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Q3099432 Português

Uma breve história da expectativa de vida


    No início do século 20, quando a expectativa de vida era de 47 anos nos países industrializados e de 33 no nosso, o que mais matava eram as doenças infecciosas: pneumonia, tuberculose, gastroenterite.
A pandemia, ao tirar 5,5 milhões de vidas nos últimos dois anos, trouxe as infecções de volta aos holofotes. O caminho natural, porém, é a ciência vencer essa luta novamente, como fez antes. O desenvolvimento de vacinas e antibióticos, além de condições mais humanas de saneamento básico, foi diminuindo as doenças infecciosas ao longo do século passado. E em 1960 a expectativa de vida tinha saltado para 52 anos por aqui (e 69 anos nos países ricos).
    Foi aí que as doenças cardiovasculares e os vários tipos de câncer passaram a ser os grandes desafios de longo prazo da medicina. Mas essa é outra guerra que está sendo vencida.
    Nos EUA, que mantêm dados históricos precisos, o número de mortes por doenças cardiovasculares caiu de 800 para cada 100 mil habitantes na década de 1960 para 200 hoje.
    As batalhas contra o câncer são mais complexas, contudo, não faltam vitórias. Uma das principais é o sucesso das imunoterapias no combate ao melanoma (o mais agressivo dos cânceres de pele). Desde o boom na criação de novos medicamentos, a mortalidade por melanoma passou a cair 5% ao ano.
    Tudo isso levou a mais avanços na expectativa de vida. Hoje ela está próxima dos 80 anos, seja no Brasil, seja nos países do topo da pirâmide. Por aqui, sempre vale lembrar, boa parte disso se deve a um fato central: sermos o único país com mais de 200 milhões de habitantes a contar com um sistema universal de assistência médica gratuita, o SUS.
    E hoje há 22 milhões de pessoas com 65 anos ou mais no país. Uma vitória. Mas o aumento na longevidade traz outro desafio para a medicina: as enfermidades mentais que surgem nas fases mais avançadas da vida – principalmente o Alzheimer, que atinge 1,2 milhão de brasileiros.

(Disponível em: uper.abril.com.br/coluna/. Acesso em: 10/07/2024. Adaptado.) 

Acerca das informações apresentadas no texto, analise as afirmativas a seguir.
I. Com a pandemia, voltou o surto de doenças infecciosas como: pneumonia, tuberculose.
II. À medida que a ciência adquire o controle de determinadas doenças, aumenta a expectativa de vida. No entanto, surgem novas doenças.
III. Apesar do câncer e de doenças cardiovasculares serem preocupantes, as doenças relacionadas à mente humana desafiam a ciência quanto a encontrar o tratamento certo.
Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q3099431 Português

Uma breve história da expectativa de vida


    No início do século 20, quando a expectativa de vida era de 47 anos nos países industrializados e de 33 no nosso, o que mais matava eram as doenças infecciosas: pneumonia, tuberculose, gastroenterite.
A pandemia, ao tirar 5,5 milhões de vidas nos últimos dois anos, trouxe as infecções de volta aos holofotes. O caminho natural, porém, é a ciência vencer essa luta novamente, como fez antes. O desenvolvimento de vacinas e antibióticos, além de condições mais humanas de saneamento básico, foi diminuindo as doenças infecciosas ao longo do século passado. E em 1960 a expectativa de vida tinha saltado para 52 anos por aqui (e 69 anos nos países ricos).
    Foi aí que as doenças cardiovasculares e os vários tipos de câncer passaram a ser os grandes desafios de longo prazo da medicina. Mas essa é outra guerra que está sendo vencida.
    Nos EUA, que mantêm dados históricos precisos, o número de mortes por doenças cardiovasculares caiu de 800 para cada 100 mil habitantes na década de 1960 para 200 hoje.
    As batalhas contra o câncer são mais complexas, contudo, não faltam vitórias. Uma das principais é o sucesso das imunoterapias no combate ao melanoma (o mais agressivo dos cânceres de pele). Desde o boom na criação de novos medicamentos, a mortalidade por melanoma passou a cair 5% ao ano.
    Tudo isso levou a mais avanços na expectativa de vida. Hoje ela está próxima dos 80 anos, seja no Brasil, seja nos países do topo da pirâmide. Por aqui, sempre vale lembrar, boa parte disso se deve a um fato central: sermos o único país com mais de 200 milhões de habitantes a contar com um sistema universal de assistência médica gratuita, o SUS.
    E hoje há 22 milhões de pessoas com 65 anos ou mais no país. Uma vitória. Mas o aumento na longevidade traz outro desafio para a medicina: as enfermidades mentais que surgem nas fases mais avançadas da vida – principalmente o Alzheimer, que atinge 1,2 milhão de brasileiros.

