Questões de Concurso Para agente comunitário de saúde

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Q3626721 Português

Considere o texto a seguir, de autoria de Paulo Mendes Campos, para responder a questão. 


“Um bar legal precisa apresentar cinco qualidades fundamentais: boa circulação de ar, bom proprietário, bons garçons, bons fregueses e boa bebida. Isto é raríssimo de acontecer. Quando o garçom é uma flor de sujeito, o dono do bar costuma ser uma besta; se os fregueses são alcoólicos esclarecidos, o ambiente às vezes é quente e abafado; vai ver um excelente e confortável bar refrigerado, e boa percentagem de uísque é fabricada no Engenho de Dentro. Para dizer toda a verdade, o bar perfeito não existe. O barman, de fato, é um dos segredos do bar. Cada freguês deve sentir a ilusão de que o barman tem uma predileção especial por ele, e em nome disso será capaz de resolver qualquer problema. O incompreensível é que resolvem mesmo. O homem que chega a uma grande metrópole desconhecida é como um avião voando em solidão por dentro de um espesso nevoeiro. Mas se este homem pertence à comunidade internacional dos frequentadores de bar, cada barman é uma torre com a qual ele poderá entrar em contato a fim de orientar-se. Os únicos estranhos aos quais eu falo sem timidez, com perfeita familiaridade, são os barmen e estes igualmente reconhecem logo em mim o freguês escolado, curtido em todos os amargos, navegador de longo curso. Todo frequentador de bar tem o direito eventual de embriagar-se inconvenientemente uma vez por outra. Quem vende bebida deve ser linchado quando exige de seus fregueses um comportamento de casa de chá. Aclarados neste ponto, podemos afirmar que o maior inimigo do bar e do alcoolismo é o mau bebedor contumaz, o bebedor que bebe anos a fio e não aprende a beber, o bebedor diariamente chato, incapaz de entender o tácito acordo de amabilidade e contenção que existe entre todos os bons bebedores do mundo. Eu os conheço todos e os abomino. Conheço toda a imensa variedade da espécie (agressivos, prolixos, confidenciais, pedantes, questionadores, inoportunos, monocórdios, ressentidos etc. etc.). Ah, se um dia eu pendurar o meu copo numa prateleira e passar a beber em casa, podereis estar certos, contemporâneos, que foram os maus bebedores que me levaram a este extremo!"


(Por que bebemos tanto assim?, por Paulo Mendes Campos, com adaptações.)

No trecho “Eu os conheço todos e os abomino”, o pronome “os” é utilizado ambas as vezes pelo autor se referir aos:

Alternativas
Q3626720 Português

Considere o texto a seguir, de autoria de Paulo Mendes Campos, para responder a questão. 


“Um bar legal precisa apresentar cinco qualidades fundamentais: boa circulação de ar, bom proprietário, bons garçons, bons fregueses e boa bebida. Isto é raríssimo de acontecer. Quando o garçom é uma flor de sujeito, o dono do bar costuma ser uma besta; se os fregueses são alcoólicos esclarecidos, o ambiente às vezes é quente e abafado; vai ver um excelente e confortável bar refrigerado, e boa percentagem de uísque é fabricada no Engenho de Dentro. Para dizer toda a verdade, o bar perfeito não existe. O barman, de fato, é um dos segredos do bar. Cada freguês deve sentir a ilusão de que o barman tem uma predileção especial por ele, e em nome disso será capaz de resolver qualquer problema. O incompreensível é que resolvem mesmo. O homem que chega a uma grande metrópole desconhecida é como um avião voando em solidão por dentro de um espesso nevoeiro. Mas se este homem pertence à comunidade internacional dos frequentadores de bar, cada barman é uma torre com a qual ele poderá entrar em contato a fim de orientar-se. Os únicos estranhos aos quais eu falo sem timidez, com perfeita familiaridade, são os barmen e estes igualmente reconhecem logo em mim o freguês escolado, curtido em todos os amargos, navegador de longo curso. Todo frequentador de bar tem o direito eventual de embriagar-se inconvenientemente uma vez por outra. Quem vende bebida deve ser linchado quando exige de seus fregueses um comportamento de casa de chá. Aclarados neste ponto, podemos afirmar que o maior inimigo do bar e do alcoolismo é o mau bebedor contumaz, o bebedor que bebe anos a fio e não aprende a beber, o bebedor diariamente chato, incapaz de entender o tácito acordo de amabilidade e contenção que existe entre todos os bons bebedores do mundo. Eu os conheço todos e os abomino. Conheço toda a imensa variedade da espécie (agressivos, prolixos, confidenciais, pedantes, questionadores, inoportunos, monocórdios, ressentidos etc. etc.). Ah, se um dia eu pendurar o meu copo numa prateleira e passar a beber em casa, podereis estar certos, contemporâneos, que foram os maus bebedores que me levaram a este extremo!"


