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Padrões de beleza: as consequências do encaixe na sociedade
Uma série de parâmetros que indica quem se encaixa nos padrões de beleza traz consequências sérias
Desde a antiguidade há a formação de padrões. Conforme o passar do tempo, os conceitos de beleza também mudaram. Algo que sempre integrou o imaginário social, esses padrões influenciaram a forma como muitas pessoas enxergam a si mesmas e, assim, trazem inúmeras consequências para a sociedade.
Na atualidade, os padrões de beleza possuem variedades locais, mas costumam envolver pessoas altas, magras e loiras. O grande problema é que muitos consideram a aparência divulgada nas redes sociais, em revistas e na TV como o modelo ideal de beleza a ser seguido. No entanto, essas imagens não refletem a completa realidade, porque muitas vezes possuem edições, filtros e efeitos. Assim, muitas pessoas começam a se inspirar em algo que é apenas uma ilusão, ou uma realidade criada com os recursos de mídia. A visão dos padrões
As pessoas passam cada vez mais a buscar e se encaixar nesses padrões e, muitas vezes, sequer reconhecem a existência dele. Começa, nesse ponto, a confusão entre gosto e os padrões de beleza.
Gosto é algo que varia de pessoa para pessoa e depende de suas vivências e experiências, já os padrões envolvem algo comum entre todos da sociedade. Quanto às aparências mais valorizadas, as que não são reconhecidas pela existência dos padrões de beleza, ganham mais valor por serem do gosto de cada um. O que impressiona é que, para ser uma particularidade, esse gosto é muito parecido entre todas as pessoas, e então dá-se o ciclo de padrões.
A tentativa de desconstrução dos padrões de beleza
É preocupante também que, na tentativa de desconstruir essa busca incessante por seguir aos padrões, muitos caem na armadilha de reforçá-los. Isso ocorre, por exemplo, quando as pessoas afirmam que o importante é a beleza interior, e não exterior.
Esse discurso, embora seja em parte muito rico, por mostrar que as características psicológicas e emocionais são mais importantes do que a aparência, acaba encerrando o debate sobre os padrões e, de certa forma, enfatizando-os. Isso acontece porque pressupõe que existem pessoas mais bonitas do que outras, mas que isso não deve ser tão levado em consideração.
Enquanto todas essas afirmações se propagam, os padrões de beleza são cada vez mais disseminados e passam a afetar a realidade de mais e mais pessoas.
Consequências das tentativas de encaixe
Como primeira consequência, podemos apontar a redução da autoestima, afinal, muitos começam a se comparar com pessoas consideradas bonitas e passam a questionar a própria beleza. Assim, podem passar a não gostar do que enxergam no espelho e a buscar se modificar para ficar mais próximo aos padrões. Maquiagens, intervenções estéticas, mudanças no cabelo e até mais edições nas próprias fotos.
Tudo isso começa a ter dimensões gigantes, e a grande maioria passa a tentar seguir esses padrões, fazendo o necessário para isso. O que muitos não conseguem notar é que essa prática, inúmeras vezes, ocasiona a perda da singularidade, pois é evidente que, ao seguir um mesmo modelo, todos passam a ficar, de certa maneira, parecidos.
Isso se agrava ainda mais quando as tentativas por se encaixar naquilo que é considerado bonito passam a afetar a saúde mental e física. Um exemplo são os transtornos alimentares, que refletem justamente a forma como a busca por um corpo “perfeito” pode prejudicar gravemente a saúde e a vida de uma pessoa.
Nesse cenário, a beleza é associada a um padrão, o que significa que algumas características são valorizadas e outras menosprezadas, fazendo com que alguns se encaixem mais e outros menos. E o que mais impressiona é que muitas pessoas insistem em negar a existência dos padrões e de seus aspectos negativos ao invés de questioná-los.
Então, fica a reflexão: não seria melhor lutar para desconstruir esses padrões de beleza do que continuar nessa busca insana por seguir um modelo ilusório que aprisiona e dita como as pessoas devem ser?
Por Camille Magri Garabosky – Fala! Cásper – Em 07/07/2021
https://falauniversidades.com.br/opiniao-padroes-de-beleza-as-consequencias-do-encaixe-na-sociedade/
Observe as palavras destacadas no trecho:
"Desde a antiguidade há a formação de padrões. Conforme o passar do tempo, os conceitos de beleza também mudaram. Algo que sempre integrou o imaginário social, esses padrões influenciaram a forma como muitas pessoas enxergam a si mesmas e, assim, trazem inúmeras consequências para a sociedade."
Assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para a acentuação gráfica das palavras "há" e "inúmeras", respectivamente.
Padrões de beleza: as consequências do encaixe na sociedade
Uma série de parâmetros que indica quem se encaixa nos padrões de beleza traz consequências sérias
Desde a antiguidade há a formação de padrões. Conforme o passar do tempo, os conceitos de beleza também mudaram. Algo que sempre integrou o imaginário social, esses padrões influenciaram a forma como muitas pessoas enxergam a si mesmas e, assim, trazem inúmeras consequências para a sociedade.
Na atualidade, os padrões de beleza possuem variedades locais, mas costumam envolver pessoas altas, magras e loiras. O grande problema é que muitos consideram a aparência divulgada nas redes sociais, em revistas e na TV como o modelo ideal de beleza a ser seguido. No entanto, essas imagens não refletem a completa realidade, porque muitas vezes possuem edições, filtros e efeitos. Assim, muitas pessoas começam a se inspirar em algo que é apenas uma ilusão, ou uma realidade criada com os recursos de mídia. A visão dos padrões
As pessoas passam cada vez mais a buscar e se encaixar nesses padrões e, muitas vezes, sequer reconhecem a existência dele. Começa, nesse ponto, a confusão entre gosto e os padrões de beleza.
