Questões de Concurso Para agente comunitário de saúde

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Q1716370 Português
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A fala “Combateremos a sombra. Com crase e sem crase”, indica, nesse contexto, que 
Alternativas
Q1716369 Português
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Disponível em http://www.cmv.it/pt-br/cmv/belo-horizonte/noticias/o-tempopode-esfriar-seu-coracao-nao. Acesso em 15.mar. 2020.

No slogan do anúncio publicitário, “Doe agasalhos e cobertores,” encontra-se conjugado na:  
Alternativas
Q1716368 Português
Por que as formigas não morrem quando postas em
forno de micro-ondas? 

     As micro-ondas são ondas eletromagnéticas com frequência muito alta. Elas causam vibração nas moléculas de água, e é isso que aquece a comida. Se o prato estiver seco, sua temperatura não se altera. Da mesma maneira, se as formigas tiverem pouca água em seu corpo, podem sair incólumes. Já um ser humano não se sairia tão bem quanto esses insetos dentro de um forno de micro-ondas superdimensionado: a água que compõe 70% do seu corpo aqueceria. Micro-ondas de baixa intensidade, porém, estão por toda a parte, oriundas da telefonia celular, mas não há comprovação de que causem problemas para a população humana.

OKUNO, E. Disponível em: http://revistapesquisa.fapesp.br. Acesso em 15.
mar. 2020.
A conjunção destacada no período composto “Se o prato estiver seco, sua temperatura não se altera” tem o mesmo valor semântico da conjunção ou da locução conjuntiva do item
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Q1716367 Português
Quem seria o grande inimigo do Coringa na Marvel?

     O Coringa é um dos maiores – se não o maior – vilão da DC, estando presente nas histórias do Batman desde sua estreia nos quadrinhos em 1940. 
     Além de ter matado o Robin, o Coringa sempre foi o arquiinimigo do Batman, atormentando o herói ao longo de histórias icônicas da DC. Mas e se o Coringa existisse na Marvel? Quem seria o seu grande rival?  
     (...)
     O Cavaleiro da Lua é um herói da Marvel bem similar ao Batman, mas seus problemas mentais também o tornam semelhante ao Coringa, ou seja, ele seria um rival interessante para o Palhaço do Crime, mas não o ideal. 
     Personagens como o Demolidor e o Hulk também seriam interessantes como possíveis rivais do Coringa. 
     Ver o Coringa tentando corromper Bruce Banner e fazer que ele se rendesse à brutalidade do Hulk de vez seria interessante, assim como também seria incrível acompanhar o Demolidor tentando limpar sua cidade da corrupção provocada pelo Coringa. 

Disponível em
https://observatoriodocinema.bol.uol.com.br/artigos/2019/10/saiba-quem-seriao-grande-inimigo-do-coringa-na-marvel. Acesso em 15.mar.2020. 
“...o Coringa sempre foi o arqui-inimigo do Batman...”
Assim como o vocábulo arqui-inimigo, de acordo com a Ortografia Oficial da Língua Portuguesa, também se escreve com hífen
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Q1716366 Português
Criminalização ou regulamentação do coaching está em
discussão no Senado 

     Tramita no Senado uma sugestão de projeto, de iniciativa popular, para criminalizar a atividade do coach. Também foi apresentada ao Portal e-Cidadania outra ideia que vai na direção contrária: para reconhecer e regulamentar a profissão. As duas propostas são um reflexo da polêmica que provoca um debate acirrado na sociedade sobre esse tipo de trabalho, já exercido por cerca de 70 mil pessoas no Brasil, de acordo com a International Coach Federation (ICF), a maior associação global desses profissionais.  
     Originária do idioma inglês, a palavra coach significa treinador. No mercado de trabalho, ele é o instrutor capacitado para ajudar pessoas a atingirem mais rapidamente as suas metas na vida pessoal e profissional. O coach também é contratado por empresas na busca de resultados em curto prazo. Nos Estados Unidos, onde a atividade surgiu há algumas décadas, a carreira já movimenta US$ 2,3 bilhões ao ano. 
     No entanto, nem todos encaram a atividade da mesma maneira. Para muita gente, o coaching deveria ser considerado crime por explorar a boa-fé das pessoas, pois o coach não teria habilitação necessária para atuar; enganando ao fazer as vezes de terapeuta, guru ou “milagreiro”. 
     No sentido oposto, também há quem reconheça a qualidade e os bons resultados dessa atividade. Do Rio Grande do Sul, veio a ideia de regulamentação da profissão apresentada por Ronald Dennis Pantin Filho II. 
     Na justificativa da proposta, o autor argumenta que coaches e mentores atuam desde que o ser humano existe, mas que somente nos últimos 40 anos essas profissões ganharam destaque no Brasil, ajudando milhares de pessoas a se desenvolverem.
     Por enquanto, a ideia tem pouco mais de 3.340 apoios no Portal e-Cidadania do Senado e, por isso, ainda não pode ser transformada em ideia legislativa. O prazo para alcançar 20 mil votos favoráveis acaba em setembro. 

