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Q3434145 Raciocínio Lógico

Observe a seguinte sequência lógica numérica:

0, 1, -2, 3, -4, 6, -6, 10, -8, 15, …

A diferença entre o 13° e o 12° termo dessa sequência é:

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Q3434144 Matemática
Numa prova, um candidato acertou 70% da prova de português, 80% da prova de matemática e 90% da prova de inglês. Sabendo-se que havia o mesmo número de questões de cada uma das três disciplinas nesta prova, quantos por cento do total da prova este candidato acertou?
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Q3434143 Matemática
Uma loja online mede o número de visualizações que eles tiveram em um determinado produto, e também o número de vendas efetivadas desse mesmo produto. Eles calculam a razão entre o número de vendas e o número de visualizações. No mês de janeiro, essa razão foi de 2%. No mês seguinte, o número de visualizações aumentou em 20%, e a razão mencionada se manteve constante. Portanto, pode-se afirmar que o número de vendas sofreu um aumento de:
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Q3434142 Português
Analise as palavras a seguir quanto à realização sonora. Assinale a alternativa em que ocorre dígrafo.
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Q3434141 Português
Dentre as palavras a seguir, aquela que é paroxítona é:
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Q3434140 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que se verifica desvio gramatical na(s) forma(s) verbal(is) empregada(s). 
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Q3434139 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale aquela em que deveria haver o emprego do acento indicativo de crase.
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Q3434138 Português

Considere as sentenças a seguir:

I. A menina, filha única do casal, tem parecido muito deprimida e solitária.

II. Desde o desaparecimento do cãozinho, a família tenta ser mais unida.

III. A escola não será mais a mesma sem você, meu amigo.

Nas sentenças dadas, o emprego da vírgula introduz um aposto apenas em: 

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Q3434137 Português
Metafísica


   Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.

  Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?

   Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.

   Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...

   Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.

   O visitante engoliu em seco.

   — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?

   Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:

   — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!

   O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto: “Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão.” No contexto apresentado, o advérbio “felizmente” modifica:
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Q3434136 Português
Metafísica


   Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.

  Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?

   Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.

   Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...

   Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.

   O visitante engoliu em seco.

   — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?

   Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:

   — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!

   O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
No excerto “(...) passinhos curtos mas resolutos (...)”, a palavra “resoluto” poderia ser substituída, sem modificação de significado, por: 
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Q3434135 Português
Metafísica


   Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.

  Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?

   Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.

   Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...

   Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.

   O visitante engoliu em seco.

   — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?

   Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:

   — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!

   O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Analise as expressões indicadas a seguir, que ocorrem no texto, e assinale a alternativa em que todas elas são empregadas para se referir a Albert Einstein. 
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Q3434133 Português
Metafísica


   Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.

  Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?

   Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.

   Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...

   Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.

   O visitante engoliu em seco.

   — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?

   Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:

   — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!

   O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
A leitura da narrativa permite concluir que:
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Q3423276 Saúde Pública
Analise os itens abaixo e assinale a alternativa correta, conforme a Lei Complementar n.º 791/95, O SUS obedecerá às seguintes bases:

I - gratuidade das ações e dos serviços assistenciais prestados, vedada a cobrança de despesa complementar ou adicional, sob qualquer título;
II- descentralização das ações e dos serviços de saúde, com ênfase na municipalização;
III - resolutividade dos serviços e ações de saúde em todos os níveis de assistência;
IV- precedência do método epidemiológico como critério para o estabelecimento de prioridade, alocação de recursos e orientação programática;
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Q3423275 Biologia
Analise os itens abaixo e indique “V” para verdadeiro e “F” para falso.

( ) Ecologia é a ciência que estuda as relações entre os seres vivos e o ambiente que os rodeia, analisando como fatores bióticos e abióticos interagem para moldar os ecossistemas.
( ) Em ecologia, os níveis de organização tratados são: organismo, populações, comunidades, ecossistemas e biosfera.
( ) A Ecologia, de uma maneira geral, pode ser subdividida em dois tipos principais: a autoecologia e a sinecologia.
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Q3423274 Direito Sanitário
Indique “V” para verdadeiro e “F” para falso. De acordo com a Lei n.º 9.782, de 26 de janeiro de 1999.
Consideram-se bens e produtos submetidos ao controle e fiscalização sanitária pela Agência:

( ) medicamentos de uso humano, suas substâncias ativas e demais insumos, processos e tecnologias;
( ) imunobiológicos e suas substâncias ativas, sangue e hemoderivados;
( ) cigarros, cigarrilhas, charutos e qualquer outro produto fumígero, derivado ou não do tabaco;
( ) equipamentos e materiais médico-hospitalares, odontológicos e hemoterápicos e de diagnóstico laboratorial e por imagem;
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Q3423273 Meio Ambiente
Analise os itens abaixo. A ecologia apresenta duas subdivisões: autoecologia e sinecologia.

I – Na sinecologia, o objeto de estudo é o indivíduo ou uma determinada espécie, sendo, nesse caso, por exemplo, estudado como o meio pode influenciar no comportamento, fisiologia e morfologia de uma dada espécie.
II – A autoecologia, estuda as comunidades, sendo observado não apenas uma espécie, mas sim diferentes organismos e como eles se associam. 
Alternativas
Q3423272 Saúde Pública
As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS), são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no art. 198 da Constituição Federal, obedecendo ainda aos seguintes princípios:

I - proteção integral dos direitos humanos de todos os usuários e especial atenção à identificação de maus-tratos, de negligência e de violência sexual praticados contra crianças e adolescentes;
II - capacidade de resolução dos serviços em todos os níveis de assistência;
III- preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral;
Alternativas
Q3423271 Arquitetura
Analise os itens a seguir de acordo com Decreto Estadual n.º 12.342/78 e assinale a alternativa correta.

As peças gráficas obedecerão às seguintes escalas:

I. 1:100 para as plantas do edifício;
II. 1:200 ou 1:250 para cortes e fechadas;
III. 1:600 para planta de locação e perfins do terreno. 
Alternativas
Q3423270 Direito Sanitário
Conforme a Lei Federal n.º 8.080/90. Complete a lacuna.

A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS, cuja composição e regimento são definidos em regulamento, contará com a participação de 1 (um) representante indicado pelo Conselho Nacional de Saúde, de 1 (um) representante, especialista na área, indicado pelo Conselho Federal de Medicina e de 1 (um) representante, especialista na área, indicado pela _______________. 
Alternativas
Q3423269 Biologia
Os ciclos biogeoquímicos são processos naturais que garantem a renovação da matéria e dos elementos químicos. Essas substâncias passam por diversas transformações físicas e/ou químicas e podem transitar por ambiente bióticos e abióticos. Em geral são armazenadas em reservatórios e voltam para a superfície terrestre, em diferentes estados físicos. Analise os itens abaixo:


I – O ciclo do nitrogênio corresponde à captação de nitrogênio do ambiente e transformação em compostos assimiláveis pelos seres vivos. Este ciclo biogeoquímico ocorre apenas através de duas etapas: Identificação e Fixação.

II – Na etapa de Identificação, conversão de nitratos em gás nitrogênio, que é liberado no ambiente por de forma anaeróbica os compostos nitrogenados, como nitratos e amônia, e liberam gás nitrogênio para a atmosfera. 
Alternativas
Respostas
1581: E
1582: A
1583: B
1584: A
1585: B
1586: D
1587: D
1588: A
1589: D
1590: C
1591: D
1592: B
1593: A
1594: E
1595: E
1596: D
1597: D
1598: E
1599: E
1600: D