Gosto é algo que varia de pessoa para pessoa e depende de suas vivências e experiências, já os padrões envolvem algo comum entre todos da sociedade. Quanto às aparências mais valorizadas, as que não são reconhecidas pela existência dos padrões de beleza, ganham mais valor por serem do gosto de cada um. O que impressiona é que, para ser uma particularidade, esse gosto é muito parecido entre todas as pessoas, e então dá-se o ciclo de padrões.
A tentativa de desconstrução dos padrões de beleza
É preocupante também que, na tentativa de desconstruir essa busca incessante por seguir aos padrões, muitos caem na armadilha de reforçá-los. Isso ocorre, por exemplo, quando as pessoas afirmam que o importante é a beleza interior, e não exterior.
Esse discurso, embora seja em parte muito rico, por mostrar que as características psicológicas e emocionais são mais importantes do que a aparência, acaba encerrando o debate sobre os padrões e, de certa forma, enfatizando-os. Isso acontece porque pressupõe que existem pessoas mais bonitas do que outras, mas que isso não deve ser tão levado em consideração.
Enquanto todas essas afirmações se propagam, os padrões de beleza são cada vez mais disseminados e passam a afetar a realidade de mais e mais pessoas.
Consequências das tentativas de encaixe
Como primeira consequência, podemos apontar a redução da autoestima, afinal, muitos começam a se comparar com pessoas consideradas bonitas e passam a questionar a própria beleza. Assim, podem passar a não gostar do que enxergam no espelho e a buscar se modificar para ficar mais próximo aos padrões. Maquiagens, intervenções estéticas, mudanças no cabelo e até mais edições nas próprias fotos.
Tudo isso começa a ter dimensões gigantes, e a grande maioria passa a tentar seguir esses padrões, fazendo o necessário para isso. O que muitos não conseguem notar é que essa prática, inúmeras vezes, ocasiona a perda da singularidade, pois é evidente que, ao seguir um mesmo modelo, todos passam a ficar, de certa maneira, parecidos.
Isso se agrava ainda mais quando as tentativas por se encaixar naquilo que é considerado bonito passam a afetar a saúde mental e física. Um exemplo são os transtornos alimentares, que refletem justamente a forma como a busca por um corpo “perfeito” pode prejudicar gravemente a saúde e a vida de uma pessoa.
Nesse cenário, a beleza é associada a um padrão, o que significa que algumas características são valorizadas e outras menosprezadas, fazendo com que alguns se encaixem mais e outros menos. E o que mais impressiona é que muitas pessoas insistem em negar a existência dos padrões e de seus aspectos negativos ao invés de questioná-los.
Então, fica a reflexão: não seria melhor lutar para desconstruir esses padrões de beleza do que continuar nessa busca insana por seguir um modelo ilusório que aprisiona e dita como as pessoas devem ser?
Por Camille Magri Garabosky – Fala! Cásper – Em 07/07/2021
https://falauniversidades.com.br/opiniao-padroes-de-beleza-as-consequencias-do-encaixe-na-sociedade/
Os pronomes destacados no trecho acima estão realizando coesão referencial, pois estão retomando ideias ou termos já mencionados no texto. Após analisar o emprego desses pronomes, aponte a opção que apresenta a coesão referencial correta.
Padrões de beleza: as consequências do encaixe na sociedade
Uma série de parâmetros que indica quem se encaixa nos padrões de beleza traz consequências sérias
Desde a antiguidade há a formação de padrões. Conforme o passar do tempo, os conceitos de beleza também mudaram. Algo que sempre integrou o imaginário social, esses padrões influenciaram a forma como muitas pessoas enxergam a si mesmas e, assim, trazem inúmeras consequências para a sociedade.
Na atualidade, os padrões de beleza possuem variedades locais, mas costumam envolver pessoas altas, magras e loiras. O grande problema é que muitos consideram a aparência divulgada nas redes sociais, em revistas e na TV como o modelo ideal de beleza a ser seguido. No entanto, essas imagens não refletem a completa realidade, porque muitas vezes possuem edições, filtros e efeitos. Assim, muitas pessoas começam a se inspirar em algo que é apenas uma ilusão, ou uma realidade criada com os recursos de mídia. A visão dos padrões
As pessoas passam cada vez mais a buscar e se encaixar nesses padrões e, muitas vezes, sequer reconhecem a existência dele. Começa, nesse ponto, a confusão entre gosto e os padrões de beleza.
Gosto é algo que varia de pessoa para pessoa e depende de suas vivências e experiências, já os padrões envolvem algo comum entre todos da sociedade. Quanto às aparências mais valorizadas, as que não são reconhecidas pela existência dos padrões de beleza, ganham mais valor por serem do gosto de cada um. O que impressiona é que, para ser uma particularidade, esse gosto é muito parecido entre todas as pessoas, e então dá-se o ciclo de padrões.
A tentativa de desconstrução dos padrões de beleza
É preocupante também que, na tentativa de desconstruir essa busca incessante por seguir aos padrões, muitos caem na armadilha de reforçá-los. Isso ocorre, por exemplo, quando as pessoas afirmam que o importante é a beleza interior, e não exterior.
Esse discurso, embora seja em parte muito rico, por mostrar que as características psicológicas e emocionais são mais importantes do que a aparência, acaba encerrando o debate sobre os padrões e, de certa forma, enfatizando-os. Isso acontece porque pressupõe que existem pessoas mais bonitas do que outras, mas que isso não deve ser tão levado em consideração.
Enquanto todas essas afirmações se propagam, os padrões de beleza são cada vez mais disseminados e passam a afetar a realidade de mais e mais pessoas.
Consequências das tentativas de encaixe
Como primeira consequência, podemos apontar a redução da autoestima, afinal, muitos começam a se comparar com pessoas consideradas bonitas e passam a questionar a própria beleza. Assim, podem passar a não gostar do que enxergam no espelho e a buscar se modificar para ficar mais próximo aos padrões. Maquiagens, intervenções estéticas, mudanças no cabelo e até mais edições nas próprias fotos.
