Questões de Concurso Para mecânico

Questões Discursivas

Foram encontradas 5.357 questões

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Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: EMAE-SP Prova: FCC - 2018 - EMAE-SP - Mecânico de Manutenção |
Q1032566 Mecânica

O torque de aperto de um parafuso deverá ser aplicado conforme a tabela abaixo.

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Se o braço do torquímetro (distância entre o eixo de rotação e o centro de aplicação da força) é de 500 mm, a força que o operador deve aplicar no cabo para apertar um parafuso M12 × 1,75 de classe de resistência 6.8 é, em N,

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Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: EMAE-SP Prova: FCC - 2018 - EMAE-SP - Mecânico de Manutenção |
Q1032565 Física
O bloco de massa m da figura abaixo desliza com velocidade constante sobre um plano horizontal, sob a ação de uma força constante F.
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Considere g a aceleração da gravidade local, μe e μc os coeficientes de atrito estático e cinético entre o bloco e o plano, respectivamente. O valor de F é
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Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: EMAE-SP Prova: FCC - 2018 - EMAE-SP - Mecânico de Manutenção |
Q1032564 Física
Um cone reto fechado tem diâmetro interno 200 mm, geratriz 400 mm e será construído a partir de uma chapa de alumínio (densidade 2700 kg/m3) com 1 mm de espessura.
Sabendo que a área lateral de um cone reto é calculada por π.R.g, sendo R o raio e g a geratriz do cone, a massa do material deste cone é, em kg, aproximadamente, de
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Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: EMAE-SP Prova: FCC - 2018 - EMAE-SP - Mecânico de Manutenção |
Q1032563 Mecânica
Considere o desenho abaixo.
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Trata-se de um
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Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: EMAE-SP Prova: FCC - 2018 - EMAE-SP - Mecânico de Manutenção |
Q1032562 Mecânica
A falha de um material metálico, cujos aspectos característicos são estrias e marcas de praia, com trinca que nucleia na superfície da peça é a
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Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: EMAE-SP Prova: FCC - 2018 - EMAE-SP - Mecânico de Manutenção |
Q1032561 Mecânica de Autos
Sobre óleos lubrificantes, considere: I. O grau API é uma grandeza para avaliar a viscosidade do óleo. II. O número de neutralização mede a quantidade de gordura de óleos minerais compostos. III. O número de emulsão é o tempo, em segundos, que a amostra de óleo leva para separar-se da água condensada proveniente de uma injeção de vapor.
É correto o que consta APENAS em
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Q1025880 Raciocínio Lógico

Admita como verdadeiras as seguintes premissas:


− Todos os minerais são flores.

− Só existem três tipos de flores: as brancas, as vermelhas e as verdes.


Cada uma das alternativas a seguir apresenta uma nova premissa que, como as anteriores, deve ser considerada verdadeira. Dessa forma, a alternativa que apresenta uma conclusão logicamente decorrente do trio de premissas é:

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Q1025879 Matemática

Devido à poluição, algas malcheirosas estão gradativamente tomando conta da superfície de um reservatório hídrico. O mapa mostra a área ocupada pelas algas na região cinza claro, e em cinza escuro a área ainda preservada do reservatório.


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A porcentagem da superfície do reservatório ocupada pelas algas é, aproximadamente,

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Q1025877 Matemática

Um número inteiro não negativo elevado ao quadrado resulta em um quadrado perfeito. Por exemplo, 16 é um quadrado perfeito porque 16 = 42 = 4 × 4.


Dos números de 1 até 1 000, são quadrados perfeitos:

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Q1025876 Matemática
Considere sequências de números inteiros obedecendo à seguinte regra: cada número, a partir do 5º número, é o último dígito (o das unidades) da soma dos quatro números anteriores. Por exemplo, na sequência iniciada com 2, 0, 1, 8, o 5° número é 1, porque a soma dos quatro anteriores é 11. Nessa mesma sequência, o 13° número é
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Q1025875 Noções de Informática
Um usuário criou uma senha segura para sua conta bancária, seguindo recomendações de órgãos oficiais e boas práticas. Desta forma, ele criou uma senha
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Q1025874 Noções de Informática
A usuária Katia abriu o Explorador de Arquivos do Windows 10, em português, e selecionou um arquivo gravado em um drive de rede compartilhado, cujo endereço de acesso deveria ser enviado, via e-mail, a outros usuários para que eles pudessem acessá-lo. Para obter o endereço, Katia escolheu a opção Copiar
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Q1025873 Noções de Informática
Um usuário do Internet Explorer 11, versão 11.165.17134.0, em português, deseja executar duas operações: (1) bloquear os menus Pop-up e (2) visualizar a impressão da página antes de imprimi-la. Supondo que esteja habilitada a Barra de menus, ele deve utilizar, respectivamente, os menus
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Q1025872 Noções de Informática
Ao analisar uma planilha, criada no Microsoft Excel 2010, em português, contendo os valores médios e o desvio padrão da taxa de bombeamento de diversos tipos de poluentes do Reservatório Billings em operações de controle de cheia, um usuário pretende destacar, com uma determinada cor, as células cujos valores do desvio padrão estejam dentro de certo intervalo. Para tanto, o caminho que deverá usar no Excel, a partir da guia Página Inicial, é:
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Q1025871 Noções de Informática
Um texto foi digitado no Microsoft Word 2010, em português, pelo usuário João. Após a revisão da usuária Carla, utilizando os recursos de Controlar Alterações, o texto foi modificado e ficou marcado nos pontos alterados. Ao fazer a revisão, Carla optou por exibir, no texto modificado, somente as inserções e exclusões feitas, mas não os comentários e nem as mudanças de formatação. Ela conseguiu isso a partir de um clique na guia Revisão, e na opção
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Q1025870 Português
Encontram-se respeitadas as normas de concordância em:
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Q1025869 Português

