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Q2628744 Português

Texto para responder às questões de 1 a 10.


Fones a todo volume prejudicam para sempre sua audição


Uma jovem vai de metrô para o trabalho. Em suas mãos, um celular reproduz sua playlist favorita pelos fones de ouvido. O vagão se enche de gente e ela aumenta o volume para abafar o barulho. Então a música se espalha pelo vagão e retumba em seu ouvido interno, produzindo um dano irreversível que ela não percebe. Essa jovem representa o “ouvinte médio” dos dispositivos de reprodução de música, segundo a análise mais recente da Organização Mundial da Saúde (OMS): uma pessoa acostumada a ouvir música pelos fones de ouvido com um volume entre 75 e 100 decibéis. Esta prática se tornou um problema global de saúde pública, alertam os especialistas, porque um volume a partir dos 80 decibéis é perigoso.

Segundo a OMS, aproximadamente 50% dos jovens (entre 12 e 35 anos) corre o risco de perder audição por seus hábitos de escuta com fones de ouvido: pouco mais de um bilhão de pessoas, principalmente de países desenvolvidos. Além disso, aproximadamente 40% se expõem a ruídos muito altos em locais de entretenimento, como bares e discotecas. A menos que sejam implementadas políticas eficazes de saúde pública, a organização estima que uma de cada dez pessoas sofrerá de perda auditiva incapacitante até o ano 2050, o dobro de agora.

Os sons fortes podem causar surdez ou perda de audição porque danificam células especializadas da cóclea, uma parte muito sensível do ouvido interno. “Cada um de nós nasce com um total de 20.000 a 30.000 células receptoras do som, e com essas temos de viver a vida inteira”, explica Isabel Varela-Nieto, especialista em neurobiologia da audição do Instituto Alberto Sols (CSIC-UAM) e líder de grupo do centro de pesquisa Ciberer, dedicado a doenças raras.

Quanto mais alto estiver o volume e maior for a duração do som, pior será a deterioração. Por isso, os especialistas recomendam limitar tanto a intensidade como o tempo de escuta. “Quem ouve 15 minutos de música a 100 decibéis por um reprodutor pessoal sofre uma exposição semelhante à de um trabalhador industrial que escuta 85 decibéis durante uma jornada de oito horas”, explica o documento da OMS. Em fevereiro, a mesma organização emitiu, juntamente com a União Internacional de Telecomunicações, novas diretrizes para os fabricantes de reprodutores de música, destinadas a proteger os usuários.

“Recomendamos que sejam incorporadas a celulares e dispositivos funções que informem ao usuário sobre os decibéis que ele está escutando e quanto som consumiu no dia e na semana”, explica Shelly Chadha, otorrinolaringologista e responsável pelo programa da OMS para a prevenção de surdez e perda auditiva. (...)

Existe, no entanto, um problema de percepção de risco: os ouvintes de música geralmente não têm noção do perigo. (...) O doutor Luís Lassaletta, chefe do serviço de otorrinolaringologia do Hospital Universitário La Paz, vive essa realidade: “Quando jovens vêm se consultar, é porque foram a uma discoteca ou a um show e ouvem um apito que vai e vem, não repercute no teste de audiometria”. Esses incidentes isolados e reversíveis dão uma falsa sensação de segurança, mas deveriam ser “um sinal de alarme”, diz Lassaletta. Se essa exposição se repete, costuma ter consequências a longo prazo.

Proteção e prevenção

As análises epidemiológicas são escassas e não encontram fortes correlações entre a perda auditiva em jovens e sua exposição à música alta. Isso porque os sintomas podem demorar para aparecer e porque a perda de audição depende de outros fatores, como a genética. Os especialistas concordam que o risco é real e está aumentando. (...) Há opções para se proteger. Vários especialistas citam a regra 60-60: não ouvir música com fones de ouvido por mais de uma hora em volumes acima de 60% — os reprodutores costumam chegar a 105 decibéis. É fácil seguir essa regra em casa e em lugares tranquilos, mas não em ambientes barulhentos. Nestas situações, Chadha recomenda headphones com cancelamento de ruído. Embora os fones intra-auriculares não sejam intrinsecamente piores para a saúde auditiva do que os que cobrem toda a orelha, eles proporcionam um isolamento acústico menor, e por isso o especialista desaconselha seu uso.


El País. (Adaptado).

https://brasil.elpais.com/brasil/2019/09/07/actualida d/1567883413_452359.html

Considere o excerto: “A menos que sejam implementadas políticas eficazes de saúde pública, a organização estima que uma de cada dez pessoas sofrerá de perda auditiva incapacitante até o ano 2050, o dobro de agora.” Nesse contexto, a expressão ‘a menos que’ imprime ao período um sentido:

Alternativas
Q2628743 Português

Texto para responder às questões de 1 a 10.


Fones a todo volume prejudicam para sempre sua audição


Uma jovem vai de metrô para o trabalho. Em suas mãos, um celular reproduz sua playlist favorita pelos fones de ouvido. O vagão se enche de gente e ela aumenta o volume para abafar o barulho. Então a música se espalha pelo vagão e retumba em seu ouvido interno, produzindo um dano irreversível que ela não percebe. Essa jovem representa o “ouvinte médio” dos dispositivos de reprodução de música, segundo a análise mais recente da Organização Mundial da Saúde (OMS): uma pessoa acostumada a ouvir música pelos fones de ouvido com um volume entre 75 e 100 decibéis. Esta prática se tornou um problema global de saúde pública, alertam os especialistas, porque um volume a partir dos 80 decibéis é perigoso.

