Questões de Concurso Para almoxarife

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Q3715847 Noções de Informática
No Windows 10 é possível adicionar, remover ou alterar os ícones que são exibidos na área de trabalho. Para isso, faça o seguinte procedimento:

I – Clique com o botão direito do mouse sobre qualquer área vazia da área de trabalho;
II – Depois clique em Personalizar;
III – Nas opções disponíveis, à direita da tela escolha Temas, e em seguida, clique em Configurações de ícones da área de trabalho;
IV – Na seção ícones da área de trabalho, marque ou desmarque os itens que deseja adicionar ou remover da área de trabalho.

Marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3715846 Arquitetura de Computadores

O componente de um computador abaixo representa:


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q3715845 Português
Assinale a única alternativa em que a palavra ou expressão grifadas não é um adjunto adverbial.
Alternativas
Q3715844 Português
Assinale a alternativa na qual não há nenhum erro quanto à grafia da palavra “porque”.
Alternativas
Q3715843 Português
Assinale a alternativa incorreta
Alternativas
Q3715842 Português
Leia o trecho da letra de “Morena de Angola”, canção composta por Chico Buarque, para responder a esta questão. Observe também as sílabas grifadas.

“Será que a morena cochila escutando o cochicho do chocalho/será que desperta gingando e já vai chocalhando pro trabalho”.

Esse trecho da canção apresenta uma figura de linguagem chamada:
Alternativas
Q3715841 Português
Com base nas orações abaixo, assinale a alternativa correta:

I. Os jovens gostam de aventuras.
II. Fred e Dudu adormeceram.
Alternativas
Q3715840 Direito do Trabalho
Observe a ilustração e assinale a alternativa verdadeira sobre ela.
Imagem associada para resolução da questão Fonte: https://linhaslivres.files.wordpress.com/2015/05/aut o_regi.jpg/Acesso em 27/09/2023 
Alternativas
Q3715839 Português
Assinale a alternativa incorreta
Alternativas
Q3715838 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão sobre ele.


O PADEIRO

Rubem Braga


Levanto cedo, faço minhas abluções*, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento — mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lockout*, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

— Não é ninguém, é o padeiro!

Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

“Então você não é ninguém?”

Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não, senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém…

Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina — e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!” E assobiava pelas escadas.

Rio, maio, 1956.
(Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2017/10/cro nica-o-padeiro-rubem-braga-com.html)
Assinale a alternativa correta:

O autor diz que sua profissão tem semelhanças com a profissão de um padeiro. Quais são essas semelhanças?
Alternativas
Q3715837 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão sobre ele.


O PADEIRO

Rubem Braga


Levanto cedo, faço minhas abluções*, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento — mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lockout*, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

— Não é ninguém, é o padeiro!

Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

“Então você não é ninguém?”

Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não, senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém…

Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina — e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!” E assobiava pelas escadas.

Rio, maio, 1956.
(Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2017/10/cro nica-o-padeiro-rubem-braga-com.html)
De acordo com o texto, qual era a profissão do autor de “O padeiro”?
Alternativas
Q3715836 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão sobre ele.


O PADEIRO

Rubem Braga


Levanto cedo, faço minhas abluções*, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento — mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lockout*, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

— Não é ninguém, é o padeiro!

Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

“Então você não é ninguém?”

Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não, senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém…

Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina — e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!” E assobiava pelas escadas.

Rio, maio, 1956.
(Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2017/10/cro nica-o-padeiro-rubem-braga-com.html)
O texto “O Padeiro”, escrito por Rubem Braga, é: 
Alternativas
Q3707313 Administração Pública
A próxima questão deve ser respondida de acordo com o PLANO DIRETOR DO MUNICÍPIO DE CARRANCAS

Considerando o regramento do Art. 30, são diretrizes da Política de Segurança Pública e Defesa Civil de Carrancas:



I - O planejamento da Política de Segurança Pública Municipal em sintonia com a comunidade local, os poderes legislativo, judiciário e as autoridades policiais.


II - A implementação de estrutura e instrumentos que permitam acompanhamento, controle e avaliação da Política de Segurança Pública local.


III - A implementação de instrumentos adequados e necessários à concretização da Defesa Civil no Município.


IV - O incentivo à participação da comunidade local nas definições, estratégias e ações de Segurança Pública e Defesa Civil no Município.


V - O alinhamento da Política de Segurança Pública e de Defesa Civil com as diretrizes e linhas estratégicas das políticas federal e estadual.



