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Q1151372 Raciocínio Lógico
Juliana, Maria e Solange são três amigas que não se viam desde a formatura e marcaram de se encontrar para tomar um café e conversar. As três estão casadas e os maridos se chamam José, Felipe e João (não necessariamente nessa ordem). Uma das três amigas não teve filhos, outra teve um filho e a outra teve dois. Sabendo que Maria casou com José, que a esposa de João não teve filhos e que Solange teve um filho, podemos concluir corretamente que
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Q1151371 Português
Em “Não é como um conto, uma narrativa, um cordel ou até mesmo um ‘causo’, quando a graça, muitas vezes, está no desenvolvimento da ação.”, as aspas foram utilizadas no termo destacado para
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Q1151370 Português
Assinale a alternativa em que o termo destacado na frase seja formado por prefixação e sufixação, ou seja, pelo acréscimo de um prefixo (antes do radical) e de um sufixo (depois do radical).
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Q1151369 Português
Na frase “Havia interessados na narrativa”, o sujeito é
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Q1151368 Português
O termo destacado em “Até hoje tem gente querendo saber como a piada chegaria ao tatu, mas tem medo de perguntar.” só NÃO poderia ser substituído, sem acarretar mudança de sentido, por
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Q1151367 Português
Em “Ainda mais se de vez em quando aparecer na conversa um outro personagem, o cortador de piada.”, o termo destacado é
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Q1151366 Português
Assinale a alternativa em que as palavras sejam acentuadas graficamente seguindo a mesma regra.
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Q1151365 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que NÃO poderia substituir coerentemente o termo destacado em “...o verborrágico, que emenda uma piada na outra...”.
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Q1151364 Português
O cortador de piada

Por Paulo Pestana


    Contar piada é uma arte. Há o contador minucioso, que entra em detalhes, sai do trilho e, quando menos se espera, volta para o arremate, normalmente rindo mais do que quem ouve a história pela primeira vez; há o conciso, que usa poucas frases e normalmente é cortante, frequentemente maldoso; o histriônico, que muda a voz, se levanta, interpreta e exagera, o pornográfico, que acha palavrão engraçado, o verborrágico, que emenda uma piada na outra, entre muitos outros.
    Toda boa roda de botequim tem que ter algum contador de anedota de repertório amplo, memória prodigiosa e paciência. Ainda mais se de vez em quando aparecer na conversa um outro personagem, o cortador de piada. Sim; um conta, o outro corta, normalmente se introduzindo na história alheia, estragando o final.
    Toda boa piada tem seu clímax no final. Não é como um conto, uma narrativa, um cordel ou até mesmo um ‘causo’, quando a graça, muitas vezes, está no desenvolvimento da ação. O fecho da piada tem que ser surpreendente, definitivo, deve conter toda graça em poucas palavras que muitas vezes torcem a lógica exposta anteriormente.
    O cortador de piada é também conhecido como o chato. Por mais velho que seja o chiste, é preciso respeitar o contador, ainda que não seja dos mais cativantes, que não tenha o brilho e a graça de um Chico Anísio. O cortador muitas vezes interrompe a narrativa sem a menor cerimônia, com aquela inocência insuportável dos enjoados — o chato de verdade nunca é proposital; é um traço de caráter inato, o que só piora a situação.
    Mas há situações piores, quando o chato se transforma no ladrão de piada. Também querendo dominar o ambiente, o ladino se apodera da história alheia e conta o final, deixando o dono da anedota com a boca aberta e sem ter o que dizer. Foi o que aconteceu, não faz muito tempo, num famoso boteco da W2 Sul — ou melhor, famoso para nós, frequentadores, já que não sai nas colunas de jornal.
    A noite ainda era juvenil, mas aquela turma dava impressão de estar por ali desde o café da manhã, tamanha a animação. Cascos vazios de cerveja já tinham enchido um engradado e já eram colocados com a boca para baixo, entre os outros. Um dos rapazes começou a contar uma piada comprida e que era constantemente interrompida por comentários diversos por outro sujeito.
    Havia interessados na narrativa, até porque é uma piada sobre advogados, e os causídicos são fregueses habituais do estabelecimento. O chato não sossegava, queria ser o centro das atenções e diante de tantos ‘psius’ pedindo silêncio, disparou:
    — Que tatu? Não vi nenhum tatu por aqui!
    E se contorcia como o Orlando Furioso, da ópera de Vivaldi. Ele havia contado o fim da piada numa cena que só pode ser explicada pelo alto nível etílico daquela mesa, quando o tempo fechou como uma final com Grenal. Até hoje tem gente querendo saber como a piada chegaria ao tatu, mas tem medo de perguntar.