Segundo a OMS, aproximadamente 50% dos jovens (entre 12 e 35 anos) corre o risco de perder audição por seus hábitos de escuta com fones de ouvido: pouco mais de um bilhão de pessoas, principalmente de países desenvolvidos. Além disso, aproximadamente 40% se expõem a ruídos muito altos em locais de entretenimento, como bares e discotecas. A menos que sejam implementadas políticas eficazes de saúde pública, a organização estima que uma de cada dez pessoas sofrerá de perda auditiva incapacitante até o ano 2050, o dobro de agora.

Os sons fortes podem causar surdez ou perda de audição porque danificam células especializadas da cóclea, uma parte muito sensível do ouvido interno. “Cada um de nós nasce com um total de 20.000 a 30.000 células receptoras do som, e com essas temos de viver a vida inteira”, explica Isabel Varela-Nieto, especialista em neurobiologia da audição do Instituto Alberto Sols (CSIC-UAM) e líder de grupo do centro de pesquisa Ciberer, dedicado a doenças raras.

Quanto mais alto estiver o volume e maior for a duração do som, pior será a deterioração. Por isso, os especialistas recomendam limitar tanto a intensidade como o tempo de escuta. “Quem ouve 15 minutos de música a 100 decibéis por um reprodutor pessoal sofre uma exposição semelhante à de um trabalhador industrial que escuta 85 decibéis durante uma jornada de oito horas”, explica o documento da OMS. Em fevereiro, a mesma organização emitiu, juntamente com a União Internacional de Telecomunicações, novas diretrizes para os fabricantes de reprodutores de música, destinadas a proteger os usuários.

“Recomendamos que sejam incorporadas a celulares e dispositivos funções que informem ao usuário sobre os decibéis que ele está escutando e quanto som consumiu no dia e na semana”, explica Shelly Chadha, otorrinolaringologista e responsável pelo programa da OMS para a prevenção de surdez e perda auditiva. (...)

Existe, no entanto, um problema de percepção de risco: os ouvintes de música geralmente não têm noção do perigo. (...) O doutor Luís Lassaletta, chefe do serviço de otorrinolaringologia do Hospital Universitário La Paz, vive essa realidade: “Quando jovens vêm se consultar, é porque foram a uma discoteca ou a um show e ouvem um apito que vai e vem, não repercute no teste de audiometria”. Esses incidentes isolados e reversíveis dão uma falsa sensação de segurança, mas deveriam ser “um sinal de alarme”, diz Lassaletta. Se essa exposição se repete, costuma ter consequências a longo prazo.

Proteção e prevenção

As análises epidemiológicas são escassas e não encontram fortes correlações entre a perda auditiva em jovens e sua exposição à música alta. Isso porque os sintomas podem demorar para aparecer e porque a perda de audição depende de outros fatores, como a genética. Os especialistas concordam que o risco é real e está aumentando. (...) Há opções para se proteger. Vários especialistas citam a regra 60-60: não ouvir música com fones de ouvido por mais de uma hora em volumes acima de 60% — os reprodutores costumam chegar a 105 decibéis. É fácil seguir essa regra em casa e em lugares tranquilos, mas não em ambientes barulhentos. Nestas situações, Chadha recomenda headphones com cancelamento de ruído. Embora os fones intra-auriculares não sejam intrinsecamente piores para a saúde auditiva do que os que cobrem toda a orelha, eles proporcionam um isolamento acústico menor, e por isso o especialista desaconselha seu uso.


El País. (Adaptado).

https://brasil.elpais.com/brasil/2019/09/07/actualida d/1567883413_452359.html

No excerto “Então a música se espalha pelo vagão e retumba em seu ouvido interno, produzindo um dano irreversível que ela não percebe.”, a palavra ‘retumba’ exprime o mesmo sentido que:

Alternativas
Q2628742 Português

Texto para responder às questões de 1 a 10.


Fones a todo volume prejudicam para sempre sua audição


Uma jovem vai de metrô para o trabalho. Em suas mãos, um celular reproduz sua playlist favorita pelos fones de ouvido. O vagão se enche de gente e ela aumenta o volume para abafar o barulho. Então a música se espalha pelo vagão e retumba em seu ouvido interno, produzindo um dano irreversível que ela não percebe. Essa jovem representa o “ouvinte médio” dos dispositivos de reprodução de música, segundo a análise mais recente da Organização Mundial da Saúde (OMS): uma pessoa acostumada a ouvir música pelos fones de ouvido com um volume entre 75 e 100 decibéis. Esta prática se tornou um problema global de saúde pública, alertam os especialistas, porque um volume a partir dos 80 decibéis é perigoso.

Segundo a OMS, aproximadamente 50% dos jovens (entre 12 e 35 anos) corre o risco de perder audição por seus hábitos de escuta com fones de ouvido: pouco mais de um bilhão de pessoas, principalmente de países desenvolvidos. Além disso, aproximadamente 40% se expõem a ruídos muito altos em locais de entretenimento, como bares e discotecas. A menos que sejam implementadas políticas eficazes de saúde pública, a organização estima que uma de cada dez pessoas sofrerá de perda auditiva incapacitante até o ano 2050, o dobro de agora.

Os sons fortes podem causar surdez ou perda de audição porque danificam células especializadas da cóclea, uma parte muito sensível do ouvido interno. “Cada um de nós nasce com um total de 20.000 a 30.000 células receptoras do som, e com essas temos de viver a vida inteira”, explica Isabel Varela-Nieto, especialista em neurobiologia da audição do Instituto Alberto Sols (CSIC-UAM) e líder de grupo do centro de pesquisa Ciberer, dedicado a doenças raras.