Tudo isso começa a ter dimensões gigantes, e a grande maioria passa a tentar seguir esses padrões, fazendo o necessário para isso. O que muitos não conseguem notar é que essa prática, inúmeras vezes, ocasiona a perda da singularidade, pois é evidente que, ao seguir um mesmo modelo, todos passam a ficar, de certa maneira, parecidos.
Isso se agrava ainda mais quando as tentativas por se encaixar naquilo que é considerado bonito passam a afetar a saúde mental e física. Um exemplo são os transtornos alimentares, que refletem justamente a forma como a busca por um corpo “perfeito” pode prejudicar gravemente a saúde e a vida de uma pessoa.
Nesse cenário, a beleza é associada a um padrão, o que significa que algumas características são valorizadas e outras menosprezadas, fazendo com que alguns se encaixem mais e outros menos. E o que mais impressiona é que muitas pessoas insistem em negar a existência dos padrões e de seus aspectos negativos ao invés de questioná-los.
Então, fica a reflexão: não seria melhor lutar para desconstruir esses padrões de beleza do que continuar nessa busca insana por seguir um modelo ilusório que aprisiona e dita como as pessoas devem ser?
Por Camille Magri Garabosky – Fala! Cásper – Em 07/07/2021
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Observe o emprego da partícula “que” nos períodos a seguir e indique a opção que classifica corretamente a função desempenhada por ela.
I. “Um exemplo são os transtornos alimentares, que refletem justamente a forma como a busca por um corpo “perfeito” pode prejudicar gravemente a saúde e a vida de uma pessoa”.
II. “O grande problema é que muitos consideram a aparência divulgada nas redes sociais, em revistas e na TV como o modelo ideal de beleza a ser seguido”.
Padrões de beleza: as consequências do encaixe na sociedade
Uma série de parâmetros que indica quem se encaixa nos padrões de beleza traz consequências sérias
Desde a antiguidade há a formação de padrões. Conforme o passar do tempo, os conceitos de beleza também mudaram. Algo que sempre integrou o imaginário social, esses padrões influenciaram a forma como muitas pessoas enxergam a si mesmas e, assim, trazem inúmeras consequências para a sociedade.
Na atualidade, os padrões de beleza possuem variedades locais, mas costumam envolver pessoas altas, magras e loiras. O grande problema é que muitos consideram a aparência divulgada nas redes sociais, em revistas e na TV como o modelo ideal de beleza a ser seguido. No entanto, essas imagens não refletem a completa realidade, porque muitas vezes possuem edições, filtros e efeitos. Assim, muitas pessoas começam a se inspirar em algo que é apenas uma ilusão, ou uma realidade criada com os recursos de mídia. A visão dos padrões
As pessoas passam cada vez mais a buscar e se encaixar nesses padrões e, muitas vezes, sequer reconhecem a existência dele. Começa, nesse ponto, a confusão entre gosto e os padrões de beleza.
Gosto é algo que varia de pessoa para pessoa e depende de suas vivências e experiências, já os padrões envolvem algo comum entre todos da sociedade. Quanto às aparências mais valorizadas, as que não são reconhecidas pela existência dos padrões de beleza, ganham mais valor por serem do gosto de cada um. O que impressiona é que, para ser uma particularidade, esse gosto é muito parecido entre todas as pessoas, e então dá-se o ciclo de padrões.
A tentativa de desconstrução dos padrões de beleza
É preocupante também que, na tentativa de desconstruir essa busca incessante por seguir aos padrões, muitos caem na armadilha de reforçá-los. Isso ocorre, por exemplo, quando as pessoas afirmam que o importante é a beleza interior, e não exterior.
Esse discurso, embora seja em parte muito rico, por mostrar que as características psicológicas e emocionais são mais importantes do que a aparência, acaba encerrando o debate sobre os padrões e, de certa forma, enfatizando-os. Isso acontece porque pressupõe que existem pessoas mais bonitas do que outras, mas que isso não deve ser tão levado em consideração.
Enquanto todas essas afirmações se propagam, os padrões de beleza são cada vez mais disseminados e passam a afetar a realidade de mais e mais pessoas.
Consequências das tentativas de encaixe
Como primeira consequência, podemos apontar a redução da autoestima, afinal, muitos começam a se comparar com pessoas consideradas bonitas e passam a questionar a própria beleza. Assim, podem passar a não gostar do que enxergam no espelho e a buscar se modificar para ficar mais próximo aos padrões. Maquiagens, intervenções estéticas, mudanças no cabelo e até mais edições nas próprias fotos.
Tudo isso começa a ter dimensões gigantes, e a grande maioria passa a tentar seguir esses padrões, fazendo o necessário para isso. O que muitos não conseguem notar é que essa prática, inúmeras vezes, ocasiona a perda da singularidade, pois é evidente que, ao seguir um mesmo modelo, todos passam a ficar, de certa maneira, parecidos.
Isso se agrava ainda mais quando as tentativas por se encaixar naquilo que é considerado bonito passam a afetar a saúde mental e física. Um exemplo são os transtornos alimentares, que refletem justamente a forma como a busca por um corpo “perfeito” pode prejudicar gravemente a saúde e a vida de uma pessoa.
Nesse cenário, a beleza é associada a um padrão, o que significa que algumas características são valorizadas e outras menosprezadas, fazendo com que alguns se encaixem mais e outros menos. E o que mais impressiona é que muitas pessoas insistem em negar a existência dos padrões e de seus aspectos negativos ao invés de questioná-los.
Então, fica a reflexão: não seria melhor lutar para desconstruir esses padrões de beleza do que continuar nessa busca insana por seguir um modelo ilusório que aprisiona e dita como as pessoas devem ser?
Por Camille Magri Garabosky – Fala! Cásper – Em 07/07/2021
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Padrões de beleza: as consequências do encaixe na sociedade
Uma série de parâmetros que indica quem se encaixa nos padrões de beleza traz consequências sérias
Desde a antiguidade há a formação de padrões. Conforme o passar do tempo, os conceitos de beleza também mudaram. Algo que sempre integrou o imaginário social, esses padrões influenciaram a forma como muitas pessoas enxergam a si mesmas e, assim, trazem inúmeras consequências para a sociedade.
