Questões de Concurso
Para analista - ciências sociais
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A estrutura do sistema social é constituída a partir do momento em que os seus indivíduos interiorizam e reproduzem modelos culturais normativos do sistema.
Os grupos de status constituem sempre comunidades e se definem com base em uma característica formal: a situação de mercado, dada pela inserção do indivíduo em uma determinada classe social.
A concepção estritamente econômica de classe afirma que todos aqueles que possuem as mesmas possibilidades objetivas de acesso aos bens escassos do mercado pertencem a uma mesma classe.
As condições materiais de existência do homem determinam sua consciência.
As características da superestrutura determinam as condições econômicas de produção de uma dada sociedade.
Um período de revolução social pode ocorrer quando as relações de produção entram em contradição com as forças produtivas de uma dada infraestrutura societária.
O modo de produção é caracterizado, fundamentalmente, pelas formas de apropriação e controle do excedente da produção.
Modelos típico-ideais visam à análise e compreensão de individualidades históricas, tratando-se de um quadro conceitual e não de um retrato fiel da realidade analisada.
Entre os fatos históricos que colaboraram para o surgimento do capitalismo moderno está a ascensão, a partir do século XVI, da ética calvinista.
A sociologia compreensiva desenvolve concepções teóricas de mundo que possuem validade universal.
A mobilidade em um sistema de classes é mais comum que em outros sistemas de estratificação social.
O crescimento social, político e simbólico do movimento feminista nas últimas décadas não têm relação com as novas abordagens dos estudos de classe.
As desigualdades de gênero não podem ser explicadas com base no conceito de classe.
Segundo Weber, a concepção de status como estilo de vida é característica das sociedades complexas.
A maior parte dos estudos sobre classe ignorou as ideias de Marx e Weber acerca desse assunto.
Segundo Anthony Giddens, nas sociedades industriais ou modernas, a ordem social distingue-se claramente de qualquer ordem social anterior.
A caracterização da sociedade atual como de risco e como produto do estágio mais avançado da modernidade opõe-se ao otimismo expresso nas obras de Max Weber, visto que, para esse autor, prevaleciam, na modernidade, processos criativos e de autonomia individual.
Segundo Roberto Michels, em sociedades dominadas por organizações burocráticas, o poder sempre é exercido por uma minoria oligárquica.
O fenômeno da burocratização é característico da estrutura e organização da sociedade moderna.
O materialismo dialético é a corrente que mais influência exerce na pesquisa social nos Estados Unidos da América.