Quanto mais alto estiver o volume e maior for a duração do som, pior será a deterioração. Por isso, os especialistas recomendam limitar tanto a intensidade como o tempo de escuta. “Quem ouve 15 minutos de música a 100 decibéis por um reprodutor pessoal sofre uma exposição semelhante à de um trabalhador industrial que escuta 85 decibéis durante uma jornada de oito horas”, explica o documento da OMS. Em fevereiro, a mesma organização emitiu, juntamente com a União Internacional de Telecomunicações, novas diretrizes para os fabricantes de reprodutores de música, destinadas a proteger os usuários.

“Recomendamos que sejam incorporadas a celulares e dispositivos funções que informem ao usuário sobre os decibéis que ele está escutando e quanto som consumiu no dia e na semana”, explica Shelly Chadha, otorrinolaringologista e responsável pelo programa da OMS para a prevenção de surdez e perda auditiva. (...)

Existe, no entanto, um problema de percepção de risco: os ouvintes de música geralmente não têm noção do perigo. (...) O doutor Luís Lassaletta, chefe do serviço de otorrinolaringologia do Hospital Universitário La Paz, vive essa realidade: “Quando jovens vêm se consultar, é porque foram a uma discoteca ou a um show e ouvem um apito que vai e vem, não repercute no teste de audiometria”. Esses incidentes isolados e reversíveis dão uma falsa sensação de segurança, mas deveriam ser “um sinal de alarme”, diz Lassaletta. Se essa exposição se repete, costuma ter consequências a longo prazo.

Proteção e prevenção

As análises epidemiológicas são escassas e não encontram fortes correlações entre a perda auditiva em jovens e sua exposição à música alta. Isso porque os sintomas podem demorar para aparecer e porque a perda de audição depende de outros fatores, como a genética. Os especialistas concordam que o risco é real e está aumentando. (...) Há opções para se proteger. Vários especialistas citam a regra 60-60: não ouvir música com fones de ouvido por mais de uma hora em volumes acima de 60% — os reprodutores costumam chegar a 105 decibéis. É fácil seguir essa regra em casa e em lugares tranquilos, mas não em ambientes barulhentos. Nestas situações, Chadha recomenda headphones com cancelamento de ruído. Embora os fones intra-auriculares não sejam intrinsecamente piores para a saúde auditiva do que os que cobrem toda a orelha, eles proporcionam um isolamento acústico menor, e por isso o especialista desaconselha seu uso.


El País. (Adaptado).

https://brasil.elpais.com/brasil/2019/09/07/actualida d/1567883413_452359.html

Segundo o texto, especialistas recomendam não ouvir música com fones de ouvido por mais de uma hora em volumes acima de 60% [da capacidade do fone] porque:

Alternativas
Q2628740 Português

Texto para responder às questões de 1 a 10.


Fones a todo volume prejudicam para sempre sua audição


Uma jovem vai de metrô para o trabalho. Em suas mãos, um celular reproduz sua playlist favorita pelos fones de ouvido. O vagão se enche de gente e ela aumenta o volume para abafar o barulho. Então a música se espalha pelo vagão e retumba em seu ouvido interno, produzindo um dano irreversível que ela não percebe. Essa jovem representa o “ouvinte médio” dos dispositivos de reprodução de música, segundo a análise mais recente da Organização Mundial da Saúde (OMS): uma pessoa acostumada a ouvir música pelos fones de ouvido com um volume entre 75 e 100 decibéis. Esta prática se tornou um problema global de saúde pública, alertam os especialistas, porque um volume a partir dos 80 decibéis é perigoso.

Segundo a OMS, aproximadamente 50% dos jovens (entre 12 e 35 anos) corre o risco de perder audição por seus hábitos de escuta com fones de ouvido: pouco mais de um bilhão de pessoas, principalmente de países desenvolvidos. Além disso, aproximadamente 40% se expõem a ruídos muito altos em locais de entretenimento, como bares e discotecas. A menos que sejam implementadas políticas eficazes de saúde pública, a organização estima que uma de cada dez pessoas sofrerá de perda auditiva incapacitante até o ano 2050, o dobro de agora.

Os sons fortes podem causar surdez ou perda de audição porque danificam células especializadas da cóclea, uma parte muito sensível do ouvido interno. “Cada um de nós nasce com um total de 20.000 a 30.000 células receptoras do som, e com essas temos de viver a vida inteira”, explica Isabel Varela-Nieto, especialista em neurobiologia da audição do Instituto Alberto Sols (CSIC-UAM) e líder de grupo do centro de pesquisa Ciberer, dedicado a doenças raras.

Quanto mais alto estiver o volume e maior for a duração do som, pior será a deterioração. Por isso, os especialistas recomendam limitar tanto a intensidade como o tempo de escuta. “Quem ouve 15 minutos de música a 100 decibéis por um reprodutor pessoal sofre uma exposição semelhante à de um trabalhador industrial que escuta 85 decibéis durante uma jornada de oito horas”, explica o documento da OMS. Em fevereiro, a mesma organização emitiu, juntamente com a União Internacional de Telecomunicações, novas diretrizes para os fabricantes de reprodutores de música, destinadas a proteger os usuários.

“Recomendamos que sejam incorporadas a celulares e dispositivos funções que informem ao usuário sobre os decibéis que ele está escutando e quanto som consumiu no dia e na semana”, explica Shelly Chadha, otorrinolaringologista e responsável pelo programa da OMS para a prevenção de surdez e perda auditiva. (...)

Existe, no entanto, um problema de percepção de risco: os ouvintes de música geralmente não têm noção do perigo. (...) O doutor Luís Lassaletta, chefe do serviço de otorrinolaringologia do Hospital Universitário La Paz, vive essa realidade: “Quando jovens vêm se consultar, é porque foram a uma discoteca ou a um show e ouvem um apito que vai e vem, não repercute no teste de audiometria”. Esses incidentes isolados e reversíveis dão uma falsa sensação de segurança, mas deveriam ser “um sinal de alarme”, diz Lassaletta. Se essa exposição se repete, costuma ter consequências a longo prazo.