Na atualidade, os padrões de beleza possuem variedades locais, mas costumam envolver pessoas altas, magras e loiras. O grande problema é que muitos consideram a aparência divulgada nas redes sociais, em revistas e na TV como o modelo ideal de beleza a ser seguido. No entanto, essas imagens não refletem a completa realidade, porque muitas vezes possuem edições, filtros e efeitos. Assim, muitas pessoas começam a se inspirar em algo que é apenas uma ilusão, ou uma realidade criada com os recursos de mídia. A visão dos padrões
As pessoas passam cada vez mais a buscar e se encaixar nesses padrões e, muitas vezes, sequer reconhecem a existência dele. Começa, nesse ponto, a confusão entre gosto e os padrões de beleza.
Gosto é algo que varia de pessoa para pessoa e depende de suas vivências e experiências, já os padrões envolvem algo comum entre todos da sociedade. Quanto às aparências mais valorizadas, as que não são reconhecidas pela existência dos padrões de beleza, ganham mais valor por serem do gosto de cada um. O que impressiona é que, para ser uma particularidade, esse gosto é muito parecido entre todas as pessoas, e então dá-se o ciclo de padrões.
A tentativa de desconstrução dos padrões de beleza
É preocupante também que, na tentativa de desconstruir essa busca incessante por seguir aos padrões, muitos caem na armadilha de reforçá-los. Isso ocorre, por exemplo, quando as pessoas afirmam que o importante é a beleza interior, e não exterior.
Esse discurso, embora seja em parte muito rico, por mostrar que as características psicológicas e emocionais são mais importantes do que a aparência, acaba encerrando o debate sobre os padrões e, de certa forma, enfatizando-os. Isso acontece porque pressupõe que existem pessoas mais bonitas do que outras, mas que isso não deve ser tão levado em consideração.
Enquanto todas essas afirmações se propagam, os padrões de beleza são cada vez mais disseminados e passam a afetar a realidade de mais e mais pessoas.
Consequências das tentativas de encaixe
Como primeira consequência, podemos apontar a redução da autoestima, afinal, muitos começam a se comparar com pessoas consideradas bonitas e passam a questionar a própria beleza. Assim, podem passar a não gostar do que enxergam no espelho e a buscar se modificar para ficar mais próximo aos padrões. Maquiagens, intervenções estéticas, mudanças no cabelo e até mais edições nas próprias fotos.
Tudo isso começa a ter dimensões gigantes, e a grande maioria passa a tentar seguir esses padrões, fazendo o necessário para isso. O que muitos não conseguem notar é que essa prática, inúmeras vezes, ocasiona a perda da singularidade, pois é evidente que, ao seguir um mesmo modelo, todos passam a ficar, de certa maneira, parecidos.
Isso se agrava ainda mais quando as tentativas por se encaixar naquilo que é considerado bonito passam a afetar a saúde mental e física. Um exemplo são os transtornos alimentares, que refletem justamente a forma como a busca por um corpo “perfeito” pode prejudicar gravemente a saúde e a vida de uma pessoa.
Nesse cenário, a beleza é associada a um padrão, o que significa que algumas características são valorizadas e outras menosprezadas, fazendo com que alguns se encaixem mais e outros menos. E o que mais impressiona é que muitas pessoas insistem em negar a existência dos padrões e de seus aspectos negativos ao invés de questioná-los.
Então, fica a reflexão: não seria melhor lutar para desconstruir esses padrões de beleza do que continuar nessa busca insana por seguir um modelo ilusório que aprisiona e dita como as pessoas devem ser?
Por Camille Magri Garabosky – Fala! Cásper – Em 07/07/2021
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I. Em “padrões”, ocorre um hiato.
II. Em “variedades”, ocorre um hiato.
III. Em “atualidade”, ocorre um ditongo crescente.
IV. Em “locais e loiras”, ocorre ditongo decrescente.
Padrões de beleza: as consequências do encaixe na sociedade
Uma série de parâmetros que indica quem se encaixa nos padrões de beleza traz consequências sérias
Desde a antiguidade há a formação de padrões. Conforme o passar do tempo, os conceitos de beleza também mudaram. Algo que sempre integrou o imaginário social, esses padrões influenciaram a forma como muitas pessoas enxergam a si mesmas e, assim, trazem inúmeras consequências para a sociedade.
Na atualidade, os padrões de beleza possuem variedades locais, mas costumam envolver pessoas altas, magras e loiras. O grande problema é que muitos consideram a aparência divulgada nas redes sociais, em revistas e na TV como o modelo ideal de beleza a ser seguido. No entanto, essas imagens não refletem a completa realidade, porque muitas vezes possuem edições, filtros e efeitos. Assim, muitas pessoas começam a se inspirar em algo que é apenas uma ilusão, ou uma realidade criada com os recursos de mídia. A visão dos padrões
As pessoas passam cada vez mais a buscar e se encaixar nesses padrões e, muitas vezes, sequer reconhecem a existência dele. Começa, nesse ponto, a confusão entre gosto e os padrões de beleza.
Gosto é algo que varia de pessoa para pessoa e depende de suas vivências e experiências, já os padrões envolvem algo comum entre todos da sociedade. Quanto às aparências mais valorizadas, as que não são reconhecidas pela existência dos padrões de beleza, ganham mais valor por serem do gosto de cada um. O que impressiona é que, para ser uma particularidade, esse gosto é muito parecido entre todas as pessoas, e então dá-se o ciclo de padrões.
A tentativa de desconstrução dos padrões de beleza
É preocupante também que, na tentativa de desconstruir essa busca incessante por seguir aos padrões, muitos caem na armadilha de reforçá-los. Isso ocorre, por exemplo, quando as pessoas afirmam que o importante é a beleza interior, e não exterior.
