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Leia os textos I, II e III, abaixo, para responder a questão.
Texto I
Salão de Beleza
Zeca Baleiro
Se ela se penteia eu não sei
Se ela usa maquiagem eu não sei
Se aquela mulher é vaidosa eu não sei
Eu não sei, eu não sei
Vem você me dizer que vai a um salão de beleza
Fazer permanente massagem rinsagem
Reflexo e otras cositas más (2x)
Baby você não precisa de um salão de beleza
Há menos beleza num salão de beleza
A sua beleza é bem maior do que qualquer beleza de qualquer salão (2x)
Mundo velho e decadente mundo
Ainda não aprendeu a admirar a beleza
A verdadeira beleza
A beleza que põe mesa
E que deita na cama
A beleza de quem come
A beleza de quem ama
A beleza do erro
Do engano
Da imperfeição
Belle belle como Linda Evangelista
Linda Linda como Isabelle Adjani
Ai bela morena ai morena bela
Quem foi que te fez tão formosa
É mais linda que a rosa
Debruçada na janela
Texto II
Texto III

Leia os textos I, II e III, abaixo, para responder a questão.
Texto I
Salão de Beleza
Zeca Baleiro
Se ela se penteia eu não sei
Se ela usa maquiagem eu não sei
Se aquela mulher é vaidosa eu não sei
Eu não sei, eu não sei
Vem você me dizer que vai a um salão de beleza
Fazer permanente massagem rinsagem
Reflexo e otras cositas más (2x)
Baby você não precisa de um salão de beleza
Há menos beleza num salão de beleza
A sua beleza é bem maior do que qualquer beleza de qualquer salão (2x)
Mundo velho e decadente mundo
Ainda não aprendeu a admirar a beleza
A verdadeira beleza
A beleza que põe mesa
E que deita na cama
A beleza de quem come
A beleza de quem ama
A beleza do erro
Do engano
Da imperfeição
Belle belle como Linda Evangelista
Linda Linda como Isabelle Adjani
Ai bela morena ai morena bela
Quem foi que te fez tão formosa
É mais linda que a rosa
Debruçada na janela
Texto II
Texto III

Os textos apresentados pertencem a gêneros distintos, embora falem do mesmo tema: padrão de beleza. As razões que explicam os diferentes padrões são várias. É como se os seres humanos não conseguissem viver sem perseguir uma forma ideal. Compare os textos e considere as asserções formuladas sobre eles:
I - Embora abordem a mesma temática, os textos apresentam visões diferentes sobre o padrão de beleza atual.
II - O texto II recorre a metáforas para divulgar um refrigerante diet e estabelecer a magreza como a perfeição da forma física.
III - O texto III “vende” a imagem de que para ser feliz e conseguir sucesso, em nossa sociedade, é imprescindível ser macérrimo.
IV - O texto I difere dos textos II e III, embora haja uma relação semântica entre eles.
V - Os textos II e III utilizam-se da linguagem denotativa e buscam influenciar o comportamento do leitor. Podem ser consideradas CORRETAS as asserções:
O Decreto nº 5.626, nos artigos 17 e 18, que tratam da formação em nível superior, que a princípio, foi assumida nacionalmente pela UFSC e, em nível médio, aqui no estado de Pernambuco,
I. a Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC criou o curso superior de Letras-Libras em EaD, no ano 2006, sem oferecer mais nenhuma turma depois.
II. a Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC ofertou cursos em Licenciatura em LetrasLibras em 2006; em 2008, além da Licenciatura, a UFSC também abriu o Bacharelado em Letras-Libras para tradutores e intérpretes e ampliou os polos, tendo a UFPE como parceira.
III. com o incentivo à formação técnica promovido pelo governo federal, o Centro de Apoio ao Surdo-CAS, passou a oferecer apenas cursos técnicos no estado.
IV. em Pernambuco, a Comunidade Surda nada fez para implementar o decreto, mesmo com o polo da UFSC na UFPE, respectivamente.
V. com o incentivo à formação técnica pelo governo federal, nos anos 2006/2007, a Escola Técnica Estadual Almirante Soares Dutra-ETEASD criou o Curso Técnico em Interpretação e Tradução em Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa, respectivamente.
