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Ano: 2012 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Castanhal - PA
Q1212792 Raciocínio Lógico
As taxas de inscrição deste concurso público custaram R$ 30,00 para cargos de nível fundamental incompleto, R$ 40,00 para cargos de nível fundamental completo, R$ 50,00 para cargos de nível médio e R$ 70,00 para cargos de nível superior. Quanto seria arrecadado com o pagamento de 3 inscrições de nível fundamental incompleto, 4 de fundamental completo, 6 de nível médio e 2 de nível superior?
Alternativas
Ano: 2012 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Castanhal - PA
Q1212759 Administração Geral
UTILIZE A NOTÍCIA ABAIXO PARA A PRÓXIMA  QUESTÃO 
CANTOR JUNIOR LIMA SE VINGA E PAGA R$ 81 EM MOEDAS A PIZZARIA 
Em seu Twitter oficial, o cantor Junior Lima afirmou que se vingou de uma pizzaria. Ele contou que na última quarta-feira (9/05) pediu uma comida no delivery e recebeu R$ 7 em moedas de 10 centavos. -“Ontem pedi delivery e o cara mandou de troco R$ 7 em moedas de R$ 0,10! Hoje pedi no mesmo lugar e paguei R$ 81 em moedas! Agora sim estou satisfeito!”, escreveu em seu perfil no microblog.  Notícia postada em http://www.portalcastanhal.com.br/
Quantas moedas o cantor Junior recebeu?
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Ano: 2012 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Castanhal - PA
Q1212615 Raciocínio Lógico
A concorrência para um determinado cargo de um concurso público estava na razão de 12 candidatos por vaga. Se havia 24 vagas para esse cargo, a quantidade de candidatos concorrentes a essas vagas era igual a
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Ano: 2012 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Castanhal - PA
Q1212538 Raciocínio Lógico
UTILIZE A NOTÍCIA ABAIXO PARA A PRÓXIMA  QUESTÃO     CANTOR JUNIOR LIMA SE VINGA E PAGA R$ 81 EM MOEDAS A PIZZARIA     Em seu Twitter oficial, o cantor Junior Lima afirmou que se vingou de uma pizzaria. Ele contou que na última quarta-feira (9/05) pediu uma comida no delivery e recebeu R$ 7 em moedas de 10 centavos. -“Ontem pedi delivery e o cara mandou de troco R$ 7 em moedas de R$ 0,10! Hoje pedi no mesmo lugar e paguei R$ 81 em moedas! Agora sim estou satisfeito!”, escreveu em seu perfil no microblog.   Notícia postada em http://www.portalcastanhal.com.br/
Suponha que a conta de R$ 81,00 foi paga com 222 moedas, de R$0,25 e de R$ 0,50. Quantas moedas de R$ 0,50 o cantor teria utilizado para pagar a conta?
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Ano: 2011 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Maringá - PR
Q1228841 Segurança e Saúde no Trabalho
São Equipamentos de Proteção Individual, EXCETO: 
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Ano: 2011 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Maringá - PR
Q1228558 Segurança e Saúde no Trabalho
Subir em telhados sem cinto de segurança e ligar tomadas de aparelhos elétricos com as mãos molhadas são atos: 
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Ano: 2011 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Maringá - PR
Q1228440 Matemática
Deseja-se saber qual é a probabilidade de sortear ao acaso uma bola de cor branca, sabendo que há 15 bolas brancas e 24 pretas. Assinale a alternativa que corresponde a essa probabilidade: 
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Ano: 2011 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Maringá - PR
Q1227206 Segurança e Saúde no Trabalho
Um acidente ocorrido no trajeto entre a residência do funcionário até o seu local de trabalho é considerado como:
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Ano: 2011 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Maringá - PR
Q1220974 Mecânica de Autos
Todas as alternativas abaixo apresentam fatores que devem ser observados na hora de se escolher o pneu adequado para cada veículo, EXCETO: 
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Ano: 2011 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Maringá - PR
Q1205737 Português
Assinale a alternativa correta quanto ao plural dos substantivos destacados no trecho a seguir:
Toda terça-feira o professor de geografia propõe a difícil tarefa de procurar no atlas algum lugar diferente para ser localizado e estudado. Essa semana foi o vulcão Vesúvio.
