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Os gliomas das vias ópticas representam o tumor intraconal mais comum da infância, têm aspecto de imagem específico à tomografia computadorizada e à ressonância magnética, e comprometimento bilateral é virtualmente diagnóstico de neurofibromatose 1.
Em portadores de retinoblastoma hereditário, a avaliação por imagem deve incluir todo o conteúdo craniano, pois o achado de lesões nas regiões pineal e parasselar indica doença metastática e influencia a conduta terapêutica e o prognóstico.
Na avaliação por tomografia computadorizada de criança com leucocoria, o achado de calcificação em lesão intraocular é específico para retinoblastoma, permitindo distinguir esta condição de outras lesões.
O retinoblastoma é a causa mais comum de leucocoria, que pode ser decorrente também de outras condições, denominadas pseudorretinoblastomas, as quais incluem doença de Coats, vítreo primário hiperplásico persistente, endoftalmite larvar e fibroplasia retrolental.
O sinal da cauda dural, que pode ser encontrado tanto em lesões extra-axiais como em lesões intra-axiais, de natureza neoplásica ou inflamatória, não é indicador específico de infiltração tumoral meníngea quando associado a tumor intracraniano, podendo representar apenas um processo reativo, caracterizado por vasocongestão e edema intersticial da dura-máter.
A espectroscopia de prótons por RM permite distinguir tumor recorrente de radionecrose, pois esta mostra desaparecimento de todos os metabólitos do espectro, à exceção dos lipídios livres, e o tumor recorrente ou residual apresenta pico persistente de colina e relação colina/N-acetil aspartato elevada.
A espectroscopia de prótons por RM permite discriminar infiltração tumoral de edema vasogênico perilesional, uma vez que este não modifica as razões metabólicas do espectro e aquela usualmente mostra aumento da colina e redução do N-acetil aspartato.
As ações e serviços públicos de saúde não são considerados de relevância pública, podendo sua execução ser feita diretamente ou por terceiros e, também, por pessoa física ou jurídica de direito privado.
As ações e serviços públicos de saúde executados pelo SUS devem ser organizados de forma regionalizada e hierarquizados em nível de complexidade crescente.
As regiões de saúde podem ser intermunicipais, intermunicipais, interestaduais e fronteiriças.
As regiões de saúde são recortes territoriais em espaço geográfico contínuo, identificadas pelos gestores municipais e estaduais a partir de identidades comuns culturais, econômicas ou sociais e da existência de interligações por redes de comunicação, infraestrutura ou transportes.
O Pacto de Gestão estabelece diretrizes para a gestão do sistema nos aspectos da participação e do controle social.
O Pacto em Defesa do SUS define as prioridades para o SUS.
O Pacto pela Vida propõe uma agenda de repolitização do SUS com a sociedade e a busca de financiamento adequado.
O trabalho desenvolvido pelo servidor público perante a comunidade não deve ser entendido como acréscimo ao seu próprio bem-estar.
A remuneração do servidor público é custeada pelos tributos pagos direta ou indiretamente por todos, e por isso se exige, como contrapartida, que a moralidade administrativa se integre no direito, como elemento indissociável de sua aplicação e de sua finalidade.
A Rede Câncer tem, entre outros, o objetivo de promover a geração de conhecimento científico e o desenvolvimento tecnológico no campo da atenção oncológica.
Rede Câncer é uma ferramenta de integração das diversas parcerias, desde que sejam públicas, visando o compartilhamento de conhecimento e recursos, para o controle do câncer.
A participação da comunidade é uma das três diretrizes da organização do SUS, junto com a descentralização e o atendimento integral.
A atenção básica deve realizar, na rede de serviços básicos de saúde, ações de caráter individual ou coletivo, voltadas para a promoção da saúde e prevenção do câncer, bem como ao diagnóstico precoce e apoio à terapêutica de tumores, aos cuidados paliativos e às ações clínicas para o seguimento de doentes tratados.