Estão CORRETAS:

Alternativas
Q3707294 Raciocínio Lógico
Considere a seguinte situação: os 29 jogadores de uma equipe resolveram se encontrar num final de semana para um momento de descontração. Combinaram um encontro num resort, onde poderiam utilizar tanto a piscina quanto a sauna. No dia marcado, 3 jogadores não puderam ir. No resort, 20 dentre eles utilizaram a piscina, e 18 utilizaram a sauna. Quantos jogadores usaram tanto a piscina quanto a sauna do resort?
Alternativas
Q3707293 Matemática
Quantos minutos existem em EXATAMENTE 1 semana?
Alternativas
Q3707282 Português

CRÔNICA DE UM AMOR ANUNCIADO

Martha Medeiros


Toda pessoa apaixonada é um publicitário em potencial. Não anuncia cigarros, hidratantes ou máquinas de lavar, mas anuncia seu amor, como se vivê-lo em segredo diminuísse sua intensidade.

O hábito começa na escola. O caderno abarrotado de regras gramaticais, fórmulas matemáticas e lições de geografia, e lá, na última página, centenas de corações desenhados com caneta vermelha. Parece aula de ciências, mas é introdução à publicidade. Em breve se estarão desenhando corações em árvores, escrevendo atrás da porta do banheiro e grafitando a parede do corredor: Suzana ama João.

A partir de uma certa idade, a veia publicitária vai tornando-se mais discreta. Já não anunciamos nossa paixão em muros e bancos de jardim. Dispensa-se a mídia de massa e parte-se para o telemarketing. Contamos por telefone mesmo, para um público selecionado, as últimas notícias da nossa vida afetiva. Mas alguns não resistem em seguir propagando com alarde o seu amor. Colocam anúncios de verdade no jornal, geralmente nos classificados: Kika, te amo. Beto, volta pra mim. Everaldo, não me deixe por essa loira de farmácia. Joana, foi bom pra você também?

O grau máximo de profissionalismo é atingido quando o apaixonado manda colocar sua mensagem num outdoor em frente à casa da pessoa amada. O recado é para ela, mas a cidade inteira fica sabendo que alguém está tentando recuperar seu amor. Em grau menor de assiduidade, há casos em que apaixonados mandam despejar de um helicóptero pétalas de rosas no endereço do namorado, ou gastam uma fortuna para que a fumaça de um avião desenhe as iniciais do casal no céu. A criatividade dos amantes é infinita.

O amor é uma coisa íntima, mas todos nós temos a necessidade de torná-lo público. É a nossa vitória contra a solidão. Assim como as torcidas de futebol comemoram seus títulos com buzinaços, foguetório e cantorias, queremos também alardear nossa conquista pessoal, dividir a alegria de ter alguém que faz nosso coração bater mais forte. É por isso que, mesmo não sendo adepta do estardalhaço, me consterno por aqueles que amam escondido, amam em silêncio, amam clandestinamente. Mesmo que funcione como fetiche, priva o prazer de ter um amor compartilhado.


(Fonte: https://www.pensador.com/cronica_filosofica/) 

"Em breve se estarão desenhando corações em árvores , escrevendo atrás da porta do banheiro e grafitando a parede do corredor"



Em relação à análise dos termos da oração destacada no período acima, é CORRETO afirmar que 

Alternativas
Q3668816 Ética na Administração Pública
A cordialidade no trato com as outras pessoas também é considerada uma questão de ética profissional, pois demonstra empatia e respeito, duas características fundamentais no ambiente de trabalho. Assim, é considerado ético:
Alternativas
Q3668814 Administração de Recursos Materiais
Assinale a alternativa correspondente ao tipo de layout utilizado nos armazéns caracterizado pela aplicação de um segundo andar no estoque, buscando conferir maior espaço e melhor visualização dos materiais, muito utilizado pelas empresas:
Alternativas
Q3668813 Administração de Recursos Materiais
A conferência qualitativa em uma processo de recebimento de materiais no almoxarifado tem por objetivo a garantia da adequação do material ao fim que se destina. Na inspeção técnica, a análise deve partir de três métricas especiais. Assinale a alternativa correspondente:
Alternativas
Q3668812 Administração de Recursos Materiais
O processo de conferência no almoxarifado pode ser feito com a utilização de técnicas distintas a depender do produto e determinações. Quando se confronta o quesito recebido versus faturado, são analisadas medidas de distorções e contagem. Assinale a alternativa correspondente ao método que pode ser utilizado para casos que envolvem grande quantidade de pequenas peças, como parafusos, porcas e arruelas:
Alternativas
Respostas
2221: D
2222: B
2223: D
2224: B
2225: D
2226: C
2227: C
2228: B
2229: A
2230: A
2231: D
2232: C
2233: C
2234: B
2235: A
2236: C
2237: E
2238: C
2239: E
2240: B