Questões de Concurso Para coveiro - sepultador

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Q3582452 Português
Leia o texto a seguir:


A dança do arco-íris


Há muito e muito tempo, vivia sobre uma planície de nuvens uma tribo muito feliz. Como não havia solo para plantar, só um emaranhado de fios branquinhos e fofos como algodão-doce, as pessoas se alimentavam da carne de aves abatidas com flechas, que faziam amarrando em feixe uma porção dos fios que formavam o chão. De vez em quando, o chão dava umas sacudidelas, a planície inteira corcoveava e diminuía de tamanho, como se alguém abocanhasse parte dela.

Certa vez, tentando alvejar uma ave, um caçador errou a pontaria e a flecha se cravou no chão. Ao arrancá-la, ele viu que se abrira uma fenda, através da qual pôde ver que lá embaixo havia outro mundo.

Espantado, o caçador tampou o buraco e foi embora. Não contou sua descoberta a ninguém.

Na manhã seguinte, voltou ao local da passagem, trançou uma longa corda com os fios do chão e desceu até o outro mundo. Foi parar no meio de uma aldeia onde uma linda índia lhe deu as boas-vindas, tão surpresa em vê-lo descer do céu quanto ele de encontrar criatura tão bela e amável. Conversaram longo tempo e o caçador soube que a região onde ele vivia era conhecida por ela e seu povo como "o mundo das nuvens", formado pelas águas que evaporavam dos rios, lagos e oceanos da terra. As águas caíam de volta como uma cortina líquida, que eles chamavam de chuva. "Vai ver, é por isso que o chão lá de cima treme e encolhe", ele pensou. Ao fim da tarde, o caçador despediu-se da moça, agarrou-se à corda e subiu de volta para casa. Dali em diante, todos os dias ele escapava para encontrar-se com a jovem. Ela descreveu para ele os animais ferozes que havia lá embaixo. Ele disse a ela que lá no alto as coisas materiais não tinham valor nenhum.

Um dia, a jovem deu ao caçador um cristal que havia achado perto de uma cachoeira. E pediu para visitar o mundo dele. O rapaz a ajudou a subir pela corda. Mal tinham chegado lá nas alturas, descobriram que haviam sido seguidos pelos parentes dela, curiosos para ver como se vivia tão perto do céu.

Foram todos recebidos com uma grande festa, que selou a amizade entre as duas nações. A partir de então, começou um grande sobe-e-desce entre céu e terra. A corda não resistiu a tanto trânsito e se partiu. Uma larga escada foi então construída e o movimento se tornou ainda mais intenso. O povo lá de baixo, indo a toda a hora divertir-se nas nuvens, deixou de lavrar a terra e de cuidar do gado. Os habitantes lá de cima pararam de caçar pássaros e começaram a se apegar às coisas que as pessoas de baixo lhes levavam de presente ou que eles mesmos desciam para buscar.

Vendo a desarmonia instalar-se entre sua gente, o caçador destruiu a escada e fechou a passagem entre os dois mundos. Aos poucos, as coisas foram voltando ao normal, tanto na terra como nas nuvens. Mas a jovem índia, que ficara lá em cima com seu amado, tinha saudade de sua família e de seu mundo. Sem poder vê-los, começou a ficar cada vez mais triste. Aborrecido, o caçador fazia tudo para alegrá-la. Só não concordava em reabrir a comunicação entre os dois mundos: o sobe-e-desce recomeçaria e a sobrevivência de todos estaria ameaçada.


Certa tarde, o caçador brincava com o cristal que ganhara da mulher. As nuvens começaram a sacudir sob seus pés, sinal de que lá embaixo estava chovendo. De repente, um raio de sol passou pelo cristal e se abriu num maravilhoso arco-íris que ligava o céu e a terra. Trocando o cristal de uma mão para outra, o rapaz viu que o arco-íris mudava de lugar.

- Iuupii! - gritou ele. - Descobri a solução para meus problemas!

Daquele dia em diante, quando aparecia o sol depois da chuva, sua jovem mulher escorregava pelo arco-íris abaixo e ia matar a saudade de sua gente. Se alguém lá de baixo se metia a querer visitar o mundo das nuvens, o caçador mudava a posição do cristal e o arco-íris saltava para outro lado. Até hoje, ele só permite a subida de sua amada. Que sempre volta, feliz, para seus braços.


