Questões de Concurso Para médico proctologista

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Q3885635 Direito Constitucional
Em um dos maiores municípios brasileiros, o prefeito e o secretário de saúde propuseram medidas para privatizar a assistência à saúde, que deverão ser analisadas pelo Conselho Municipal de Saúde.
De acordo com os artigos 196 a 200 da Constituição Federal, assinale a alternativa que apresenta a forma constitucionalmente permitida de participação da iniciativa privada na saúde.
Alternativas
Q3885634 Direito Sanitário
Os princípios da implantação do Sistema Único de Saúde (SUS) foram estabelecidos na legislação e devem ser seguidos em todo o país.
Assinale a alternativa que traz um dos princípios originais do SUS e que está de acordo com as diretrizes previstas no art. 198 da Constituição Federal.
Alternativas
Q3885633 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


A base invisível da transformação digital


     À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente digital realmente acontece.

   Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming, e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.

   É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que se assentam todas as demais camadas da transformação digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos. Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.

   O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e agricultura de precisão.

   À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços digitais que movem a economia e a sociedade.

    A transformação digital é irreversível — mas ela precisa de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade histórica: transformar sua economia digital em instrumento de desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o próprio destino nacional na era digital.

  Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento e pela popularização das plataformas digitais. É justamente a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.


(Edson Holanda, 29.09.2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
O uso do acento indicativo da crase está de acordo com a norma-padrão em:
Alternativas
Q3885632 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


A base invisível da transformação digital


     À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente digital realmente acontece.

   Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming, e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.

   É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que se assentam todas as demais camadas da transformação digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos. Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.

   O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e agricultura de precisão.

   À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços digitais que movem a economia e a sociedade.

    A transformação digital é irreversível — mas ela precisa de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade histórica: transformar sua economia digital em instrumento de desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o próprio destino nacional na era digital.

  Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento e pela popularização das plataformas digitais. É justamente a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.


(Edson Holanda, 29.09.2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
Considere as frases a seguir, reescritas a partir de informações do texto:

•  É sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente digital realmente acontece. E a maioria dos cidadãos não        essa camada.
•  A transformação digital é irreversível, mas é preciso que        alicerces, embora eles        invisíveis à maior parte da sociedade.
•  É justamente a base e a fundação invisível que sustentam todo o ecossistema digital. Se não        elas, as aplicações mais modernas e inovadoras não        ficar de pé.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q3885631 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


A base invisível da transformação digital


     À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente digital realmente acontece.

   Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming, e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.

   É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que se assentam todas as demais camadas da transformação digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos. Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.

   O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e agricultura de precisão.

   À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços digitais que movem a economia e a sociedade.

    A transformação digital é irreversível — mas ela precisa de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade histórica: transformar sua economia digital em instrumento de desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o próprio destino nacional na era digital.

  Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento e pela popularização das plataformas digitais. É justamente a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.


(Edson Holanda, 29.09.2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
Na passagem do último parágrafo “A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento e pela popularização das plataformas digitais.”, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Alternativas
Q3885630 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


A base invisível da transformação digital


     À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente digital realmente acontece.

   Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming, e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.

   É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que se assentam todas as demais camadas da transformação digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos. Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.

   O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e agricultura de precisão.

   À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços digitais que movem a economia e a sociedade.

    A transformação digital é irreversível — mas ela precisa de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade histórica: transformar sua economia digital em instrumento de desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o próprio destino nacional na era digital.

  Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento e pela popularização das plataformas digitais. É justamente a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.


(Edson Holanda, 29.09.2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
Considere as passagens:

•  Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida. (3o parágrafo)
•  À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços digitais que movem a economia e a sociedade. (5o parágrafo)

As expressões destacadas veiculam, correta e respectivamente, sentidos de
Alternativas
Q3885629 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


A base invisível da transformação digital


     À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente digital realmente acontece.

   Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming, e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.

   É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que se assentam todas as demais camadas da transformação digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos. Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.

   O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e agricultura de precisão.

   À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços digitais que movem a economia e a sociedade.

    A transformação digital é irreversível — mas ela precisa de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade histórica: transformar sua economia digital em instrumento de desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o próprio destino nacional na era digital.

  Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento e pela popularização das plataformas digitais. É justamente a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.


(Edson Holanda, 29.09.2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
Ao discutir a transformação digital pela qual passa a sociedade brasileira, o autor deixa evidente que
Alternativas
Q3775879 Medicina
Nos princípios de oncologia cirúrgica em proctologia, a drenagem venosa do reto é um aspecto crucial, especialmente no câncer de reto, devido à sua relação com a disseminação metastática hematogênica.

Assinale a alternativa correta sobre a anatomia da drenagem venosa.
Alternativas
Q3775878 Medicina
Assinale a alternativa que indica corretamente uma afecção que pode se manifestar de modo persistente ou súbito, definida pela emergência de uma cavidade cística ou coleção purulenta na área sacrococcígea, desencadeada pela entrada de fios capilares dispersos na derme dessa zona, impulsionados para o interior por ações cíclicas como o ato de se acomodar ou friccionar a área.
Alternativas
Q3775877 Medicina
As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) com manifestações anorretais são aquelas que podem afetar a região anal e retal, geralmente devido à transmissão por contato sexual anal (receptivo ou insertivo) ou por disseminação de infecções de áreas adjacentes (ex.: genitais).
Analise as afirmativas abaixo sobre estas doenças.