Esse discurso, embora seja em parte muito rico, por mostrar que as características psicológicas e emocionais são mais importantes do que a aparência, acaba encerrando o debate sobre os padrões e, de certa forma, enfatizando-os. Isso acontece porque pressupõe que existem pessoas mais bonitas do que outras, mas que isso não deve ser tão levado em consideração.
Enquanto todas essas afirmações se propagam, os padrões de beleza são cada vez mais disseminados e passam a afetar a realidade de mais e mais pessoas.
Consequências das tentativas de encaixe
Como primeira consequência, podemos apontar a redução da autoestima, afinal, muitos começam a se comparar com pessoas consideradas bonitas e passam a questionar a própria beleza. Assim, podem passar a não gostar do que enxergam no espelho e a buscar se modificar para ficar mais próximo aos padrões. Maquiagens, intervenções estéticas, mudanças no cabelo e até mais edições nas próprias fotos.
Tudo isso começa a ter dimensões gigantes, e a grande maioria passa a tentar seguir esses padrões, fazendo o necessário para isso. O que muitos não conseguem notar é que essa prática, inúmeras vezes, ocasiona a perda da singularidade, pois é evidente que, ao seguir um mesmo modelo, todos passam a ficar, de certa maneira, parecidos.
Isso se agrava ainda mais quando as tentativas por se encaixar naquilo que é considerado bonito passam a afetar a saúde mental e física. Um exemplo são os transtornos alimentares, que refletem justamente a forma como a busca por um corpo “perfeito” pode prejudicar gravemente a saúde e a vida de uma pessoa.
Nesse cenário, a beleza é associada a um padrão, o que significa que algumas características são valorizadas e outras menosprezadas, fazendo com que alguns se encaixem mais e outros menos. E o que mais impressiona é que muitas pessoas insistem em negar a existência dos padrões e de seus aspectos negativos ao invés de questioná-los.
Então, fica a reflexão: não seria melhor lutar para desconstruir esses padrões de beleza do que continuar nessa busca insana por seguir um modelo ilusório que aprisiona e dita como as pessoas devem ser?
Por Camille Magri Garabosky – Fala! Cásper – Em 07/07/2021
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Padrões de beleza: as consequências do encaixe na sociedade
Uma série de parâmetros que indica quem se encaixa nos padrões de beleza traz consequências sérias
Desde a antiguidade há a formação de padrões. Conforme o passar do tempo, os conceitos de beleza também mudaram. Algo que sempre integrou o imaginário social, esses padrões influenciaram a forma como muitas pessoas enxergam a si mesmas e, assim, trazem inúmeras consequências para a sociedade.
Na atualidade, os padrões de beleza possuem variedades locais, mas costumam envolver pessoas altas, magras e loiras. O grande problema é que muitos consideram a aparência divulgada nas redes sociais, em revistas e na TV como o modelo ideal de beleza a ser seguido. No entanto, essas imagens não refletem a completa realidade, porque muitas vezes possuem edições, filtros e efeitos. Assim, muitas pessoas começam a se inspirar em algo que é apenas uma ilusão, ou uma realidade criada com os recursos de mídia. A visão dos padrões
As pessoas passam cada vez mais a buscar e se encaixar nesses padrões e, muitas vezes, sequer reconhecem a existência dele. Começa, nesse ponto, a confusão entre gosto e os padrões de beleza.
Gosto é algo que varia de pessoa para pessoa e depende de suas vivências e experiências, já os padrões envolvem algo comum entre todos da sociedade. Quanto às aparências mais valorizadas, as que não são reconhecidas pela existência dos padrões de beleza, ganham mais valor por serem do gosto de cada um. O que impressiona é que, para ser uma particularidade, esse gosto é muito parecido entre todas as pessoas, e então dá-se o ciclo de padrões.
A tentativa de desconstrução dos padrões de beleza
É preocupante também que, na tentativa de desconstruir essa busca incessante por seguir aos padrões, muitos caem na armadilha de reforçá-los. Isso ocorre, por exemplo, quando as pessoas afirmam que o importante é a beleza interior, e não exterior.
Esse discurso, embora seja em parte muito rico, por mostrar que as características psicológicas e emocionais são mais importantes do que a aparência, acaba encerrando o debate sobre os padrões e, de certa forma, enfatizando-os. Isso acontece porque pressupõe que existem pessoas mais bonitas do que outras, mas que isso não deve ser tão levado em consideração.
Enquanto todas essas afirmações se propagam, os padrões de beleza são cada vez mais disseminados e passam a afetar a realidade de mais e mais pessoas.
Consequências das tentativas de encaixe
Como primeira consequência, podemos apontar a redução da autoestima, afinal, muitos começam a se comparar com pessoas consideradas bonitas e passam a questionar a própria beleza. Assim, podem passar a não gostar do que enxergam no espelho e a buscar se modificar para ficar mais próximo aos padrões. Maquiagens, intervenções estéticas, mudanças no cabelo e até mais edições nas próprias fotos.
Tudo isso começa a ter dimensões gigantes, e a grande maioria passa a tentar seguir esses padrões, fazendo o necessário para isso. O que muitos não conseguem notar é que essa prática, inúmeras vezes, ocasiona a perda da singularidade, pois é evidente que, ao seguir um mesmo modelo, todos passam a ficar, de certa maneira, parecidos.
Isso se agrava ainda mais quando as tentativas por se encaixar naquilo que é considerado bonito passam a afetar a saúde mental e física. Um exemplo são os transtornos alimentares, que refletem justamente a forma como a busca por um corpo “perfeito” pode prejudicar gravemente a saúde e a vida de uma pessoa.
Nesse cenário, a beleza é associada a um padrão, o que significa que algumas características são valorizadas e outras menosprezadas, fazendo com que alguns se encaixem mais e outros menos. E o que mais impressiona é que muitas pessoas insistem em negar a existência dos padrões e de seus aspectos negativos ao invés de questioná-los.