João Anzanello Carrascoza


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3177/a-danca-do-arco-iris. Acesso em: 06 fev. 2024.
Segundo o texto, havia uma escada entre a terra e o “mundo das nuvens”. Essa escada foi construída:
Alternativas
Q3582451 Português
Leia o texto a seguir:


A dança do arco-íris


Há muito e muito tempo, vivia sobre uma planície de nuvens uma tribo muito feliz. Como não havia solo para plantar, só um emaranhado de fios branquinhos e fofos como algodão-doce, as pessoas se alimentavam da carne de aves abatidas com flechas, que faziam amarrando em feixe uma porção dos fios que formavam o chão. De vez em quando, o chão dava umas sacudidelas, a planície inteira corcoveava e diminuía de tamanho, como se alguém abocanhasse parte dela.

Certa vez, tentando alvejar uma ave, um caçador errou a pontaria e a flecha se cravou no chão. Ao arrancá-la, ele viu que se abrira uma fenda, através da qual pôde ver que lá embaixo havia outro mundo.

Espantado, o caçador tampou o buraco e foi embora. Não contou sua descoberta a ninguém.

Na manhã seguinte, voltou ao local da passagem, trançou uma longa corda com os fios do chão e desceu até o outro mundo. Foi parar no meio de uma aldeia onde uma linda índia lhe deu as boas-vindas, tão surpresa em vê-lo descer do céu quanto ele de encontrar criatura tão bela e amável. Conversaram longo tempo e o caçador soube que a região onde ele vivia era conhecida por ela e seu povo como "o mundo das nuvens", formado pelas águas que evaporavam dos rios, lagos e oceanos da terra. As águas caíam de volta como uma cortina líquida, que eles chamavam de chuva. "Vai ver, é por isso que o chão lá de cima treme e encolhe", ele pensou. Ao fim da tarde, o caçador despediu-se da moça, agarrou-se à corda e subiu de volta para casa. Dali em diante, todos os dias ele escapava para encontrar-se com a jovem. Ela descreveu para ele os animais ferozes que havia lá embaixo. Ele disse a ela que lá no alto as coisas materiais não tinham valor nenhum.

Um dia, a jovem deu ao caçador um cristal que havia achado perto de uma cachoeira. E pediu para visitar o mundo dele. O rapaz a ajudou a subir pela corda. Mal tinham chegado lá nas alturas, descobriram que haviam sido seguidos pelos parentes dela, curiosos para ver como se vivia tão perto do céu.

Foram todos recebidos com uma grande festa, que selou a amizade entre as duas nações. A partir de então, começou um grande sobe-e-desce entre céu e terra. A corda não resistiu a tanto trânsito e se partiu. Uma larga escada foi então construída e o movimento se tornou ainda mais intenso. O povo lá de baixo, indo a toda a hora divertir-se nas nuvens, deixou de lavrar a terra e de cuidar do gado. Os habitantes lá de cima pararam de caçar pássaros e começaram a se apegar às coisas que as pessoas de baixo lhes levavam de presente ou que eles mesmos desciam para buscar.

Vendo a desarmonia instalar-se entre sua gente, o caçador destruiu a escada e fechou a passagem entre os dois mundos. Aos poucos, as coisas foram voltando ao normal, tanto na terra como nas nuvens. Mas a jovem índia, que ficara lá em cima com seu amado, tinha saudade de sua família e de seu mundo. Sem poder vê-los, começou a ficar cada vez mais triste. Aborrecido, o caçador fazia tudo para alegrá-la. Só não concordava em reabrir a comunicação entre os dois mundos: o sobe-e-desce recomeçaria e a sobrevivência de todos estaria ameaçada.


Certa tarde, o caçador brincava com o cristal que ganhara da mulher. As nuvens começaram a sacudir sob seus pés, sinal de que lá embaixo estava chovendo. De repente, um raio de sol passou pelo cristal e se abriu num maravilhoso arco-íris que ligava o céu e a terra. Trocando o cristal de uma mão para outra, o rapaz viu que o arco-íris mudava de lugar.

- Iuupii! - gritou ele. - Descobri a solução para meus problemas!

