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Q1133261 Português

Leia o texto para responder à questão.


Problema de base


      Conselhos profissionais como o de Arquitetura e Veterinária vêm se negando a conceder registro a alunos formados na modalidade de ensino a distância (EaD). É um tremendo imbróglio1 jurídico e pedagógico que ainda vai render muitas sentenças e artigos. É também um bom retrato dos dilemas do ensino brasileiro.

      Os conselhos alegam, com uma ponta de razão, que é preciso proteger o público de maus profissionais e que as pessoas graduadas no EaD têm desempenho inferior ao de oriundos do sistema presencial. Já representantes das faculdades afirmam, também com fumaça de bom direito, que não cabe aos conselhos determinar quais cursos prestam e quais não. Essa é uma tarefa do poder público, leia-se MEC, e não das corporações do setor educacional, que têm interesse direto no tamanho do mercado.

      O problema hoje é que o Brasil precisa colocar mais jovens no ensino superior, mas nossa educação básica é bastante ruim. O resultado disso é que acabamos dando diplomas de faculdade a alunos que, numa análise qualitativa rigorosa, não deveriam nem ter concluído o ensino médio.

      Em tese, não há nada no EaD que o torne intrinsecamente pior. Um estudante aplicado pode, sem sair de casa, obter a melhor formação do mundo (mas não a titulação) fazendo os cursos de grandes professores de Harvard, Yale, Oxford, Sorbonne etc. que estão disponíveis gratuitamente na internet.

      Na prática, porém, são os alunos com mais dificuldades econômicas e acadêmicas que acabam optando pelo EaD, contribuindo para a má fama do modal.

      A solução para o problema é melhorar muito a educação básica. Como isso não vai ocorrer tão cedo, o próprio MEC, e não as corporações, deveria proceder a uma avaliação seriada do desempenho de estudantes de certos cursos, evitando que eles desperdicem mais tempo e dinheiro numa carreira que não terão condições de exercer.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 11.03.2019. Adaptado)

1. imbróglio: confusão. 

De acordo com o texto, para que os estudantes tenham condições de exercer uma carreira com competência, é necessário que
Alternativas
Q1133260 Português

Leia o texto para responder à questão.


Problema de base


      Conselhos profissionais como o de Arquitetura e Veterinária vêm se negando a conceder registro a alunos formados na modalidade de ensino a distância (EaD). É um tremendo imbróglio1 jurídico e pedagógico que ainda vai render muitas sentenças e artigos. É também um bom retrato dos dilemas do ensino brasileiro.

      Os conselhos alegam, com uma ponta de razão, que é preciso proteger o público de maus profissionais e que as pessoas graduadas no EaD têm desempenho inferior ao de oriundos do sistema presencial. Já representantes das faculdades afirmam, também com fumaça de bom direito, que não cabe aos conselhos determinar quais cursos prestam e quais não. Essa é uma tarefa do poder público, leia-se MEC, e não das corporações do setor educacional, que têm interesse direto no tamanho do mercado.

      O problema hoje é que o Brasil precisa colocar mais jovens no ensino superior, mas nossa educação básica é bastante ruim. O resultado disso é que acabamos dando diplomas de faculdade a alunos que, numa análise qualitativa rigorosa, não deveriam nem ter concluído o ensino médio.

      Em tese, não há nada no EaD que o torne intrinsecamente pior. Um estudante aplicado pode, sem sair de casa, obter a melhor formação do mundo (mas não a titulação) fazendo os cursos de grandes professores de Harvard, Yale, Oxford, Sorbonne etc. que estão disponíveis gratuitamente na internet.

      Na prática, porém, são os alunos com mais dificuldades econômicas e acadêmicas que acabam optando pelo EaD, contribuindo para a má fama do modal.

      A solução para o problema é melhorar muito a educação básica. Como isso não vai ocorrer tão cedo, o próprio MEC, e não as corporações, deveria proceder a uma avaliação seriada do desempenho de estudantes de certos cursos, evitando que eles desperdicem mais tempo e dinheiro numa carreira que não terão condições de exercer.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 11.03.2019. Adaptado)

1. imbróglio: confusão. 