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Ano: 2011 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Maringá - PR
Q1199407 Português
Assinale a opção com a divisão silábica INCORRETA: 
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Ano: 2009 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Maringá - PR
Q1231729 Português
A política do pão e circo   Na Roma antiga, a escravidão na zona rural fez com que vários camponeses perdessem o emprego e migrassem. O crescimento urbano acabou gerando problemas sociais e o imperador, com medo de que a população se revoltasse com a falta de emprego e exigisse melhores condições de vida, acabou criando a política “panem et circenses”, a política do pão e circo. Esse método era muito simples: todos os dias havia lutas de gladiadores nos estádios (o mais famoso foi o Coliseu) e, durante os eventos, eram distribuídos alimentos (trigo, pão). O objetivo era alcançado, já que ao mesmo tempo em que a população se distraía e se alimentava, também esquecia os problemas e não pensava em rebelar-se. Foram feitas tantas festas para manter a população sob controle que o calendário romano chegou a ter 175 feriados por ano.   Essa situação ocorrida na Roma antiga é muito parecida com a do Brasil atual. Aqui o crescimento urbano gerou, gera e continuará gerando problemas sociais. A quantidade de comunidades (também conhecidas como favelas) cresce desenfreadamente, e a condição de vida da maioria da população é difícil. O nosso governo, tentando manter a população calma e tentando evitar que as massas se rebelem, criou o “Bolsa Família”, entre outras bolsas, que engambela as economicamente desfavorecidas e deixa todos que recebem o agrado muito felizes e agradecidos. O motivo de dar dinheiro ao povo é o mesmo dos imperadores ao darem pão aos romanos. Enquanto fazem maracutaias e pegam dinheiro público para si, distraem a população com mensalidades gratuitas.   Esses programas sociais até fariam sentido se também fossem realizados investimentos reais na saúde, na educação e na qualificação da mão-de-obra, como cursos profissionalizantes e universidades gratuitas de qualidade para os jovens. Aquela velha frase “não se dá o peixe, se ensina a pescar” pode ser definida como princípio básico de desenvolvimento em qualquer sociedade. E, em vez dos circos romanos, dos gladiadores lutando no Coliseu, temos nossos estádios de futebol e seus times milionários. O brasileiro é apaixonado por esse esporte assim como os romanos iam em peso com suas melhores roupas assistir às lutas nos seus estádios. O efeito político também é o mesmo nas duas épocas: os problemas são esquecidos e só pensamos nos resultados das partidas.   A saída dessa dependência é a educação, e as escolas existem em nosso país, mas há muito que melhorar. Os alunos deveriam sair do Ensino Médio com uma profissão ou com condições e oportunidades de cursar o nível superior gratuitamente e assim garantir seu futuro e o de seus descendentes. Proporcionar educação de qualidade é um dever do estado, é nosso direito, mas estamos acomodados e acostumados a ver estudantes de escolas públicas sem oportunidades de avançar em seus estudos e consideramos o nível superior como algo para poucos e privilegiados (apenas 5% da população chega lá). Precisamos mudar nossos conceitos e ver que nunca é tarde para exigirmos nossos direitos.   Somente com educação e cultura os brasileiros podem deixar de precisar de doações e, assim, desligar-se desse vínculo com o “pão e circo”, pois esses são os meios para reduzir a pobreza. Precisamos de governos que não se aproveitem das carências de seu povo para obter crescimento pessoal, e sim para crescer em conjunto.   Texto adaptado de <http://www.artigonal.com/politica-artigos/a-politicado- pao-e-circo-84140.html>. Acesso em 17 ag 2009.
Assinale a alternativa cujo elemento destacado é variável quanto à flexão em outros contextos.