Adaptado de: http://df.divirtasemais.com.br/app/noticia/mais
leitor/2019/12/06/noticia-mais-leitor,162065/cronica-o-cortador-de
piada.shtml. Acesso em: 10 dez. 2019.
Sobre a linguagem apresentada no texto, assinale a alternativa correta.
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Q1151363 Português
O cortador de piada

Por Paulo Pestana


    Contar piada é uma arte. Há o contador minucioso, que entra em detalhes, sai do trilho e, quando menos se espera, volta para o arremate, normalmente rindo mais do que quem ouve a história pela primeira vez; há o conciso, que usa poucas frases e normalmente é cortante, frequentemente maldoso; o histriônico, que muda a voz, se levanta, interpreta e exagera, o pornográfico, que acha palavrão engraçado, o verborrágico, que emenda uma piada na outra, entre muitos outros.
    Toda boa roda de botequim tem que ter algum contador de anedota de repertório amplo, memória prodigiosa e paciência. Ainda mais se de vez em quando aparecer na conversa um outro personagem, o cortador de piada. Sim; um conta, o outro corta, normalmente se introduzindo na história alheia, estragando o final.
    Toda boa piada tem seu clímax no final. Não é como um conto, uma narrativa, um cordel ou até mesmo um ‘causo’, quando a graça, muitas vezes, está no desenvolvimento da ação. O fecho da piada tem que ser surpreendente, definitivo, deve conter toda graça em poucas palavras que muitas vezes torcem a lógica exposta anteriormente.
    O cortador de piada é também conhecido como o chato. Por mais velho que seja o chiste, é preciso respeitar o contador, ainda que não seja dos mais cativantes, que não tenha o brilho e a graça de um Chico Anísio. O cortador muitas vezes interrompe a narrativa sem a menor cerimônia, com aquela inocência insuportável dos enjoados — o chato de verdade nunca é proposital; é um traço de caráter inato, o que só piora a situação.
    Mas há situações piores, quando o chato se transforma no ladrão de piada. Também querendo dominar o ambiente, o ladino se apodera da história alheia e conta o final, deixando o dono da anedota com a boca aberta e sem ter o que dizer. Foi o que aconteceu, não faz muito tempo, num famoso boteco da W2 Sul — ou melhor, famoso para nós, frequentadores, já que não sai nas colunas de jornal.
    A noite ainda era juvenil, mas aquela turma dava impressão de estar por ali desde o café da manhã, tamanha a animação. Cascos vazios de cerveja já tinham enchido um engradado e já eram colocados com a boca para baixo, entre os outros. Um dos rapazes começou a contar uma piada comprida e que era constantemente interrompida por comentários diversos por outro sujeito.
    Havia interessados na narrativa, até porque é uma piada sobre advogados, e os causídicos são fregueses habituais do estabelecimento. O chato não sossegava, queria ser o centro das atenções e diante de tantos ‘psius’ pedindo silêncio, disparou:
    — Que tatu? Não vi nenhum tatu por aqui!
    E se contorcia como o Orlando Furioso, da ópera de Vivaldi. Ele havia contado o fim da piada numa cena que só pode ser explicada pelo alto nível etílico daquela mesa, quando o tempo fechou como uma final com Grenal. Até hoje tem gente querendo saber como a piada chegaria ao tatu, mas tem medo de perguntar.

Adaptado de: http://df.divirtasemais.com.br/app/noticia/mais
leitor/2019/12/06/noticia-mais-leitor,162065/cronica-o-cortador-de
piada.shtml. Acesso em: 10 dez. 2019.
No texto, algumas pessoas e expressões externas são citadas, como Chico Anísio, Orlando Furioso e Grenal. Em relação a isso, é correto afirmar que
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Q1151362 Português
O cortador de piada