Segundo o autor do texto, o EaD
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Q1123125 Libras
O código de ética é um instrumento que orienta o profissional intérprete na sua atuação. A sua existência se justifica a partir do tipo de relação que o intérprete estabelece com as partes envolvidas na interação. O papel do intérprete é intermediar um processo interativo que envolve determinadas intenções conversacionais e discursivas, em que ele tem a responsabilidade de tratar as informações com:
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Q1123124 Libras
Reflexões sobre a alfabetização de surdos sugerem que a alfabetização destes deva se realizar, inicialmente, em língua de sinais. E uma proposta de ensino ainda incipiente no Brasil, mas, sem dúvida, um caminho que emerge aos poucos e timidamente, por meio da tecnologia idealizada e desenvolvida por Valérie Sutton do Deaf Action Commitee, da Califórnia, USA, nomeada de:
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Q1123123 Libras
Um surdo estará mais ou menos próximo da cultura surda dependendo da identidade que assume dentro da sociedade. De acordo com Perlin (1998), a identidade híbrida pode ser definida como:
Alternativas
Q1123122 Libras
O intérprete de língua de sinais é um profissional que deve ter qualificação específica para atuar como intérprete. O ato de interpretar envolve processos altamente complexos, sendo considerado um ato:
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Q1123121 Libras
Os sinais manuais são frequentemente acompanhados por expressões faciais que podem ser consideradas gramaticais (Bahan, 1995 e Quadros, 1999). Tais expressões são chamadas de:
Alternativas
Q1123120 Libras
É compreendida como a parte da ciência linguística que analisa as unidades mínimas sem significado de uma língua e a sua organização interna. Nas línguas de sinais, as configurações de mãos juntamente com as localizações em que os sinais são produzidos, os movimentos e as direções são as unidades menores que formam as palavras. Trata-se da:
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Q1123119 Libras
A oficialização da LIBRAS foi um grande passo para a Comunidade Surda brasileira. Ela prevê intérpretes em escolas, hospitais, repartições públicas, estabelecimentos comerciais etc. Educadores e formuladores das políticas educacionais devem descobrir o seu papel nesse cenário, conscientizando-se de que o protagonismo é do surdo, na sua identificação consigo mesmo e com o mundo, de uma maneira rica e significativa. Devem, portanto, promover uma educação sustentada numa experiência global a ser organizada dentro dos quatro pilares do conhecimento propostos pela UNESCO, que são, aprender:
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Q1123118 Libras
O conceito de Cultura se sustenta em sua própria historicidade, em seus próprios processos e produções, pois a Cultura Surda não é uma imagem velada de uma hipotética Cultura Ouvinte, não é seu revés, nem uma cultura patológica. Skliar (1998) defende que é possível aceitar o conceito de Cultura Surda por meio de uma(um):
Alternativas
Q1123117 Libras
Os verbos instrumentais são verbos no qual o formato do instrumento que está sendo usado para realizar aquela ação modifica o formato da configuração da mão.Assinale a alternativa correspondente.
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Q1123116 Libras
O movimento mundial pela educação inclusiva é uma ação política, cultural, social e pedagógica desencadeada em defesa do direito de todos os estudantes de estarem juntos, aprendendo e participando sem nenhum tipo de discriminação. A partir dos referenciais para a construção de sistemas educacionais inclusivos, a organização de escolas e classes especiais passam a ser repensadas, para que todos os estudantes tenham suas especificidades atendidas, implicando em uma mudança escolar de ordem:
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Q1123115 Libras
A consolidação da língua de sinais desenvolvida no interior do INES – Instituto Nacional de Educação de Surdos - como língua nacional dos surdos no Brasil, do ponto de vista legal, só foi efetivada no início do século XXI com a promulgação de duas importantes leis: a Lei nº 10.436, de 2002, que estabelecem a língua brasileira de sinais – LIBRAS como “meio legal de comunicação e expressão... [oriundo] de comunidades de pessoas surdas do Brasil”, e o Decreto 5626 de 2005, que regulamenta a lei de Libras e determina uma série de políticas de fomento à formação de professores e intérpretes de Libras, além de garantia de direitos das pessoas surdas a serviços públicos essenciais, em especial relativos à:
Alternativas
Q1123114 Libras
A língua utilizada pela população ouvinte é de modalidade oral e no caso do Brasil, é a Língua Portuguesa, mas, para os surdos, a realidade é outra. A língua oral do seu país não se apresenta como um recurso que facilita seu intercâmbio com o mundo; pelo contrário, representa um obstáculo que o surdo precisa transpor para se relacionar socialmente de forma efetiva (Padden, Humpries, 1996; Barnett, 2002; Quadros, Perlin, 2007). Eles se comunicam pela língua de sinais e, por isso, são caracterizados como um grupo linguisticamente:
Alternativas
Q1123113 Libras
Além de facilitar a comunicação entre os surdos, a LIBRAS também propicia uma melhor compreensão entre surdos e ouvintes, uma vez que já está previsto na Lei nº 12.319/2010 que regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS e que em seu art. 6º Inciso IV trata das atribuições do tradutor e intérprete. Assinale a alternativa pertinente a uma dessas atribuições.
Alternativas
Q1123112 Libras
O atendimento educacional especializado tem como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos estudantes, considerando suas necessidades específicas. Esse atendimento tem por objetivo a formação dos estudantes com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela, sendo de caráter:
Alternativas
Q1123111 Libras
A LIBRAS tem sua estrutura gramatical organizada a partir de alguns parâmetros que estruturam sua formação nos diferentes níveis linguísticos. Três são seus parâmetros principais ou maiores: a Configuração da(s) mão(s) – (CM), o Movimento – (M) e o Ponto de Articulação – (PA); e outros constituem seus parâmetros menores: orientação de mão – (Or ou Om) e as expressões não-manuais - faciais ou corporais – (ENM). Assinale a alternativa referente ao parâmetro Movimento.
Alternativas
Q1123110 Libras

A Lei nº 10.436/2002 de 24 de abril de 2002 Lei de LIBRAS dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais e dá outras providências. No Art. 4º, em Parágrafo Único, afirma que a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS:

Alternativas
Q1123109 Libras
A modalidade gestual-visual-espacial pela qual a LIBRAS é produzida e percebida pelos surdos leva, muitas vezes, as pessoas a pensarem que todos os sinais são o “desenho” no ar do referente que representam. É claro que, por decorrência de sua natureza linguística, a realização de um sinal pode ser motivada pelas características do dado da realidade a que se refere, mas isso não é uma regra, pois a grande maioria dos sinais da LIBRAS são:
Alternativas
Q1123108 Libras
Segundo Sánchez (1990), a comunicação humana é essencialmente diferente e superior a toda outra forma de comunicação conhecida. Todos os seres humanos nascem com os mecanismos da linguagem específicos da espécie e todos os desenvolvem normalmente, independentes de qualquer fator:
Alternativas
Respostas
2461: E
2462: C
2463: C
2464: E
2465: D
2466: A
2467: B
2468: A
2469: C
2470: C
2471: E
2472: A
2473: C
2474: E
2475: B
2476: C
2477: D
2478: B
2479: D
2480: E