(Disponível em: uper.abril.com.br/coluna/. Acesso em: 10/07/2024. Adaptado.) 

No excerto “O desenvolvimento de vacinas e antibióticos, além de condições mais humanas de saneamento básico, foi diminuindo as doenças infecciosas ao longo do século passado.” (2º§), a expressão “além de” tem a função de: 
Alternativas
Q3099040 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Guaraciaba, datada de 07/11/2001, são símbolos do Município representativos de sua cultura e história, EXCETO:
Alternativas
Q3099039 História e Geografia de Estados e Municípios
Santa Catarina apresenta uma variedade de formas de relevo que influenciam o clima e a economia local. Qual é a principal característica geográfica da região serrana do estado?
Alternativas
Q3099038 Conhecimentos Gerais
A inflação global em 2023 foi exacerbada por uma série de fatores, como a pandemia e tensões geopolíticas. Para conter a inflação, diversos países elevaram suas taxas de juros. Qual é o efeito esperado dessa medida?
Alternativas
Q3099037 Conhecimentos Gerais
Em 2023, o debate sobre a crise migratória global se intensificou devido a conflitos e mudanças climáticas. Em resposta, algumas nações endureceram políticas migratórias. Qual dos seguintes aspectos gera maior preocupação entre defensores dos direitos humanos em relação a essas novas políticas?
Alternativas
Q3099036 Conhecimentos Gerais
A Semana de Arte Moderna de 1922, realizada no Teatro Municipal de São Paulo, foi um marco no modernismo brasileiro. Entre os principais artistas e escritores que participaram do evento, quem foi um dos mais destacados ao defender uma ruptura com os padrões acadêmicos, buscando uma arte genuinamente brasileira?
Alternativas
Q3099035 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?


O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos, foi classificado na noite de terça-feira (8/10) como de categoria 5 — a mais grave.

Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e há um risco elevado de danos a construções e bloqueios em rodovias.

A previsão é que o furacão chegue à costa oeste da Flórida na noite de quarta-feira (09) ou na manhã de quinta-feira (10/10), no horário local, segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC).

Ainda na terça-feira, o presidente americano Joe Biden disse que o furacão pode ser o pior dos últimos cem anos nos Estados Unidos.

O presidente pediu que moradores da Flórida, que vivem na rota traçada como a mais provável da tempestade, deixem suas casas imediatamente.

"É uma questão de vida ou morte", disse o presidente americano.

Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros países periodicamente atingidos por fenômenos climáticos similares, o Brasil não precisa se preocupar tanto com isso?

Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil, as chances de que furacões ocorram por aqui são mínimas — a explicação é que a formação de um fenômeno desses depende de uma série de fatores que só foi registrada uma vez no país.

"Por enquanto, é quase impossível que um furacão atinja o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas também tenham alguma influência", diz Michael Pantera, meteorologista do Centro de Gerenciamento de Emergência de São Paulo.

A meteorologista Bianca Lobo, do Climatempo, explicou que um dos principais "combustíveis" para a formação de um furacão são as águas quentes do mar — que precisa estar acima de 27°C.

"No Brasil, nós não temos isso. As maiores temperaturas são registradas no mar do Nordeste, onde não passam de 26°C", diz.

"A umidade e a água quente do oceano que dão força a um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força", acrescenta Pantera.

Outro fator necessário para a formação de um furacão é o cisalhamento ou tesoura de vento — como são chamadas as mudanças de velocidade ou direção das correntes. 

Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos países localizados na linha do Equador, como o Brasil.