Por Paulo Pestana


    Contar piada é uma arte. Há o contador minucioso, que entra em detalhes, sai do trilho e, quando menos se espera, volta para o arremate, normalmente rindo mais do que quem ouve a história pela primeira vez; há o conciso, que usa poucas frases e normalmente é cortante, frequentemente maldoso; o histriônico, que muda a voz, se levanta, interpreta e exagera, o pornográfico, que acha palavrão engraçado, o verborrágico, que emenda uma piada na outra, entre muitos outros.
    Toda boa roda de botequim tem que ter algum contador de anedota de repertório amplo, memória prodigiosa e paciência. Ainda mais se de vez em quando aparecer na conversa um outro personagem, o cortador de piada. Sim; um conta, o outro corta, normalmente se introduzindo na história alheia, estragando o final.
    Toda boa piada tem seu clímax no final. Não é como um conto, uma narrativa, um cordel ou até mesmo um ‘causo’, quando a graça, muitas vezes, está no desenvolvimento da ação. O fecho da piada tem que ser surpreendente, definitivo, deve conter toda graça em poucas palavras que muitas vezes torcem a lógica exposta anteriormente.
    O cortador de piada é também conhecido como o chato. Por mais velho que seja o chiste, é preciso respeitar o contador, ainda que não seja dos mais cativantes, que não tenha o brilho e a graça de um Chico Anísio. O cortador muitas vezes interrompe a narrativa sem a menor cerimônia, com aquela inocência insuportável dos enjoados — o chato de verdade nunca é proposital; é um traço de caráter inato, o que só piora a situação.
    Mas há situações piores, quando o chato se transforma no ladrão de piada. Também querendo dominar o ambiente, o ladino se apodera da história alheia e conta o final, deixando o dono da anedota com a boca aberta e sem ter o que dizer. Foi o que aconteceu, não faz muito tempo, num famoso boteco da W2 Sul — ou melhor, famoso para nós, frequentadores, já que não sai nas colunas de jornal.
    A noite ainda era juvenil, mas aquela turma dava impressão de estar por ali desde o café da manhã, tamanha a animação. Cascos vazios de cerveja já tinham enchido um engradado e já eram colocados com a boca para baixo, entre os outros. Um dos rapazes começou a contar uma piada comprida e que era constantemente interrompida por comentários diversos por outro sujeito.
    Havia interessados na narrativa, até porque é uma piada sobre advogados, e os causídicos são fregueses habituais do estabelecimento. O chato não sossegava, queria ser o centro das atenções e diante de tantos ‘psius’ pedindo silêncio, disparou:
    — Que tatu? Não vi nenhum tatu por aqui!
    E se contorcia como o Orlando Furioso, da ópera de Vivaldi. Ele havia contado o fim da piada numa cena que só pode ser explicada pelo alto nível etílico daquela mesa, quando o tempo fechou como uma final com Grenal. Até hoje tem gente querendo saber como a piada chegaria ao tatu, mas tem medo de perguntar.

Adaptado de: http://df.divirtasemais.com.br/app/noticia/mais
leitor/2019/12/06/noticia-mais-leitor,162065/cronica-o-cortador-de
piada.shtml. Acesso em: 10 dez. 2019.
Em relação às ideias contidas no texto, assinale a alternativa correta.
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Q2710521 Libras

Sobre a abordagem educacional “Oralismo”, é CORRETO afirmar.

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Q2710519 Libras

Sobre as personalidades que marcaram a História da Educação dos surdos, é CORRETO afirmar.

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Q2710518 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015

Sobre a Lei Nº 10.098, de dezembro de 2000, é CORRETO afirmar que:

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Q2710516 Legislação Federal

Sobre o Decreto Nº 5.626 de 2005, é CORRETO afirmar.

Alternativas
Q2710514 Libras

Sobre o conceito de Identidade e sobre as Identidades surdas, é CORRETO afirmar.

Alternativas
Q2710512 Libras

Sobre Comunidade Surda, é CORRETO afirmar.

Alternativas
Q2710511 Libras

Owen Wrigley (1996) afirma que a “Surdez é um tema de epistemologia e não de audiologia”. Sobre essa afirmativa, é CORRETO afirmar.

Alternativas
Q2710509 Libras

Sobre o “Ouvintismo” é CORRETO afirmar.

Alternativas
Q2710507 Libras

Sobre Inclusão e Educação de surdos, é CORRETO afirmar.

Alternativas
Respostas
1881: B
1882: B
1883: C
1884: D
1885: A
1886: B
1887: D
1888: A
1889: D
1890: C
1891: B
1892: C
1893: B
1894: A
1895: D
1896: C
1897: B
1898: B
1899: C
1900: C