Questões de Concurso Para agente comunitário de saúde

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Q4000714 Matemática
Duas companhias construirão uma estrada partindo das extremidades opostas. Sabe-se que uma delas pavimentou 2/5 da estrada e a outra pavimentou os 57km restantes. Nessas condições, quantos quilômetros tem a estrada?
Alternativas
Q4000709 Português
Em qual das frases a seguir a regência do verbo é a mesma do verbo dar na sentença da linguagem verbal [...] “quis te dar um presente” [...]. Marque a alternativa correta:
Alternativas
Q4000708 Português
A fala do personagem “SEMPRE QUIS TE DAR UM PRESENTE BEM CARO” é formada pelas seguintes classes de palavras, respectivamente:
Alternativas
Q4000707 Português
Na leitura de uma charge é preciso considerar a linguagem verbal e a linguagem visual para analisar, interpretar e compreender a mensagem que esse gênero textual apresenta. No texto em análise, pode-se inferir que o efeito de humor é criado principalmente pela linguagem:
Alternativas
Q4000706 Português
TEXTO II

Leia este trecho de notícia de jornal:

        No início do ano haverá concursos para preenchimentos de todas as vagas ociosas na Unicamp, promovidos pelas unidades onde serão oferecidas. [...] Se não houverem candidatos aptos em número suficiente para preencher as vagas, elas serão oferecidas somente no ano seguinte.
    
        Mas nem tudo estaria perdido para esse hipotético leitor fracassado, porque ele teria sempre à sua disposição, na página, um considerável espaço em branco para tomar seus apontamentos, fazer os seus cálculos ou a sua fezinha... Em todo caso, eu lhe dou de presente, hoje, a palavra “Ventania”. Serve?

(Folha de São Paulo, 11/02/1991). 
Nesse texto há duas passagens sintaticamente semelhantes que, se confrontadas, são contraditórias quanto à concordância verbal. Analise as afirmações a seguir.
I. “haverá concursos [...] para preenchimento de todas as vagas [...]”
II. “haverá concursos e [...] Se não houverem candidatos.”
III. “Se não houverem candidatos aptos [...], elas serão oferecidas no ano seguinte.”
Marque a alternativa na qual se encontram os itens que apresentam essas passagens contraditórias.
Alternativas
Q4000705 Português
TEXTO I

O LEITOR IDEAL

        O leitor ideal para o cronista seria aquele a quem bastasse uma frase. Uma frase? Uma palavra! O cronista escolheria uma palavra do dia: “Árvore”, por exemplo, ou “Menina”.
    
        Escreveria essa palavra bem no meio da página, com espaço em branco para todos os lados, como um campo aberto aos devaneios do leitor. Imaginem só uma meninazinha solta no meio da página. Sem mais nada. Até sem nome. Sem cor de vestido nem de olhos. Sem se saber para onde ia. . . Que mundo de sugestões e de poesia para o leitor! E que cúmulo de arte a crônica! Pois bem sabeis que arte é sugestão. . . E se o leitor nada conseguisse tirar dessa obra-prima, poderia o autor alegar, cavilosamente, que a culpa não era do cronista.
    
        Mas nem tudo estaria perdido para esse hipotético leitor fracassado, porque ele teria sempre à sua disposição, na página, um considerável espaço em branco para tomar seus apontamentos, fazer os seus cálculos ou a sua fezinha. . . Em todo caso, eu lhe dou de presente, hoje, a palavra “Ventania”. Serve?

(QUINTANA, Mário. Porta Giratória. São Paulo, Globo, 1988. p. 83). 
As palavras “apontamentos” e “meninazinha”, presentes no texto, são formadas pelos seguintes processos de formação de palavras:
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Q4000704 Português
TEXTO I

O LEITOR IDEAL

        O leitor ideal para o cronista seria aquele a quem bastasse uma frase. Uma frase? Uma palavra! O cronista escolheria uma palavra do dia: “Árvore”, por exemplo, ou “Menina”.
    
