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Q1121604 Português
                                                         Solidariedade feminina

      Se você só tem filhos homens, não tem mãe nem irmãs, reza para morrer antes de sua esposa. Se acontecer o contrário, meu amigo, é provável que seus últimos dias sejam passados com estranhos.
     
Vá aos hospitais. A probabilidade de ver um acompanhante do sexo masculino é mínima; ao lado de um doente internado, haverá sempre uma mulher, seja filha, esposa, irmã, mãe, nora ou amiga.
    
Sem pretender ofendê-lo, leitor sensível, capaz de cair em pranto convulsivo só de pensar no dia em que seus pais partirem, lamento prever que, ao ficar gravemente enfermos, eles pouco poderão contar com você.
    
Não me interprete mal, não digo que vá abandoná-los num leito qualquer, à espera da morte. Você irá visitá-los quase todos os dias, na hora do almoço. Perguntará se estão bem, se precisam de alguma coisa, se as dores melhoraram, tomará providências práticas, mas infelizmente precisará voltar para o escritório.
    
Em dias mais corridos, você deixará para ir no fim do expediente. Pedirá desculpas pelos três dias de ausência motivada pelo excesso de trabalho, repetirá as mesmas perguntas, reclamará do tempo perdido no trânsito, sentará no sofá durante quinze minutos, dirá que está exausto, morto de fome e que as crianças o esperam para o jantar.
     
Pode ser que você não se identifique com o personagem que acabo de descrever. Talvez você seja do tipo ultrassensível, que gosta tanto do papai, que se mortifica ao vê-lo naquele estado, e que, na hora de visitá-lo, não encontra forças. Aquele que não vai à casa da mamãe velhinha que perdeu o juízo, para não ter o coração despedaçado cada vez que ela o confunde com o verdureiro.
    
Talvez, ainda, você seja do tipo durão, acostumado a agarrar o boi pelos chifres. Nas visitas-relâmpago, você fará o possível para animá-lo.
     
Irá embora irritado, decepcionado com a passividade do progenitor, convencido de que ele se acha naquela situação porque é e  sempre foi antes de tudo um fraco.
     
Existe uma característica comum a esses cavalheiros, sejam sensíveis, ultrassensíveis ou durões: são cidadãos responsáveis, tão dedicados ao trabalho que não lhes sobra tempo para nada. Se não passam uma noite sequer com a mãe hospitalizada é porque precisam correr atrás do ganha-pão.
     
Por incrível que pareça, os circunstantes aceitam e repetem essa justificativa, como se as mulheres não passassem de um bando de desocupadas, à disposição dos doentes.
     
Mesmo quando ela é arrimo de família, casada com um daqueles cidadãos que esganaria o inventor do trabalho, fosse-lhe dada a oportunidade de encontrá-lo, é ela que passará a noite ao lado do sogro acamado. A explicação? Os homens são desajeitados para essas coisas.
     
Em mais de quarenta anos de medicina, assisti a tantas demonstrações de empatia e solidariedade feminina com as pessoas doentes, que aprendi a considerar as mulheres seres mais evoluídos do que nós. São capazes de esquecer da própria vida, para lutar pela saúde de um ente querido. Nem falo no caso de um filho, já que o amor materno é instinto visceral, mas de gente mais distante: tios, primas e amigas que, se dependessem de nossa companhia, estariam solitárias.
     
Apesar de me render à grandeza da alma feminina, reconheço a parcela de culpa que cabe às mulheres, na gênese do egocentrismo masculino nessas situações.
     
No afã de proteger o filhinho, as mães procuram mantê-lo distante de tudo que lhe possa trazer tristeza. Tão naturais e inevitáveis como o dia e a noite, a doença e a morte são entendidas por elas como experiências extremas das quais o pimpolho deve ser poupado.
    
Estranhamente, a filha não é educada da mesma maneira. Essa exposição precoce às vicissitudes de nossa existência interage com o espírito feminino, deixando marcas que se refletirão na forma peculiar como as mulheres lidam com o sofrimento humano.
(Por
Drauzio Varella Publicado em 24/02/2014. Disponível em: http://drauziovarella.com.br/mulher-2/solidariedade-feminina/.
Acesso em: 15/08/2016.)

De acordo com as informações textuais, podemos concluir que
Alternativas
Q1121603 Português
                                                         Solidariedade feminina

      Se você só tem filhos homens, não tem mãe nem irmãs, reza para morrer antes de sua esposa. Se acontecer o contrário, meu amigo, é provável que seus últimos dias sejam passados com estranhos.
     