(Por que bebemos tanto assim?, por Paulo Mendes Campos, com adaptações.)

Ao mencionar um “tácito acordo de amabilidade e contenção que existe entre todos os bons bebedores”, o autor dá a entender que tal acordo:

Alternativas
Q3626719 Português

Considere o texto a seguir, de autoria de Paulo Mendes Campos, para responder a questão. 


“Um bar legal precisa apresentar cinco qualidades fundamentais: boa circulação de ar, bom proprietário, bons garçons, bons fregueses e boa bebida. Isto é raríssimo de acontecer. Quando o garçom é uma flor de sujeito, o dono do bar costuma ser uma besta; se os fregueses são alcoólicos esclarecidos, o ambiente às vezes é quente e abafado; vai ver um excelente e confortável bar refrigerado, e boa percentagem de uísque é fabricada no Engenho de Dentro. Para dizer toda a verdade, o bar perfeito não existe. O barman, de fato, é um dos segredos do bar. Cada freguês deve sentir a ilusão de que o barman tem uma predileção especial por ele, e em nome disso será capaz de resolver qualquer problema. O incompreensível é que resolvem mesmo. O homem que chega a uma grande metrópole desconhecida é como um avião voando em solidão por dentro de um espesso nevoeiro. Mas se este homem pertence à comunidade internacional dos frequentadores de bar, cada barman é uma torre com a qual ele poderá entrar em contato a fim de orientar-se. Os únicos estranhos aos quais eu falo sem timidez, com perfeita familiaridade, são os barmen e estes igualmente reconhecem logo em mim o freguês escolado, curtido em todos os amargos, navegador de longo curso. Todo frequentador de bar tem o direito eventual de embriagar-se inconvenientemente uma vez por outra. Quem vende bebida deve ser linchado quando exige de seus fregueses um comportamento de casa de chá. Aclarados neste ponto, podemos afirmar que o maior inimigo do bar e do alcoolismo é o mau bebedor contumaz, o bebedor que bebe anos a fio e não aprende a beber, o bebedor diariamente chato, incapaz de entender o tácito acordo de amabilidade e contenção que existe entre todos os bons bebedores do mundo. Eu os conheço todos e os abomino. Conheço toda a imensa variedade da espécie (agressivos, prolixos, confidenciais, pedantes, questionadores, inoportunos, monocórdios, ressentidos etc. etc.). Ah, se um dia eu pendurar o meu copo numa prateleira e passar a beber em casa, podereis estar certos, contemporâneos, que foram os maus bebedores que me levaram a este extremo!"


(Por que bebemos tanto assim?, por Paulo Mendes Campos, com adaptações.)

No trecho “Todo frequentador de bar tem o direito eventual de embriagar-se”, a partícula “-se”, no verbo “embriagar-se”, pode ser classificada como:

Alternativas
Q3626718 Português

Considere o texto a seguir, de autoria de Paulo Mendes Campos, para responder a questão. 