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Ano: 2008 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Fidélis - RJ
Q1233129 Conhecimentos de Serviços Gerais
NÃO é ético a um profissional Borracheiro em relação a sua equipe de trabalho:
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Ano: 2008 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Fidélis - RJ
Q1233089 Conhecimentos de Serviços Gerais
O Borracheiro é um profissional que deverá ter algumas qualidades, dentre as quais podemos citar: 
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Ano: 2008 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Fidélis - RJ
Q1226661 Português
Assinale a alternativa em que a palavra encontra-se acentuada INCORRETAMENTE:
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Ano: 2008 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Fidélis - RJ
Q1226659 Português
“Quarenta e oito horas de esforço tranqüilo, de caminhar filosófico”. Observe a palavra grifada anteriormente e assinale a alternativa que apresenta o seu antônimo:
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Ano: 2008 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Fidélis - RJ
Q1226657 Português
Em “Parou um instantinho, olhou zombeteira o caracol e disse:”, a palavra grifada anteriormente significa:
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Ano: 2008 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Fidélis - RJ
Q1226447 Português
“Parou um instantinho...”. A palavra grifada anteriormente se apresenta no diminutivo. Assinale a alternativa em que a palavra está no aumentativo:
Alternativas
Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Vassouras - RJ
Q1238491 Português
Era uma vez uma grande e linda pedra que havia sido polida pela água. Depois que a água se foi, a pedra ficou num local bastante elevado, à beira de um bosque sombreado. De onde estava, rodeada por flores coloridas e ervas perfumadas, ela podia ver uma estrada de pedra que passava mais abaixo.
Um dia, olhando para a estrada sobre a qual haviam colocado diversas pedrinhas para reforçar a superfície, a pedra grande sentiu um enorme desejo de estar lá embaixo, junto às outras.
- Que estou eu fazendo aqui entre as flores? Quero viver com minhas irmãs. Acho que é um direito meu. Assim dizendo, moveu-se e rolou para baixo, terminando seu caprichoso percurso exatamente no meio das pedrinhas por cuja companhia tanto almejava.
Na estrada passavam carretas com rodas de ferro, cavalos que pisavam com força, camponeses de botas ferradas, rebanhos e manadas de animais. 
A bela pedra logo se viu maltratada. Alguns a faziam rolar, outros batiam nela com os pés, outros ainda a chutavam para mais adiante. As vezes via-se toda suja de lama.
Olhando para o lugar de onde viera, a pedra suspirou pela perda de sua solidão e teve, em vão, saudades da paz que outrora conhecera.

Esta fábula é dedicada aqueles que estupidamente saem da paz e do silêncio do verde campo para irem para a cidade, encontrando pessoas de maldade sem limites.
(Leonardo da Vinci: Fábulas e Lendas, S.Paulo, Circulo do Livro, 1972.)
Observe as afirmativas abaixo:

l - A estrada almejada pela pedra era de terra.
II - A pedra não teve paz na sua nova morada.
III - A pedra foi feliz na estrada.
IV - A pedra valorizou, após a experiência, o seu antigo lugar.
V - A estrada era calma, pouco movimentada.
Segundo a leitura do texto, estão CORRETAS apenas:
Alternativas
Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Vassouras - RJ
Q1236750 Português
Era uma vez uma grande e linda pedra que havia sido polida pela água. Depois que a água se fol, a pedra ficou num local bastante elevado, à beira de um bosque sombreado. De onde estava, rodeada por flores coloridas e ervas perfumadas, ela podia ver uma estrada de pedra que passava mais abaixo.
Um dia, olhando para a estrada sobre a qual haviam colocado diversas pedrinhas para reforçar a superficie, a pedra grande sentiu um enorme desejo de estar lá embaixo, junto às outras.
- Que estou eu fazendo aqui entre as flores? Quero viver com minhas irmäs. Acho que é um direito meu. Assim dizendo, moveu-se e rolou para baixo, terminando seu caprichoso percurso exatamente no meio das pedrinhas por cuja companhia tanto almejava.
Na estrada passavam carretas com rodas de ferro, cavalos que pisavam com força, camponeses de botas ferradas, rebanhos e manadas de animais. A bela pedra logo
se viu maltratada. Alguns a faziam rolar, outros batiam nela com os pés, outros ainda a chutavam para mais adiante. As vezes via-se toda suja de lama.
Olhando para olugar de onde viera, a pedra suspirou pela perda de sua solidão e teve, em vão, saudades da paz que outrora conhecera.
Esta fábula é dedicada aqueles que estupidamente saem da paz e do silêncio do verde campo para irem para a cidade, encontrando pessoas de maldade sem limites.
(Leonardo da Vinci: Fábulas e Lendas, S.Paulo, Circulo do Livro, 1972)
Para indicar a fala da pedra no texto, o narrador empregou para iniciar a frase:
Alternativas
Respostas
681: D
682: C
683: B
684: A
685: D
686: C
687: A
688: B
689: D
690: B
691: B
692: A
693: E
694: A
695: D
696: A
697: C
698: E
699: D
700: D