Então, fica a reflexão: não seria melhor lutar para desconstruir esses padrões de beleza do que continuar nessa busca insana por seguir um modelo ilusório que aprisiona e dita como as pessoas devem ser?
Por Camille Magri Garabosky – Fala! Cásper – Em 07/07/2021
https://falauniversidades.com.br/opiniao-padroes-de-beleza-as-consequencias-do-encaixe-na-sociedade/
Padrões de beleza: as consequências do encaixe na sociedade
Uma série de parâmetros que indica quem se encaixa nos padrões de beleza traz consequências sérias
Desde a antiguidade há a formação de padrões. Conforme o passar do tempo, os conceitos de beleza também mudaram. Algo que sempre integrou o imaginário social, esses padrões influenciaram a forma como muitas pessoas enxergam a si mesmas e, assim, trazem inúmeras consequências para a sociedade.
Na atualidade, os padrões de beleza possuem variedades locais, mas costumam envolver pessoas altas, magras e loiras. O grande problema é que muitos consideram a aparência divulgada nas redes sociais, em revistas e na TV como o modelo ideal de beleza a ser seguido. No entanto, essas imagens não refletem a completa realidade, porque muitas vezes possuem edições, filtros e efeitos. Assim, muitas pessoas começam a se inspirar em algo que é apenas uma ilusão, ou uma realidade criada com os recursos de mídia. A visão dos padrões
As pessoas passam cada vez mais a buscar e se encaixar nesses padrões e, muitas vezes, sequer reconhecem a existência dele. Começa, nesse ponto, a confusão entre gosto e os padrões de beleza.
Gosto é algo que varia de pessoa para pessoa e depende de suas vivências e experiências, já os padrões envolvem algo comum entre todos da sociedade. Quanto às aparências mais valorizadas, as que não são reconhecidas pela existência dos padrões de beleza, ganham mais valor por serem do gosto de cada um. O que impressiona é que, para ser uma particularidade, esse gosto é muito parecido entre todas as pessoas, e então dá-se o ciclo de padrões.
A tentativa de desconstrução dos padrões de beleza
É preocupante também que, na tentativa de desconstruir essa busca incessante por seguir aos padrões, muitos caem na armadilha de reforçá-los. Isso ocorre, por exemplo, quando as pessoas afirmam que o importante é a beleza interior, e não exterior.
Esse discurso, embora seja em parte muito rico, por mostrar que as características psicológicas e emocionais são mais importantes do que a aparência, acaba encerrando o debate sobre os padrões e, de certa forma, enfatizando-os. Isso acontece porque pressupõe que existem pessoas mais bonitas do que outras, mas que isso não deve ser tão levado em consideração.
Enquanto todas essas afirmações se propagam, os padrões de beleza são cada vez mais disseminados e passam a afetar a realidade de mais e mais pessoas.
Consequências das tentativas de encaixe
Como primeira consequência, podemos apontar a redução da autoestima, afinal, muitos começam a se comparar com pessoas consideradas bonitas e passam a questionar a própria beleza. Assim, podem passar a não gostar do que enxergam no espelho e a buscar se modificar para ficar mais próximo aos padrões. Maquiagens, intervenções estéticas, mudanças no cabelo e até mais edições nas próprias fotos.
Tudo isso começa a ter dimensões gigantes, e a grande maioria passa a tentar seguir esses padrões, fazendo o necessário para isso. O que muitos não conseguem notar é que essa prática, inúmeras vezes, ocasiona a perda da singularidade, pois é evidente que, ao seguir um mesmo modelo, todos passam a ficar, de certa maneira, parecidos.
Isso se agrava ainda mais quando as tentativas por se encaixar naquilo que é considerado bonito passam a afetar a saúde mental e física. Um exemplo são os transtornos alimentares, que refletem justamente a forma como a busca por um corpo “perfeito” pode prejudicar gravemente a saúde e a vida de uma pessoa.
Nesse cenário, a beleza é associada a um padrão, o que significa que algumas características são valorizadas e outras menosprezadas, fazendo com que alguns se encaixem mais e outros menos. E o que mais impressiona é que muitas pessoas insistem em negar a existência dos padrões e de seus aspectos negativos ao invés de questioná-los.
Então, fica a reflexão: não seria melhor lutar para desconstruir esses padrões de beleza do que continuar nessa busca insana por seguir um modelo ilusório que aprisiona e dita como as pessoas devem ser?
Por Camille Magri Garabosky – Fala! Cásper – Em 07/07/2021
https://falauniversidades.com.br/opiniao-padroes-de-beleza-as-consequencias-do-encaixe-na-sociedade/
Durante uma visita domiciliar de rotina, o Agente Comunitário de Saúde (ACS) José observa que Dona Maria, uma idosa de 76 anos, apresenta dificuldades de locomoção, refere dores nos joelhos, tem esquecido de tomar seus medicamentos de uso contínuo (para hipertensão) e relata episódios recentes de tontura. Ao observar cuidadosamente o ambiente doméstico, o ACS identifica tapetes soltos, iluminação fraca e degraus altos na entrada. Dona Maria também conta que se sente sozinha e triste, especialmente desde que perdeu uma amiga próxima. Ela não participa de grupos da comunidade e raramente vai à Unidade de Saúde.
Com base no caso de Dona Maria, analise as afirmativas a seguir sobre as atribuições do ACS:
I- Registrar a situação em prontuário e orientar Dona Maria e seus familiares sobre mudanças simples que podem reduzir o risco de quedas, comunicando à equipe da ESF.
II- O ACS decide administrar o medicamento anti-hipertensivo diretamente à idosa todos os dias.