“Um bar legal precisa apresentar cinco qualidades fundamentais: boa circulação de ar, bom proprietário, bons garçons, bons fregueses e boa bebida. Isto é raríssimo de acontecer. Quando o garçom é uma flor de sujeito, o dono do bar costuma ser uma besta; se os fregueses são alcoólicos esclarecidos, o ambiente às vezes é quente e abafado; vai ver um excelente e confortável bar refrigerado, e boa percentagem de uísque é fabricada no Engenho de Dentro. Para dizer toda a verdade, o bar perfeito não existe. O barman, de fato, é um dos segredos do bar. Cada freguês deve sentir a ilusão de que o barman tem uma predileção especial por ele, e em nome disso será capaz de resolver qualquer problema. O incompreensível é que resolvem mesmo. O homem que chega a uma grande metrópole desconhecida é como um avião voando em solidão por dentro de um espesso nevoeiro. Mas se este homem pertence à comunidade internacional dos frequentadores de bar, cada barman é uma torre com a qual ele poderá entrar em contato a fim de orientar-se. Os únicos estranhos aos quais eu falo sem timidez, com perfeita familiaridade, são os barmen e estes igualmente reconhecem logo em mim o freguês escolado, curtido em todos os amargos, navegador de longo curso. Todo frequentador de bar tem o direito eventual de embriagar-se inconvenientemente uma vez por outra. Quem vende bebida deve ser linchado quando exige de seus fregueses um comportamento de casa de chá. Aclarados neste ponto, podemos afirmar que o maior inimigo do bar e do alcoolismo é o mau bebedor contumaz, o bebedor que bebe anos a fio e não aprende a beber, o bebedor diariamente chato, incapaz de entender o tácito acordo de amabilidade e contenção que existe entre todos os bons bebedores do mundo. Eu os conheço todos e os abomino. Conheço toda a imensa variedade da espécie (agressivos, prolixos, confidenciais, pedantes, questionadores, inoportunos, monocórdios, ressentidos etc. etc.). Ah, se um dia eu pendurar o meu copo numa prateleira e passar a beber em casa, podereis estar certos, contemporâneos, que foram os maus bebedores que me levaram a este extremo!"


(Por que bebemos tanto assim?, por Paulo Mendes Campos, com adaptações.)

Em relação ao trecho “voando em solidão por dentro de um espesso nevoeiro”, marque a alternativa que indica um possível sinônimo de “espesso”. 

Alternativas
Q3626717 Português

Considere o texto a seguir, de autoria de Paulo Mendes Campos, para responder a questão. 


“Um bar legal precisa apresentar cinco qualidades fundamentais: boa circulação de ar, bom proprietário, bons garçons, bons fregueses e boa bebida. Isto é raríssimo de acontecer. Quando o garçom é uma flor de sujeito, o dono do bar costuma ser uma besta; se os fregueses são alcoólicos esclarecidos, o ambiente às vezes é quente e abafado; vai ver um excelente e confortável bar refrigerado, e boa percentagem de uísque é fabricada no Engenho de Dentro. Para dizer toda a verdade, o bar perfeito não existe. O barman, de fato, é um dos segredos do bar. Cada freguês deve sentir a ilusão de que o barman tem uma predileção especial por ele, e em nome disso será capaz de resolver qualquer problema. O incompreensível é que resolvem mesmo. O homem que chega a uma grande metrópole desconhecida é como um avião voando em solidão por dentro de um espesso nevoeiro. Mas se este homem pertence à comunidade internacional dos frequentadores de bar, cada barman é uma torre com a qual ele poderá entrar em contato a fim de orientar-se. Os únicos estranhos aos quais eu falo sem timidez, com perfeita familiaridade, são os barmen e estes igualmente reconhecem logo em mim o freguês escolado, curtido em todos os amargos, navegador de longo curso. Todo frequentador de bar tem o direito eventual de embriagar-se inconvenientemente uma vez por outra. Quem vende bebida deve ser linchado quando exige de seus fregueses um comportamento de casa de chá. Aclarados neste ponto, podemos afirmar que o maior inimigo do bar e do alcoolismo é o mau bebedor contumaz, o bebedor que bebe anos a fio e não aprende a beber, o bebedor diariamente chato, incapaz de entender o tácito acordo de amabilidade e contenção que existe entre todos os bons bebedores do mundo. Eu os conheço todos e os abomino. Conheço toda a imensa variedade da espécie (agressivos, prolixos, confidenciais, pedantes, questionadores, inoportunos, monocórdios, ressentidos etc. etc.). Ah, se um dia eu pendurar o meu copo numa prateleira e passar a beber em casa, podereis estar certos, contemporâneos, que foram os maus bebedores que me levaram a este extremo!"