Vá aos hospitais. A probabilidade de ver um acompanhante do sexo masculino é mínima; ao lado de um doente internado, haverá sempre uma mulher, seja filha, esposa, irmã, mãe, nora ou amiga.
    
Sem pretender ofendê-lo, leitor sensível, capaz de cair em pranto convulsivo só de pensar no dia em que seus pais partirem, lamento prever que, ao ficar gravemente enfermos, eles pouco poderão contar com você.
    
Não me interprete mal, não digo que vá abandoná-los num leito qualquer, à espera da morte. Você irá visitá-los quase todos os dias, na hora do almoço. Perguntará se estão bem, se precisam de alguma coisa, se as dores melhoraram, tomará providências práticas, mas infelizmente precisará voltar para o escritório.
    
Em dias mais corridos, você deixará para ir no fim do expediente. Pedirá desculpas pelos três dias de ausência motivada pelo excesso de trabalho, repetirá as mesmas perguntas, reclamará do tempo perdido no trânsito, sentará no sofá durante quinze minutos, dirá que está exausto, morto de fome e que as crianças o esperam para o jantar.
     
Pode ser que você não se identifique com o personagem que acabo de descrever. Talvez você seja do tipo ultrassensível, que gosta tanto do papai, que se mortifica ao vê-lo naquele estado, e que, na hora de visitá-lo, não encontra forças. Aquele que não vai à casa da mamãe velhinha que perdeu o juízo, para não ter o coração despedaçado cada vez que ela o confunde com o verdureiro.
    
Talvez, ainda, você seja do tipo durão, acostumado a agarrar o boi pelos chifres. Nas visitas-relâmpago, você fará o possível para animá-lo.
     
Irá embora irritado, decepcionado com a passividade do progenitor, convencido de que ele se acha naquela situação porque é e  sempre foi antes de tudo um fraco.
     
Existe uma característica comum a esses cavalheiros, sejam sensíveis, ultrassensíveis ou durões: são cidadãos responsáveis, tão dedicados ao trabalho que não lhes sobra tempo para nada. Se não passam uma noite sequer com a mãe hospitalizada é porque precisam correr atrás do ganha-pão.
     
Por incrível que pareça, os circunstantes aceitam e repetem essa justificativa, como se as mulheres não passassem de um bando de desocupadas, à disposição dos doentes.
     
Mesmo quando ela é arrimo de família, casada com um daqueles cidadãos que esganaria o inventor do trabalho, fosse-lhe dada a oportunidade de encontrá-lo, é ela que passará a noite ao lado do sogro acamado. A explicação? Os homens são desajeitados para essas coisas.
     
Em mais de quarenta anos de medicina, assisti a tantas demonstrações de empatia e solidariedade feminina com as pessoas doentes, que aprendi a considerar as mulheres seres mais evoluídos do que nós. São capazes de esquecer da própria vida, para lutar pela saúde de um ente querido. Nem falo no caso de um filho, já que o amor materno é instinto visceral, mas de gente mais distante: tios, primas e amigas que, se dependessem de nossa companhia, estariam solitárias.
     
Apesar de me render à grandeza da alma feminina, reconheço a parcela de culpa que cabe às mulheres, na gênese do egocentrismo masculino nessas situações.
     
No afã de proteger o filhinho, as mães procuram mantê-lo distante de tudo que lhe possa trazer tristeza. Tão naturais e inevitáveis como o dia e a noite, a doença e a morte são entendidas por elas como experiências extremas das quais o pimpolho deve ser poupado.
    
Estranhamente, a filha não é educada da mesma maneira. Essa exposição precoce às vicissitudes de nossa existência interage com o espírito feminino, deixando marcas que se refletirão na forma peculiar como as mulheres lidam com o sofrimento humano.
(Por
Drauzio Varella Publicado em 24/02/2014. Disponível em: http://drauziovarella.com.br/mulher-2/solidariedade-feminina/.
Acesso em: 15/08/2016.)

Assinale a afirmativa transcrita do texto que exprime circunstância de dúvida.
Alternativas
Q1121602 Português
                                                         Solidariedade feminina

      Se você só tem filhos homens, não tem mãe nem irmãs, reza para morrer antes de sua esposa. Se acontecer o contrário, meu amigo, é provável que seus últimos dias sejam passados com estranhos.
     
Vá aos hospitais. A probabilidade de ver um acompanhante do sexo masculino é mínima; ao lado de um doente internado, haverá sempre uma mulher, seja filha, esposa, irmã, mãe, nora ou amiga.
    
Sem pretender ofendê-lo, leitor sensível, capaz de cair em pranto convulsivo só de pensar no dia em que seus pais partirem, lamento prever que, ao ficar gravemente enfermos, eles pouco poderão contar com você.
    
