucociliar e a ação dos macrófagos alveolares são fundamentais para a defesa contra microrganismos. Sobre esse processo, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3648371 Veterinária
Atualmente, define-se zoonoses como doenças que são transmitidas de animais para seres humanos, ou destes para os animais. Sobre a classificação das zoonoses, associe a primeira com a segunda coluna e depois assinale a alternativa que contenha a sequência CORRETA:

(1) Zoonose direta (2) Ciclozoonose. (3) Metazoonose. (4) Saprozoonose.

() Toxoplasmose. () Cisticercose. () Doença de Chagas. () Febre Maculosa.
Alternativas
Respostas
3981: B
3982: E
3983: A
3984: A
3985: B
3986: D
3987: E
3988: B
3989: A
3990: C
3991: D
3992: B
3993: E
3994: B
3995: D
3996: C
3997: E
3998: B
3999: A
4000: D