        Escreveria essa palavra bem no meio da página, com espaço em branco para todos os lados, como um campo aberto aos devaneios do leitor. Imaginem só uma meninazinha solta no meio da página. Sem mais nada. Até sem nome. Sem cor de vestido nem de olhos. Sem se saber para onde ia. . . Que mundo de sugestões e de poesia para o leitor! E que cúmulo de arte a crônica! Pois bem sabeis que arte é sugestão. . . E se o leitor nada conseguisse tirar dessa obra-prima, poderia o autor alegar, cavilosamente, que a culpa não era do cronista.
    
        Mas nem tudo estaria perdido para esse hipotético leitor fracassado, porque ele teria sempre à sua disposição, na página, um considerável espaço em branco para tomar seus apontamentos, fazer os seus cálculos ou a sua fezinha. . . Em todo caso, eu lhe dou de presente, hoje, a palavra “Ventania”. Serve?

(QUINTANA, Mário. Porta Giratória. São Paulo, Globo, 1988. p. 83). 
Pode-se afirmar que o vocábulo escolheria, na terceira linha do texto, contém:
Alternativas
Q4000703 Português
TEXTO I

O LEITOR IDEAL

        O leitor ideal para o cronista seria aquele a quem bastasse uma frase. Uma frase? Uma palavra! O cronista escolheria uma palavra do dia: “Árvore”, por exemplo, ou “Menina”.
    
        Escreveria essa palavra bem no meio da página, com espaço em branco para todos os lados, como um campo aberto aos devaneios do leitor. Imaginem só uma meninazinha solta no meio da página. Sem mais nada. Até sem nome. Sem cor de vestido nem de olhos. Sem se saber para onde ia. . . Que mundo de sugestões e de poesia para o leitor! E que cúmulo de arte a crônica! Pois bem sabeis que arte é sugestão. . . E se o leitor nada conseguisse tirar dessa obra-prima, poderia o autor alegar, cavilosamente, que a culpa não era do cronista.
    
        Mas nem tudo estaria perdido para esse hipotético leitor fracassado, porque ele teria sempre à sua disposição, na página, um considerável espaço em branco para tomar seus apontamentos, fazer os seus cálculos ou a sua fezinha. . . Em todo caso, eu lhe dou de presente, hoje, a palavra “Ventania”. Serve?

(QUINTANA, Mário. Porta Giratória. São Paulo, Globo, 1988. p. 83). 
Observe as seguintes palavras extraídas do texto: “árvore/ página/ só/ até/ cúmulo/ considerável/ é/ crônica/ hipotético/ cálculos”. Marque a alternativa que apresenta a sequência de palavras acentuadas pela mesma regra:
Alternativas
Q4000702 Português
TEXTO I

O LEITOR IDEAL

        O leitor ideal para o cronista seria aquele a quem bastasse uma frase. Uma frase? Uma palavra! O cronista escolheria uma palavra do dia: “Árvore”, por exemplo, ou “Menina”.
    
        Escreveria essa palavra bem no meio da página, com espaço em branco para todos os lados, como um campo aberto aos devaneios do leitor. Imaginem só uma meninazinha solta no meio da página. Sem mais nada. Até sem nome. Sem cor de vestido nem de olhos. Sem se saber para onde ia. . . Que mundo de sugestões e de poesia para o leitor! E que cúmulo de arte a crônica! Pois bem sabeis que arte é sugestão. . . E se o leitor nada conseguisse tirar dessa obra-prima, poderia o autor alegar, cavilosamente, que a culpa não era do cronista.
    
        Mas nem tudo estaria perdido para esse hipotético leitor fracassado, porque ele teria sempre à sua disposição, na página, um considerável espaço em branco para tomar seus apontamentos, fazer os seus cálculos ou a sua fezinha. . . Em todo caso, eu lhe dou de presente, hoje, a palavra “Ventania”. Serve?

(QUINTANA, Mário. Porta Giratória. São Paulo, Globo, 1988. p. 83). 
Leia atentamente o fragmento seguinte, extraído do texto: “[. . . ] poderia o leitor alegar, cavilosamente, que a culpa não era do cronista: Marque a função gramatical da palavra sublinhada nesse fragmento:
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Q4000701 Português
TEXTO I

O LEITOR IDEAL

        O leitor ideal para o cronista seria aquele a quem bastasse uma frase. Uma frase? Uma palavra! O cronista escolheria uma palavra do dia: “Árvore”, por exemplo, ou “Menina”.
    