Meteorologistas afirmam que esse é um fator que também inviabilisa que uma tempestade formada no Caribe atinja o Brasil, já que ela perderia completamente a força ao se aproximar da linha do Equador.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjd59741yk9o adaptado)
"Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e há um risco elevado de danos a construções e bloqueios em rodovias." No trecho acima, a concordância verbal entre o verbo 'ultrapassar' e o sujeito 'os ventos' foi estabelecida de maneira correta. O mesmo ocorre nos enunciados a seguir, EXCETO em:
No trecho acima, a concordância verbal entre o verbo 'ultrapassar' e o sujeito 'os ventos' foi estabelecida de maneira correta. O mesmo ocorre nos enunciados a seguir, EXCETO em:
Alternativas
Q3099034 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?


O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos, foi classificado na noite de terça-feira (8/10) como de categoria 5 — a mais grave.

Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e há um risco elevado de danos a construções e bloqueios em rodovias.

A previsão é que o furacão chegue à costa oeste da Flórida na noite de quarta-feira (09) ou na manhã de quinta-feira (10/10), no horário local, segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC).

Ainda na terça-feira, o presidente americano Joe Biden disse que o furacão pode ser o pior dos últimos cem anos nos Estados Unidos.

O presidente pediu que moradores da Flórida, que vivem na rota traçada como a mais provável da tempestade, deixem suas casas imediatamente.

"É uma questão de vida ou morte", disse o presidente americano.

Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros países periodicamente atingidos por fenômenos climáticos similares, o Brasil não precisa se preocupar tanto com isso?

Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil, as chances de que furacões ocorram por aqui são mínimas — a explicação é que a formação de um fenômeno desses depende de uma série de fatores que só foi registrada uma vez no país.

"Por enquanto, é quase impossível que um furacão atinja o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas também tenham alguma influência", diz Michael Pantera, meteorologista do Centro de Gerenciamento de Emergência de São Paulo.

A meteorologista Bianca Lobo, do Climatempo, explicou que um dos principais "combustíveis" para a formação de um furacão são as águas quentes do mar — que precisa estar acima de 27°C.

"No Brasil, nós não temos isso. As maiores temperaturas são registradas no mar do Nordeste, onde não passam de 26°C", diz.

"A umidade e a água quente do oceano que dão força a um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força", acrescenta Pantera.

Outro fator necessário para a formação de um furacão é o cisalhamento ou tesoura de vento — como são chamadas as mudanças de velocidade ou direção das correntes. 

Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos países localizados na linha do Equador, como o Brasil.

Meteorologistas afirmam que esse é um fator que também inviabilisa que uma tempestade formada no Caribe atinja o Brasil, já que ela perderia completamente a força ao se aproximar da linha do Equador.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjd59741yk9o adaptado)
A alternativa em que o termo destacado é considerado termo essencial da oração é:
Alternativas
Q3099033 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?


O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos, foi classificado na noite de terça-feira (8/10) como de categoria 5 — a mais grave.

Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e há um risco elevado de danos a construções e bloqueios em rodovias.

A previsão é que o furacão chegue à costa oeste da Flórida na noite de quarta-feira (09) ou na manhã de quinta-feira (10/10), no horário local, segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC).

Ainda na terça-feira, o presidente americano Joe Biden disse que o furacão pode ser o pior dos últimos cem anos nos Estados Unidos.

O presidente pediu que moradores da Flórida, que vivem na rota traçada como a mais provável da tempestade, deixem suas casas imediatamente.

"É uma questão de vida ou morte", disse o presidente americano.

Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros países periodicamente atingidos por fenômenos climáticos similares, o Brasil não precisa se preocupar tanto com isso?

Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil, as chances de que furacões ocorram por aqui são mínimas — a explicação é que a formação de um fenômeno desses depende de uma série de fatores que só foi registrada uma vez no país.

"Por enquanto, é quase impossível que um furacão atinja o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas também tenham alguma influência", diz Michael Pantera, meteorologista do Centro de Gerenciamento de Emergência de São Paulo.

A meteorologista Bianca Lobo, do Climatempo, explicou que um dos principais "combustíveis" para a formação de um furacão são as águas quentes do mar — que precisa estar acima de 27°C.

"No Brasil, nós não temos isso. As maiores temperaturas são registradas no mar do Nordeste, onde não passam de 26°C", diz.