Disponível em
https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/05/23/criminalizacao-ou-
regulamentacao-do-coaching-esta-em-discussao-no-senado. Acesso em
16.mar.2020.
De acordo com o texto I podemos afirmar sobre a atividade de coaching que:
I. Há uma sugestão de projeto de iniciativa popular no Senado que visa criminalizar esta atividade. II. Foi apresentado pelo Portal e-Cidadania um projeto que visa criminalizar esta atividade. III. Um deputado gaúcho elaborou uma proposta de Lei para regulamentar o coaching no Brasil.
É correto o que se afirma
Alternativas
Q1716365 Português
Criminalização ou regulamentação do coaching está em
discussão no Senado 

     Tramita no Senado uma sugestão de projeto, de iniciativa popular, para criminalizar a atividade do coach. Também foi apresentada ao Portal e-Cidadania outra ideia que vai na direção contrária: para reconhecer e regulamentar a profissão. As duas propostas são um reflexo da polêmica que provoca um debate acirrado na sociedade sobre esse tipo de trabalho, já exercido por cerca de 70 mil pessoas no Brasil, de acordo com a International Coach Federation (ICF), a maior associação global desses profissionais.  
     Originária do idioma inglês, a palavra coach significa treinador. No mercado de trabalho, ele é o instrutor capacitado para ajudar pessoas a atingirem mais rapidamente as suas metas na vida pessoal e profissional. O coach também é contratado por empresas na busca de resultados em curto prazo. Nos Estados Unidos, onde a atividade surgiu há algumas décadas, a carreira já movimenta US$ 2,3 bilhões ao ano. 
     No entanto, nem todos encaram a atividade da mesma maneira. Para muita gente, o coaching deveria ser considerado crime por explorar a boa-fé das pessoas, pois o coach não teria habilitação necessária para atuar; enganando ao fazer as vezes de terapeuta, guru ou “milagreiro”. 
     No sentido oposto, também há quem reconheça a qualidade e os bons resultados dessa atividade. Do Rio Grande do Sul, veio a ideia de regulamentação da profissão apresentada por Ronald Dennis Pantin Filho II. 
     Na justificativa da proposta, o autor argumenta que coaches e mentores atuam desde que o ser humano existe, mas que somente nos últimos 40 anos essas profissões ganharam destaque no Brasil, ajudando milhares de pessoas a se desenvolverem.
     Por enquanto, a ideia tem pouco mais de 3.340 apoios no Portal e-Cidadania do Senado e, por isso, ainda não pode ser transformada em ideia legislativa. O prazo para alcançar 20 mil votos favoráveis acaba em setembro. 

Disponível em
https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/05/23/criminalizacao-ou-
regulamentacao-do-coaching-esta-em-discussao-no-senado. Acesso em
16.mar.2020.
No trecho “Por enquanto, a ideia tem pouco mais de 3.340 apoios no Portal e-Cidadania do Senado” a palavra em destaque retoma a ideia de:
Alternativas
Q1716364 Português
Criminalização ou regulamentação do coaching está em
discussão no Senado 

     Tramita no Senado uma sugestão de projeto, de iniciativa popular, para criminalizar a atividade do coach. Também foi apresentada ao Portal e-Cidadania outra ideia que vai na direção contrária: para reconhecer e regulamentar a profissão. As duas propostas são um reflexo da polêmica que provoca um debate acirrado na sociedade sobre esse tipo de trabalho, já exercido por cerca de 70 mil pessoas no Brasil, de acordo com a International Coach Federation (ICF), a maior associação global desses profissionais.  
     Originária do idioma inglês, a palavra coach significa treinador. No mercado de trabalho, ele é o instrutor capacitado para ajudar pessoas a atingirem mais rapidamente as suas metas na vida pessoal e profissional. O coach também é contratado por empresas na busca de resultados em curto prazo. Nos Estados Unidos, onde a atividade surgiu há algumas décadas, a carreira já movimenta US$ 2,3 bilhões ao ano. 
     No entanto, nem todos encaram a atividade da mesma maneira. Para muita gente, o coaching deveria ser considerado crime por explorar a boa-fé das pessoas, pois o coach não teria habilitação necessária para atuar; enganando ao fazer as vezes de terapeuta, guru ou “milagreiro”. 
     No sentido oposto, também há quem reconheça a qualidade e os bons resultados dessa atividade. Do Rio Grande do Sul, veio a ideia de regulamentação da profissão apresentada por Ronald Dennis Pantin Filho II. 
     Na justificativa da proposta, o autor argumenta que coaches e mentores atuam desde que o ser humano existe, mas que somente nos últimos 40 anos essas profissões ganharam destaque no Brasil, ajudando milhares de pessoas a se desenvolverem.
     Por enquanto, a ideia tem pouco mais de 3.340 apoios no Portal e-Cidadania do Senado e, por isso, ainda não pode ser transformada em ideia legislativa. O prazo para alcançar 20 mil votos favoráveis acaba em setembro. 