        Escreveria essa palavra bem no meio da página, com espaço em branco para todos os lados, como um campo aberto aos devaneios do leitor. Imaginem só uma meninazinha solta no meio da página. Sem mais nada. Até sem nome. Sem cor de vestido nem de olhos. Sem se saber para onde ia. . . Que mundo de sugestões e de poesia para o leitor! E que cúmulo de arte a crônica! Pois bem sabeis que arte é sugestão. . . E se o leitor nada conseguisse tirar dessa obra-prima, poderia o autor alegar, cavilosamente, que a culpa não era do cronista.
    
        Mas nem tudo estaria perdido para esse hipotético leitor fracassado, porque ele teria sempre à sua disposição, na página, um considerável espaço em branco para tomar seus apontamentos, fazer os seus cálculos ou a sua fezinha. . . Em todo caso, eu lhe dou de presente, hoje, a palavra “Ventania”. Serve?

(QUINTANA, Mário. Porta Giratória. São Paulo, Globo, 1988. p. 83). 
A linguagem desempenha determinada função, de acordo com a ênfase que se dá a cada um dos elementos do processo de comunicação (emissor, receptor, mensagem, código, canal e contexto). Marque a alternativa que apresenta a função de linguagem predominante no texto:
Alternativas
Q4000700 Português
TEXTO I

O LEITOR IDEAL

        O leitor ideal para o cronista seria aquele a quem bastasse uma frase. Uma frase? Uma palavra! O cronista escolheria uma palavra do dia: “Árvore”, por exemplo, ou “Menina”.
    
        Escreveria essa palavra bem no meio da página, com espaço em branco para todos os lados, como um campo aberto aos devaneios do leitor. Imaginem só uma meninazinha solta no meio da página. Sem mais nada. Até sem nome. Sem cor de vestido nem de olhos. Sem se saber para onde ia. . . Que mundo de sugestões e de poesia para o leitor! E que cúmulo de arte a crônica! Pois bem sabeis que arte é sugestão. . . E se o leitor nada conseguisse tirar dessa obra-prima, poderia o autor alegar, cavilosamente, que a culpa não era do cronista.
    
        Mas nem tudo estaria perdido para esse hipotético leitor fracassado, porque ele teria sempre à sua disposição, na página, um considerável espaço em branco para tomar seus apontamentos, fazer os seus cálculos ou a sua fezinha. . . Em todo caso, eu lhe dou de presente, hoje, a palavra “Ventania”. Serve?

(QUINTANA, Mário. Porta Giratória. São Paulo, Globo, 1988. p. 83). 
O texto propõe uma forma aparentemente estranha de se escrever uma crônica. Marque a alternativa que justifica essa proposta:
Alternativas
Q3994211 Saúde Pública
Em relação aos indicadores de nível de saúde da população, importantes por possibilitar o conhecimento adequado da situação, permitir comparações, construir prognósticos e subsidiar a tomada de decisões, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3994210 Saúde Pública

O movimento de Reforma Sanitária do Brasil consolidou uma nova política de saúde e o Sistema Único de Saúde. Para atender essa realidade, foram propostos novos modelos de assistência à saúde.


Considerando o assunto em realce e os aspectos pertinentes a ele, assinale a opção correta. 

Alternativas
Q3994209 Saúde Pública
Com relação ao processo de descentralização da atenção à saúde no SUS, desenvolvido junto com o estabelecimento de normas operacionais (NOS) e de assistência (NOBS), assinale a opção correta.  
Alternativas
Q3994208 Saúde Pública
Acerca das doenças, dos agravos e dos eventos de saúde de Notificação Compulsória, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3994207 Saúde Pública
A respeito do que está previsto na Constituição Federal de 1988 da República Federativa do Brasil, nos artigos de 196 a 200, acerca do Sistema Único de Saúde (SUS), é correto afirmar que  
Alternativas
Respostas
15041: D
15042: C
15043: B
15044: C
15045: A
15046: D
15047: B
15048: C
15049: B
15050: C
15051: A
15052: D
15053: C
15054: B
15055: A
15056: D
15057: X
15058: C
15059: A
15060: D