III- Ao escutar Dona Maria e identificar sinais de tristeza e isolamento, o ACS pode incentivá-la a participar de grupos de convivência ou atividades na Unidade de Saúde, promovendo envelhecimento ativo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Durante uma visita domiciliar de rotina, a Agente Comunitária de Saúde (ACS) Maria percebe que o pequeno João de Souza, de 2 anos, apresenta dificuldades na fala e parece não responder adequadamente quando é chamado pelo nome. Sua mãe, dona Luciana, relata que ele não frequenta a creche, raramente interage com outras crianças e ainda não começou a formar frases — apenas emite sons isolados. Além disso, a mãe relata que João costuma ficar assistindo televisão a maior parte do dia e tem uma alimentação pobre em frutas, verduras e carnes. As vacinas estão em atraso e o cartão de vacinação está incompleto.
Após análise do caso, leia as afirmativas a seguir sobre as atribuições do Agente Comunitário de Saúde (ACS):
I- Identificar sinais de risco à saúde da criança durante a visita domiciliar e comunicar à equipe da Estratégia Saúde da Família, promovendo o vínculo entre comunidade e serviço de saúde.
II- Alertar sobre os malefícios do excesso de tela e orientar sobre brincadeiras que estimulem o desenvolvimento da linguagem e da interação social.
III- Corrigir diretamente o cartão de vacinação com informações disponíveis na visita domiciliar.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
No que se refere à atuação do Agente Comunitário de Saúde na promoção da equidade em sexualidade e gênero e ao que compete a esse profissional realizar no contexto do seu trabalho nesse mister, analise as afirmativas a seguir:
I- Buscar capacitação constante sobre diversidade sexual e de gênero, bem como sobre o princípio da equidade no SUS.
II- Tratar todas as pessoas com respeito, evitando discriminações e preconceitos com base no gênero ou orientação sexual.
III- Estar ciente dos marcos legais que amparam o trabalho com a diversidade e os direitos humanos, garantindo um atendimento seguro e ético.
É CORRETO o que se afirma em:
Como Agente Comunitário de Saúde, sua atenção na coleta e no preenchimento adequado do quesito raça, cor, etnia; e de todas as outras informações é igualmente importante para o diagnóstico da situação de saúde da população e para a elaboração de ações e práticas de saúde universais, integrais e, sobretudo, mais equânimes e antirracistas. Pelo exposto, analise as afirmativas a seguir:
I- Raça é considerada uma categoria coletivamente construída para diferenciar grupos que se interrelacionam, formando uma unidade social perante as outras distintas à sua.
II- O conceito de etnia tem sido moldado por critérios sociais e históricos, com base, principalmente, em traços fenotípicos e culturais observados nos indivíduos.
III- O racismo envolve práticas fundamentadas na crença de que uma raça é superior a outra. Essas práticas podem se manifestar no comportamento individual, em instituições ou até mesmo no âmbito político.
IV- Racismo ambiental é um conceito construído por ativistas e intelectuais negros norte-americanos, utilizado desde a década de 1980, no qual pontuam, além da degradação, a ausência de pessoas negras nos espaços de decisão.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Sobre o planejamento das atividades no cotidiano dos Agente Comunitário de Saúde (ACS), analise as afirmativas a seguir:
I- No que se refere às ações de saúde, o planejamento participativo é o menos recomendado, uma vez que permite opiniões de diversos atores/participantes, tornando-o de difícil execução e menos fidedigno à realidade.
II- O planejamento deve priorizar as famílias em risco e as que pertencem aos grupos prioritários, posto que precisam ser acompanhadas com maior frequência.
III- O diagnóstico da comunidade representa uma leitura da realidade local. Dessa forma, permite ao ACS demonstrar a importância e o valor do seu trabalho, pois vai descrever como estava a situação de saúde antes e como ficou depois de algum tempo, demonstrando assim as melhorias alcançadas.
IV- A avaliação deve acompanhar toda a fase inicial, sendo dispensável ao longo do processo. Quando realizada após a execução, pode revelar necessidade de novo diagnóstico ou reformulação do já existente, causando atraso no cronograma já estipulado, bem como prejudicar todo o processo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Sobre a atuação intersetorial, ação esta que deve ser desenvolvida no cotidiano do trabalho dos ACS, analise as afirmativas a seguir:
I- A intersetorialidade possibilita que ações de outros setores da sociedade colaborem com o setor saúde para alcançar resultados mais duradouros e sustentáveis.
II- Durante as visitas domiciliares, o ACS identifica que uma criança de 12 anos está fora da escola e ajudando os pais em atividades informais de trabalho. Avaliando a situação da família e entendendo que a renda trazida pelo adolescente é importante para a manutenção da família, o ACS considera a situação dentro da legalidade.
III- Durante uma visita domiciliar de rotina, o ACS percebe que uma criança de 7 anos está apresentando sinais de desnutrição (magreza acentuada, palidez) e a mãe relata que a escola a chamou para conversar porque o desempenho da criança caiu muito. A família está em situação de vulnerabilidade social, com renda muito baixa. O ACS identifica que o problema envolve saúde, educação e assistência social. Então, ele articula uma ação intersetorial.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Dentre as atribuições do Agente Comunitário de Saúde (ACS), destaca-se a visita domiciliar. Neste sentido, analise as afirmativas a seguir:
I- A permissão de entrada em uma casa representa algo muito significativo, que envolve confiança no ACS e merece todo o respeito. É o que poderia ser chamado de “procedimento de alta complexidade” ou pelo menos de “alta delicadeza”.
II- Visando a um maior vínculo, é interessante combinar com a família o melhor horário para a realização da visita para não atrapalhar os afazeres da casa.
III- É por meio da visita domiciliar e da sua inserção na comunidade que o agente vai compreendendo a forma de viver, os códigos, as crenças, enfim, a dinâmica de vida das famílias por ele acompanhadas. Avisita domiciliar requer, contudo, um saber-fazer que se aprende no cotidiano, mas pode e deve se basear em algumas condutas que demonstrem respeito, atenção, valorização, compromisso e ética.
IV- Todas as famílias e pessoas do seu território devem ser acompanhadas por meio da visita domiciliar, na qual se desenvolvem várias ações, com exceção da educação em saúde, posto que esta ação deve ocorrer nos diversos espaços comunitários e não nas residências.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Observe o caso clínico abaixo para responder à questão.