Não me interprete mal, não digo que vá abandoná-los num leito qualquer, à espera da morte. Você irá visitá-los quase todos os dias, na hora do almoço. Perguntará se estão bem, se precisam de alguma coisa, se as dores melhoraram, tomará providências práticas, mas infelizmente precisará voltar para o escritório.
    
Em dias mais corridos, você deixará para ir no fim do expediente. Pedirá desculpas pelos três dias de ausência motivada pelo excesso de trabalho, repetirá as mesmas perguntas, reclamará do tempo perdido no trânsito, sentará no sofá durante quinze minutos, dirá que está exausto, morto de fome e que as crianças o esperam para o jantar.
     
Pode ser que você não se identifique com o personagem que acabo de descrever. Talvez você seja do tipo ultrassensível, que gosta tanto do papai, que se mortifica ao vê-lo naquele estado, e que, na hora de visitá-lo, não encontra forças. Aquele que não vai à casa da mamãe velhinha que perdeu o juízo, para não ter o coração despedaçado cada vez que ela o confunde com o verdureiro.
    
Talvez, ainda, você seja do tipo durão, acostumado a agarrar o boi pelos chifres. Nas visitas-relâmpago, você fará o possível para animá-lo.
     
Irá embora irritado, decepcionado com a passividade do progenitor, convencido de que ele se acha naquela situação porque é e  sempre foi antes de tudo um fraco.
     
Existe uma característica comum a esses cavalheiros, sejam sensíveis, ultrassensíveis ou durões: são cidadãos responsáveis, tão dedicados ao trabalho que não lhes sobra tempo para nada. Se não passam uma noite sequer com a mãe hospitalizada é porque precisam correr atrás do ganha-pão.
     
Por incrível que pareça, os circunstantes aceitam e repetem essa justificativa, como se as mulheres não passassem de um bando de desocupadas, à disposição dos doentes.
     
Mesmo quando ela é arrimo de família, casada com um daqueles cidadãos que esganaria o inventor do trabalho, fosse-lhe dada a oportunidade de encontrá-lo, é ela que passará a noite ao lado do sogro acamado. A explicação? Os homens são desajeitados para essas coisas.
     
Em mais de quarenta anos de medicina, assisti a tantas demonstrações de empatia e solidariedade feminina com as pessoas doentes, que aprendi a considerar as mulheres seres mais evoluídos do que nós. São capazes de esquecer da própria vida, para lutar pela saúde de um ente querido. Nem falo no caso de um filho, já que o amor materno é instinto visceral, mas de gente mais distante: tios, primas e amigas que, se dependessem de nossa companhia, estariam solitárias.
     
Apesar de me render à grandeza da alma feminina, reconheço a parcela de culpa que cabe às mulheres, na gênese do egocentrismo masculino nessas situações.
     
No afã de proteger o filhinho, as mães procuram mantê-lo distante de tudo que lhe possa trazer tristeza. Tão naturais e inevitáveis como o dia e a noite, a doença e a morte são entendidas por elas como experiências extremas das quais o pimpolho deve ser poupado.
    
Estranhamente, a filha não é educada da mesma maneira. Essa exposição precoce às vicissitudes de nossa existência interage com o espírito feminino, deixando marcas que se refletirão na forma peculiar como as mulheres lidam com o sofrimento humano.
(Por
Drauzio Varella Publicado em 24/02/2014. Disponível em: http://drauziovarella.com.br/mulher-2/solidariedade-feminina/.
Acesso em: 15/08/2016.)

O texto tem como título “solidariedade feminina” devido
Alternativas
Q1121601 Português
                                                         Solidariedade feminina

      Se você só tem filhos homens, não tem mãe nem irmãs, reza para morrer antes de sua esposa. Se acontecer o contrário, meu amigo, é provável que seus últimos dias sejam passados com estranhos.
     
Vá aos hospitais. A probabilidade de ver um acompanhante do sexo masculino é mínima; ao lado de um doente internado, haverá sempre uma mulher, seja filha, esposa, irmã, mãe, nora ou amiga.
    
Sem pretender ofendê-lo, leitor sensível, capaz de cair em pranto convulsivo só de pensar no dia em que seus pais partirem, lamento prever que, ao ficar gravemente enfermos, eles pouco poderão contar com você.
    
Não me interprete mal, não digo que vá abandoná-los num leito qualquer, à espera da morte. Você irá visitá-los quase todos os dias, na hora do almoço. Perguntará se estão bem, se precisam de alguma coisa, se as dores melhoraram, tomará providências práticas, mas infelizmente precisará voltar para o escritório.
    