1. Herpes Genital (Herpes Simplex Virus - HSV): infecção viral transmitida por contato direto com lesões ativas ou secreções. No sexo anal, o HSV pode infectar a mucosa anal ou a pele perianal, causando inflamação local.
2. Infecção por Clamídia (Chlamydia trachomatis) com proctite (sorotipos D-K): inflamação do reto com dor anal, secreção mucopurulenta, sangramento retal leve, tenesmo.
3. Linfogranuloma venéreo (LGV) com proctocolite grave: dor retal intensa, secreção purulenta, sangramento, febre, linfonodomegalia inguinal (bubões).
4. Gonorreia (Neisseria gonorrhoeae) com proctite gonocócica: dor anal, secreção purulenta ou mucopurulenta, sangramento retal, tenesmo, prurido.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3775876 Medicina
As doenças inflamatórias intestinais englobam condições crônicas caracterizadas por um processo inflamatório de causa indeterminada no trato gastrointestinal.

Assinale a alternativa que indica corretamente a inflamação persistente que pode acometer qualquer segmento do trato digestivo (da boca ao ânus), com predileção pelo íleo final e pelo cólon, caracterizada por um acometimento que penetra toda a espessura da parede intestinal (com zonas afetadas interrompidas, chamadas de “áreas salteadas”).
Alternativas
Q3775875 Medicina
Uma mulher de 60 anos apresenta dor abdominal no quadrante inferior esquerdo há 2 dias, de início gradual, agora constante e moderada (6/10 em escala de dor). Relata febre de 38°C, constipação recente e náusea leve sem vômitos. Não há sangramento retal. No exame físico, há sensibilidade localizada no QIE, sem sinais de peritonite ou rigidez generalizada. A frequência cardíaca é 92 bpm, e o peristaltismo está presente, mas discretamente reduzido.

Assinale a alternativa que indica, respectivamente, o diagnóstico inicial correto e a investigação complementar que deve ser realizada.
Alternativas
Q3775874 Medicina
Considere as dilatações venosas anormais nas redes vasculares hemorroidárias, situadas na zona anal e retal, capazes de gerar incômodo, perda sanguínea e outras manifestações clínicas.

Assinale a alternativa correta sobre as hemorroidas.
Alternativas
Q3775873 Medicina
Os adenomas recebem categorização conforme sua configuração tecidual microscópica e o nível de atipia celular; a variante menos prevalente, representando cerca de 5 a 10% dos casos, que exibe protuberâncias vilositárias em formato de dedos, associada a um potencial elevado de progressão para neoplasias malignas, refere-se ao(s):
Alternativas
Q3775872 Patologia
As neoplasias benignas do cólon e reto, derivadas do tecido epitelial glandular da camada mucosa intestinal, vistas como alterações pré-malignas para o adenocarcinoma colorretal e essenciais nos programas de detecção precoce e profilaxia do câncer intestinal, recebem classificação histopatológica como: 
Alternativas
Q3775207 Medicina
Analise a descrição abaixo:

É prevenir a hipermedicalização do cuidado e evitar intervenções desnecessárias, reduzindo danos, por meio de técnicas e práticas qualificadas e personalizadas de cuidado, operacionalizando o preceito ético “primeiro não lesar”.

Esse descrição se enquadra corretamente em qual tipo de prevenção?
Alternativas
Q3775206 Saúde Pública
Com o objetivo de melhorar a qualidade e resolutividade da Atenção Primária à Saúde e qualificar os encaminhamentos para a atenção especializada, no âmbito da Secretaria de Saúde do Estado de Santa Catarina, há disponível o sistema de teleconsultorias adotado pela Central Estadual de Regulação Ambulatorial (CERA). Existem teleconsultorias compulsórias, que são obrigatórias de serem realizadas previamente ao encaminhamento, e teleconsultorias consultivas, que objetivam propiciar discussão clínica, mas não são pré-requisito para encaminhamento.

Acerca dos encaminhamentos regulados pela CERA, para acesso aos prestadores da Grande Florianópolis, assinale a alternativa que contenha especialidades e que tem teleconsultoria compulsória para encaminhamento (exceto em casos previstos nos protocolos das especialidades).
Alternativas
Q3775205 Medicina
A Dengue é uma doença de interesse epidemiológico no Brasil.

De acordo com a classificação de risco dos pacientes com suspeita de dengue, um paciente homem de 55 anos de idade, sem comorbidades prévias, com febre há 3 dias, mialgia, dor retro-orbitária e lipotimia, sem outros sinais ou sintomas alterados e ainda sem exames complementares disponíveis, deve ser classificado inicialmente como suspeita de dengue com qual classificação de risco? 
Alternativas
Q3775204 Medicina
A Doença Renal Crônica, caracterizada pela alteração da função renal, é um dos principais determinantes de risco de eventos cardiovasculares.

Segundo as Diretrizes clínicas para o cuidado do paciente com doença renal crônica (DRC) no Sistema Único de Saúde, para o paciente com DRC estágio 3B é recomendado:
Alternativas
Q3775203 Medicina
Durante o atendimento a um paciente de 15 anos, você faz um diagnóstico de sífilis por meio de um teste rápido e o paciente informa que havia tido relação sexual desprotegida previamente. O paciente então se compromete com o tratamento e acompanhamento, mas solicita que você não informe aos seus pais e familiares acerca do diagnóstico e da conduta.

Diante desse caso qual a conduta adequada?
Alternativas
Respostas
41: E
42: D
43: E
44: C
45: A
46: B
47: D
48: D
49: C
50: E
51: B
52: B
53: C
54: E
55: A
56: D
57: A
58: C
59: E
60: A