Disponível em
https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/05/23/criminalizacao-ou-
regulamentacao-do-coaching-esta-em-discussao-no-senado. Acesso em
16.mar.2020.
Ainda a partir da leitura do texto I podemos afirmar que é um argumento que defende a criminalização da atividade de coaching:
Alternativas
Q1716363 Português
Criminalização ou regulamentação do coaching está em
discussão no Senado 

     Tramita no Senado uma sugestão de projeto, de iniciativa popular, para criminalizar a atividade do coach. Também foi apresentada ao Portal e-Cidadania outra ideia que vai na direção contrária: para reconhecer e regulamentar a profissão. As duas propostas são um reflexo da polêmica que provoca um debate acirrado na sociedade sobre esse tipo de trabalho, já exercido por cerca de 70 mil pessoas no Brasil, de acordo com a International Coach Federation (ICF), a maior associação global desses profissionais.  
     Originária do idioma inglês, a palavra coach significa treinador. No mercado de trabalho, ele é o instrutor capacitado para ajudar pessoas a atingirem mais rapidamente as suas metas na vida pessoal e profissional. O coach também é contratado por empresas na busca de resultados em curto prazo. Nos Estados Unidos, onde a atividade surgiu há algumas décadas, a carreira já movimenta US$ 2,3 bilhões ao ano. 
     No entanto, nem todos encaram a atividade da mesma maneira. Para muita gente, o coaching deveria ser considerado crime por explorar a boa-fé das pessoas, pois o coach não teria habilitação necessária para atuar; enganando ao fazer as vezes de terapeuta, guru ou “milagreiro”. 
     No sentido oposto, também há quem reconheça a qualidade e os bons resultados dessa atividade. Do Rio Grande do Sul, veio a ideia de regulamentação da profissão apresentada por Ronald Dennis Pantin Filho II. 
     Na justificativa da proposta, o autor argumenta que coaches e mentores atuam desde que o ser humano existe, mas que somente nos últimos 40 anos essas profissões ganharam destaque no Brasil, ajudando milhares de pessoas a se desenvolverem.
     Por enquanto, a ideia tem pouco mais de 3.340 apoios no Portal e-Cidadania do Senado e, por isso, ainda não pode ser transformada em ideia legislativa. O prazo para alcançar 20 mil votos favoráveis acaba em setembro. 

Disponível em
https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/05/23/criminalizacao-ou-
regulamentacao-do-coaching-esta-em-discussao-no-senado. Acesso em
16.mar.2020.
Uma questão polêmica gera confronto entre diferentes pontos de vista sobre um mesmo tema. Assim sendo, em que trecho a regulamentação da função de coach é refutada?
Alternativas
Q1706106 Atualidades
O empresário e engenheiro pernambucano __________, morreu aos 92 anos na madrugada do sábado 25 de abril de 2020, no Recife. Colecionador e incentivador das artes, foi fundador de grandes indústrias: de aço, cimento, vidro e açúcar. Ele criou um instituto cultural reconhecido mundialmente nas terras do antigo Engenho São João na Zona Oeste da capital pernambucana, reunindo neste local um acervo da história e da arte que ficará como legado para as futuras gerações.
No texto acima citado, estamos falando de:
Alternativas
Q1706103 Português
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Sobre o uso dos pronomes demonstrativos em relação à norma padrão é correto afirmar que:
Alternativas
Q1706101 Português
Marque a alternativa que indica o motivo da concordância do sujeito com o verbo nessa oração: O enxame não atacou a raposa.
Alternativas
Q1706100 Português
Observe os períodos e suas respectivas análises. Marque a que foi feita corretamente:
Alternativas
Q1706099 Português
A onça e a raposa