      Batizada Arlette e sublimada como Fernanda, a atriz carioca moldou − e continua moldando − cada personagem vivida no rádio, no teatro, no cinema e na televisão por 75 anos. Leia abaixo um trecho da entrevista de Fernanda Montenegro à Revistae.


Por viver tantos personagens, o ator não se torna um ser diferente?

− Nós somos estranhos. Porque, o que é que nós somos? Esquizofrênicos? Só não estamos num hospício porque nos aceitamos e nos aceitam quando acertamos. É uma vida dupla. Você tem um espetáculo à noite e faz toda sua vida durante o dia, seja ela qual for, uma vida calma, incontestada, desassossegada, e à noite, você tem que dar conta de outra esfera. Ninguém te obriga a ir [trabalhar]. Nem quando você passa pela perda de um amor. A gente até acha que aquele amor teria gostado se você fosse lá fazer seu espetáculo. Ítalo Rossi perdeu um irmão num desastre e fez o espetáculo da noite. Estou contando um caso extremo, mas isso acontece.


Em casos como esse dá para guardar as emoções?

− A gente não guarda emoção. A gente vai [trabalhar] com o que acontece, com o que bate na hora. Cada plateia provoca outro estágio no espetáculo. Tem sempre alguma coisa [que muda] porque é tudo muito sutil, embora você faça sempre o “mesmo” gestual. É algo imponderável e inexplicável. Porque é o seguinte, não é só uma pessoa, um elenco e a plateia. Ali tem que haver uma comunhão. Porque às vezes um ator está de um lado do palco, outro ator está do outro lado, eles se olham e dizem: “Hoje não vai sair como a gente quer”. É uma energia cósmica. Mas nunca é exatamente a mesma coisa. Não é. Tanto que às vezes uma pessoa vai ver o espetáculo e se apaixona, mas um amigo vai ver e não gosta, não entrosou, não comungou, entendeu? Não deveria haver uma luta para conquistar a plateia, mas provocar fascínio e buscar uma comunhão.


O que significa esse ofício de atriz?

– É como se fosse um ato religioso: você entra no teatro e espera começar. Já estão todos sentados? Já está na hora? Aí, faz-se alguma coisa: toca-se uma campainha, uma luz muda, os atores entram mesmo com a luz... Ou seja, tem um início. Aí você fica diante de um ser humano. É como uma missa. O que é o padre? Um ator. Ele está ali paramentado, num cerimonial religioso. Se é Páscoa, é uma cor, se é Semana Santa ou Natal, são outras cores. Se fala um texto, não deixa de ser um auto medieval, e as pessoas ficam ali. Acho que, no fundo, tudo na vida é um teatro. Já falava o Velho Bardo [William Shakespeare]: para cada pessoa, você se apresenta, mesmo que um pouquinho, de maneira diferente. Às vezes até a cada hora do dia, até para você mesmo. Quem é a gente?

                                                  (Adaptado de: Revistae, São Paulo, Sesc, jul. 2018.) 

Tem sempre alguma coisa [que muda] porque é tudo muito sutil, embora você faça sempre o “mesmo” gestual.


Uma redação alternativa para a frase acima, em que se mantêm a correção e, em linhas gerais, o sentido original, encontra-se em:

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Q1025868 Português

      Batizada Arlette e sublimada como Fernanda, a atriz carioca moldou − e continua moldando − cada personagem vivida no rádio, no teatro, no cinema e na televisão por 75 anos. Leia abaixo um trecho da entrevista de Fernanda Montenegro à Revistae.