(Por que bebemos tanto assim?, por Paulo Mendes Campos, com adaptações.)

No trecho “O barman, de fato, é um dos segredos do bar”, marque a alternativa que indica uma expressão que poderia substituir “de fato”, sem prejuízo ao sentido pretendido pelo autor.

Alternativas
Q3626716 Português

Considere o texto a seguir, de autoria de Paulo Mendes Campos, para responder a questão. 


“Um bar legal precisa apresentar cinco qualidades fundamentais: boa circulação de ar, bom proprietário, bons garçons, bons fregueses e boa bebida. Isto é raríssimo de acontecer. Quando o garçom é uma flor de sujeito, o dono do bar costuma ser uma besta; se os fregueses são alcoólicos esclarecidos, o ambiente às vezes é quente e abafado; vai ver um excelente e confortável bar refrigerado, e boa percentagem de uísque é fabricada no Engenho de Dentro. Para dizer toda a verdade, o bar perfeito não existe. O barman, de fato, é um dos segredos do bar. Cada freguês deve sentir a ilusão de que o barman tem uma predileção especial por ele, e em nome disso será capaz de resolver qualquer problema. O incompreensível é que resolvem mesmo. O homem que chega a uma grande metrópole desconhecida é como um avião voando em solidão por dentro de um espesso nevoeiro. Mas se este homem pertence à comunidade internacional dos frequentadores de bar, cada barman é uma torre com a qual ele poderá entrar em contato a fim de orientar-se. Os únicos estranhos aos quais eu falo sem timidez, com perfeita familiaridade, são os barmen e estes igualmente reconhecem logo em mim o freguês escolado, curtido em todos os amargos, navegador de longo curso. Todo frequentador de bar tem o direito eventual de embriagar-se inconvenientemente uma vez por outra. Quem vende bebida deve ser linchado quando exige de seus fregueses um comportamento de casa de chá. Aclarados neste ponto, podemos afirmar que o maior inimigo do bar e do alcoolismo é o mau bebedor contumaz, o bebedor que bebe anos a fio e não aprende a beber, o bebedor diariamente chato, incapaz de entender o tácito acordo de amabilidade e contenção que existe entre todos os bons bebedores do mundo. Eu os conheço todos e os abomino. Conheço toda a imensa variedade da espécie (agressivos, prolixos, confidenciais, pedantes, questionadores, inoportunos, monocórdios, ressentidos etc. etc.). Ah, se um dia eu pendurar o meu copo numa prateleira e passar a beber em casa, podereis estar certos, contemporâneos, que foram os maus bebedores que me levaram a este extremo!"


(Por que bebemos tanto assim?, por Paulo Mendes Campos, com adaptações.)

Ao mencionar um tipo de uísque produzido no “Engenho de Dentro”, o autor dá a entender que se trata de uma bebida:

Alternativas
Q3626715 Português

Considere o texto a seguir, de autoria de Paulo Mendes Campos, para responder a questão. 


“Um bar legal precisa apresentar cinco qualidades fundamentais: boa circulação de ar, bom proprietário, bons garçons, bons fregueses e boa bebida. Isto é raríssimo de acontecer. Quando o garçom é uma flor de sujeito, o dono do bar costuma ser uma besta; se os fregueses são alcoólicos esclarecidos, o ambiente às vezes é quente e abafado; vai ver um excelente e confortável bar refrigerado, e boa percentagem de uísque é fabricada no Engenho de Dentro. Para dizer toda a verdade, o bar perfeito não existe. O barman, de fato, é um dos segredos do bar. Cada freguês deve sentir a ilusão de que o barman tem uma predileção especial por ele, e em nome disso será capaz de resolver qualquer problema. O incompreensível é que resolvem mesmo. O homem que chega a uma grande metrópole desconhecida é como um avião voando em solidão por dentro de um espesso nevoeiro. Mas se este homem pertence à comunidade internacional dos frequentadores de bar, cada barman é uma torre com a qual ele poderá entrar em contato a fim de orientar-se. Os únicos estranhos aos quais eu falo sem timidez, com perfeita familiaridade, são os barmen e estes igualmente reconhecem logo em mim o freguês escolado, curtido em todos os amargos, navegador de longo curso. Todo frequentador de bar tem o direito eventual de embriagar-se inconvenientemente uma vez por outra. Quem vende bebida deve ser linchado quando exige de seus fregueses um comportamento de casa de chá. Aclarados neste ponto, podemos afirmar que o maior inimigo do bar e do alcoolismo é o mau bebedor contumaz, o bebedor que bebe anos a fio e não aprende a beber, o bebedor diariamente chato, incapaz de entender o tácito acordo de amabilidade e contenção que existe entre todos os bons bebedores do mundo. Eu os conheço todos e os abomino. Conheço toda a imensa variedade da espécie (agressivos, prolixos, confidenciais, pedantes, questionadores, inoportunos, monocórdios, ressentidos etc. etc.). Ah, se um dia eu pendurar o meu copo numa prateleira e passar a beber em casa, podereis estar certos, contemporâneos, que foram os maus bebedores que me levaram a este extremo!"