Em dias mais corridos, você deixará para ir no fim do expediente. Pedirá desculpas pelos três dias de ausência motivada pelo excesso de trabalho, repetirá as mesmas perguntas, reclamará do tempo perdido no trânsito, sentará no sofá durante quinze minutos, dirá que está exausto, morto de fome e que as crianças o esperam para o jantar.
     
Pode ser que você não se identifique com o personagem que acabo de descrever. Talvez você seja do tipo ultrassensível, que gosta tanto do papai, que se mortifica ao vê-lo naquele estado, e que, na hora de visitá-lo, não encontra forças. Aquele que não vai à casa da mamãe velhinha que perdeu o juízo, para não ter o coração despedaçado cada vez que ela o confunde com o verdureiro.
    
Talvez, ainda, você seja do tipo durão, acostumado a agarrar o boi pelos chifres. Nas visitas-relâmpago, você fará o possível para animá-lo.
     
Irá embora irritado, decepcionado com a passividade do progenitor, convencido de que ele se acha naquela situação porque é e  sempre foi antes de tudo um fraco.
     
Existe uma característica comum a esses cavalheiros, sejam sensíveis, ultrassensíveis ou durões: são cidadãos responsáveis, tão dedicados ao trabalho que não lhes sobra tempo para nada. Se não passam uma noite sequer com a mãe hospitalizada é porque precisam correr atrás do ganha-pão.
     
Por incrível que pareça, os circunstantes aceitam e repetem essa justificativa, como se as mulheres não passassem de um bando de desocupadas, à disposição dos doentes.
     
Mesmo quando ela é arrimo de família, casada com um daqueles cidadãos que esganaria o inventor do trabalho, fosse-lhe dada a oportunidade de encontrá-lo, é ela que passará a noite ao lado do sogro acamado. A explicação? Os homens são desajeitados para essas coisas.
     
Em mais de quarenta anos de medicina, assisti a tantas demonstrações de empatia e solidariedade feminina com as pessoas doentes, que aprendi a considerar as mulheres seres mais evoluídos do que nós. São capazes de esquecer da própria vida, para lutar pela saúde de um ente querido. Nem falo no caso de um filho, já que o amor materno é instinto visceral, mas de gente mais distante: tios, primas e amigas que, se dependessem de nossa companhia, estariam solitárias.
     
Apesar de me render à grandeza da alma feminina, reconheço a parcela de culpa que cabe às mulheres, na gênese do egocentrismo masculino nessas situações.
     
No afã de proteger o filhinho, as mães procuram mantê-lo distante de tudo que lhe possa trazer tristeza. Tão naturais e inevitáveis como o dia e a noite, a doença e a morte são entendidas por elas como experiências extremas das quais o pimpolho deve ser poupado.
    
Estranhamente, a filha não é educada da mesma maneira. Essa exposição precoce às vicissitudes de nossa existência interage com o espírito feminino, deixando marcas que se refletirão na forma peculiar como as mulheres lidam com o sofrimento humano.
(Por
Drauzio Varella Publicado em 24/02/2014. Disponível em: http://drauziovarella.com.br/mulher-2/solidariedade-feminina/.
Acesso em: 15/08/2016.)

De acordo com as informações do texto, considera-se um ponto de vista do autor:
Alternativas
Q745013 Enfermagem
O trabalho do agente comunitário de saúde é considerado uma extensão dos serviços de saúde dentro das comunidades, sua ação favorece a transformação de situações-problema que afetam a qualidade de vida das famílias. Sobre essa afirmativa assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q745012 Enfermagem
Ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e devem constituir um sistema único, organizado de acordo com diretrizes. (Constituição Federal de 1988). Assinale a alternativa em que NÃO se encontra uma diretriz:
Alternativas
Q745011 Enfermagem

O Agente Comunitário de Saúde (ACS) desenvolve suas ações nos domicílios de sua área de responsabilidade. Analise as afirmativas abaixo sobre algumas de suas atribuições:

I - Acompanhar as consultas de enfermagem dos indivíduos expostos às situações de risco, visando garantir uma melhor monitoria de suas condições de saúde. II - Coletar dados para análise da situação das famílias acompanhadas. III - Desenvolver ações básicas de saúde nas áreas de atenção à criança, à mulher, ao adolescente, ao trabalhador e ao idoso, com ênfase na promoção da saúde e prevenção de doenças. IV - Valorizar a relação médico-paciente e médico-família como parte de um processo terapêutico e de confiança. V - Identificar indivíduos e famílias expostos a situações de risco.