Por viver tantos personagens, o ator não se torna um ser diferente?

− Nós somos estranhos. Porque, o que é que nós somos? Esquizofrênicos? Só não estamos num hospício porque nos aceitamos e nos aceitam quando acertamos. É uma vida dupla. Você tem um espetáculo à noite e faz toda sua vida durante o dia, seja ela qual for, uma vida calma, incontestada, desassossegada, e à noite, você tem que dar conta de outra esfera. Ninguém te obriga a ir [trabalhar]. Nem quando você passa pela perda de um amor. A gente até acha que aquele amor teria gostado se você fosse lá fazer seu espetáculo. Ítalo Rossi perdeu um irmão num desastre e fez o espetáculo da noite. Estou contando um caso extremo, mas isso acontece.


Em casos como esse dá para guardar as emoções?

− A gente não guarda emoção. A gente vai [trabalhar] com o que acontece, com o que bate na hora. Cada plateia provoca outro estágio no espetáculo. Tem sempre alguma coisa [que muda] porque é tudo muito sutil, embora você faça sempre o “mesmo” gestual. É algo imponderável e inexplicável. Porque é o seguinte, não é só uma pessoa, um elenco e a plateia. Ali tem que haver uma comunhão. Porque às vezes um ator está de um lado do palco, outro ator está do outro lado, eles se olham e dizem: “Hoje não vai sair como a gente quer”. É uma energia cósmica. Mas nunca é exatamente a mesma coisa. Não é. Tanto que às vezes uma pessoa vai ver o espetáculo e se apaixona, mas um amigo vai ver e não gosta, não entrosou, não comungou, entendeu? Não deveria haver uma luta para conquistar a plateia, mas provocar fascínio e buscar uma comunhão.


O que significa esse ofício de atriz?

– É como se fosse um ato religioso: você entra no teatro e espera começar. Já estão todos sentados? Já está na hora? Aí, faz-se alguma coisa: toca-se uma campainha, uma luz muda, os atores entram mesmo com a luz... Ou seja, tem um início. Aí você fica diante de um ser humano. É como uma missa. O que é o padre? Um ator. Ele está ali paramentado, num cerimonial religioso. Se é Páscoa, é uma cor, se é Semana Santa ou Natal, são outras cores. Se fala um texto, não deixa de ser um auto medieval, e as pessoas ficam ali. Acho que, no fundo, tudo na vida é um teatro. Já falava o Velho Bardo [William Shakespeare]: para cada pessoa, você se apresenta, mesmo que um pouquinho, de maneira diferente. Às vezes até a cada hora do dia, até para você mesmo. Quem é a gente?

                                                  (Adaptado de: Revistae, São Paulo, Sesc, jul. 2018.) 

A flexão do verbo em destaque deve-se ao elemento sublinhado em:
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Q1025867 Português

      Batizada Arlette e sublimada como Fernanda, a atriz carioca moldou − e continua moldando − cada personagem vivida no rádio, no teatro, no cinema e na televisão por 75 anos. Leia abaixo um trecho da entrevista de Fernanda Montenegro à Revistae.


Por viver tantos personagens, o ator não se torna um ser diferente?

− Nós somos estranhos. Porque, o que é que nós somos? Esquizofrênicos? Só não estamos num hospício porque nos aceitamos e nos aceitam quando acertamos. É uma vida dupla. Você tem um espetáculo à noite e faz toda sua vida durante o dia, seja ela qual for, uma vida calma, incontestada, desassossegada, e à noite, você tem que dar conta de outra esfera. Ninguém te obriga a ir [trabalhar]. Nem quando você passa pela perda de um amor. A gente até acha que aquele amor teria gostado se você fosse lá fazer seu espetáculo. Ítalo Rossi perdeu um irmão num desastre e fez o espetáculo da noite. Estou contando um caso extremo, mas isso acontece.


Em casos como esse dá para guardar as emoções?

− A gente não guarda emoção. A gente vai [trabalhar] com o que acontece, com o que bate na hora. Cada plateia provoca outro estágio no espetáculo. Tem sempre alguma coisa [que muda] porque é tudo muito sutil, embora você faça sempre o “mesmo” gestual. É algo imponderável e inexplicável. Porque é o seguinte, não é só uma pessoa, um elenco e a plateia. Ali tem que haver uma comunhão. Porque às vezes um ator está de um lado do palco, outro ator está do outro lado, eles se olham e dizem: “Hoje não vai sair como a gente quer”. É uma energia cósmica. Mas nunca é exatamente a mesma coisa. Não é. Tanto que às vezes uma pessoa vai ver o espetáculo e se apaixona, mas um amigo vai ver e não gosta, não entrosou, não comungou, entendeu? Não deveria haver uma luta para conquistar a plateia, mas provocar fascínio e buscar uma comunhão.