Caso Clínico:
Nome: João da Silva; Idade: 62 anos; Sexo: Masculino; Ocupação: Aposentado.
Histórico Médico: Diabetes Mellitus tipo 2 há 10 anos; Hipertensão arterial sistêmica; Obesidade (IMC: 32); Tabagista até 2 anos atrás; Sedentarismo.
Primeiro Ponto de Atenção: Unidade Básica de Saúde (UBS)
Motivo da consulta: “Pé machucado que não sara direito”.
Avaliação: Durante consulta de rotina com o médico da equipe de Saúde da Família, Seu João relata uma ferida no pé direito há 15 dias, com secreção, dor e dificuldade de cicatrização. Exame físico mostra uma úlcera com sinais de infecção. Glicemia capilar no momento: 285 mg/dL.
Conduta na UBS: Curativo na ferida; encaminhamento imediato para avaliação no Ambulatório de Feridas do Centro de Especialidades; solicitação de exames laboratoriais (hemograma, HbA1c, função renal); agendamento com nutricionista e enfermagem para plano de cuidado; avaliação do pé diabético; encaminhamento para endocrinologista via regulação; início de antibiótico oral.
Segundo Ponto de Atenção: Centro de Especialidades (Ambulatório de Feridas)
Atenção Ambulatorial Especializada: O paciente é avaliado por enfermeiro especialista em feridas e médico da clínica médica.
Identificada infecção moderada e risco de evolução para amputação se não houver controle glicêmico e cuidados rigorosos.
Condutas: Curativos com técnica avançada; encaminhamento para angiologista para avaliação da circulação periférica; reforço da solicitação de endocrinologista; início de acompanhamento semanal.
Terceiro Ponto: Atenção Especializada – Endocrinologia e Angiologia
Endocrinologista: Início de insulinoterapia intensiva; revisão de todos os medicamentos; reforço da importância do controle glicêmico rigoroso.
Angiologista: Exame de Doppler: presença de insuficiência vascular periférica moderada; encaminhamento para avaliação com cirurgia vascular, caso não haja melhora clínica.
Quarto Ponto: Apoio Matricial e Multi
Nutricionista: Plano alimentar específico para diabetes e obesidade
Quinto Ponto: Hospital (Atenção Hospitalar – Caso Necessário)
Durante o acompanhamento, a ferida apresenta piora e o paciente é internado em hospital de média complexidade para tratamento com antibióticos venosos, controle metabólico intensivo e avaliação para desbridamento cirúrgico da ferida.
Último Ponto: Atenção Domiciliar (Melhoria e Retorno à UBS) Após alta hospitalar, Seu João retorna para cuidados domiciliares e é acompanhado pela equipe de Atenção Domiciliar vinculada à UBS.
Ações: Atendimento domiciliar da enfermagem; monitoramento da glicemia; continuidade dos curativos; suporte para adesão ao tratamento e autocuidado.
Observe o caso clínico abaixo para responder à questão.
Caso Clínico:
Nome: João da Silva; Idade: 62 anos; Sexo: Masculino; Ocupação: Aposentado.
Histórico Médico: Diabetes Mellitus tipo 2 há 10 anos; Hipertensão arterial sistêmica; Obesidade (IMC: 32); Tabagista até 2 anos atrás; Sedentarismo.
Primeiro Ponto de Atenção: Unidade Básica de Saúde (UBS)
Motivo da consulta: “Pé machucado que não sara direito”.
Avaliação: Durante consulta de rotina com o médico da equipe de Saúde da Família, Seu João relata uma ferida no pé direito há 15 dias, com secreção, dor e dificuldade de cicatrização. Exame físico mostra uma úlcera com sinais de infecção. Glicemia capilar no momento: 285 mg/dL.
Conduta na UBS: Curativo na ferida; encaminhamento imediato para avaliação no Ambulatório de Feridas do Centro de Especialidades; solicitação de exames laboratoriais (hemograma, HbA1c, função renal); agendamento com nutricionista e enfermagem para plano de cuidado; avaliação do pé diabético; encaminhamento para endocrinologista via regulação; início de antibiótico oral.
Segundo Ponto de Atenção: Centro de Especialidades (Ambulatório de Feridas)
Atenção Ambulatorial Especializada: O paciente é avaliado por enfermeiro especialista em feridas e médico da clínica médica.
Identificada infecção moderada e risco de evolução para amputação se não houver controle glicêmico e cuidados rigorosos.
Condutas: Curativos com técnica avançada; encaminhamento para angiologista para avaliação da circulação periférica; reforço da solicitação de endocrinologista; início de acompanhamento semanal.
Terceiro Ponto: Atenção Especializada – Endocrinologia e Angiologia
Endocrinologista: Início de insulinoterapia intensiva; revisão de todos os medicamentos; reforço da importância do controle glicêmico rigoroso.
Angiologista: Exame de Doppler: presença de insuficiência vascular periférica moderada; encaminhamento para avaliação com cirurgia vascular, caso não haja melhora clínica.
Quarto Ponto: Apoio Matricial e Multi
Nutricionista: Plano alimentar específico para diabetes e obesidade
Quinto Ponto: Hospital (Atenção Hospitalar – Caso Necessário)
Durante o acompanhamento, a ferida apresenta piora e o paciente é internado em hospital de média complexidade para tratamento com antibióticos venosos, controle metabólico intensivo e avaliação para desbridamento cirúrgico da ferida.
Último Ponto: Atenção Domiciliar (Melhoria e Retorno à UBS) Após alta hospitalar, Seu João retorna para cuidados domiciliares e é acompanhado pela equipe de Atenção Domiciliar vinculada à UBS.
Ações: Atendimento domiciliar da enfermagem; monitoramento da glicemia; continuidade dos curativos; suporte para adesão ao tratamento e autocuidado.