(Por que bebemos tanto assim?, por Paulo Mendes Campos, com adaptações.)

No trecho “Quando o garçom é uma flor de sujeito”, o autor emprega a figura de linguagem denominada: 

Alternativas
Q3626714 Português

Considere o texto a seguir, de autoria de Paulo Mendes Campos, para responder a questão. 


“Um bar legal precisa apresentar cinco qualidades fundamentais: boa circulação de ar, bom proprietário, bons garçons, bons fregueses e boa bebida. Isto é raríssimo de acontecer. Quando o garçom é uma flor de sujeito, o dono do bar costuma ser uma besta; se os fregueses são alcoólicos esclarecidos, o ambiente às vezes é quente e abafado; vai ver um excelente e confortável bar refrigerado, e boa percentagem de uísque é fabricada no Engenho de Dentro. Para dizer toda a verdade, o bar perfeito não existe. O barman, de fato, é um dos segredos do bar. Cada freguês deve sentir a ilusão de que o barman tem uma predileção especial por ele, e em nome disso será capaz de resolver qualquer problema. O incompreensível é que resolvem mesmo. O homem que chega a uma grande metrópole desconhecida é como um avião voando em solidão por dentro de um espesso nevoeiro. Mas se este homem pertence à comunidade internacional dos frequentadores de bar, cada barman é uma torre com a qual ele poderá entrar em contato a fim de orientar-se. Os únicos estranhos aos quais eu falo sem timidez, com perfeita familiaridade, são os barmen e estes igualmente reconhecem logo em mim o freguês escolado, curtido em todos os amargos, navegador de longo curso. Todo frequentador de bar tem o direito eventual de embriagar-se inconvenientemente uma vez por outra. Quem vende bebida deve ser linchado quando exige de seus fregueses um comportamento de casa de chá. Aclarados neste ponto, podemos afirmar que o maior inimigo do bar e do alcoolismo é o mau bebedor contumaz, o bebedor que bebe anos a fio e não aprende a beber, o bebedor diariamente chato, incapaz de entender o tácito acordo de amabilidade e contenção que existe entre todos os bons bebedores do mundo. Eu os conheço todos e os abomino. Conheço toda a imensa variedade da espécie (agressivos, prolixos, confidenciais, pedantes, questionadores, inoportunos, monocórdios, ressentidos etc. etc.). Ah, se um dia eu pendurar o meu copo numa prateleira e passar a beber em casa, podereis estar certos, contemporâneos, que foram os maus bebedores que me levaram a este extremo!"


(Por que bebemos tanto assim?, por Paulo Mendes Campos, com adaptações.)

Na oração “Isto é raríssimo de acontecer”, o pronome “isto” diz respeito a:

Alternativas
Q3626713 Português

Considere o texto a seguir, de autoria de Paulo Mendes Campos, para responder a questão. 


