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Q3625955 Português

Leia o texto a seguir:


Uma vida inteira pela frente.

O tiro veio por trás.

Cíntia Moscovich, Os cem menores contos brasileiros do século (organização: Marcelino Freire).


Embora seja um texto composto por apenas duas linhas, é possível caracterizá-lo como uma narrativa. Nesse texto, essa caracterização deve-se ao fato de que ele apresenta

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Q3625954 Português
Observe a seguinte frase: “Ele andava triste porque não encontrava a companheira” – os verbos grifados são respectivamente:
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Q3625953 Português
Leia o texto a seguir:
“As providências de ordem prática estavam sendo tomadas. Uma hora depois ou pouco mais, apareceram os funcionários da empresa funerária. Armara-se a câmara-ardente na sala de visitas. Em dado momento, o viúvo teve de levantar-se para atender o telefone. Era o cunhado.” (RODRIGUES, Nelson. A coroa de orquídeas. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.)
Em “As providências de ordem prática”, o termo destacado é: 
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Q3625952 Português
Leia o texto para responder à questão.

O futuro no passado
(Luís Fernando Veríssimo)
24/07/2016

    Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.
    A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.
    Mas assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.
    É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo.
Analise a oração: “Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal” e marque a resposta que NÃO corresponde à interpretação correta:
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Q3625951 Português
Leia o texto para responder à questão.

O futuro no passado
(Luís Fernando Veríssimo)
24/07/2016

    Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.
    A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.
    Mas assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.
    É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo.
No trecho Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio” a parte grifada é uma:
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Q3625950 Português
Leia o texto para responder à questão.

O futuro no passado
(Luís Fernando Veríssimo)
24/07/2016

    Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.
    A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.
    Mas assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.
    É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo.
No texto – “A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista.”. (l. 8-9) –, a palavra em destaque pode ser substituída, preservando o sentido com que se encontra no contexto, por:
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Q3625949 Português
Leia o texto para responder à questão.

O futuro no passado
(Luís Fernando Veríssimo)
24/07/2016

    Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.
    A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.
    Mas assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.
    É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo.
A partir da leitura, identifique o objetivo do texto: 
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Q3625948 Português
Leia o texto para responder à questão.

O futuro no passado
(Luís Fernando Veríssimo)
24/07/2016

    Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.
    A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.
    Mas assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.
    É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo.
O trecho do texto que mostra a tese o posicionamento do autor em relação ao tema é:
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Q3622741 Saúde Pública
Um Agente de Combate às Endemias pode identificar diversas situações de risco para doenças transmissíveis durante as atividades de trabalho. Considerando os agentes, as formas de transmissão e as medidas de controle, assinale a alternativa que indica corretamente uma doença de transmissão direta:
Alternativas
Q3622740 Atendimento ao Público
Sobre a conduta ética e profissional que o AGENTE deve adotar, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3622739 Direito Administrativo
Com base nos princípios éticos que regem o serviço público (legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência), analise as alternativas assinale a INCORRETA: 
Alternativas
Q3622738 Noções de Primeiros Socorros
Um Agente de Combate às Endemias foi chamado para orientar a população sobre acidentes com serpentes, aranhas, escorpiões e abelhas em um bairro urbano.

Sobre os sinais, sintomas e condutas imediatas em casos de acidentes com esses animais, analise as alternativas e assinale a CORRETA: 
Alternativas
Q3622737 Saúde Pública
Em um município com 20.000 habitantes, foram registrados 200 novos casos de dengue em um mês, 1.000 casos existentes no total, e o registro de 10 óbitos devido à doença.

Considerando os indicadores de saúde destacados, analise os itens e assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3622736 Saúde Pública
A respeito dos conceitos de endemia, epidemia, pandemia e surto, analise as alternativas e assinale a INCORRETA: 
Alternativas
Q3622735 Saúde Pública
Um Agente de Combate às Endemias realizou visitas domiciliares para identificar possíveis criadouros de mosquitos e aplicou a Técnica de Pesquisa Larvária (TPL) em diferentes tipos de depósitos. Após a inspeção, foram registrados os seguintes dados: número total de imóveis inspecionados, número de imóveis com pelo menos um depósito positivo e total de depósitos positivos.

Assinale a alternativa INCORRETA em relação aos conceitos e procedimentos da TPL: 
Alternativas
Q3622734 Saúde Pública
Sobre os insetos e seu ciclo de desenvolvimento, analise as alternativas e assinale a INCORRETA: 
Alternativas
Q3622733 Saúde Pública
Assinale CORRETAMENTE a alternativa que apresenta a associação entre o tipo de medida de prevenção e controle de vetores e o exemplo correspondente:

1. Medidas mecânicas
2. Medidas químicas
3. Medidas biológicas
4. Medidas ambientais
5. Educação em saúde

( ) A utilização de substâncias compostas em reservatórios fixos de água, quando não há possibilidade de remoção mecânica, configura ação voltada ao controle larvário em nível domiciliar.
( ) A recomendação dirigida à população para vedar adequadamente reservatórios domiciliares e evitar o acúmulo de água pluvial em calhas destina-se à supressão física dos criadouros de vetores.
( ) A mobilização social por meio de campanhas permanentes, com foco em mudanças comportamentais na comunidade, é elemento essencial para consolidar a corresponsabilidade no manejo integrado de vetores.
( ) A ampliação do saneamento básico com ênfase em drenagem urbana, coleta regular de resíduos sólidos e instalação de redes de esgoto integra estratégias estruturais de caráter intersetorial.
( ) O emprego de organismos aquáticos com capacidade predatória sobre formas imaturas de insetos vetores caracteriza intervenção de base ecológica, em substituição ao uso exclusivo de insumos.

Assinale a alternativas que representa a SEQUÊNCIA CORRETA:
Alternativas
Q3622732 Saúde Pública
Assinale CORRETAMENTE a alternativa em relação às ações básicas do Agente de Combate às Endemias (ACE) no controle de vetores.
Alternativas
Q3622728 Saúde Pública
De acordo com o Art. 10 da Portaria GM/MS nº 1.604, de 18 de outubro de 2023 Institui a Política Nacional de Atenção Especializada em Saúde (PNAES) no âmbito do Sistema Único de Saúde, os serviços de atenção especializada em saúde no âmbito do SUS deverão ser ofertados de forma regionalizada, integrada aos demais pontos de atenção da RAS e articulada a outras políticas de saúde e políticas intersetoriais, para garantir:

I. Cuidado resolutivo e em tempo oportuno.
II. Economia de escala e definição de escopo.
III. Qualidade.
IV. Efetividade.
V. Sustentabilidade.
VI. Continuidade e coordenação do cuidado.

Estão CORRETOS: 
Alternativas
Q3622727 Administração Pública
Com base no Art. 18 da Lei nº 14.129/21(Dispõe sobre princípios, regras e instrumentos para o Governo Digital e para o aumento da eficiência pública), são componentes essenciais para a prestação digital dos serviços públicos na administração pública:

Assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Respostas
1881: B
1882: X
1883: E
1884: C
1885: A
1886: C
1887: D
1888: A
1889: C
1890: B
1891: D
1892: B
1893: D
1894: B
1895: A
1896: C
1897: A
1898: B
1899: D
1900: C