Proteção e prevenção

As análises epidemiológicas são escassas e não encontram fortes correlações entre a perda auditiva em jovens e sua exposição à música alta. Isso porque os sintomas podem demorar para aparecer e porque a perda de audição depende de outros fatores, como a genética. Os especialistas concordam que o risco é real e está aumentando. (...) Há opções para se proteger. Vários especialistas citam a regra 60-60: não ouvir música com fones de ouvido por mais de uma hora em volumes acima de 60% — os reprodutores costumam chegar a 105 decibéis. É fácil seguir essa regra em casa e em lugares tranquilos, mas não em ambientes barulhentos. Nestas situações, Chadha recomenda headphones com cancelamento de ruído. Embora os fones intra-auriculares não sejam intrinsecamente piores para a saúde auditiva do que os que cobrem toda a orelha, eles proporcionam um isolamento acústico menor, e por isso o especialista desaconselha seu uso.


El País. (Adaptado).

https://brasil.elpais.com/brasil/2019/09/07/actualida d/1567883413_452359.html

Considerando os dados da Organização Mundial da Saúde, o número estimado de pessoas que sofre com perda auditiva incapacitante no ano da publicação do texto é:

Alternativas
Q2614685 Contabilidade Pública

IMPORTANTE! Para resolução das próximas QUATRO questões, leve em consideração as informações abaixo. Elas se referem a transações ocorridas no Município de Água Viva, no exercício de 2023.


I. Empenho de Pessoal e Encargos Sociais, no valor de R$ 350.000,00, referentes à manutenção dos serviços públicos. Foram pagos no exercício 80% deste valor;

II. Aquisição de uma ambulância destinada à Secretaria de Saúde, no valor de R$ 80.000,00, sendo integralmente pago exercício;

III. Contratação de uma operação de crédito por antecipação de receita orçamentária, no valor de R$ 75.000,00, sendo integralmente quitada em novembro/2023;

IV. Empenho de Juros e Encargos da Dívida, no valor de R$ 25.000,00, sendo pagos R$ 20.000,00 no exercício de 2023;

V. Lançamento de Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria, no importe de R$ 720.000,00, sendo que deste montante, R$ 680.000,00 foram arrecadados, e o restante inscrito em Dívida Ativa;

VI. Recebimento de devolução de Empréstimos Concedidos a juros subsidiados, sendo R$ 100.000,00 referentes ao principal e R$ 4.000,00 referentes aos juros;

VII. Despesa Orçamentária com Amortização da Dívida, no montante de R$ 80.000,00, totalmente paga em 2023.

Supondo que o saldo contábil da conta ‘Caixa e Equivalentes de Caixa (CEC)’ no início do exercício financeiro de 2023 era de R$ 35.000,00, assinale a alternativa que evidencie o saldo final desta conta:

Alternativas
Q2614684 Contabilidade Pública

IMPORTANTE! Para resolução das próximas QUATRO questões, leve em consideração as informações abaixo. Elas se referem a transações ocorridas no Município de Água Viva, no exercício de 2023.


I. Empenho de Pessoal e Encargos Sociais, no valor de R$ 350.000,00, referentes à manutenção dos serviços públicos. Foram pagos no exercício 80% deste valor;

II. Aquisição de uma ambulância destinada à Secretaria de Saúde, no valor de R$ 80.000,00, sendo integralmente pago exercício;

III. Contratação de uma operação de crédito por antecipação de receita orçamentária, no valor de R$ 75.000,00, sendo integralmente quitada em novembro/2023;

IV. Empenho de Juros e Encargos da Dívida, no valor de R$ 25.000,00, sendo pagos R$ 20.000,00 no exercício de 2023;

V. Lançamento de Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria, no importe de R$ 720.000,00, sendo que deste montante, R$ 680.000,00 foram arrecadados, e o restante inscrito em Dívida Ativa;

VI. Recebimento de devolução de Empréstimos Concedidos a juros subsidiados, sendo R$ 100.000,00 referentes ao principal e R$ 4.000,00 referentes aos juros;

VII. Despesa Orçamentária com Amortização da Dívida, no montante de R$ 80.000,00, totalmente paga em 2023.

À luz da vigente normatização sobre a elaboração da DFC no Setor Público, assinale a alternativa que evidencie o fluxo líquido de caixa das atividades de financiamento em 2023:

Alternativas
Q2614683 Contabilidade Pública

IMPORTANTE! Para resolução das próximas QUATRO questões, leve em consideração as informações abaixo. Elas se referem a transações ocorridas no Município de Água Viva, no exercício de 2023.


I. Empenho de Pessoal e Encargos Sociais, no valor de R$ 350.000,00, referentes à manutenção dos serviços públicos. Foram pagos no exercício 80% deste valor;

II. Aquisição de uma ambulância destinada à Secretaria de Saúde, no valor de R$ 80.000,00, sendo integralmente pago exercício;

III. Contratação de uma operação de crédito por antecipação de receita orçamentária, no valor de R$ 75.000,00, sendo integralmente quitada em novembro/2023;

IV. Empenho de Juros e Encargos da Dívida, no valor de R$ 25.000,00, sendo pagos R$ 20.000,00 no exercício de 2023;

V. Lançamento de Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria, no importe de R$ 720.000,00, sendo que deste montante, R$ 680.000,00 foram arrecadados, e o restante inscrito em Dívida Ativa;

VI. Recebimento de devolução de Empréstimos Concedidos a juros subsidiados, sendo R$ 100.000,00 referentes ao principal e R$ 4.000,00 referentes aos juros;

VII. Despesa Orçamentária com Amortização da Dívida, no montante de R$ 80.000,00, totalmente paga em 2023.

À luz da vigente normatização sobre a elaboração da DFC no Setor Público, assinale a alternativa que evidencie o fluxo líquido de caixa das atividades de investimento em 2023:

Alternativas
Q2614682 Contabilidade Pública

IMPORTANTE! Para resolução das próximas QUATRO questões, leve em consideração as informações abaixo. Elas se referem a transações ocorridas no Município de Água Viva, no exercício de 2023.