"A umidade e a água quente do oceano que dão força a um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força", acrescenta Pantera.

Outro fator necessário para a formação de um furacão é o cisalhamento ou tesoura de vento — como são chamadas as mudanças de velocidade ou direção das correntes. 

Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos países localizados na linha do Equador, como o Brasil.

Meteorologistas afirmam que esse é um fator que também inviabilisa que uma tempestade formada no Caribe atinja o Brasil, já que ela perderia completamente a força ao se aproximar da linha do Equador.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjd59741yk9o adaptado)
A meteorologista Bianca Lobo, do Climatempo, explicou que um dos principais "combustíveis" para a formação de um furacão são as águas quentes do mar - que precisa estar acima de 27°C.
No Brasil, nós não temos isso. As maiores temperaturas são registradas no mar do Nordeste, onde não passam de 26°C, diz.
O pronome 'isso' refere-se:
Alternativas
Q3099032 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?


O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos, foi classificado na noite de terça-feira (8/10) como de categoria 5 — a mais grave.

Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e há um risco elevado de danos a construções e bloqueios em rodovias.

A previsão é que o furacão chegue à costa oeste da Flórida na noite de quarta-feira (09) ou na manhã de quinta-feira (10/10), no horário local, segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC).

Ainda na terça-feira, o presidente americano Joe Biden disse que o furacão pode ser o pior dos últimos cem anos nos Estados Unidos.

O presidente pediu que moradores da Flórida, que vivem na rota traçada como a mais provável da tempestade, deixem suas casas imediatamente.

"É uma questão de vida ou morte", disse o presidente americano.

Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros países periodicamente atingidos por fenômenos climáticos similares, o Brasil não precisa se preocupar tanto com isso?

Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil, as chances de que furacões ocorram por aqui são mínimas — a explicação é que a formação de um fenômeno desses depende de uma série de fatores que só foi registrada uma vez no país.

"Por enquanto, é quase impossível que um furacão atinja o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas também tenham alguma influência", diz Michael Pantera, meteorologista do Centro de Gerenciamento de Emergência de São Paulo.

A meteorologista Bianca Lobo, do Climatempo, explicou que um dos principais "combustíveis" para a formação de um furacão são as águas quentes do mar — que precisa estar acima de 27°C.

"No Brasil, nós não temos isso. As maiores temperaturas são registradas no mar do Nordeste, onde não passam de 26°C", diz.

"A umidade e a água quente do oceano que dão força a um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força", acrescenta Pantera.

Outro fator necessário para a formação de um furacão é o cisalhamento ou tesoura de vento — como são chamadas as mudanças de velocidade ou direção das correntes. 

Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos países localizados na linha do Equador, como o Brasil.

Meteorologistas afirmam que esse é um fator que também inviabilisa que uma tempestade formada no Caribe atinja o Brasil, já que ela perderia completamente a força ao se aproximar da linha do Equador.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjd59741yk9o adaptado)
"A previsão é que o furacão chegue à costa oeste da Flórida na noite de quarta-feira (09) ou na manhã de quinta-feira (10/10), no horário local."
O verbo 'chegar' quando indica destino ou direção, deve reger a preposição 'a'.
Identifique nos trechos abaixo, o emprego INCORRETO do sinal indicativo de crase depois do verbo 'chegar'.
Alternativas
Q3099029 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?


O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos, foi classificado na noite de terça-feira (8/10) como de categoria 5 — a mais grave.

Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e há um risco elevado de danos a construções e bloqueios em rodovias.

A previsão é que o furacão chegue à costa oeste da Flórida na noite de quarta-feira (09) ou na manhã de quinta-feira (10/10), no horário local, segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC).

Ainda na terça-feira, o presidente americano Joe Biden disse que o furacão pode ser o pior dos últimos cem anos nos Estados Unidos.

O presidente pediu que moradores da Flórida, que vivem na rota traçada como a mais provável da tempestade, deixem suas casas imediatamente.

"É uma questão de vida ou morte", disse o presidente americano.

Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros países periodicamente atingidos por fenômenos climáticos similares, o Brasil não precisa se preocupar tanto com isso?

Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil, as chances de que furacões ocorram por aqui são mínimas — a explicação é que a formação de um fenômeno desses depende de uma série de fatores que só foi registrada uma vez no país.

"Por enquanto, é quase impossível que um furacão atinja o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas também tenham alguma influência", diz Michael Pantera, meteorologista do Centro de Gerenciamento de Emergência de São Paulo.

A meteorologista Bianca Lobo, do Climatempo, explicou que um dos principais "combustíveis" para a formação de um furacão são as águas quentes do mar — que precisa estar acima de 27°C.

"No Brasil, nós não temos isso. As maiores temperaturas são registradas no mar do Nordeste, onde não passam de 26°C", diz.

"A umidade e a água quente do oceano que dão força a um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força", acrescenta Pantera.

Outro fator necessário para a formação de um furacão é o cisalhamento ou tesoura de vento — como são chamadas as mudanças de velocidade ou direção das correntes. 

Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos países localizados na linha do Equador, como o Brasil.

Meteorologistas afirmam que esse é um fator que também inviabilisa que uma tempestade formada no Caribe atinja o Brasil, já que ela perderia completamente a força ao se aproximar da linha do Equador.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjd59741yk9o adaptado)
"Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros países periodicamente atingidos por fenômenos climáticos similares, o Brasil não precisa se preocupar tanto com isso."
O período acima é formado por predicado:
Alternativas
Q3099028 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?


O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos, foi classificado na noite de terça-feira (8/10) como de categoria 5 — a mais grave.

Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e há um risco elevado de danos a construções e bloqueios em rodovias.

A previsão é que o furacão chegue à costa oeste da Flórida na noite de quarta-feira (09) ou na manhã de quinta-feira (10/10), no horário local, segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC).

Ainda na terça-feira, o presidente americano Joe Biden disse que o furacão pode ser o pior dos últimos cem anos nos Estados Unidos.

O presidente pediu que moradores da Flórida, que vivem na rota traçada como a mais provável da tempestade, deixem suas casas imediatamente.

"É uma questão de vida ou morte", disse o presidente americano.

Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros países periodicamente atingidos por fenômenos climáticos similares, o Brasil não precisa se preocupar tanto com isso?

Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil, as chances de que furacões ocorram por aqui são mínimas — a explicação é que a formação de um fenômeno desses depende de uma série de fatores que só foi registrada uma vez no país.

"Por enquanto, é quase impossível que um furacão atinja o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas também tenham alguma influência", diz Michael Pantera, meteorologista do Centro de Gerenciamento de Emergência de São Paulo.

A meteorologista Bianca Lobo, do Climatempo, explicou que um dos principais "combustíveis" para a formação de um furacão são as águas quentes do mar — que precisa estar acima de 27°C.

"No Brasil, nós não temos isso. As maiores temperaturas são registradas no mar do Nordeste, onde não passam de 26°C", diz.

"A umidade e a água quente do oceano que dão força a um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força", acrescenta Pantera.

Outro fator necessário para a formação de um furacão é o cisalhamento ou tesoura de vento — como são chamadas as mudanças de velocidade ou direção das correntes. 

Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos países localizados na linha do Equador, como o Brasil.

Meteorologistas afirmam que esse é um fator que também inviabilisa que uma tempestade formada no Caribe atinja o Brasil, já que ela perderia completamente a força ao se aproximar da linha do Equador.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjd59741yk9o adaptado)
Analise as afirmativas a seguir:

I. São paroxítonas as palavras 'água', 'raro' e 'velocidade'.
II. A forma verbal 'há' é acentuada para simbolizar marca de plural.
III. 'Climáticos' é uma paroxítona, assim como 'ímpio'.
IV. O adjetivo 'impossível', ao ser transformado em seu substantivo correspondente, perde o acento.
V. São oxítonas 'país', 'fator', 'também' e 'pior'.

Estão corretas:
Alternativas
Q3099027 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?


O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos, foi classificado na noite de terça-feira (8/10) como de categoria 5 — a mais grave.

Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e há um risco elevado de danos a construções e bloqueios em rodovias.

A previsão é que o furacão chegue à costa oeste da Flórida na noite de quarta-feira (09) ou na manhã de quinta-feira (10/10), no horário local, segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC).