    A raposa e a onça eram inimigas antigas. Cansada de ser enganada pela raposa, sem poder apanhá-la, a onça resolveu atraí-la à sua furna, fazendo correr a notícia de que tinha morrido, e deitando-se no chão da caverna a fingir de cadáver. Todos os bichos vieram olhar a defunta, contentíssimos. A raposa também, mas prudentemente, pondo-se de longe. E, por trás dos outros animais, gritou:
       — Minha avó, quando morreu, espirrou três vezes. Espirrar é o único sinal verdadeiro da morte.
    Para mostrar que estava morta de verdade, a onça espirrou três vezes e a raposa fugiu às gargalhadas.
    A onça ficou furiosa por ter ela descoberto facilmente seu embuste e resolveu agarrá-la, quando fosse beber água. Havia seca no sertão e somente numa cacimba, ao pé duma serra, se encontrava ainda um pouco de água. Todos os bichos eram obrigados a matar a sede ali. A onça ficou à espera da adversária dia e noite, ao pé da bebida.
    Nunca a raposa curtira tanta sede em dias de sua vida. Ao fim de uns três, já não aguentava mais. Resolveu empregar astúcia para se desalterar. Procurou um cortiço de abelhas. furou-o e, com o mel que dele escorreu, untou todo o corpo. Espojou-se, depois, num monte de folhas secas, que se grudaram aos seus pelos e a cobriram toda.
    Ao cair da tarde, foi à cacimba. A onça montava guarda, olhou-a muito tempo e perguntou-lhe:
    — Que bicho és tu que não conheço e nunca vi?
    Ela respondeu, disfarçando a voz.
    — Sou o bicho Folharal.
    — Está bem. Podes beber.
    Mais que depressa, a raposa desceu a pequena rampa do bebedouro, meteu-se na água, sorvendo-a com delícia, e a onça, lá de cima, vendo aquela sofreguidão no beber de animal que trazia sede de vários dias, desconfiou e murmurou:
    — Quanto bebes, Folharal!
    Mas a água derretia o mel e as folhas iam-se despregando. Quando a raposa se fartou, caíra a última. Então, a onça a reconheceu e, com um urro de triunfo, saltou ferozmente sobre ela. A noite viera, o pulo foi mal calculado no escuro e a raposa escapou, fugindo às gargalhadas.
Sobre o gênero e tipologia textual do texto “A onça e a raposa”, analise as afirmativas a seguir.
I. O gênero textual em questão é uma fábula pertencente à tipologia narrativa.
II. A tipologia e o gênero textual se definem igualmente.
III. O gênero textual fábula em questão é pertencente à tipologia descritiva.
IV. São características que definem a fábula: os animais que falam e uma linguagem erudita.
V. Mesmo quando não há uma moral explícita, a fábula busca transmitir alguma lição moral humana.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1682411 Saúde Pública
Acerca da notificação compulsória de doenças, assinale a opção correta.
Alternativas
Q1682410 Saúde Pública
Acerca da notificação compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública, julgue os itens a seguir.

I A notificação compulsória é obrigatória tanto para médicos quanto para outros profissionais de saúde ou responsáveis por serviços públicos e privados de saúde que prestam assistência ao paciente.

II A notificação deverá ser feita apenas quando confirmado doença, agravo ou evento relacionado na Lista Nacional de Notificação Compulsória de Doenças, Agravos e Eventos de Saúde Pública.

III Os estabelecimentos de ensino públicos ou privados são obrigados a comunicar doença, agravo ou evento de saúde pública de notificação compulsória à autoridade de saúde competente.

Assinale a opção correta.
Alternativas
Q1682409 Saúde Pública
Assinale a opção que contém apenas diretrizes do SUS expressamente previstas na Constituição Federal de 1988.
Alternativas
Q1682408 Saúde Pública
Com base na legislação afeta ao Sistema Único de Saúde (SUS), assinale a opção correta.
Alternativas
Q1682407 Enfermagem
Acerca da regulamentação da profissão de agente comunitário de saúde (ACS), assinale a opção correta.
Alternativas
Q1682406 Saúde Pública
Considerando as disposições do Estatuto do Idoso, assinale a opção que apresenta a conduta adequada de um agente comunitário de saúde (ACS) frente a uma situação que envolve a atenção à saúde do idoso.
Alternativas
Q1682405 Enfermagem
Assinale a opção correspondente ao instrumento que consiste na representação gráfica dos contatos dos membros da família com os outros sistemas sociais, das relações entre a família e a comunidade.
Alternativas
Respostas
17761: C
17762: B
17763: D
17764: A
17765: A
17766: B
17767: D
17768: C
17769: C
17770: A
17771: B
17772: D
17773: B
17774: A
17775: D
17776: C
17777: B
17778: E
17779: C
17780: C