Daquele dia em diante, quando aparecia o sol depois da chuva, sua jovem mulher escorregava pelo arco-íris abaixo e ia matar a saudade de sua gente. Se alguém lá de baixo se metia a querer visitar o mundo das nuvens, o caçador mudava a posição do cristal e o arco-íris saltava para outro lado. Até hoje, ele só permite a subida de sua amada. Que sempre volta, feliz, para seus braços.


João Anzanello Carrascoza


Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3177/a-danca-do-arco-iris. Acesso em: 06 fev. 2024.
O texto “A dança do arco-íris” narra uma história que tenta explicar alguns fenômenos da natureza. Essa história é um/uma:
Alternativas
Q3544139 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A formação de cooperativas rurais apresenta uma série de benefícios para os agricultores, entre os quais 
Alternativas
Q3544136 Matemática
Uma professora deseja embalar um grande presente de Natal usando papel de presente, que vem dentro de uma caixa de base quadrada, sendo a medida do lado de um metro. As superfícies laterais e a tampa também são quadradas. Quantos metros quadrados, de papel de presente, serão gastos, no mínimo, para fazer o pacote?
Alternativas
Q3544135 Matemática
Uma criança ganhou 40 moedas de 25 centavos de dólar. Ela gostaria de saber quanto elas valem em real, no dia em que a cotação do dólar foi de cinco reais cada dólar. Qual é o valor total, em real, dessas 40 moedas?
Alternativas
Q3544134 Matemática
Para economizar água na descarga em uma caixa com capacidade para 9.000 mililitros, foram colocadas dentro dela duas garrafas, tampadas, cheias de areia e deitadas ficando totalmente submersas quando a caixa recebe água. As capacidades dessas garrafas são, respectivamente, 2.000 mililitros e 600 mililitros. A caixa estava cheia de água e ao dar descarga toda a água foi usada, ficando vazia; a seguir uma boia controlou o seu enchimento novamente. Quantos mililitros foram usados em 10 descargas?
Alternativas
Q3544133 Matemática
Ao pagar o abastecimento de 100 litros de um certo combustível, que custa quatro reais e noventa e nove centavos o litro, o cliente deu três cédulas de 200 reais cada. Qual foi o troco, em real?
Alternativas
Q3544132 Matemática
Dois irmãos se associaram para comprar 30 leitões. Mas um pagou o dobro do que o outro. Na hora de distribuir os leitões, o que pagou menos pegava um e o seu irmão pegava dois leitões, seguindo este padrão até terminar a distribuição. Com quantos leitões ficou o irmão que pagou mais?
Alternativas
Q3544131 Saúde Pública

Leia o texto a seguir.


A Poliomielite (paralisia infantil) é uma doença contagiosa causada por vírus e pode causar paralisia dos membros inferiores. Para evitar a doença e as sequelas em nossas crianças, o Ministério da Saúde promove campanhas para vacinação das crianças entre 1 e 5 anos. A meta para cada estado é atingir um índice de vacinação igual ou superior a 95%. No entanto, alguns estados ainda não atingiram a marca de 75% de cobertura vacinal. O gráfico que segue mostra o percentual de crianças vacinadas por unidade de federação.


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://infoms.saude.gov.br/extensions/Poliomielite_2022/Poliomielite_2022.html#. Ministério da Saúde. Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite 2022. Acesso em 3 dez. 2023.


Quantas unidades da federação já atingiram a cobertura de 75%? 

Alternativas
Q3544130 Matemática
Uma dívida foi parcelada em quatro pagamentos mensais da seguinte forma: no primeiro mês 1/3 da dívida seria paga, no segundo mês 1/5, no terceiro mês 1/6 e uma última parcela de R$ 300,00. Qual era, em real, o valor da dívida?
Alternativas
Q3544128 Matemática
Um cliente solicita ao açougueiro 1,5 kg de carne para bife, 750 g de carne moída e 950 g de carne para panela. Para saber se sua sacola suportaria o peso de todos os produtos, ele colocou tudo junto na balança. Qual foi o peso total?
Alternativas
Respostas
1381: B
1382: D
1383: C
1384: C
1385: B
1386: D
1387: B
1388: D
1389: C
1390: A
1391: D
1392: B
1393: A
1394: A
1395: C
1396: B
1397: C
1398: D
1399: C
1400: D