Ainda na terça-feira, o presidente americano Joe Biden disse que o furacão pode ser o pior dos últimos cem anos nos Estados Unidos.

O presidente pediu que moradores da Flórida, que vivem na rota traçada como a mais provável da tempestade, deixem suas casas imediatamente.

"É uma questão de vida ou morte", disse o presidente americano.

Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros países periodicamente atingidos por fenômenos climáticos similares, o Brasil não precisa se preocupar tanto com isso?

Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil, as chances de que furacões ocorram por aqui são mínimas — a explicação é que a formação de um fenômeno desses depende de uma série de fatores que só foi registrada uma vez no país.

"Por enquanto, é quase impossível que um furacão atinja o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas também tenham alguma influência", diz Michael Pantera, meteorologista do Centro de Gerenciamento de Emergência de São Paulo.

A meteorologista Bianca Lobo, do Climatempo, explicou que um dos principais "combustíveis" para a formação de um furacão são as águas quentes do mar — que precisa estar acima de 27°C.

"No Brasil, nós não temos isso. As maiores temperaturas são registradas no mar do Nordeste, onde não passam de 26°C", diz.

"A umidade e a água quente do oceano que dão força a um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força", acrescenta Pantera.

Outro fator necessário para a formação de um furacão é o cisalhamento ou tesoura de vento — como são chamadas as mudanças de velocidade ou direção das correntes. 

Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos países localizados na linha do Equador, como o Brasil.

Meteorologistas afirmam que esse é um fator que também inviabilisa que uma tempestade formada no Caribe atinja o Brasil, já que ela perderia completamente a força ao se aproximar da linha do Equador.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjd59741yk9o adaptado)
"Ainda na terça-feira , o presidente americano Joe Biden disse que o furacão pode ser o pior dos últimos cem anos nos Estados Unidos."
Com o Novo Acordo Ortográfico, o vocábulo 'terça-feira' permaneceu inalterado. Entretanto, diversas palavras passaram por modificações. Nas alternativas a seguir, identifique aquela que apresenta um vocábulo grafado de forma INCORRETA:
Alternativas
Q3099026 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?


O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos, foi classificado na noite de terça-feira (8/10) como de categoria 5 — a mais grave.

Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e há um risco elevado de danos a construções e bloqueios em rodovias.

A previsão é que o furacão chegue à costa oeste da Flórida na noite de quarta-feira (09) ou na manhã de quinta-feira (10/10), no horário local, segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC).

Ainda na terça-feira, o presidente americano Joe Biden disse que o furacão pode ser o pior dos últimos cem anos nos Estados Unidos.

O presidente pediu que moradores da Flórida, que vivem na rota traçada como a mais provável da tempestade, deixem suas casas imediatamente.

"É uma questão de vida ou morte", disse o presidente americano.

Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros países periodicamente atingidos por fenômenos climáticos similares, o Brasil não precisa se preocupar tanto com isso?

Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil, as chances de que furacões ocorram por aqui são mínimas — a explicação é que a formação de um fenômeno desses depende de uma série de fatores que só foi registrada uma vez no país.

"Por enquanto, é quase impossível que um furacão atinja o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas também tenham alguma influência", diz Michael Pantera, meteorologista do Centro de Gerenciamento de Emergência de São Paulo.

A meteorologista Bianca Lobo, do Climatempo, explicou que um dos principais "combustíveis" para a formação de um furacão são as águas quentes do mar — que precisa estar acima de 27°C.

"No Brasil, nós não temos isso. As maiores temperaturas são registradas no mar do Nordeste, onde não passam de 26°C", diz.

"A umidade e a água quente do oceano que dão força a um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força", acrescenta Pantera.

Outro fator necessário para a formação de um furacão é o cisalhamento ou tesoura de vento — como são chamadas as mudanças de velocidade ou direção das correntes. 

Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos países localizados na linha do Equador, como o Brasil.