“Um bar legal precisa apresentar cinco qualidades fundamentais: boa circulação de ar, bom proprietário, bons garçons, bons fregueses e boa bebida. Isto é raríssimo de acontecer. Quando o garçom é uma flor de sujeito, o dono do bar costuma ser uma besta; se os fregueses são alcoólicos esclarecidos, o ambiente às vezes é quente e abafado; vai ver um excelente e confortável bar refrigerado, e boa percentagem de uísque é fabricada no Engenho de Dentro. Para dizer toda a verdade, o bar perfeito não existe. O barman, de fato, é um dos segredos do bar. Cada freguês deve sentir a ilusão de que o barman tem uma predileção especial por ele, e em nome disso será capaz de resolver qualquer problema. O incompreensível é que resolvem mesmo. O homem que chega a uma grande metrópole desconhecida é como um avião voando em solidão por dentro de um espesso nevoeiro. Mas se este homem pertence à comunidade internacional dos frequentadores de bar, cada barman é uma torre com a qual ele poderá entrar em contato a fim de orientar-se. Os únicos estranhos aos quais eu falo sem timidez, com perfeita familiaridade, são os barmen e estes igualmente reconhecem logo em mim o freguês escolado, curtido em todos os amargos, navegador de longo curso. Todo frequentador de bar tem o direito eventual de embriagar-se inconvenientemente uma vez por outra. Quem vende bebida deve ser linchado quando exige de seus fregueses um comportamento de casa de chá. Aclarados neste ponto, podemos afirmar que o maior inimigo do bar e do alcoolismo é o mau bebedor contumaz, o bebedor que bebe anos a fio e não aprende a beber, o bebedor diariamente chato, incapaz de entender o tácito acordo de amabilidade e contenção que existe entre todos os bons bebedores do mundo. Eu os conheço todos e os abomino. Conheço toda a imensa variedade da espécie (agressivos, prolixos, confidenciais, pedantes, questionadores, inoportunos, monocórdios, ressentidos etc. etc.). Ah, se um dia eu pendurar o meu copo numa prateleira e passar a beber em casa, podereis estar certos, contemporâneos, que foram os maus bebedores que me levaram a este extremo!"


(Por que bebemos tanto assim?, por Paulo Mendes Campos, com adaptações.)

Logo após o trecho “Um bar legal precisa apresentar cinco qualidades fundamentais”, o autor emprega o sinal de pontuação denominado “dois pontos”, que serve nesse caso para introduzir no texto:

Alternativas
Q3626712 Português

Considere o texto a seguir, de autoria de Paulo Mendes Campos, para responder a questão. 


“Um bar legal precisa apresentar cinco qualidades fundamentais: boa circulação de ar, bom proprietário, bons garçons, bons fregueses e boa bebida. Isto é raríssimo de acontecer. Quando o garçom é uma flor de sujeito, o dono do bar costuma ser uma besta; se os fregueses são alcoólicos esclarecidos, o ambiente às vezes é quente e abafado; vai ver um excelente e confortável bar refrigerado, e boa percentagem de uísque é fabricada no Engenho de Dentro. Para dizer toda a verdade, o bar perfeito não existe. O barman, de fato, é um dos segredos do bar. Cada freguês deve sentir a ilusão de que o barman tem uma predileção especial por ele, e em nome disso será capaz de resolver qualquer problema. O incompreensível é que resolvem mesmo. O homem que chega a uma grande metrópole desconhecida é como um avião voando em solidão por dentro de um espesso nevoeiro. Mas se este homem pertence à comunidade internacional dos frequentadores de bar, cada barman é uma torre com a qual ele poderá entrar em contato a fim de orientar-se. Os únicos estranhos aos quais eu falo sem timidez, com perfeita familiaridade, são os barmen e estes igualmente reconhecem logo em mim o freguês escolado, curtido em todos os amargos, navegador de longo curso. Todo frequentador de bar tem o direito eventual de embriagar-se inconvenientemente uma vez por outra. Quem vende bebida deve ser linchado quando exige de seus fregueses um comportamento de casa de chá. Aclarados neste ponto, podemos afirmar que o maior inimigo do bar e do alcoolismo é o mau bebedor contumaz, o bebedor que bebe anos a fio e não aprende a beber, o bebedor diariamente chato, incapaz de entender o tácito acordo de amabilidade e contenção que existe entre todos os bons bebedores do mundo. Eu os conheço todos e os abomino. Conheço toda a imensa variedade da espécie (agressivos, prolixos, confidenciais, pedantes, questionadores, inoportunos, monocórdios, ressentidos etc. etc.). Ah, se um dia eu pendurar o meu copo numa prateleira e passar a beber em casa, podereis estar certos, contemporâneos, que foram os maus bebedores que me levaram a este extremo!"