I. Empenho de Pessoal e Encargos Sociais, no valor de R$ 350.000,00, referentes à manutenção dos serviços públicos. Foram pagos no exercício 80% deste valor;

II. Aquisição de uma ambulância destinada à Secretaria de Saúde, no valor de R$ 80.000,00, sendo integralmente pago exercício;

III. Contratação de uma operação de crédito por antecipação de receita orçamentária, no valor de R$ 75.000,00, sendo integralmente quitada em novembro/2023;

IV. Empenho de Juros e Encargos da Dívida, no valor de R$ 25.000,00, sendo pagos R$ 20.000,00 no exercício de 2023;

V. Lançamento de Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria, no importe de R$ 720.000,00, sendo que deste montante, R$ 680.000,00 foram arrecadados, e o restante inscrito em Dívida Ativa;

VI. Recebimento de devolução de Empréstimos Concedidos a juros subsidiados, sendo R$ 100.000,00 referentes ao principal e R$ 4.000,00 referentes aos juros;

VII. Despesa Orçamentária com Amortização da Dívida, no montante de R$ 80.000,00, totalmente paga em 2023.

À luz da vigente normatização sobre a elaboração da Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) no Setor Público, assinale a alternativa que evidencie o fluxo líquido de caixa das atividades operacionais em 2023:

Alternativas
Q2614681 Direito Administrativo

A Lei nº 14.133/2021 – Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos – permite que alguns serviços técnicos de natureza predominantemente intelectual sejam contratados através de inexigibilidade de licitação. Assinale a alternativa que NÃO representa uma destas hipóteses permitidas pela Lei.

Alternativas
Q2614679 Contabilidade Pública

O Superávit Financeiro apurado em um exercício financeiro pode ser utilizado para abertura de créditos adicionais no exercício subsequente. Assinale a alternativa que indica a Demonstração Contábil na qual é apurada este indicador.

Alternativas
Q2614678 Contabilidade Pública

Acerca dos componentes do Balanço Patrimonial, avalie o que se afirma a seguir, com base no atual regramento do tema.


I. O Ativo Permanente compreenderá os créditos e valores realizáveis independentemente de autorização orçamentária e os valores numerários.

II. Nas contas de compensação serão registrados os bens, valores, obrigações e situações que, mediata ou indiretamente, possam vir a afetar o patrimônio.

III. O Passivo Permanente compreenderá as dívidas fundadas e outras cujo pagamento independa de autorização orçamentária.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q2614677 Direito Tributário

Dispõe a Constituição Federal de 1988 que pertencem aos Municípios ____________ do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre a propriedade de veículos automotores licenciados em seus territórios. Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna.

Alternativas
Q2614676 Direito Tributário

O Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural é tributo de competência da União. Contudo, os Municípios que optarem por fiscalizar e cobrar o ITR poderão ficar com:

Alternativas
Q2614675 Direito Constitucional

Como forma de garantir recursos a serem destinados a políticas públicas na área da educação, a Constituição Federal determina que, no âmbito dos Municípios, deverão ser aplicados, a cada exercício, no mínimo ________________ na manutenção e desenvolvimento do ensino. Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna.

Alternativas
Q2614674 Contabilidade Pública

IMPORTANTE! Para resolução das questões de número 21 a 30, considere as informações a seguir:


Suponha que no exercício de 2023 o Município de Guaracavuçu tenha efetuado as seguintes transações orçamentárias e financeiras.


Receita Orçamentária


Prevista

Arrecadada

Recolhida

Amortização de Empréstimos Concedidos

22.500,00

20.000,00

18.500,00

Imposto sobre a Renda Retido na Fonte

11.000,00

10.000,00

10.000,00

Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana

45.000,00

42.500,00

40.000,00

Operações de Crédito

30.000,00

30.000,00

30.000,00

Fundo de Participação dos Municípios

42.500,00

75.000,00

75.000,00

Alienação de Bens Imóveis

35.000,00

20.000,00

20.000,00

Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza

20.000,00

30.000,00

29.000,00

Receita de Contribuições

14.000,00

10.000,00

10.000,00

Transferências de Capital

20.000,00

20.000,00

20.000,00


Despesa Orçamentária

Classificação por

natureza

Elemento da Despesa

Fixada

Empenhada/

Liquidada

Paga

3.2.90.23.00

Juros, Deságios e Descontos da Dívida Mobiliária

28.500,00

27.500,00

26.500,00

4.5.90.65.00

Aumento de Capital de Empresas Públicas

49.000,00

42.500,00

42.500,00

4.4.90.51.00

Obras e Instalações

22.000,00

22.000,00

20.000,00

3.1.90.34.00

Outras Despesas de Pessoal decorrentes de Contratos de Terceirização

23.500,00

22.500,00

22.500,00

3.1.90.11.00

Vencimentos e Vantagens Fixas – Pessoal Civil

37.500,00

35.000,00

32.500,00

3.1.90.04.00

Contratação por Tempo Determinado

21.000,00

15.000,00

15.000,00

4.5.90.52.00

Equipamentos e Material Permanente

26.000,00

21.000,00

18.500,00

3.1.90.13.00

Obrigações Patronais

32.500,00

32.000,00

21.500,00


Informações Adicionais:


I. Em 2023 o Município pagou Restos a Pagar Processados inscritos em 2019,relativos à obra de construção de uma escola, no montante de R$ 21.000,00.