O que significa esse ofício de atriz?

– É como se fosse um ato religioso: você entra no teatro e espera começar. Já estão todos sentados? Já está na hora? Aí, faz-se alguma coisa: toca-se uma campainha, uma luz muda, os atores entram mesmo com a luz... Ou seja, tem um início. Aí você fica diante de um ser humano. É como uma missa. O que é o padre? Um ator. Ele está ali paramentado, num cerimonial religioso. Se é Páscoa, é uma cor, se é Semana Santa ou Natal, são outras cores. Se fala um texto, não deixa de ser um auto medieval, e as pessoas ficam ali. Acho que, no fundo, tudo na vida é um teatro. Já falava o Velho Bardo [William Shakespeare]: para cada pessoa, você se apresenta, mesmo que um pouquinho, de maneira diferente. Às vezes até a cada hora do dia, até para você mesmo. Quem é a gente?

                                                  (Adaptado de: Revistae, São Paulo, Sesc, jul. 2018.) 

Mediante uso de subordinação, o período Ítalo Rossi perdeu um irmão num desastre e fez o espetáculo da noite (2° parágrafo) encontra-se reescrito corretamente, com sentido adequado ao contexto, em:
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Q1025866 Português

      Batizada Arlette e sublimada como Fernanda, a atriz carioca moldou − e continua moldando − cada personagem vivida no rádio, no teatro, no cinema e na televisão por 75 anos. Leia abaixo um trecho da entrevista de Fernanda Montenegro à Revistae.


Por viver tantos personagens, o ator não se torna um ser diferente?

− Nós somos estranhos. Porque, o que é que nós somos? Esquizofrênicos? Só não estamos num hospício porque nos aceitamos e nos aceitam quando acertamos. É uma vida dupla. Você tem um espetáculo à noite e faz toda sua vida durante o dia, seja ela qual for, uma vida calma, incontestada, desassossegada, e à noite, você tem que dar conta de outra esfera. Ninguém te obriga a ir [trabalhar]. Nem quando você passa pela perda de um amor. A gente até acha que aquele amor teria gostado se você fosse lá fazer seu espetáculo. Ítalo Rossi perdeu um irmão num desastre e fez o espetáculo da noite. Estou contando um caso extremo, mas isso acontece.


Em casos como esse dá para guardar as emoções?

− A gente não guarda emoção. A gente vai [trabalhar] com o que acontece, com o que bate na hora. Cada plateia provoca outro estágio no espetáculo. Tem sempre alguma coisa [que muda] porque é tudo muito sutil, embora você faça sempre o “mesmo” gestual. É algo imponderável e inexplicável. Porque é o seguinte, não é só uma pessoa, um elenco e a plateia. Ali tem que haver uma comunhão. Porque às vezes um ator está de um lado do palco, outro ator está do outro lado, eles se olham e dizem: “Hoje não vai sair como a gente quer”. É uma energia cósmica. Mas nunca é exatamente a mesma coisa. Não é. Tanto que às vezes uma pessoa vai ver o espetáculo e se apaixona, mas um amigo vai ver e não gosta, não entrosou, não comungou, entendeu? Não deveria haver uma luta para conquistar a plateia, mas provocar fascínio e buscar uma comunhão.


O que significa esse ofício de atriz?

– É como se fosse um ato religioso: você entra no teatro e espera começar. Já estão todos sentados? Já está na hora? Aí, faz-se alguma coisa: toca-se uma campainha, uma luz muda, os atores entram mesmo com a luz... Ou seja, tem um início. Aí você fica diante de um ser humano. É como uma missa. O que é o padre? Um ator. Ele está ali paramentado, num cerimonial religioso. Se é Páscoa, é uma cor, se é Semana Santa ou Natal, são outras cores. Se fala um texto, não deixa de ser um auto medieval, e as pessoas ficam ali. Acho que, no fundo, tudo na vida é um teatro. Já falava o Velho Bardo [William Shakespeare]: para cada pessoa, você se apresenta, mesmo que um pouquinho, de maneira diferente. Às vezes até a cada hora do dia, até para você mesmo. Quem é a gente?

                                                  (Adaptado de: Revistae, São Paulo, Sesc, jul. 2018.) 

O segmento sublinhado em Ali tem que haver uma comunhão (3° parágrafo) possui a mesma função que o sublinhado em:  
Alternativas
Respostas
5081: E
5082: A
5083: E
5084: C
5085: D
5086: B
5087: C
5088: E
5089: D
5090: A
5091: E
5092: A
5093: B
5094: D
5095: C
5096: B
5097: E
5098: D
5099: C
5100: B