Meteorologistas afirmam que esse é um fator que também inviabilisa que uma tempestade formada no Caribe atinja o Brasil, já que ela perderia completamente a força ao se aproximar da linha do Equador.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjd59741yk9o adaptado)
"...já que ela perderia completamente a força ao se aproximar da linha do Equador..."
O vocábulo destacado tem a mesma função sintática do termo destacado na alternativa:
Alternativas
Q3099025 Saúde Pública
A Rede Cegonha consiste em uma estratégia instituída no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) com o objetivo de assegurar os direitos reprodutivos e de saúde das mulheres e crianças, promovendo um ciclo de cuidados que abrange desde o planejamento reprodutivo até o acompanhamento no pós-parto. Sobre os componentes da Rede Cegonha, registre V, para verdadeiro, e F, para falso, nas afirmativas abaixo:

(__) O pré-natal é realizado nas unidades básicas de saúde do SUS, com acolhimento e captação precoce das mulheres que suspeitem ou já saibam da gestação.
(__) A gestante é vinculada a uma maternidade próxima à sua residência, favorecendo o acesso e a vaga sempre, para o momento do nascimento do bebê.
(__) Após o nascimento do bebê, a mulher continua seu cuidado na maternidade onde é orientada sobre a nova fase, cuidados com recém-nascido e planejamento das futuras gestações. Tanto a mãe quanto o filho após a alta da maternidade continuarão seus cuidados numa unidade básica de saúde.
Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/g/ gravidez/acoes-do-ministerio-da-saude

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3099024 Saúde Pública
 A prevenção de doenças crônicas e a promoção do envelhecimento saudável são aspectos fundamentais para a saúde pública, especialmente considerando o aumento da expectativa de vida e o crescimento da população idosa. Diante disso, são estratégias de prevenção de doenças crônicas e suas complicações:

I. Realizar exames regulares para identificar fatores de risco e doenças em estágios iniciais.
II. Incentivar a adoção de uma alimentação equilibrada, rica em frutas, verduras e alimentos integrais, além da redução do consumo de sal, açúcar e gorduras saturadas.
III. Estimular a prática regular de atividade física, adaptada às capacidades do idoso.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3099023 Enfermagem
Amamentar é muito mais do que nutrir a criança. É um processo que envolve uma interação profunda entre mãe e filho, com repercussões no estado nutricional da criança, em sua habilidade de se defender de infecções, em sua fisiologia e no seu desenvolvimento cognitivo e emocional.
Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a -z/a/aleitamento-materno
No que se refere aos benefícios da amamentação, registre V, para verdadeiro, e F, para falso, nas afirmativas abaixo:

(__) O leite materno é uma fonte sustentável de alimento, pois não gera poluição e não demanda energia, água ou combustível para sua produção, armazenamento e transporte, diferentemente dos substitutos do leite materno.
(__) O leite materno protege contra diarreias, infecções respiratórias e alergias. Diminui o risco de hipertensão, colesterol alto e diabetes, além de reduzir a chance de desenvolver obesidade.
(__) A amamentação oferece diversos benefícios à mulher. Amamentar reduz os riscos de hemorragia no pós-parto e diminui as chances de desenvolver câncer de mama, ovários e colo do útero no futuro. Além disso, fortalece o vínculo entre mãe e filho.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3099022 Saúde Pública
No Brasil, em 2019, a pressão arterial elevada foi responsável por mais de 110 mortes a cada 100 mil habitantes. A hipertensão, na maioria dos casos, não tem cura, mas pode ser controlada, e nem sempre o tratamento significa o uso de medicamentos.
Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/abril/ hipertensao-arterial-sistemica-saude-explica-o-que-e-quais-os-ris cos-e-como-prevenir-a-doenca-e-os-agravos
A prevenção e o controle da hipertensão arterial envolvem medidas que visam reduzir os fatores de risco, promover hábitos saudáveis e garantir o acompanhamento adequado dos pacientes. Nesse contexto, são estratégias de controle e prevenção da hipertensão arterial, EXCETO:
Alternativas
Q3099021 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
De acordo com a Lei Complementar nº 040, de 11/07/2012, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Guaraciaba/SC e dá outras providências, são formas de provimento de cargo público:

I. Nomeação.
II. Aproveitamento.
III. Reintegração.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
7881: D
7882: A
7883: C
7884: D
7885: A
7886: A
7887: A
7888: D
7889: D
7890: B
7891: A
7892: A
7893: D
7894: B
7895: B
7896: B
7897: C
7898: A
7899: B
7900: A