II. Em 2023, a depreciação do Ativo Imobilizado do Município importou em R$ 13.000,00.

III. No exercício de 2023, o Município contratou operação de crédito por antecipação da receita orçamentária no valor de R$ 17.000,00, integralmente quitada no mesmo exercício.

IV. Em 2023, o Município recebeu veículos provenientes de doação do Governo Estadual, no valor de R$ 27.000,00.

V.Em dezembro/2023, o Município recebeu cauções de contratos de aluguel e efetuou consignações em folha de pagamento, no valor de R$ 15.000,00, a serem restituídas/recolhidas em 2024.

VI. Como fato gerador das variações patrimoniais diminutivas, deve-se considerar o momento da liquidação da despesa orçamentária.

Ao analisar o Balanço Orçamentário encerrado em 31/12/2023 é possível concluir que houve:

Alternativas
Q2614673 Contabilidade Pública

IMPORTANTE! Para resolução das questões de número 21 a 30, considere as informações a seguir:


Suponha que no exercício de 2023 o Município de Guaracavuçu tenha efetuado as seguintes transações orçamentárias e financeiras.


Receita Orçamentária


Prevista

Arrecadada

Recolhida

Amortização de Empréstimos Concedidos

22.500,00

20.000,00

18.500,00

Imposto sobre a Renda Retido na Fonte

11.000,00

10.000,00

10.000,00

Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana

45.000,00

42.500,00

40.000,00

Operações de Crédito

30.000,00

30.000,00

30.000,00

Fundo de Participação dos Municípios

42.500,00

75.000,00

75.000,00

Alienação de Bens Imóveis

35.000,00

20.000,00

20.000,00

Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza

20.000,00

30.000,00

29.000,00

Receita de Contribuições

14.000,00

10.000,00

10.000,00

Transferências de Capital

20.000,00

20.000,00

20.000,00


Despesa Orçamentária

Classificação por

natureza

Elemento da Despesa

Fixada

Empenhada/

Liquidada

Paga

3.2.90.23.00

Juros, Deságios e Descontos da Dívida Mobiliária

28.500,00

27.500,00

26.500,00

4.5.90.65.00

Aumento de Capital de Empresas Públicas

49.000,00

42.500,00

42.500,00

4.4.90.51.00

Obras e Instalações

22.000,00

22.000,00

20.000,00

3.1.90.34.00

Outras Despesas de Pessoal decorrentes de Contratos de Terceirização

23.500,00

22.500,00

22.500,00

3.1.90.11.00

Vencimentos e Vantagens Fixas – Pessoal Civil

37.500,00

35.000,00

32.500,00

3.1.90.04.00

Contratação por Tempo Determinado

21.000,00

15.000,00

15.000,00

4.5.90.52.00

Equipamentos e Material Permanente

26.000,00

21.000,00

18.500,00

3.1.90.13.00

Obrigações Patronais

32.500,00

32.000,00

21.500,00


Informações Adicionais:


I. Em 2023 o Município pagou Restos a Pagar Processados inscritos em 2019,relativos à obra de construção de uma escola, no montante de R$ 21.000,00.

II. Em 2023, a depreciação do Ativo Imobilizado do Município importou em R$ 13.000,00.

III. No exercício de 2023, o Município contratou operação de crédito por antecipação da receita orçamentária no valor de R$ 17.000,00, integralmente quitada no mesmo exercício.

IV. Em 2023, o Município recebeu veículos provenientes de doação do Governo Estadual, no valor de R$ 27.000,00.

V.Em dezembro/2023, o Município recebeu cauções de contratos de aluguel e efetuou consignações em folha de pagamento, no valor de R$ 15.000,00, a serem restituídas/recolhidas em 2024.

VI. Como fato gerador das variações patrimoniais diminutivas, deve-se considerar o momento da liquidação da despesa orçamentária.

O total da receita orçamentária arrecadada na origem ‘Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria’ no exercício financeiro de 2023 importa em:

Alternativas
Q2614672 Contabilidade Pública

IMPORTANTE! Para resolução das questões de número 21 a 30, considere as informações a seguir:


Suponha que no exercício de 2023 o Município de Guaracavuçu tenha efetuado as seguintes transações orçamentárias e financeiras.


Receita Orçamentária


Prevista

Arrecadada

Recolhida

Amortização de Empréstimos Concedidos

22.500,00

20.000,00

18.500,00

Imposto sobre a Renda Retido na Fonte

11.000,00

10.000,00

10.000,00

Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana

45.000,00

42.500,00

40.000,00

Operações de Crédito

30.000,00

30.000,00

30.000,00

Fundo de Participação dos Municípios

42.500,00

75.000,00

75.000,00

Alienação de Bens Imóveis

35.000,00

20.000,00

20.000,00

Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza

20.000,00

30.000,00

29.000,00

Receita de Contribuições

14.000,00

10.000,00

10.000,00

Transferências de Capital

20.000,00

20.000,00

20.000,00


Despesa Orçamentária

Classificação por

natureza

Elemento da Despesa

Fixada

Empenhada/

Liquidada

Paga

3.2.90.23.00

Juros, Deságios e Descontos da Dívida Mobiliária

28.500,00

27.500,00

26.500,00

4.5.90.65.00

Aumento de Capital de Empresas Públicas

49.000,00

42.500,00

42.500,00

4.4.90.51.00

Obras e Instalações

22.000,00

22.000,00

20.000,00

3.1.90.34.00

Outras Despesas de Pessoal decorrentes de Contratos de Terceirização

23.500,00

22.500,00

22.500,00

3.1.90.11.00

Vencimentos e Vantagens Fixas – Pessoal Civil

37.500,00

35.000,00

32.500,00

3.1.90.04.00

Contratação por Tempo Determinado

21.000,00

15.000,00

15.000,00

4.5.90.52.00

Equipamentos e Material Permanente

26.000,00

21.000,00

18.500,00

3.1.90.13.00

Obrigações Patronais

32.500,00

32.000,00

21.500,00


Informações Adicionais:


I. Em 2023 o Município pagou Restos a Pagar Processados inscritos em 2019,relativos à obra de construção de uma escola, no montante de R$ 21.000,00.

II. Em 2023, a depreciação do Ativo Imobilizado do Município importou em R$ 13.000,00.

III. No exercício de 2023, o Município contratou operação de crédito por antecipação da receita orçamentária no valor de R$ 17.000,00, integralmente quitada no mesmo exercício.

IV. Em 2023, o Município recebeu veículos provenientes de doação do Governo Estadual, no valor de R$ 27.000,00.

V.Em dezembro/2023, o Município recebeu cauções de contratos de aluguel e efetuou consignações em folha de pagamento, no valor de R$ 15.000,00, a serem restituídas/recolhidas em 2024.

VI. Como fato gerador das variações patrimoniais diminutivas, deve-se considerar o momento da liquidação da despesa orçamentária.

De acordo com os dados fornecidos e com o atual regramento contábil aplicado ao Setor Público, o resultado a ser evidenciado no Balanço Orçamentário é um:

Alternativas
Q2614671 Contabilidade Pública

IMPORTANTE! Para resolução das questões de número 21 a 30, considere as informações a seguir:


Suponha que no exercício de 2023 o Município de Guaracavuçu tenha efetuado as seguintes transações orçamentárias e financeiras.


Receita Orçamentária


Prevista

Arrecadada

Recolhida

Amortização de Empréstimos Concedidos

22.500,00

20.000,00

18.500,00

Imposto sobre a Renda Retido na Fonte

11.000,00

10.000,00

10.000,00

Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana

45.000,00

42.500,00

40.000,00

Operações de Crédito

30.000,00

30.000,00

30.000,00

Fundo de Participação dos Municípios

42.500,00

75.000,00

75.000,00

Alienação de Bens Imóveis

35.000,00

20.000,00

20.000,00

Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza

20.000,00

30.000,00

29.000,00

Receita de Contribuições

14.000,00

10.000,00

10.000,00

Transferências de Capital

20.000,00

20.000,00

20.000,00


Despesa Orçamentária

Classificação por

natureza

Elemento da Despesa

Fixada

Empenhada/

Liquidada

Paga

3.2.90.23.00

Juros, Deságios e Descontos da Dívida Mobiliária

28.500,00

27.500,00

26.500,00

4.5.90.65.00

Aumento de Capital de Empresas Públicas

49.000,00

42.500,00

42.500,00

4.4.90.51.00

Obras e Instalações

22.000,00

22.000,00

20.000,00

3.1.90.34.00

Outras Despesas de Pessoal decorrentes de Contratos de Terceirização

23.500,00

22.500,00

22.500,00

3.1.90.11.00

Vencimentos e Vantagens Fixas – Pessoal Civil

37.500,00

35.000,00

32.500,00

3.1.90.04.00

Contratação por Tempo Determinado

21.000,00

15.000,00

15.000,00

4.5.90.52.00

Equipamentos e Material Permanente

26.000,00

21.000,00

18.500,00

3.1.90.13.00

Obrigações Patronais

32.500,00

32.000,00

21.500,00


Informações Adicionais:


I. Em 2023 o Município pagou Restos a Pagar Processados inscritos em 2019,relativos à obra de construção de uma escola, no montante de R$ 21.000,00.

II. Em 2023, a depreciação do Ativo Imobilizado do Município importou em R$ 13.000,00.

III. No exercício de 2023, o Município contratou operação de crédito por antecipação da receita orçamentária no valor de R$ 17.000,00, integralmente quitada no mesmo exercício.

IV. Em 2023, o Município recebeu veículos provenientes de doação do Governo Estadual, no valor de R$ 27.000,00.

V.Em dezembro/2023, o Município recebeu cauções de contratos de aluguel e efetuou consignações em folha de pagamento, no valor de R$ 15.000,00, a serem restituídas/recolhidas em 2024.

VI. Como fato gerador das variações patrimoniais diminutivas, deve-se considerar o momento da liquidação da despesa orçamentária.

O total da Receita de Capital arrecadada no exercício financeiro de 2023 é de:

Alternativas
Q2614670 Contabilidade Pública

IMPORTANTE! Para resolução das questões de número 21 a 30, considere as informações a seguir:


Suponha que no exercício de 2023 o Município de Guaracavuçu tenha efetuado as seguintes transações orçamentárias e financeiras.


