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A respeito das concepções socioantropológica e clínico-patológica da surdez, julgue o item que se segue.
Instituições de ensino têm adotado uma perspectiva
clínico-patológica da surdez, o que interfere diretamente
nos projetos pedagógicos institucionalmente adotados.
A respeito das concepções socioantropológica e clínico-patológica da surdez, julgue o item que se segue.
Termos como obscuros, subalternos e dominados são
diretamente relacionados à percepção do surdo como um
indivíduo com patologias a serem normalizadas.
A respeito das concepções socioantropológica e clínico-patológica da surdez, julgue o item que se segue.
A concepção clínico-patológica da surdez considera os surdos
membros de uma minoria linguística, com cultura e identidade
próprias.
A respeito das concepções socioantropológica e clínico-patológica da surdez, julgue o item que se segue.
A concepção socioantropológica da surdez considera os
surdos pessoas com deficiência.
A respeito da alteridade e da representação das pessoas com deficiência na sociedade, julgue o item a seguir.
O conceito de alteridade distingue-se do conceito de empatia,
uma vez que não se trata apenas de vivenciar experiências do
outro, mas de entender como tais experiências se concretizam
a partir da lógica do outro.
A respeito da alteridade e da representação das pessoas com deficiência na sociedade, julgue o item a seguir.
A compreensão integral da alteridade surda só é possível
sob o viés dos significados de deficiência auditiva.
A respeito da alteridade e da representação das pessoas com deficiência na sociedade, julgue o item a seguir.
A alteridade surda é autônoma e independente de
reconhecimento pela normalidade ouvinte.
A respeito da alteridade e da representação das pessoas com deficiência na sociedade, julgue o item a seguir.
A alteridade baseia-se no princípio da representação do sujeito,
individual e independente, na medida em que expressa
a qualidade ou o estado do que é próprio do indivíduo,
sem afetar diretamente o outro, seja este igual ou diferente.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
atentar para as especificidades da comunidade surda,
conduzindo e promovendo ações pontuais e ágeis para servi-la.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
respeitar a condição social e econômica dos que recebem
seus serviços, agindo com solidariedade e com a consciência
de que a liberdade de expressão é um direito social.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
priorizar o público surdo em detrimento do público ouvinte,
traduzindo apenas da língua oral para a LIBRAS, e não
da LIBRAS para a língua oral.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
agir com parcialidade para garantir a fidelidade dos conteúdos
que lhe couber traduzir.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
atuar sem preconceito de origem, raça, credo religioso,
idade, sexo ou orientação sexual ou gênero.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
agir com honestidade, o que constitui conduta suficiente
para garantir a proteção do sigilo das informações recebidas.
Em sala de aula, esses profissionais devem atuar não apenas como intérpretes, mas também como professores, pois, no meio escolar, cabe-lhes a responsabilidade de ensinar.
Em sala de aula, é conveniente que os tradutores e intérpretes da LIBRAS dominem pelo menos os seguintes eixos do saber: o linguístico, o discursivo, o disciplinar e o pedagógico.
Os professores intérpretes devem proporcionar aos alunos surdos a compreensão de conteúdos curriculares e de atividades acadêmicas, principalmente em sala de aula, no mesmo nível e complexidade que as recebem os demais alunos.
O intérprete educacional atua como profissional intérprete da LIBRAS no meio escolar, onde sua principal função é intermediar a comunicação entre equipe pedagógica e pais surdos.
A formação do TILS e do GI deve ser oferecida pela
instituição de trabalho à qual eles estejam vinculados,
garantindo, assim, um profissional habilitado e ético. Essa
característica de área ocorre como consequência da sua
formação técnica, que, por ser multidisciplinar, necessita de
cursos que ofereçam assuntos concernentes à profissão, como
conhecimentos linguísticos, ou outros, para desempenho de sua
função.
Tanto o tradutor e intérprete quanto o guia-intérprete somente devem aceitar serviços de tradução compatíveis com o seu nível de competência tradutória, considerando as circunstâncias específicas da situação de tradução e as necessidades dos solicitantes e beneficiários.