Considera-se CORRETAS as afirmativas.

Alternativas
Q745010 Enfermagem
As principais aranhas causadoras de acidentes no Brasil são a “armadeira”, a marrom, a tarântula e a caranguejeira. Os sintomas da picada de aranha armadeira são:
Alternativas
Q745009 Enfermagem
Com analise na Constituição Federal de 1988 (seção II – Da Saúde), Art. 196 é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q745008 Enfermagem
Para a classificação de risco do paciente com suspeita de dengue, utilizaram-se os critérios, classificados em: Grupo A – azul, Grupo B – Verde, Grupo C – Amarelo, Grupo D – Vermelho, de acordo com o Grupo B – Verde o paciente apresenta:
Alternativas
Q745007 Enfermagem
Referente ao controle de epidemias de dengue, o agente comunitário de saúde (ACS) deve atuar de forma articulada com a equipe de controle de endemias, sendo uma de suas atribuições:
Alternativas
Q745006 Enfermagem

Princípios devem ser obedecidos. Com relação às ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (Lei 8.080/90): Identifique alguns princípios nas afirmativas abaixo com V(verdadeiro) ou F(falso):

( ) Universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência ( ) Preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral; (  ) Avaliação do impacto que as tecnologias provocam à saúde; ( ) A identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde; ( ) Direito à informação, às pessoas assistidas, sobre sua saúde; Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Alternativas
Q745005 Enfermagem
De acordo com a Lei 8.080/90 : Entende-se por vigilância epidemiológica como:
Alternativas
Q745004 Enfermagem

Analise as afirmativas abaixo em se tratando de epidemias e endemias e correlacione as colunas: (1) Endemias. (2) Epidemias.

( ) É a ocorrência habitual de uma doença ou de um agente infeccioso em determinada área geográfica; pode significar, também, a prevalência usual de determinada doença nessa área. ( ) É a ocorrência, numa coletividade ou região, de casos da mesma doença em número que ultrapassa nitidamente a incidência normalmente esperada, e derivados de uma fonte comum ou que se propagou. ( ) Elevação do número de casos de uma doença ou agravo, em um determinado lugar e período de tempo, caracterizando de forma clara, um excesso em relação à freqüência esperada. ( ) É a ocorrência de certo número de casos controlados em determinada região. ( ) É o aumento do número de casos de determinada doença, muito acima do esperado e não delimitado a uma região.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA
Alternativas
Q745003 Matemática
Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa CORRETA: I) 1/3 = 0,33333 …
II) 2/3 = 0,66666 … III) 3/3 = 0,99999 …
A(s) afirmativa(s) CORRETA(S) é/são:
Alternativas
Q745002 Matemática
Analise a figura abaixo, classifique o ângulo indicado e assinale a alternativa CORRETA:
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q745001 Matemática
Encontre as duas raízes da função f(x) = 5x2 − 15x + 10 e assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q745000 Matemática
Em uma agência bancária sabe-se que são necessários 2 caixas para atendimento de 12 pessoas em uma hora, porém um determinado dia houve grande movimento nesta agência e assim o número de pessoas na fila subiu para 72. Para que todas possam ser atendidas em uma hora, quantos caixas seriam necessários?
Alternativas
Q744999 Matemática
Manoel possui uma horta em sua casa. Sabe-se que essa horta possui largura e comprimento medindo 4 metros. Em um determinado dia ele decidiu plantar dois tipos de verduras, alface e rúcula. Dividindo igualmente o espaço da horta, quantos metros quadrados ficaram disponíveis para plantio de cada verdura?
Alternativas
Q744998 Matemática
João decidiu contratar uma empresa para plantar árvores e cortar a grama de sua casa. Ele quer plantar 3 árvores e cortar 4 metros quadrados de grama. Três empresas lhe passaram os custos do serviço:
1ª Empresa: R$ 23,00 para cada árvore plantada e R$ 2,50 para cada metro quadrado de grama cortada.
2ª Empresa: R$ 13,00 para cada árvore plantada e R$ 22,00 para cada metro quadrado de grama cortada.
3ª Empresa: R$ 20,00 para cada árvore plantada e R$ 3,50 para cada metro quadrado de grama cortada.

Qual empresa João deve contratar para que o serviço seja feito e ele gaste a menor quantia de dinheiro possível?
Alternativas
Respostas
19701: B
19702: D
19703: C
19704: C
19705: C
19706: B
19707: C
19708: A
19709: B
19710: C
19711: B
19712: A
19713: B
19714: C
19715: B
19716: A
19717: B
19718: D
19719: C
19720: C