Receita Orçamentária


Prevista

Arrecadada

Recolhida

Amortização de Empréstimos Concedidos

22.500,00

20.000,00

18.500,00

Imposto sobre a Renda Retido na Fonte

11.000,00

10.000,00

10.000,00

Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana

45.000,00

42.500,00

40.000,00

Operações de Crédito

30.000,00

30.000,00

30.000,00

Fundo de Participação dos Municípios

42.500,00

75.000,00

75.000,00

Alienação de Bens Imóveis

35.000,00

20.000,00

20.000,00

Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza

20.000,00

30.000,00

29.000,00

Receita de Contribuições

14.000,00

10.000,00

10.000,00

Transferências de Capital

20.000,00

20.000,00

20.000,00


Despesa Orçamentária

Classificação por

natureza

Elemento da Despesa

Fixada

Empenhada/

Liquidada

Paga

3.2.90.23.00

Juros, Deságios e Descontos da Dívida Mobiliária

28.500,00

27.500,00

26.500,00

4.5.90.65.00

Aumento de Capital de Empresas Públicas

49.000,00

42.500,00

42.500,00

4.4.90.51.00

Obras e Instalações

22.000,00

22.000,00

20.000,00

3.1.90.34.00

Outras Despesas de Pessoal decorrentes de Contratos de Terceirização

23.500,00

22.500,00

22.500,00

3.1.90.11.00

Vencimentos e Vantagens Fixas – Pessoal Civil

37.500,00

35.000,00

32.500,00

3.1.90.04.00

Contratação por Tempo Determinado

21.000,00

15.000,00

15.000,00

4.5.90.52.00

Equipamentos e Material Permanente

26.000,00

21.000,00

18.500,00

3.1.90.13.00

Obrigações Patronais

32.500,00

32.000,00

21.500,00


Informações Adicionais:


I. Em 2023 o Município pagou Restos a Pagar Processados inscritos em 2019,relativos à obra de construção de uma escola, no montante de R$ 21.000,00.

II. Em 2023, a depreciação do Ativo Imobilizado do Município importou em R$ 13.000,00.

III. No exercício de 2023, o Município contratou operação de crédito por antecipação da receita orçamentária no valor de R$ 17.000,00, integralmente quitada no mesmo exercício.

IV. Em 2023, o Município recebeu veículos provenientes de doação do Governo Estadual, no valor de R$ 27.000,00.

V.Em dezembro/2023, o Município recebeu cauções de contratos de aluguel e efetuou consignações em folha de pagamento, no valor de R$ 15.000,00, a serem restituídas/recolhidas em 2024.

VI. Como fato gerador das variações patrimoniais diminutivas, deve-se considerar o momento da liquidação da despesa orçamentária.

O total de despesas orçamentárias empenhadas no Grupo de Natureza de Despesa ‘Inversões Financeiras’ no exercício financeiro importa em:

Alternativas
Q2614669 Contabilidade Pública

IMPORTANTE! Para resolução das questões de número 21 a 30, considere as informações a seguir:


Suponha que no exercício de 2023 o Município de Guaracavuçu tenha efetuado as seguintes transações orçamentárias e financeiras.


Receita Orçamentária


Prevista

Arrecadada

Recolhida

Amortização de Empréstimos Concedidos

22.500,00

20.000,00

18.500,00

Imposto sobre a Renda Retido na Fonte

11.000,00

10.000,00

10.000,00

Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana

45.000,00

42.500,00

40.000,00

Operações de Crédito

30.000,00

30.000,00

30.000,00

Fundo de Participação dos Municípios

42.500,00

75.000,00

75.000,00

Alienação de Bens Imóveis

35.000,00

20.000,00

20.000,00

Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza

20.000,00

30.000,00

29.000,00

Receita de Contribuições

14.000,00

10.000,00

10.000,00

Transferências de Capital

20.000,00

20.000,00

20.000,00


Despesa Orçamentária

Classificação por

natureza

Elemento da Despesa

Fixada

Empenhada/

Liquidada

Paga

3.2.90.23.00

Juros, Deságios e Descontos da Dívida Mobiliária

28.500,00

27.500,00

26.500,00

4.5.90.65.00

Aumento de Capital de Empresas Públicas

49.000,00

42.500,00

42.500,00

4.4.90.51.00

Obras e Instalações

22.000,00

22.000,00

20.000,00

3.1.90.34.00

Outras Despesas de Pessoal decorrentes de Contratos de Terceirização

23.500,00

22.500,00

22.500,00

3.1.90.11.00

Vencimentos e Vantagens Fixas – Pessoal Civil

37.500,00

35.000,00

32.500,00

3.1.90.04.00

Contratação por Tempo Determinado

21.000,00

15.000,00

15.000,00

4.5.90.52.00

Equipamentos e Material Permanente

26.000,00

21.000,00

18.500,00

3.1.90.13.00

Obrigações Patronais

32.500,00

32.000,00

21.500,00


Informações Adicionais:


I. Em 2023 o Município pagou Restos a Pagar Processados inscritos em 2019,relativos à obra de construção de uma escola, no montante de R$ 21.000,00.

II. Em 2023, a depreciação do Ativo Imobilizado do Município importou em R$ 13.000,00.

III. No exercício de 2023, o Município contratou operação de crédito por antecipação da receita orçamentária no valor de R$ 17.000,00, integralmente quitada no mesmo exercício.

IV. Em 2023, o Município recebeu veículos provenientes de doação do Governo Estadual, no valor de R$ 27.000,00.

V.Em dezembro/2023, o Município recebeu cauções de contratos de aluguel e efetuou consignações em folha de pagamento, no valor de R$ 15.000,00, a serem restituídas/recolhidas em 2024.

VI. Como fato gerador das variações patrimoniais diminutivas, deve-se considerar o momento da liquidação da despesa orçamentária.

O total das Variações Patrimoniais Diminutivas a ser evidenciado na Demonstração das Variações Patrimoniais importa em:

Alternativas
Respostas
1981: D
1982: D
1983: B
1984: E
1985: B
1986: A
1987: B
1988: D
1989: C
1990: C
1991: E
1992: E
1993: C
1994: A
1995: D
1996: C
1997: D
1998: A
1999: B
2000: C