Estão CORRETAS apenas
Assinale a alternativa correspondente a sequência CORRETA.
I. Em 1856, chega ao Brasil o Professor Ernest Huet, surdo francês, trazendo um alfabeto manual francês e alguns sinais da Língua Francesa de Sinais, dando origem à Língua Brasileira de Sinais. II. Em 1881, é finalmente autorizado o uso da Língua de Sinais no Brasil, dentro do Instituto Nacional de Educação de Surdos. III. Em 1991, os esforços da concentração de forças começam a dar resultados, quando, em 10 de janeiro, o governador de Minas Gerais assina a Lei nº 103/91, que reconhece oficialmente no estado a Língua Brasileira de Sinais como meio de comunicação objetiva e de uso corrente. IV. De acordo com Silva (2001), ao longo da década de 90, o processo de reconhecimento oficial da Libras vai atingindo vários estados brasileiros, tais como: Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo. V. Em Pernambuco, a Lei que reconhece o uso da Libras no estado é aprovada apenas em setembro de 2001.
Está(ão) CORRETA(S) apenas
I. É preciso reconhecer que a presença do intérprete em sala de aula tem como objetivo tornar os conteúdos acadêmicos acessíveis ao aluno surdo. A questão central não é traduzir conteúdos, mas torná-los compreensíveis, com sentido para o aluno. II. Nessa experiência, o interpretar e o aprender estão indissoluvelmente unidos, e o intérprete educacional assume, inerentemente ao seu papel, a função de também educar o aluno. Isso é premente no ensino fundamental, em que se atendem crianças que estão entrando em contato com conteúdos novos e, muitas vezes, com a língua de sinais, mas deve estar presente também em níveis mais elevados de ensino, porque se trata de um trabalho com finalidade educacional que pretende alcançar a aprendizagem. III. O intérprete de Libras não é fundamental para o processo de aprendizagem da língua de sinais na escola. Esse profissional não oferece aos professores a oportunidade de conhecer e aprender a Libras junto com seus alunos surdos, por não se tratar de um professor de língua de sinais. IV. A presença do intérprete de língua de sinais não é suficiente para uma inclusão satisfatória, sendo necessária uma série de outras providências para que esse aluno possa ser atendido adequadamente: adequação curricular, aspectos didáticos e metodológicos, conhecimentos sobre a surdez e sobre a língua de sinais, entre outros.
Sobre a atividade do intérprete de Libras no contexto escolar, está(ão) CORRETA(S) apenas
De acordo com a Lei que regulamentou o exercício da profissão no país, no seu Art. 6º, “São atribuições do tradutor e intérprete, no exercício de suas competências:”
I. efetuar comunicação entre surdos e ouvintes, surdos e surdos, surdos e surdos-cegos, surdoscegos e ouvintes, por meio da Libras para a língua oral e vice-versa.
II. interpretar, em Língua Brasileira de Sinais - Língua Portuguesa, as atividades didáticopedagógicas e culturais desenvolvidas nas instituições de ensino nos níveis fundamental, médio e superior, de forma a viabilizar o acesso aos conteúdos curriculares.
III. aceitar, contratação simultânea, para atuar em processos seletivos para cursos na instituição de ensino e nos concursos públicos.
IV. atuar no apoio à acessibilidade aos serviços e às atividades-fim das instituições de ensino e repartições públicas.
V. prestar seus serviços em depoimentos em juízo, em órgãos administrativos ou policiais.
A afirmação está INCORRETA apenas no item
II. O intérprete deverá fazer a interpretação das instruções dadas na língua portuguesa apenas escrita quando este for o caso. III. O intérprete deve lhe informar que fará a interpretação do português escrito para a língua de sinais, deixando claras as suas atribuições durante o processo. IV. O intérprete dará, sutilmente, suas opiniões de modo que os responsáveis pelo certame não percebam, dessa forma garantirá a acessibilidade da pessoa surda. V. O intérprete também deverá fazer a interpretação das instruções dadas na língua portuguesa falada e/ou escrita quando estes forem os casos. Assinale a alternativa que contempla todos os itens nos quais as informações estão CORRETAS.