(Por que bebemos tanto assim?, por Paulo Mendes Campos, com adaptações.)

Com base na interpretação do texto, pode-se afirmar que o seu autor só deixaria um dia de frequentar bares por causa da: 

Alternativas
Q3625285 Matemática Financeira
Os filhos de Gerônimo estudam em uma escola privada. Todo mês ele recebe um boleto com vencimento no dia 05 e valor nominal de R$ 1.850,00. Se o boleto for pago depois do vencimento, haverá cobrança de uma multa de 2% sobre o valor nominal, acrescido de juros simples de 0,1% por dia de atraso também sobre o valor nominal. No mês de outubro, Gerônimo só percebeu que não havia pagado a escola de seus filhos 10 dias após o vencimento. O valor pago por Gerônimo em outubro foi de: 
Alternativas
Q3625284 Matemática
A escola de educação infantil Meu Favinho de Mel abriu suas matrículas na última semana. O número de matrículas realizadas está apresentado na tabela abaixo. Qual o número médio de matrículas realizadas pela escola por dia?


Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q3625283 Matemática
 Um surto de dengue acometeu uma cidade. A secretaria de saúde municipal estima que o número de infectados, N, após t dias do início do surto, é modelado pela função: 

N(t) = -2t2 +90t
O número de infectados na cidade após cinco dias de surto é de quantas pessoas?
Alternativas
Q3625282 Matemática
Luiza gosta de escutar música clássica enquanto está lendo. Sabendo que na última semana ela leu por uma hora e quinze minutos todos os dias, exceto no sábado, quando leu somente por 45 minutos, por quanto tempo Luiza escutou música clássica?
Alternativas
Q3625266 Direito Administrativo
De acordo com a Lei de Improbidade Administrativa, são atos de improbidade administrativa, EXСЕТО:
Alternativas
Q3625261 Português

Luto antes da morte: um processo que ajuda a lidar com a perda


Por Gabriela Cupani 







(Disponível em: www.istoe.com.br/luto-antes-da-morte-um-processo-que-ajuda-a-lidar-com-a-perda/ - texto adaptado especialmente para esta prova).  

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra acentuada pela mesma regra que "simbólica". 
Alternativas
Q3625260 Português

Luto antes da morte: um processo que ajuda a lidar com a perda


Por Gabriela Cupani 







(Disponível em: www.istoe.com.br/luto-antes-da-morte-um-processo-que-ajuda-a-lidar-com-a-perda/ - texto adaptado especialmente para esta prova).  

Qual palavra está corretamente grafada com hífen obrigatório, assim como "recém-publicado"?
Alternativas
Q3625259 Português

Luto antes da morte: um processo que ajuda a lidar com a perda


Por Gabriela Cupani 







(Disponível em: www.istoe.com.br/luto-antes-da-morte-um-processo-que-ajuda-a-lidar-com-a-perda/ - texto adaptado especialmente para esta prova).  

No trecho "O chamado luto antecipatório, comum em pacientes que enfrentam doenças terminais e seus familiares, foi observado primeiramente em mulheres", os termos sublinhados são, respectivamente: 
Alternativas
Q3625258 Português

Luto antes da morte: um processo que ajuda a lidar com a perda


Por Gabriela Cupani 







(Disponível em: www.istoe.com.br/luto-antes-da-morte-um-processo-que-ajuda-a-lidar-com-a-perda/ - texto adaptado especialmente para esta prova).  

Assinale a alternativa em que a palavra apresenta o mesmo número de letras fonemas. 
Alternativas
Respostas
11161: E
11162: A
11163: C
11164: E
11165: A
11166: B
11167: B
11168: B
11169: E
11170: B
11171: C
11172: A
11173: E
11174: C
11175: B
11176: E
11177: D
11178: B
11179: A
11180: E